quarta-feira, 25 de maio de 2022

Procurador que quase trocou tapas com Aras reclamou do salário de R$42,2 mil

Salário "já não chega ao final do mês", reclamou Nivio de seus R$42,2 mil

Do - Diário do Poder - O procurador Nívio de Freitas Silva Filho, que quase se envolveu em cena de pugilato com seu chefe, o procurador-geral da República Augusto Araas, nesta terça (24), foi o mesmo que causou espanto aos brasileiros ao reclamar da sua remuneração, em 29 de novembro de 2019, durante uma reunião extraordinária do Conselho Superior do Ministério Público Federal.

Nívio perdeu para Augusto Aras a disputa pela titularidade da Procuradoria Geral da República, e, segundo seus colegas, tem uma atuação interna de oposição a quem o derrotou, inclusive com provocações como a que quase gerou troca de agressões físicas.

Olha o Nívio, que na época embolsava R$42,2 mil de salários mensais, em seu desabafo que ficaria bem na boca dos trabalhadores de baixos salários que sustentam com seus impostos os altos salários de categorias privilegiadas do serviço públicos.

"Está nos afligindo, está muito difícil, os vencimentos já não chegam ao final do mês” afirmou ele na ocasião, para reforçar: “É uma situação aflitiva. Há uma quebra de paridade.”

“Confesso que estou ficando muito preocupado se tenho condições de me manter no exercício da minha função”, disse ele, que acabara na ocasião de receber R$74,9 a título de “gratificação natalina”.

“Facilmente posso demonstrar para todos como é oneroso para mim o exercício do cargo de subprocurador-geral da República”, afirmou. “Tenho que manter aqui residência, todas as despesas e me preocupo profundamente”, afirmou.

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