domingo, 23 de agosto de 2026

Jantar de Moraes para Lula e Alcolumbre teve conspiração contra Mendonça, diz jornal

André Mendonça é relator de inquéritos que envolvem Lulinha

Alexandre de Moraes (E) promoveu jantar de reconciliação entre Lula (C) e Davi Alcolumbre (D)

Do Diário do Poder - O jantar promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, no início do mês, para o presidente Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teve como uma das pautas o colega de Moraes, o ministro André Mendonça.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, no encontro, teria havido conversas para fragilizar Mendonça, relator de processos relevantes no Supremo, como o caso do Banco Master e a roubalheira no INSS.

Mendonça também é relator de inquéritos que investigam o filho mais velho de Lula Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, suspeito de tráfico de influência.

Lulinha está no centro dos atuais escândalos do governo Lula. A lobista Roberta Luchsinger, aponta a Polícia Federal, teria usado a influência do primogênito do presidente para azeitar contratos com o governo federal.

UBS Banco da Vitória registra 1.474 atendimentos no primeiro mês após reforma

ILHÉUS EM NOTÍCIAS: _Consultas, procedimentos, vacinação e acompanhamento integram os serviços oferecidos pela unidade_

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, registrou 1.474 atendimentos na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Banco da Vitória, no primeiro mês de funcionamento após a reforma. Entregue no dia 28 de junho, a unidade funcionou de segunda a sexta-feira durante o período, com atendimento de enfermeiro, nutricionista, técnico de enfermagem, médico e odontólogo. 

A assistência é voltada à saúde da mulher, da gestante, da criança, do homem e da pessoa idosa, além do acompanhamento de pacientes hipertensos e diabéticos e da realização de visitas domiciliares.

Entre os procedimentos disponíveis estão aferição da pressão arterial, teste de glicemia, verificação de peso e estatura, acompanhamento e pesagem de beneficiários do Bolsa Família, vacinação, curativos, testes rápidos e dispensação de medicamentos na farmácia, além de outros serviços da Atenção Primária à Saúde.

A unidade também conta com três agentes comunitários de saúde que atuam no território. O trabalho contribui para o acompanhamento das famílias e para a aproximação entre os moradores e a equipe de saúde.

A secretária municipal de Saúde, Sonilda Mello, destacou que o objetivo da gestão é continuar requalificando as unidades e garantir o funcionamento dos serviços de saúde. “O compromisso da gestão municipal é requalificar as unidades de saúde e garantir que elas funcionem plenamente, com equipes preparadas e atendimento de qualidade. A UBS Banco da Vitória é um exemplo desse trabalho e está à disposição da comunidade”, afirmou.

Com a reforma, a UBS Banco da Vitória passou a oferecer os serviços da Atenção Primária em um espaço requalificado, com atendimento voltado à prevenção, ao acompanhamento e aos cuidados de saúde da comunidade.Por ASCOM SESAU/Sucom.

sábado, 22 de agosto de 2026

Flávio defende Bolsa Família, castração química e anistia

Declarações foram feitas durante o lançamento da candidatura de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio de Janeiro.

Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República. (Foto: Reprodução/Youtube/Canal Flávio Bolsonaro).

Do -Diário do Poder - O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, defendeu neste sábado (22) a manutenção do Bolsa Família, a castração química para estupradores e a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

As declarações foram feitas durante o lançamento da candidatura de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio de Janeiro, em evento realizado no Maracanãzinho, na capital fluminense. Flávio voltou a apresentar a castração química como uma das medidas para endurecer o combate aos crimes sexuais e reafirmou a defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

O presidenciável também afirmou que pretende manter o Bolsa Família caso seja eleito. A proposta representa um aceno ao eleitorado de baixa renda e dá continuidade a uma estratégia que Flávio já vinha adotando durante a pré-campanha.

No mesmo evento, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello (PL), candidato a deputado federal pelo Rio, afirmou que as mulheres terão papel decisivo nas eleições de 2026 e pediu mobilização do eleitorado feminino em favor dos candidatos do partido.


Médicos dão palestra sobre doenças hepáticas na UBS Avenida Esperança

ILHÉUS EM NOTÍCIAS - Especialistas reforçaram a importância de identificar alterações antes do surgimento de sintomas

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), realizou, na sexta-feira (21), um encontro sobre doenças hepáticas na UBS Avenida Esperança. A atividade, organizada pela Atenção Primária, contou com a participação dos gastro-hepatologistas Ana Thereza e Marcelo Silva, que compartilharam informações sobre prevenção, diagnóstico e cuidados com a saúde do fígado.

