Editorial:
Um “Ita Pedro” que
deveria ser “Ita Casa!”
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| Que venha "O Ita Casa" |
A respeito da construção das casas (1.100 moradias), o silencio
impera e estar imperando, tanto pelo prefeito, como pelo governador do Estado, porém
o prefeito passando por cima de tudo, Decretos, e a Lei do Silencio, sancionado
por ele mesmo e Estado Emergencial devido à Pandemia..., como um trator-esteira
e corrente, devorando as árvores, realizou o evento, contra a vontade de muita
gente. Porque se fosse realizado um plebiscito, com certeza, não seria
aprovado.
Levando-se, em conta, a realização de um evento do genero,
anteriormente, no mesmo local, provocando revolta, às comunidades que residem
ao redor do circuito, notadamente, dos bairros: Banco Raso, Góis Calmon e
Jardim Vitória, que até fizeram abaixo assinado, incomodadas com a poluição
sonora.
Com a realização da festa, de 29 a 2 de Julho, com o circuito
denominado de “Zé Cachoeira”, quando deveria se chamar: “Zé Caipira Lero, Lero”, deixou essas
comunidades muito constrangidas e chateadas. Enquanto os flagelados, sem residência,
sem dignidade, vivendo de favores, revoltados com à falta de humanidade dos
gestores públicos. Antes da realização da festa, moradores e pré-candidatos,
entraram com várias ações, sobre a polémica, junto ao Ministério Público, mas
nessa altura, tudo indica, não sairá nenhum veredicto. Nos documentos protocolizados, eles citavam, o
desrespeito à Lei do Silêncio, e irregularidades devido ao “estado emergencial pandêmico”
e gastos público.
A poluição sonora, grande afronto a Lei do Silêncio, ficou constatado,
num evento, anteriormente, realizado, no mesmo local (Bairro Banco Raso), o que
tirou o sossego, e o sono de muita gente que mora ao redor do circuito.
O evento de São Pedro., São Pedro, que não tem nada com a
questão de ninguém, denominado de Ita-Pedro, deveria, muito bem ter sido
realizado no Parque de Exposição António 70, como queria a população,
principalmente, aquela que se sentiu prejudica, mas o prefeito, com a sua arrogância,
não quis saber de nada. Com isso, fazendo aflorar e multiplicar o vírus da
covid-19, no município, além das altas somas dos gastos do dinheiro público
para construir o circuito, contratar grandes nomes da música nacional,
esquecendo ‘a prata da casa’ que ficou sem brilho, e “chupando dedo”, que diga
a nossa grande Banda Vera Cruz.
Que da próxima vez, venha, "O Ita Casa! ”, no circuito “Dos não
flagelados! ”.

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