terça-feira, 8 de março de 2016

UM POEMA RECENTE DE JOSELITO DOS REIS


TAMBORES DA MORTE...

                                        Aos governantes, da união, estado e munícipes

Na minha cidade, doente e calda...
De um poeta de alma sofrida e triste
Um povo chora perdido na dor...!

Cidade de praças sujas e vazias...
De rio esquecido no tempo e poluído...
De jardins sem vida e sem flor!

Demagogicamente ainda soltam fogos!!!
Dos dominantes, imbecis, perdidos ao leu!
Comemorando talvez o nada, a dor...!
De miseráveis enfermos a própria sorte!

Vitima de uma maldição sem perdão!
Gente cabisbaixo refém da mentira
De um sistema, de um mosquito qualquer...
Sentindo o medo da temível morte!

E assim caminha a minha cidade!
E assim caminha a minha cidade!
E assim caminha a minha cidade!

Triste maldade!
Triste maldade!
O poeta avisou!!!

Adeus água potável...
A água salgada chegou!
Os tambores da magia soam à morte!

                                                                         Joselito dos Reis

                                                                               07.03.2016

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