Durante o encontro, Ana Thereza alertou que as doenças hepáticas podem evoluir de forma silenciosa. A médica explicou que a gordura no fígado, frequentemente associada ao sobrepeso e à obesidade, pode causar inflamação e, ao longo dos anos, evoluir para cirrose, câncer e até necessidade de transplante. “O fígado adoece em silêncio e, quando os sintomas aparecem, a doença pode estar em estágio avançado. Por isso, precisamos informar a população e incentivar o cuidado preventivo. Exames laboratoriais simples e uma ultrassonografia já podem iniciar a investigação”, destacou.

Marcelo Silva reforçou que a gordura no fígado pode provocar fibrose e outras complicações. A orientação é que o acompanhamento seja realizado na rede de saúde, de acordo com a avaliação de cada paciente.

A iniciativa aproximou a comunidade dos serviços de saúde e ampliou o acesso a informações sobre prevenção e cuidados com a saúde.

A atividade integra as ações de prevenção e educação em saúde desenvolvidas pela Atenção Primária. A proposta é ampliar o acesso a informações que contribuam para o cuidado com a saúde e para a busca dos serviços da rede municipal quando necessário.Por ASCOM SESAU

Procon de Ilhéus alerta consumidores sobre golpes com o Desenrola Brasil

Fraudes podem envolver falsas ofertas de desconto, pedidos de PIX e páginas que imitam canais de instituições financeiras

O Desenrola Brasil, programa do Governo Federal voltado à renegociação de dívidas, também pode ser usado por criminosos para aplicar golpes. Em meio à busca por descontos e condições para limpar o nome, consumidores podem receber falsas ofertas por diferentes canais. Em Ilhéus, a Prefeitura, por meio do Procon, orienta sobre os cuidados necessários para evitar fraudes.

As abordagens podem ocorrer por WhatsApp, SMS, e-mail e redes sociais, com falsas promessas de descontos ou condições especiais. Para verificar se uma oferta é verdadeira, o consumidor deve procurar os canais oficiais do banco e evitar links recebidos por mensagens.

É importante desconfiar de ofertas com descontos fora do comum ou que exijam pagamento imediato. O consumidor não deve fornecer senhas ou códigos de segurança, instalar aplicativos indicados por desconhecidos nem permitir acesso ao celular ou computador. Em caso de cobrança, deve conferir os dados do boleto ou PIX e confirmar a operação com o banco.

Quem identificar uma possível fraude deve guardar conversas, prints, comprovantes de pagamento, boletos, números de telefone e endereços de páginas. A instituição financeira deve ser comunicada o quanto antes para verificar as medidas que podem ser adotadas.

Em caso de problema em uma relação de consumo ou dificuldade para solucionar a situação com o fornecedor, o consumidor pode procurar o Procon na Avenida Canavieiras, nº 454, Teresópolis, ou pelo telefone (73) 9960-6385. 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Secretaria Municipal da Saúde de Ilhéus informa que, em julho de 2025, o Município formalizou contratos com diferentes empresas para a prestação de serviços de saúde no âmbito do SUS.

Entre os contratos formalizados está o destinado à prestação de serviços pela ONCOVASC Clínica Médica e Cirúrgica LTDA. Na publicação do instrumento no Diário Oficial do Município, em 11 de agosto de 2025, foi identificado um erro material no trecho referente ao local de execução dos serviços e à identificação do responsável técnico.

A informação publicada não corresponde aos dados da ONCOVASC. O erro ocorreu porque os dois documentos foram publicados no mesmo dia e os números dos contratos são semelhantes, o que pode ter levado a inserção de informações incorretas no documento.

Esse equívoco não alterou o objeto, os valores ou a vigência da contratação e não causou qualquer prejuízo ao erário. A remuneração dos serviços ocorre mediante procedimentos efetivamente realizados, registrados e validados nos sistemas oficiais do SUS.

A Secretaria Municipal da Saúde reafirma o compromisso da Prefeitura de Ilhéus com a lisura, a transparência e a responsabilidade na gestão e aplicação dos recursos públicos, e informa que adotará as providências administrativas cabíveis após a apuração do ocorrido.

Ilhéus, 22 de agosto de 2026

Secretaria Municipal da Saúde

Prefeitura de Ilhéus

Sucom.

Em parceria com a UESC e a UFSB, a Sylvera lança o Open Carbon Data

Project para impulsiona

 investimentos na Mata

 Atlântica brasileira, com

 apoio da Fundação

 Rockefeller e da Meta.

(texto adaptado de https://www.rockefellerfoundation.org/news/sylvera-launches-open-carbon-data-project-investment-brazilian-atlantic-forest-rockefeller-foundation-and-meta/)

 

Com um financiamento combinado de US$ 900 mil da Fundação Rockefeller e da Meta, a Sylvera, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o World Resources Institute (WRI) e a Symbiosis Coalition, está criando o primeiro conjunto de dados de carbono florestal do mundo, de acesso aberto e com qualidade de referência.

