quinta-feira, 2 de junho de 2022

O MARTIRIO DO CENTRO COMERCIAL DE ITABUNA

HÁ MUITOS ANOS O CENTRO COMERCIAL DE ITABUNA, QUE JA MERECIA TER UM NOME  OS FEIRANTES E À POPULAÇÃO ESPERAM POR MELHOR INFRAESTRUTURA

A bagunça é total

Aqui, entra prefeito  sai prefeito, e ninguém faz nada, por nós!", diz um feirante do Centro Comercial de Itabuna (que deveria ter um nome de um barraqueiro), a frase foi dita ao repórter Ciro Sales, quando estava cobrindo uma reportagem à Rádio Difusora, para o programa do comunicador Orlando Cardoso, na manhã desta quinta-feira 2, denunciando o desmando daquele local, esquecido por todas as gestões, desde à sua inauguração pelo prefeito Simão Fitermann.

Convivencia com a sujeira

De lá para cá, completando quase 48 anos de existência. Durante todo esse período, o Centro Comercial de Itabuna, nunca recebeu benfeitorias, por parte do município  mesmo com o apelo de vários comerciantes e barraqueiros,  do esquecido Centro. Uma marca de muita luta e trabalho, desde a grande Feira-Livre, da Praça José Bastos/  João Pessoa, na época da Maria Fumaça, quando muitos feirantes no início de 1973, deram a testa, e foram retiradas a força pela Guarda Municipal, pois muitos deles, não queriam ser transferidos por falta de estrutura, já, naquela, ocasião, o que permanece até os dias de hoje.

Frigorífico da Carne

Há alguns anos foi destinado ao Centro Comercial, recursos do governo, não sei, se federal ou estadual, para a instalação de uma "camara frigorífico" destinada ao setor da carne "mas até os dias atuais, o dinheiro sumiu  e nada foi feito" diz um dos vendedores de carne. Com isso,  feirantes e à população têm que conviver  com urubus, ratos, sujeira e o mal cheiro. Até parece que  os gestores são inimigos do povo desta cidade.

Outras feiras da cidade

O retrato desta situação, também é vista, nas feiras -livres dos bairros: Fatima/Califórnia e São Caetano, onde também os feirantes e à população convivem com toda a falta de infraestrutura, onde a única eficiência demonstrada, é a cobrança de impostos e licenciamento; estes não falham, sem se falar, em multas pesadas pela Vigilância Sanitária, que não enxerga a sujeira, e os canais de esgotos a céu aberto, cortando as feiras de ponta a ponta. "É macaco escondido, com o rabo de fora!".

Enquanto isso os feirantes, ainda apostam no atual gestor, Augusto Castro.

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