segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Manoel Messias internado no Hospital de Base em Itabuna

O comunicador Manoel Messias, cronista esportivo e que trabalha na Rádio Jornal de Itabuna, foi internado deste domingo (19), no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, vítima da covid-19, após um diagnóstico positivo na UPA do Monte Cristo.  

Como manda o procedimento, nesses casos, em seguida ele foi encaminhado para a UTI do referido hospital, mas o seu quadro é estável. “Apesar de estar na UTI, não está intubado e o seu quadro é estável, passando a noite de ontem para hoje satisfatoriamente”, informou a sua esposa Neide,

Manoel Messias por muitos anos é apresentador do programa: “Resenha 1”, da Rádio Jornal, todas as manhãs, dono de uma grande audiência. Que com a força de Deus, logo, logo, ele retorne para o conforto do seu lar.

domingo, 19 de dezembro de 2021

O Cruzeiro de Minas Gerais agora é de Ronaldo Fenômeno

 Ronaldo Fenômeno compra o Cruzeiro; confira os detalhes.

Ronaldo pretende realizar um aporte para o pagamento das duas dívidas que impedem o Cruzeiro de registrar atletas desde junho deste ano. Elas estão na casa dos R$ 15 milhões.

Igor Santos Carneiro
Agência Brasil

Uma bomba pegou muita gente de surpresa na manhã deste sábado: em uma live encabeçada pelo presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues, com a presença do diretor da XP Investimentos, Pedro Mesquita, foi revelada a compra do clube mineiro pelo ex-craque Ronaldo Fenômeno, que atuou pela Raposa no começo da carreira. Os detalhes da operação ainda não foram divulgados.

A negociação vem na esteira da aprovação, nesta sexta-feira (17), da alteração no estatuto do clube, que permitiu que até 90% das ações da sociedade anônima do futebol fossem adquiridas por investidores. A aprovação – referendada por um altíssimo índice de votos de conselheiros e associados –, por sua vez, diz respeito a outra novidade, já que a transformação do clube em empresa se deu no fim de novembro. Antes da votação, o estatuto da Cruzeiro SAF permitia que no máximo 49% de suas ações fossem controladas por um investidor.

Na transmissão ao vivo em que foi feito o anúncio, não foi abordada a exata dimensão do controle das ações por Ronaldo. “Hoje estamos aqui assinando a nossa intenção de o Ronaldo ser agora o nosso acionista majoritário da Cruzeiro SAF”, disse o presidente Sérgio Santos Rodrigues, antes de dar as boas-vindas ao Fenômeno.

O vídeo foi gravado na sede da XP Investimentos, em São Paulo, já que a empresa fez a ponte para a negociação, a primeira do tipo entre grandes times do futebol brasileiro.

Empunhando uma camisa da Raposa com o número 9 às costas e o nome “Fenômeno”, Ronaldo disse estar muito feliz com a conclusão do processo.

“Tenho muito a retribuir ao Cruzeiro. Levá-lo ao lugar onde merece estar. Tenho muito trabalho pela frente e peço ao torcedor que se conecte outra vez com o clube e volte a frequentá-lo porque a gente vai precisar de toda força e união da torcida cruzeirense”, afirmou.

Ronaldo encontrará o clube em situação muito diferente de sua época de jogador. Ele chegou ao Cruzeiro em 1993, vindo do São Cristóvão, do Rio de Janeiro, quando tinha apenas 16 anos de idade. Atuou por menos de um ano na equipe, sendo convocado para a Copa do Mundo dos Estados Unidos (na qual foi campeão com a seleção brasileira) e logo vendido para o PSV, da Holanda.

Agora, a Raposa tem dívida acumulada na casa de R$ 1 bilhão, e a situação financeira se reflete nos resultados. Em 2022, pela terceira temporada consecutiva, disputará a Série B, depois de passar os primeiros 98 anos de existência sem nunca ter sido rebaixado à segunda divisão.

Como possível motivo de otimismo, Ronaldo já tem experiência como acionista majoritário de um clube. Ele é dono de 51% das ações do Real Valladolid, time da segunda divisão espanhola.nas)

Do - Jornaldamidia.com.br

Homem embriagado avança com carro contra bloqueio no Palácio do Jaburu

 Bloqueio era no acesso à residência do vice-presidente da República

Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência da República, em Brasília. Foto: Ichiro Guerra/PR

Do - Diário do Poder - Um homem embriagado furou o bloqueio de segurança do Palácio do Jaburu na madrugada deste sábado (18). Ele dirigia um carro em velocidade acima do normal e só foi parado após os responsáveis pela segurança da área dispararem contra os pneus. O Palácio do Jaburu é a residência oficial do vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

O episódio ocorreu por volta da 1h30 de hoje. Antes de ser parado, o homem avançou com seu veículo na contramão, ultrapassando o bloqueio do Palácio do Jaburu sem autorização.

Segundo a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, a polícia foi acionada.