A Sylvera, empresa que é referência mundial em inteligência em carbono, anunciou hoje o Open Carbon Data Project, uma iniciativa inédita para gerar dados de alta resolução e de acesso aberto sobre o carbono florestal em toda a Mata Atlântica brasileira. Apoiado pela Fundação Rockefeller, Meta, World Resources Institute, Symbiosis Coalition e importantes instituições brasileiras de pesquisa, o projeto busca enfrentar uma das principais barreiras ao desenvolvimento do mercado de carbono: ampliar a disponibilidade de dados confiáveis e cientificamente robustos que sustentem processos de medição, relato e verificação (MRV) em larga escala.

Ao possibilitar a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, o conjunto de dados reduzirá as barreiras de participação no mercado de carbono, especialmente para pequenos produtores rurais e projetos liderados por comunidades. Além disso, aumentará a confiança dos investidores, contribuindo para ampliar o financiamento destinado à restauração e à proteção das florestas.

Segundo o CEO da Sylvera, Allister Furey, “Os mercados de carbono não podem crescer sem confiança, e a confiança começa com dados de campo confiáveis. Ao combinar medições em campo com técnicas avançadas de sensoriamento remoto, estamos ajudando a construir a base de dados de biomassa da qual dependem mercados de carbono mais precisos, transparentes e escaláveis.”

“Dados acessíveis e de alta qualidade constituem uma infraestrutura essencial para ampliar o financiamento climático baseado na natureza e garantir que ele gere benefícios reais para as comunidades locais”, afirmou Carli Roth, Diretora de Finanças Inovadoras da Fundação Rockefeller. “Esta iniciativa demonstra como dados abertos e mais precisos podem atrair investimentos, aumentando a confiança de investidores e compradores, ao mesmo tempo em que ajudam atores locais a acelerar o acesso equitativo a recursos financeiros para comunidades historicamente pouco atendidas e que dependem de florestas saudáveis para sua subsistência.”

As soluções climáticas baseadas na natureza vêm atraindo investimentos crescentes e gerando resultados concretos para o clima. A criação de um conjunto de dados aberto, baseado em medições de campo ("ground truth"), em ecossistemas complexos como a Mata Atlântica permitirá o desenvolvimento de sistemas de verificação mais sofisticados, acelerando sua implementação e reduzindo custos, o que favorecerá a expansão do mercado. Os sistemas digitais de medição, relato e verificação (dMRV) oferecem um caminho para tornar a verificação mais escalável e menos onerosa, mas dependem de dados robustos para gerar modelos precisos. Esta iniciativa foi concebida justamente para fornecer essa base.

O conjunto de dados permitirá a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, aprimorando a calibração e a validação de modelos de monitoramento baseados em satélites. Isso reduzirá as barreiras de entrada para participantes do mercado de carbono, especialmente pequenos produtores e projetos comunitários, além de aumentar a confiança de investidores e compradores corporativos nos resultados das verificações, ampliando o fluxo de recursos financeiros para a restauração e conservação das florestas. Estes dados serão disponibilizados ainda este ano sob a licença aberta CC BY 4.0 e hospedados pelo World Resources Institute (WRI), garantindo acesso gratuito para desenvolvedores, registros, formuladores de políticas públicas e pesquisadores de todo o mundo.

Um dos princípios centrais da iniciativa é que o trabalho seja conduzido localmente e orientado por especialistas da própria região. Por meio de parcerias com universidades brasileiras, instituições de pesquisa, organizações locais de implementação, órgãos governamentais e proprietários de terras, o projeto assegura tanto a integridade científica quanto a participação equitativa dos envolvidos, fortalecendo a capacidade regional de produção de dados e a confiança institucional no longo prazo.

As parcerias brasileiras

A Dra. Deborah Faria, professora Plena do Departamento de Ciências Biológicas (DCB) e coordenadora do Laboratório de Ecologia Aplicada à Conservação (Leac) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é a coordenadora oficial do projeto no país, e afirma que “A iniciativa Open Carbon Data Project fortalece o conhecimento global sobre as florestas e o ciclo do carbono. Na Bahia, o projeto permitirá estimativas mais precisas dos estoques de carbono em remanescentes de Mata Atlântica e em sistemas agroflorestais de cacau, gerando benefícios para os produtores rurais. Ao reunir cientistas, comunidades e proprietários de terra, a iniciativa produz conhecimento alinhado às realidades locais e contribui para o desenvolvimento sustentável da região.”

O Dr. Daniel Piotto, professor da Universidade Federal do Sul da Bahia e docente do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Uesc e vice-líder da iniciativa no Brasil acrescenta: “A parceria com a Sylvera permitirá gerar estimativas robustas dos estoques de carbono na região sul da Bahia, além de promover o intercâmbio científico e a capacitação de pesquisadores da região nas metodologias mais avançadas de pesquisa voltadas ao carbono florestal.”

