quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dilma consegue fazer o Brasil perder o grau de investimento.

EM 


Do - blog do coronel - Ontem o Senado aprovou que dinheiro sujo de sangue e crime possa ser repatriado para o Brasil. Hoje, como castigo, a Fitch Ratings rebaixou o país e fez com que ele perdesse o grau de investimento. Com isso, dinheiro de gente honesta do mundo inteiro, como as velhinhas da Flórida, vão embora do Brasil. Vamos ver se o dinheiro roubado por empresários calhordas e políticos corruptos cobrirá o prejuízo. 

A Fitch Ratings rebaixou nesta quarta-feira a nota de crédito soberana do Brasil de “BBB-” para “BB+”. Com isso, o país perdeu a chancela de “grau de investimento”, espécie de selo de bom pagador. Além disso, a agência de risco mudou perspectiva de estável para negativa. O país já é considerado “grau especulativo” pela Standard & Poor’s, uma das três grandes agências de risco.

No dia 9 de setembro, a agência de avaliação de risco Standard & Poor's rebaixou a nota do Brasil de "BBB-" para "BB+". 

Com isso, o país perdeu o chamado grau de investimento — espécie de selo de bom pagador conferido a uma nação — que havia ganho da agência em 2008.

Segundo a agência, o rebaixamento do Brasil reflete uma recessão mais profunda que a esperada anteriormente, a continuidade do cenário fiscal adverso e a crescente incerteza política, que dificulta a capacidade do governo de efetivamente implementar medidas fiscais para estabilizar a crescente dívida. Já a mudança da perspectiva de estável para negativa, de acordo com a Fitch, está ligada à continuidade da incerteza e os riscos nos campos econômico, fiscal e político.

"O cenário de deterioração doméstica está aumentando os desafios para as autoridades tomarem medidas corretivas para aumentar a confiança e melhorar as expectativas para crescimento, consolidação fiscal e estabilização da dívida", aponta o documento da agência.

Alguns fundos de investimento globais têm como regra aplicar apenas em papéis que tenham o selo de bom pagador em duas agências. Agora que o país perdeu esse aval, a expectativa é que ocorra uma venda forçada (o chamado sell off) de títulos brasileiros negociados no exterior.

Um relatório do banco de investimento JP Morgan em meados deste ano estimou que a perda do grau de investimento por duas agências levaria a uma venda forçada de US$ 6,2 bilhões em títulos soberanos brasileiros em moeda estrangeira. E também haveria uma retirada provável de US$ 14 bilhões em títulos da dívida de empresas brasileiras. Na última semana, quando a Moody's colocou a nota brasileira em revisão para rebaixamento, o Deutsche Bank afirmou que, diante de um segundo rebaixamento, o setor bancário seria um dos mais pressionados, com US$ 12 bilhões em títulos sob o risco de sell off. 

FAZENDA COMENTA REBAIXAMENTO 

Poucos minutos após a nota da Fitch o Ministério da Fazenda divulgou uma nota reiterando a confiança na capacidade de retomada da economia brasileira e garantindo que o governo está engajado em combater desequilíbrios fiscais e buscar um orçamento “robusto” para 2016.

"Confiante nos fundamentos da economia, o governo brasileiro e o Ministério da Fazenda estão engajados em atacar os desequilíbrios fiscais existentes, buscando um orçamento 2016 robusto que proporcione sustentabilidade à dívida pública, confiança ao mercado e tranquilidade às famílias", diz a nota.

O ministro da Fazenda reforça que a obtenção de um superávit mínimo é indispensável para alcançar, no médio prazo, uma trajetória decrescente na dívida bruta do governo, que deve chegar a 70% do Produto Interno Bruto (PIB). (O Globo)

Nenhum comentário:

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

ITABUNA EM FOCO NO ITA PEDRO

Impulsionada pelo Ita Pedro, Itabuna se consolida entre os destinos mais procurados da última década com 1,39 milhões de passageiros Às vésp...