Após retirarem o homem do veículo, verificou-se que ele estava “visivelmente embriagado”. “A equipe o conduziu ao IML [Instituto Médico-Legal] e à delegacia de Polícia Federal para os procedimentos de autuação”, informou a Secom.


sábado, 18 de dezembro de 2021

Paulo Lima é pré-candidato a Deputado Estadual

Paulo Lima o que mais conhece os problemas de Itabuna e região do cacau

O jornalista Paulo Lima vem, com muita calma e tranquilidade, penetrando, gradativamente, no conceito da opinião  pública,  no que diz respeito à  sua pré-candidatura à  Assembléia  Legislativa da Bahia. Conceituado em todos os segmentos da vida comunitária de Itabuna, Lima vem trabalhando, sem alarde, com os pés  bastante firmes  no chão onde pisa, dialogando com todos os setores representativos de Itabuna,  colhendo informações e também conversando com todos os extratos da população a respeito  dos nomes que estão sendo ventilados pela mídia como prováveis  candidatos  ao parlamento estadual. 

Convite de três partidos

Convidado por três partidos, recentemente foi sondado pelo Republicanos para ingressar nas suas fileiras. Experiente e amadurecido nos embates da vida pública  itabunense, o jornalista  mantem-se discreto e esperando, conforme declarou  a amigos jornalistas, o momento apropriado para reunir-se, já  que o quadro político da sucessão baiana só  vai clarear a partir de março de 2022. Entretanto, o seu nome está sendo bastante ventilado, ultimamente, nos quatro  pontos cardeais da cidade. É um nome leve, conhecido de toda Itabuna, preparado e que  sabe qual a direção do vento da política de Itabuna. Ele tem uns trunfos na mão que não quis  e nem pode, no momento, revelar.

Metade das cidades brasileiras não mapeia áreas de risco de inundação

 É o que aponta levantamento do Ministério do Desenvolvimento Regional

Do - Diário do Poder - Em 2020, apenas 1.332 dos 4.107 municípios brasileiros cujas prefeituras forneceram ao Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) dados sobre os serviços locais de drenagem e manejo das águas das chuvas contavam com mapeamento das áreas de risco de inundação em zonas urbanas. A informação consta no diagnóstico que o Ministério do Desenvolvimento Regional apresentou hoje (17).

Atualizado anualmente, o levantamento reúne informações sobre a prestação de serviços de água e esgoto; gestão de resíduos sólidos urbanos e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas. As 4.107 prefeituras que disponibilizaram dados ao SNIS sobre esse último eixo temático representam uma amostra de 73,7% das 5.570 cidades existentes no Brasil, abrangendo cerca de 182,8 milhões de pessoas – 160,1 milhões delas que vivem em áreas urbanas.

“Ao menos 2.775 [cidades brasileiras] não possuem mapeamento das suas áreas de risco de inundações. E fica muito difícil promovermos políticas públicas, melhorias, quando não há planejamento, quando não conhecemos a realidade dos municípios”, enfatizou o diretor substituto do Departamento de Cooperação Técnica da Secretaria Nacional de Saneamento, do Ministério do Desenvolvimento Regional, Paulo Rogério dos Santos e Silva, ao apresentar os dados gerais do SNIS.

A plataforma também aponta que apenas 1.184 dos 4.107 municípios abrangidos na pesquisa anual realizavam o monitoramento de dados hidrológicos (enxurradas, alagamentos e inundações), considerado um importante instrumento da gestão de riscos. Além disso, apenas 620 das cidades do universo amostral contavam com sistemas de alerta de riscos hidrológicos capazes de antecipar a ocorrência de eventos.

“[Com isso] Ficamos mais suscetíveis a situações como as que estão ocorrendo na Bahia”, acrescentou Silva, referindo-se aos danos causados pelas chuvas intensas que atingiram o estado nordestino, provocando, além de ao menos 12 mortes, enchentes, alagamentos, deslizamentos, danos à infraestrutura rodoviária e a interrupção do fornecimento de energia elétrica e de água, principalmente na região sul do estado. Além da Bahia, Minas Gerais também foi fortemente afetada por recentes tempestades.

“Claro que há outros fatores envolvidos, mas são aspectos que precisam ser avaliados previamente para pelo menos minimizarmos os riscos”, continuou o diretor substituto. “Uma parte destes impactos [registrados em todo o país] decorrem da falta de drenagem, da pouca infraestrutura de que as cidades dispõem para suprir as necessidades.”

Na publicação em que traça um diagnóstico parcial sobre os serviços de drenagem e manejo das águas pluviais urbanas, o Ministério do Desenvolvimento Regional aponta, sem nomear quais, que, em 2020, só 23 das 26 capitais estaduais e mais o Distrito Federal tinham mapeadas suas áreas de risco de inundação. As quatro capitais que não dispunham do levantamento ficam na Região Norte – e, entre elas, está Porto Velho (RO), que não compartilhou informações.