Sobre o Open Carbon Data Project

O Open Carbon Data Project é uma iniciativa que reúne diversos parceiros para criar o primeiro conjunto de dados de carbono florestal de acesso aberto e com qualidade de referência, inicialmente voltado para a Mata Atlântica brasileira. Combinando campanhas de campo com tecnologia avançada de sensores LiDAR em múltiplas escalas e sensoriamento remoto por satélite, o projeto busca melhorar a precisão, a acessibilidade e a credibilidade dos dados sobre carbono florestal. Com isso, pretende reduzir os custos e aumentar a confiança na participação no mercado de carbono por parte de desenvolvedores de projetos, certificadoras, investidores e formuladores de políticas públicas em todo o mundo.

Sobre a Sylvera

A Sylvera é a principal empresa de inteligência em carbono, fornecendo classificações independentes, dados de mercado e análises geoespaciais para incentivar investimentos em ações climáticas de impacto real. Utilizando dados proprietários, aprendizado de máquina e conhecimento técnico de campo, a empresa já avaliou mais de 700 projetos e oferece uma visão abrangente de mais de 27 mil projetos em todo o mundo. Reconhecida por empresas, investidores, desenvolvedores de projetos e formuladores de políticas públicas, a Sylvera conta com o apoio de importantes investidores, incluindo Balderton Capital, Index Ventures, Insight Partners e Salesforce Ventures.


Sobre a Fundação Rockefeller

Ao longo de seus 113 anos de atuação, a Fundação Rockefeller investiu cerca de US$ 30 bilhões para promover o bem-estar da humanidade. Trata-se de uma organização filantrópica pioneira, construída sobre parcerias inovadoras e soluções capazes de gerar resultados mensuráveis para pessoas nos Estados Unidos e em todo o mundo. A Fundação utiliza avanços científicos, inteligência artificial e novas tecnologias para realizar investimentos estratégicos nas áreas de energia, alimentação, saúde e finanças.

Para mais informações, assine a newsletter da Fundação em www.rockefellerfoundation.org/subscribe e acompanhe suas redes sociais no X (@RockefellerFdn), Instagram (@rockefellerfdn), YouTube (@RockefellerFdn) e LinkedIn (@the-rockefeller-foundation).

 

Project para impulsionar investimentos na Mata Atlântica brasileira, com apoio da Fundação Rockefeller e da Meta.

(texto adaptado de https://www.rockefellerfoundation.org/news/sylvera-launches-open-carbon-data-project-investment-brazilian-atlantic-forest-rockefeller-foundation-and-meta/)

 

Com um financiamento combinado de US$ 900 mil da Fundação Rockefeller e da Meta, a Sylvera, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o World Resources Institute (WRI) e a Symbiosis Coalition, está criando o primeiro conjunto de dados de carbono florestal do mundo, de acesso aberto e com qualidade de referência.

A Sylvera, empresa que é referência mundial em inteligência em carbono, anunciou hoje o Open Carbon Data Project, uma iniciativa inédita para gerar dados de alta resolução e de acesso aberto sobre o carbono florestal em toda a Mata Atlântica brasileira. Apoiado pela Fundação Rockefeller, Meta, World Resources Institute, Symbiosis Coalition e importantes instituições brasileiras de pesquisa, o projeto busca enfrentar uma das principais barreiras ao desenvolvimento do mercado de carbono: ampliar a disponibilidade de dados confiáveis e cientificamente robustos que sustentem processos de medição, relato e verificação (MRV) em larga escala.

Ao possibilitar a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, o conjunto de dados reduzirá as barreiras de participação no mercado de carbono, especialmente para pequenos produtores rurais e projetos liderados por comunidades. Além disso, aumentará a confiança dos investidores, contribuindo para ampliar o financiamento destinado à restauração e à proteção das florestas.

Segundo o CEO da Sylvera, Allister Furey, “Os mercados de carbono não podem crescer sem confiança, e a confiança começa com dados de campo confiáveis. Ao combinar medições em campo com técnicas avançadas de sensoriamento remoto, estamos ajudando a construir a base de dados de biomassa da qual dependem mercados de carbono mais precisos, transparentes e escaláveis.”

“Dados acessíveis e de alta qualidade constituem uma infraestrutura essencial para ampliar o financiamento climático baseado na natureza e garantir que ele gere benefícios reais para as comunidades locais”, afirmou Carli Roth, Diretora de Finanças Inovadoras da Fundação Rockefeller. “Esta iniciativa demonstra como dados abertos e mais precisos podem atrair investimentos, aumentando a confiança de investidores e compradores, ao mesmo tempo em que ajudam atores locais a acelerar o acesso equitativo a recursos financeiros para comunidades historicamente pouco atendidas e que dependem de florestas saudáveis para sua subsistência.”

