sexta-feira, 8 de maio de 2026

Flávio denuncia teatro: ‘Lula recebeu Vorcaro e PT rejeitou CPI do Master’

Senador cita ligações suspeitas do PT com Banco Master, após operação contra ex-ministro de Jair Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL) cita matéria do Diário do Poder sobre elo de ex-ministro petista com banqueiro Daniel Vorcaro. (Foto: Reprodução/X)

Do - Diário do Poder - O senador e pré-candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), classificou como teatro a reação oportunista de aliados do presidente Lula (PT) de ensaiarem uma defesa da investigação do Banco Master e Daniel Vorcaro, pelo maior escândalo financeiro da história do Brasil. Nesta sexta-feira (8), Flávio alertou que “não cola” Lula e o PT posarem de bonzinhos, um dia após o senador e ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL), Ciro Nogueira (PP-PI), ser alvo da 5ª Fase da Operação Compliance Zero, por suspeitas de propina de até R$ 500 mil mensais citada em diálogos do banqueiro.

No vídeo em suas redes sociais, Flávio cita ligações suspeitas do Banco Master com líderes nacionais petistas próximos a Lula, a quem chama de “pai do Lulinha”, em alusão a Fábio Luiz Lula da Silva citado como investigado no roubo bilionário a aposentados e pensionistas do INSS.

“Mas deixa eu te contar o que ele não fala. O PT foi contra a CPI! Os deputados do PT não assinaram! Só que agora não dá mais para segurar. Aí vem o teatro. […] A oposição assinou. Eu assinei. E agora que a CPI vai sair… eles querem pagar de bonzinhos? Não cola! Quem tentou esconder, agora não pode posar de herói. O Brasil está vendo!”, critica Flávio.

O senador lembra que o embrião da fraude financeira do Banco Master foi nutrido na Bahia, ao prever a possibilidade de o presidente Lula surgir dizendo que apoia a CPI do Banco Master.

“Será que o PT tá contra a CPI porque envolve políticos da Bahia que eles controlam há mais de 20 anos? Ou será porque a família do Jaques Wagner, líder do PT [no Senado], recebeu R$ 11 milhões em uma empresa ligada ao caso? Ou porque o Guido Mantega, que já foi ministro da Fazenda do Lula, recebia R$ 1 milhão por mês do banco só para fazer lobby dentro do governo? Ou porque o Lewandowski, ex-ministro da Justiça, recebeu R$ 5 milhões?”, questiona.

“Agora segura essa: ou será que é porque o próprio Lula teve uma ótima reunião fora da agenda oficial com o dono do Banco Master, cercado de ministros de primeiro escalão como o Rui Costa, da Casa Civil? Coincidências demais, né? Aliás, Rui Costa foi governador da Bahia, onde todo o rolo do Banco Master começou. A verdade é simples: o PT não quis investigar! Tentou travar, mas não conseguiu!”, conclui o senador que polariza as pesquisas no duelo presidencial

contra a reeleição de Lula.

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