O texto também destaca que a legislação brasileira define que os serviços públicos de saneamento básico devem ter “a sustentabilidade econômico-financeira assegurada, sempre que possível, mediante remuneração pela cobrança dos serviços”, prática ainda incipiente quando se trata dos serviços de drenagem e manejo das águas pluviais urbanas. De acordo com dados do SNIS, apenas 24 municípios (ou 0,6% dos 4.107 participantes) cobram pelos serviços. Destes, em apenas 12 há taxa específica para drenagem.

Das 4.083 cidades onde não há cobrança, 1.996 (48,9%) utilizam recursos do orçamento geral; 184 (4,5%) utilizam outras fontes de recursos, 148 (3,6%) utilizam outras fontes associadas ao orçamento geral do município e 1.755 (43,0%) não contam com fonte de custeio da prestação dos serviços.

“Este é um aspecto que precisa ser discutido. Precisamos avançar neste aspecto da cobrança, pois [o valor investido] é muita coisa para ser bancada com os recursos escassos das cidades. Especialmente quando falamos das cidades pequenas, com população abaixo de 20 mil habitantes”, concluiu Silva.

Produção de cacau no sul da Bahia em primeiro lugar

Secagem do cacau na barcaça, com a luz do Sol.
Ressurgindo das cinzas após a implantação da praga da “vassoura de bruxa” – segundo investigação
quebra do cacau
 da PF – pela mão humana, como se fosse a covid-19, solta da China, a produção de cacau do sul da Bahia se encontra em plena retomada de produção, trazendo muita esperança aos poucos “heróis” que não desistiram do seu crescimento, após um extermínio quase total, mesmo carregados de dividas. Dividas essas que não foram perdoadas pelo governo federal, que é sabedor de que a praga foi implantada. (Processo da comprovação arquivado!).

 Mas apesar desse famigerado crime “biológico/agrícola” a região do cacau do sul da Bahia, já com mais de 200 mil toneladas produzidas entre 2017 e 2018, a Bahia volta a liderar a produção de cacau no Brasil, quando disputava o primeiro lugar com o estado do Pará, que agora passa a ser o segundo maior produtor do país. O que vai acontecer novamente neste ano de 2021, como esperam os agricultores.

 

Com o projeto "Avança", que trata sobre o desenvolvimento econômico do estado, e mostra segmentos que são destaque de alta de produtividade, o aumento da produção de cacau no sul da Bahia foi tema de reportagem da TV Bahia.


Sobre o assunto o ex-secretário de saúde do Estado e hoje pré-candidato a deputado federal, Fábio Vilas Boas, como um grande cacauicultor, disse neste sábado 18, à imprensa, que vai solicitar do Governo do Estado, maiores facilidades de créditos através do Desenbahia, para os produtores de cacau do sul da Bahia.

 

Nesta oportunidade daqui também fazemos um apelo, tanto ao governo do estado, como do pais, para olharem com mais atenção para a Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira-CEPLAC, que tem inestimados serviços em defesa da lavoura cacaueira; seja em pesquisas, seja em produção, que está pedindo socorro! A instituição fica encravada entre os cacauais de Itabuna e Ilhéus e precisa ser retomada urgentemente, pois todos os seus equipamentos, sem manutenção, estão acabando com a ação do tempo, e poderá se tornar em mais um “dinossauro branco” do pais, porque “elefantes” já existem aos milhares.    

Veja declarações de im produtor:

https://g1.globo.com/especial-publicitario

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Deputados derrubam veto e garantem R$5,7 bilhões para campanha eleitoral

Para petista, tirar bilhões que poderiam ir para Saúde ou Educação, por exemplo, e usar em campanhas é "conquista da Democracia"

Para o petista Arlindo Chinaglia, tirar bilhões que poderiam ir para Saúde ou Educação, por exemplo, e usar em campanhas é "conquista da Democracia".

Do - Diário do Poder - Os deputados se reunirão na véspera do recesso parlamentar para derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro ao fundão eleitoral e garantiram, por 317 votos a favor e 143 contra, a destinação de R$ 5,7 bilhões para bancar as campanhas eleitorais do ano que vem.

Enquanto uns poucos defenderam que a tecnologia tornou muito mais barata a realização de uma campanha, ainda que em nível nacional, outros como o petista Arlindo Chinaglia (SP) tentam fazer parecer que tirar do Orçamento bilhões que poderiam ir para Saúde ou Educação, por exemplo, e usar em campanhas eleitorais trata-se de uma “conquista da Democracia”.

Chinaglia chegou a dizer que o financiamento público garante que os parlamentares não fiquem devendo favores, dando a entender que essa era a prática antes com o financiamento empresarial. O petista esquece, entretanto, que o financiamento público é garantido por dinheiro do contribuinte e que a “dívida” deve ser para com eles.

O veto ainda será analisado pelos senadores e precisa de 41 votos para ser definitivamente derrubado, garantindo os bolsos cheios para as campanhas e o recesso para que o contribuinte, que pagará a conta, esqueça quem destinou R$ 5,7 bilhões para políticos.

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