As soluções climáticas baseadas na natureza vêm atraindo investimentos crescentes e gerando resultados concretos para o clima. A criação de um conjunto de dados aberto, baseado em medições de campo ("ground truth"), em ecossistemas complexos como a Mata Atlântica permitirá o desenvolvimento de sistemas de verificação mais sofisticados, acelerando sua implementação e reduzindo custos, o que favorecerá a expansão do mercado. Os sistemas digitais de medição, relato e verificação (dMRV) oferecem um caminho para tornar a verificação mais escalável e menos onerosa, mas dependem de dados robustos para gerar modelos precisos. Esta iniciativa foi concebida justamente para fornecer essa base.

O conjunto de dados permitirá a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, aprimorando a calibração e a validação de modelos de monitoramento baseados em satélites. Isso reduzirá as barreiras de entrada para participantes do mercado de carbono, especialmente pequenos produtores e projetos comunitários, além de aumentar a confiança de investidores e compradores corporativos nos resultados das verificações, ampliando o fluxo de recursos financeiros para a restauração e conservação das florestas. Estes dados serão disponibilizados ainda este ano sob a licença aberta CC BY 4.0 e hospedados pelo World Resources Institute (WRI), garantindo acesso gratuito para desenvolvedores, registros, formuladores de políticas públicas e pesquisadores de todo o mundo.

Um dos princípios centrais da iniciativa é que o trabalho seja conduzido localmente e orientado por especialistas da própria região. Por meio de parcerias com universidades brasileiras, instituições de pesquisa, organizações locais de implementação, órgãos governamentais e proprietários de terras, o projeto assegura tanto a integridade científica quanto a participação equitativa dos envolvidos, fortalecendo a capacidade regional de produção de dados e a confiança institucional no longo prazo.

As parcerias brasileiras

A Dra. Deborah Faria, professora Plena do Departamento de Ciências Biológicas (DCB) e coordenadora do Laboratório de Ecologia Aplicada à Conservação (Leac) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é a coordenadora oficial do projeto no país, e afirma que “A iniciativa Open Carbon Data Project fortalece o conhecimento global sobre as florestas e o ciclo do carbono. Na Bahia, o projeto permitirá estimativas mais precisas dos estoques de carbono em remanescentes de Mata Atlântica e em sistemas agroflorestais de cacau, gerando benefícios para os produtores rurais. Ao reunir cientistas, comunidades e proprietários de terra, a iniciativa produz conhecimento alinhado às realidades locais e contribui para o desenvolvimento sustentável da região.”

O Dr. Daniel Piotto, professor da Universidade Federal do Sul da Bahia e docente do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Uesc e vice-líder da iniciativa no Brasil acrescenta: “A parceria com a Sylvera permitirá gerar estimativas robustas dos estoques de carbono na região sul da Bahia, além de promover o intercâmbio científico e a capacitação de pesquisadores da região nas metodologias mais avançadas de pesquisa voltadas ao carbono florestal.”

Sobre o Open Carbon Data Project

O Open Carbon Data Project é uma iniciativa que reúne diversos parceiros para criar o primeiro conjunto de dados de carbono florestal de acesso aberto e com qualidade de referência, inicialmente voltado para a Mata Atlântica brasileira. Combinando campanhas de campo com tecnologia avançada de sensores LiDAR em múltiplas escalas e sensoriamento remoto por satélite, o projeto busca melhorar a precisão, a acessibilidade e a credibilidade dos dados sobre carbono florestal. Com isso, pretende reduzir os custos e aumentar a confiança na participação no mercado de carbono por parte de desenvolvedores de projetos, certificadoras, investidores e formuladores de políticas públicas em todo o mundo.

Sobre a Sylvera

A Sylvera é a principal empresa de inteligência em carbono, fornecendo classificações independentes, dados de mercado e análises geoespaciais para incentivar investimentos em ações climáticas de impacto real. Utilizando dados proprietários, aprendizado de máquina e conhecimento técnico de campo, a empresa já avaliou mais de 700 projetos e oferece uma visão abrangente de mais de 27 mil projetos em todo o mundo. Reconhecida por empresas, investidores, desenvolvedores de projetos e formuladores de políticas públicas, a Sylvera conta com o apoio de importantes investidores, incluindo Balderton Capital, Index Ventures, Insight Partners e Salesforce Ventures.

Sobre a Fundação Rockefeller

Ao longo de seus 113 anos de atuação, a Fundação Rockefeller investiu cerca de US$ 30 bilhões para promover o bem-estar da humanidade. Trata-se de uma organização filantrópica pioneira, construída sobre parcerias inovadoras e soluções capazes de gerar resultados mensuráveis para pessoas nos Estados Unidos e em todo o mundo. A Fundação utiliza avanços científicos, inteligência artificial e novas tecnologias para realizar investimentos estratégicos nas áreas de energia, alimentação, saúde e finanças.

