terça-feira, 23 de junho de 2020

Justiça acaba com falsas acusações contra ex-deputada Sandra Faraj, no DF

Recibos carimbados e assinados pela empresa provam pagamentos por serviços

A cadeira do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub na diretoria executiva do Banco Mundial é o que se pode chamar, sem exagero, de “exílio dourado”. Como um dos 40 diretores, ele representará um grupo de países, para além do Brasil, que precisam referendar sua indicação. É da praxe que o façam. Weintraub vai morar em Washington (EUA) e embolsará US$200 mil (R$1.050.760) por ano, ou sejam, R$87.563 mensais. Sem contar um belo plano de saúde, extensivo a toda família. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Se de fato quiser honrar o belo salário, Weintraub terá muito o que fazer, acompanhando a economia e os projetos dos países representados.

Weintraub representará também Colômbia, Equador, Trinidad e Tobago, Filipinas, Suriname, Haiti, República Dominicana e Panamá.
A diretoria a ser ocupada por Weintraub no Banco Mundial já foi exercida por gente do nível de Murilo Portugal, ex-presidente da Febraban.
O cargo do ex-ministro era ocupado por Fábio Kanczuk, que renunciou para assumir a diretoria de Política Econômica do Banco Central (BC).

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