Para mais informações, assine a newsletter da Fundação em www.rockefellerfoundation.org/subscribe e acompanhe suas redes sociais no X (@RockefellerFdn), Instagram (@rockefellerfdn), YouTube (@RockefellerFdn) e LinkedIn (@the-rockefeller-foundation).

 Em parceria com a UESC e a UFSB, a Sylvera lança o Open Carbon Data

Project para impulsionar investimentos na Mata Atlântica brasileira, com apoio da Fundação Rockefeller e da Meta.

(texto adaptado de https://www.rockefellerfoundation.org/news/sylvera-launches-open-carbon-data-project-investment-brazilian-atlantic-forest-rockefeller-foundation-and-meta/)

Com um financiamento combinado de US$ 900 mil da Fundação Rockefeller e da Meta, a Sylvera, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o World Resources Institute (WRI) e a Symbiosis Coalition, está criando o primeiro conjunto de dados de carbono florestal do mundo, de acesso aberto e com qualidade de referência.

A Sylvera, empresa que é referência mundial em inteligência em carbono, anunciou hoje o Open Carbon Data Project, uma iniciativa inédita para gerar dados de alta resolução e de acesso aberto sobre o carbono florestal em toda a Mata Atlântica brasileira. Apoiado pela Fundação Rockefeller, Meta, World Resources Institute, Symbiosis Coalition e importantes instituições brasileiras de pesquisa, o projeto busca enfrentar uma das principais barreiras ao desenvolvimento do mercado de carbono: ampliar a disponibilidade de dados confiáveis e cientificamente robustos que sustentem processos de medição, relato e verificação (MRV) em larga escala.

Ao possibilitar a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, o conjunto de dados reduzirá as barreiras de participação no mercado de carbono, especialmente para pequenos produtores rurais e projetos liderados por comunidades. Além disso, aumentará a confiança dos investidores, contribuindo para ampliar o financiamento destinado à restauração e à proteção das florestas.

Segundo o CEO da Sylvera, Allister Furey, “Os mercados de carbono não podem crescer sem confiança, e a confiança começa com dados de campo confiáveis. Ao combinar medições em campo com técnicas avançadas de sensoriamento remoto, estamos ajudando a construir a base de dados de biomassa da qual dependem mercados de carbono mais precisos, transparentes e escaláveis.”

“Dados acessíveis e de alta qualidade constituem uma infraestrutura essencial para ampliar o financiamento climático baseado na natureza e garantir que ele gere benefícios reais para as comunidades locais”, afirmou Carli Roth, Diretora de Finanças Inovadoras da Fundação Rockefeller. “Esta iniciativa demonstra como dados abertos e mais precisos podem atrair investimentos, aumentando a confiança de investidores e compradores, ao mesmo tempo em que ajudam atores locais a acelerar o acesso equitativo a recursos financeiros para comunidades historicamente pouco atendidas e que dependem de florestas saudáveis para sua subsistência.”

As soluções climáticas baseadas na natureza vêm atraindo investimentos crescentes e gerando resultados concretos para o clima. A criação de um conjunto de dados aberto, baseado em medições de campo ("ground truth"), em ecossistemas complexos como a Mata Atlântica permitirá o desenvolvimento de sistemas de verificação mais sofisticados, acelerando sua implementação e reduzindo custos, o que favorecerá a expansão do mercado. Os sistemas digitais de medição, relato e verificação (dMRV) oferecem um caminho para tornar a verificação mais escalável e menos onerosa, mas dependem de dados robustos para gerar modelos precisos. Esta iniciativa foi concebida justamente para fornecer essa base.

O conjunto de dados permitirá a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, aprimorando a calibração e a validação de modelos de monitoramento baseados em satélites. Isso reduzirá as barreiras de entrada para participantes do mercado de carbono, especialmente pequenos produtores e projetos comunitários, além de aumentar a confiança de investidores e compradores corporativos nos resultados das verificações, ampliando o fluxo de recursos financeiros para a restauração e conservação das florestas. Estes dados serão disponibilizados ainda este ano sob a licença aberta CC BY 4.0 e hospedados pelo World Resources Institute (WRI), garantindo acesso gratuito para desenvolvedores, registros, formuladores de políticas públicas e pesquisadores de todo o mundo.

Um dos princípios centrais da iniciativa é que o trabalho seja conduzido localmente e orientado por especialistas da própria região. Por meio de parcerias com universidades brasileiras, instituições de pesquisa, organizações locais de implementação, órgãos governamentais e proprietários de terras, o projeto assegura tanto a integridade científica quanto a participação equitativa dos envolvidos, fortalecendo a capacidade regional de produção de dados e a confiança institucional no longo prazo.

As parcerias brasileiras

A Dra. Deborah Faria, professora Plena do Departamento de Ciências Biológicas (DCB) e coordenadora do Laboratório de Ecologia Aplicada à Conservação (Leac) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é a coordenadora oficial do projeto no país, e afirma que “A iniciativa Open Carbon Data Project fortalece o conhecimento global sobre as florestas e o ciclo do carbono. Na Bahia, o projeto permitirá estimativas mais precisas dos estoques de carbono em remanescentes de Mata Atlântica e em sistemas agroflorestais de cacau, gerando benefícios para os produtores rurais. Ao reunir cientistas, comunidades e proprietários de terra, a iniciativa produz conhecimento alinhado às realidades locais e contribui para o desenvolvimento sustentável da região.”

O Dr. Daniel Piotto, professor da Universidade Federal do Sul da Bahia e docente do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Uesc e vice-líder da iniciativa no Brasil acrescenta: “A parceria com a Sylvera permitirá gerar estimativas robustas dos estoques de carbono na região sul da Bahia, além de promover o intercâmbio científico e a capacitação de pesquisadores da região nas metodologias mais avançadas de pesquisa voltadas ao carbono florestal.”

Sobre o Open Carbon Data Project

O Open Carbon Data Project é uma iniciativa que reúne diversos parceiros para criar o primeiro conjunto de dados de carbono florestal de acesso aberto e com qualidade de referência, inicialmente voltado para a Mata Atlântica brasileira. Combinando campanhas de campo com tecnologia avançada de sensores LiDAR em múltiplas escalas e sensoriamento remoto por satélite, o projeto busca melhorar a precisão, a acessibilidade e a credibilidade dos dados sobre carbono florestal. Com isso, pretende reduzir os custos e aumentar a confiança na participação no mercado de carbono por parte de desenvolvedores de projetos, certificadoras, investidores e formuladores de políticas públicas em todo o mundo.

Sobre a Sylvera

A Sylvera é a principal empresa de inteligência em carbono, fornecendo classificações independentes, dados de mercado e análises geoespaciais para incentivar investimentos em ações climáticas de impacto real. Utilizando dados proprietários, aprendizado de máquina e conhecimento técnico de campo, a empresa já avaliou mais de 700 projetos e oferece uma visão abrangente de mais de 27 mil projetos em todo o mundo. Reconhecida por empresas, investidores, desenvolvedores de projetos e formuladores de políticas públicas, a Sylvera conta com o apoio de importantes investidores, incluindo Balderton Capital, Index Ventures, Insight Partners e Salesforce Ventures.

Sobre a Fundação Rockefeller

Ao longo de seus 113 anos de atuação, a Fundação Rockefeller investiu cerca de US$ 30 bilhões para promover o bem-estar da humanidade. Trata-se de uma organização filantrópica pioneira, construída sobre parcerias inovadoras e soluções capazes de gerar resultados mensuráveis para pessoas nos Estados Unidos e em todo o mundo. A Fundação utiliza avanços científicos, inteligência artificial e novas tecnologias para realizar investimentos estratégicos nas áreas de energia, alimentação, saúde e finanças.

Para mais informações, assine a newsletter da Fundação em www.rockefellerfoundation.org/subscribe e acompanhe suas redes sociais no X (@RockefellerFdn), Instagram (@rockefellerfdn), YouTube (@RockefellerFdn) e LinkedIn (@the-rockefeller-foundation). Ascom.

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ITABUNA E UNA COMPARTILHAM TÉCNICA DO FINAL DE LIXÀO

ITABUNA EM FOCO: Prefeitura de Itabuna compartilha inclusão de catadores e experiências do processo do fim do lixão com uma comitiva da Prefeitura de Una


A Prefeitura de Itabuna, através das secretarias de Infraestrutura (SIURB) e de Relações Institucionais, por seus titulares Sônia Fontes Rosilvaldo Pinheiro, respectivamente, recebeu representantes do Governo Municipal da Una, na quinta-feira, dia 20, para compartilhar a inclusão de catadores e experiências do processo do fim do lixão com uma comitiva da Prefeitura de Una.


Liderados pelo secretário de Governo, José Nildo, e a engenheira civil Marciele Gusmão, os representantes da secretária de Agricultura e Meio Ambiente, Ronaldo dos Reis Santos e Matheus Calimã, de Administração e Planejamento Geovane Santos Nascimento dialogaram sobre os avanços itabunenses, inclusive com a participação do representante da CVR Costa do Cacau, Maurício Sena.  

O encontro foi dividido em duas etapas. Na primeira, o grupo realizou uma visita guiada pelo Secretário de Relações Institucionais ao galpão da Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (AACRI), no Bairro Lomanto, onde a comitiva conheceu a estrutura física do local, incluindo a linha de triagem onde a seleção do material reciclável é executada pelos os associados à instituição.


 No segundo momento, o grupo se reuniu com os titulares da SIURB e da Secretaria de Relações Institucionais para debater os caminhos burocráticos e quais as medidas a Prefeitura de Itabuna percorreu para a execução do encerramento definitivo do antigo lixão e a implantação da Associação, referência nacional em sustentabilidade, e o apoio institucional na promoção social e educacional das famílias.


No encontro, foi ressaltada a importância da vontade política do prefeito Augusto Castro (PSD) em cumprir a missão de fechar o lixão que por durante mais de 50 anos foi a maior vergonha para a cidade e se constituiu numa chaga aberta a contaminar o meio ambiente, o ar e os recursos naturais. Com seu encerramento, a Prefeitura deu dignidade e cidadania para dezenas de famílias que viviam em condições subumanas.


Outro ponto considerado indispensável pelos secretários Sônia Fontes e Rosilvaldo Pinheiro foi as parcerias com Governo do Estado, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE) e órgãos de regulação e controle como a Defensoria Pública do Estado d a Bahia (DPE-BA), Ministério Público do Trabalho (MPT), empresas privadas como Grupo O Boticário, Biosanear e CVR Costa do Cacau. Secom.

Mais informações: Itabuna.ba.gov.br

Mar exige atenção no inverno; veja cuidados e previsão para o fim de semana

Do jornal da midia - Aaproveitar as praias de Salvador deve manter a atenção antes de entrar no mar. Durante o inverno, ventos, ondas mais fortes e correntes de retorno podem aumentar os riscos de afogamento, sobretudo na orla atlântica.

Em Salvador, a Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar) chama atenção especialmente para o trecho entre o Farol de Itapuã e Ipitanga. Praias como Stella Maris e Flamengo apresentam características que exigem maior cuidado dos banhistas.

“Neste período, esses trechos apresentam características de mar aberto, ondas mais fortes, valas e correntes de retorno. Historicamente, a Praia do Flamengo aparece entre os pontos com maior número de afogamentos”, afirmou o coordenador da Salvamar, Kailani Dantas.

Segundo ele, a combinação de mar aberto, ondas, vento, swell e correntes de retorno pode deixar esses locais mais perigosos. “Em períodos de frente fria, essas condições podem se intensificar bastante. Recentemente, a Salvamar registrou aumento das ocorrências justamente em um cenário de mar mais agitado”, acrescentou Kailani.

Apesar do alerta para os cuidados típicos do inverno, atualmente não há aviso para condições adversas no mar. “Até o momento, não há alerta para as condições oceânicas. As condições do mar estão favoráveis aos banhistas e à navegação”, explicou o oceanógrafo Gabriel Pugliese, da Defesa Civil de Salvador (Codesal).

Ainda assim, a orientação é observar o comportamento do mar antes de entrar na água. “É muito importante se atentar a evitar entrar no mar em caso de ondas fortes ou muita espuma, que podem indicar correntes de retorno. Se possível, ficar apenas em praias que tenham a presença de salva-vidas e ter atenção com as bandeiras de sinalização da Salvamar”, orientou Gabriel Pugliese.

Entre as principais recomendações da Salvamar estão procurar orientação sobre os locais mais seguros, manter crianças sempre próximas e sob supervisão e evitar o banho após o consumo de bebidas alcoólicas. Boias e outros objetos flutuantes também exigem cuidado, já que podem ser levados pela correnteza.

Em caso de corrente de retorno, a recomendação é não nadar contra a força da água. O banhista deve tentar se deslocar paralelamente à praia até conseguir sair da corrente. A Salvamar também reforça entre os frequentadores das praias a orientação de que “água no umbigo é sinal de perigo”.

Previsão

A previsão da Codesal aponta tempo predominantemente firme em Salvador neste fim de semana, sob influência de uma massa de ar quente e seca. Ainda podem ocorrer pancadas fracas e rápidas de chuva, principalmente pela manhã.

Neste sábado (22), a chance de chuva é de 10%, com temperaturas entre 20°C e 30°C e ventos de até 28 km/h. Para domingo (23), a possibilidade de chuva também é de 10%, com temperaturas entre 21°C e 29°C e ventos que podem chegar a 30 km/h.

Em caso de emergência no trecho entre o Jardim de Alah e Ipitanga, a Salvamar pode ser acionada pelo telefone (71) 3202-4970. Nas demais praias, o contato deve ser feito com o Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros pelo 193.

Do expressaounica:

Ilhéus:

As prais de Ilhéus, também, requer muita atenção dos praianos. 


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