terça-feira, 13 de julho de 2021

Bahia registra 2.513 novos casos de Covid-19 e mais 76 óbitos pela doença

Foto: jornaldamidia
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.513 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,2%) e 2.904 recuperados (+0,3%). O boletim epidemiológico desta terça-feira (13) também registra 76 óbitos. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados hoje. Dos 1.161.932 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.125.967 já são considerados recuperados, 11.055 encontram-se ativos e 24.910 tiveram óbito confirmado.

boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.401.629 casos descartados e 231.316 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta terça-feira. Na Bahia, 51.349 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 24.910, representando uma letalidade de 2,14%. Dentre os óbitos, 55,77% ocorreram no sexo masculino e 44,23% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,95% corresponderam a parda, seguidos por branca com 22,42%, preta com 15,34%, amarela com 0,41%, indígena com 0,14% e não há informação em 6,74% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 60,16%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (72,71%).

A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

Situação da regulação de Covid-19
Às 12h desta terça-feira, 8 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 8 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Vacinação
Com 5.466.911 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose, dos quais 1.996.082 receberam também a segunda aplicação, e mais 217.955 vacinados com o imunizante de dose única, até as 17 horas desta terça-feira, a Bahia já vacinou 50,9% da população baiana acima dos 18 anos (estimada em 11.148.781) com, pelo menos, a primeira dose. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.

Tem se observado volume excedente de doses nos frascos das vacinas contra a Covid-19, o que possibilita a utilização de 11 e até 12 doses em apenas um frasco, assim como acontece com outras vacinas multidoses. O Ministério da Saúde emitiu uma nota que autoriza a utilização do volume excedente, desde que seja possível aspirar uma dose completa de 0,5 ml de um único frasco-ampola. Desta forma, poderá ser observado que alguns municípios possuem taxa de vacinação superior a 100%.


http://www.saude.ba.gov.br/2021/07/13/bahia-registra-2-513-novos-casos-de-covid-19-e-mais-76-obitos-pela-doenca/


ITABUNA EM FOCO: Obra de requalificação da Manoel Chaves motiva moradores a cooperar no paisagismo

Obra de requalificação da Manoel Chaves motiva moradores a cooperar no paisagismo

O aposentado Antônio Miguel Niela, 80 anos, há 60 anos morador da Avenida Manoel Chaves, no São Caetano, sempre usou a jardinagem como um meio de distração. Por isso, tem aproveitado os conhecimentos adquiridos ao longo do tempo para voluntariamente embelezar o canteiro central da avenida, em especial o trecho que fica próximo à sua residência.

 “Sempre cuidei desses canteiros. Mas, agora com essa obra, que promete mudar a cara do nosso bairro, sinto-me muito mais motivado para dar a minha contribuição”, disse Niela. Palmeirinhas compõem o cenário de jardinagem preparado por Miguel Niela. E ele não é o único a contribuir com o projeto paisagístico.

“Espero que a população faça a sua parte, preservando o que está sendo feito e não descartando lixo nos canteiros ou fora de horário de coleta, como muitos fazem todos os dias”, alerta. E completa: “Eu sonhava em ver uma melhoria nessa avenida, desse modo. Vocês não imaginam a minha alegria em participar deste momento importante”, sublinha Niela.

A engenheira civil Ananda Justino, responsável técnica da Ebisa Engenharia pelas obras, informa que cerca de 60% da  pavimentação asfáltica estão concluídos. A previsão de entrega da primeira etapa, que compreende o trecho da Avenida Manoel Chaves até o entroncamento com a rodovia BR-101, é de que ocorra na semana do aniversário de emancipação política-administrativa de Itabuna: 28 de Julho.
 “Estamos num ritmo de trabalho intenso para entregar essa obra na data programada. Hoje, inclusive, iniciamos a sinalização horizontal e o plantio de grama”, informou a engenheira. Toda a extensão da avenida receberá várias intervenções - pavimentação asfáltica, ciclovia, passeio, iluminação de LED e substituição de meios-fios.

As obras estão sendo executadas pela Companhia de Desenvolvimento Urbano (Conder), vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano, em parceria da Prefeitura com o Governo do Estado. A requalificação se insere no projeto do prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), em dotar a cidade de modernas vias, inaugurando novo ciclo de desenvolvimento estético.
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Proposta de reajuste salarial de 4,52% para os servidores 

Foi encaminhado para apreciação da Câmara Municipal de Vereadores, sob regime de urgência, dois Projetos de Lei que reforçam o compromisso do prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD)  de reconhecimento e valorização do servidor público municipal.

O primeiro, concede reajuste salarial de 4,52% para os servidores efetivos, correspondente à reposição inflacionária do período 2020/2021. Já o segundo projeto, reajusta o tíquete-alimentação para R$ 425,00 para os servidores que recebem salários de até R$ 2.500,00, e R$ 300,00 para aqueles que recebem acima desse valor.


Os valores serão retroativos  aos meses de janeiro a junho, mas serão concedidos em seis parcelas entre julho e dezembro de 2021. A previsão é de que os novos valores da reposição salarial e do reajuste do tíquete-alimentação sejam incluídos na folha de pagamento do mês de julho.

O secretário municipal de Gestão e Inovação, José Alberto de Lima Filho, lembra que os reajustes foram concedidos após várias rodadas na Mesa de Diálogos e de Negociações entre representantes da Prefeitura e do Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna (Sindserv).

“A meta da Administração do prefeito Augusto Castro é valorizar e reconhecer a importância do servidor público para o bom funcionamento dos serviços prestados à população pela Prefeitura de Itabuna”, comentou o secretário de Gestão e Inovação.
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Mais moradores se unem à Prefeitura para uma Itabuna mais verde 
“A comunidade também deseja uma cidade mais limpa e melhor para todos. Por isso, tem se unido aos esforços das nossas equipes de limpeza e manutenção de ruas de Itabuna”. A afirmação é do superintendente de Serviços Públicos da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, Francisco de Sousa Lino Filho, ao anunciar que mais moradores têm aderido ao projeto de transformar em áreas verdes pontos viciados de lixo.

A Rua Benigno  Alves, no Bairro de Fátima, é um dos muitos exemplos da participação da comunidade e onde um dos moradores fixou placas proibindo jogar lixo ou entulho num local em vez de apenas garantir cercar e manter a área limpa. Na Praça Senhor do Bonfim, no mesmo bairro, um dos pontos viciados já foi transformado num espaço verde, como informa Sousa Filho.

Em menos de dois dias desta semana, equipes do Departamento de Limpeza Pública percorreram  bairros da cidade, a exemplo do São Caetano, Pedro Jerônimo, Jardim Primavera, Conceição e São Pedro para a retirada de entulhos e lixo doméstico deixado expostos nas calçadas, depois da passagem dos caminhões coletores. Poucos moradores ainda descumprem a orientação da Prefeitura de somente colocar o lixo na porta de casa, horas antes da coleta  diária.

“Para mantermos a cidade limpa, bonita, mais verde e ainda com a eliminação de possíveis focos de roedores, mosquitos e outros insetos como baratas, transmissores de vários tipos de doenças, é preciso a conscientização e a participação de todos, como já vem ocorrendo em algumas áreas da cidade”, reforçou  o diretor do  Departamento de Limpeza Pública, Lázaro Alcântara Pelegrini.

Diariamente, entre segunda-feira e sábado, a Prefeitura tem executado a coleta domiciliar de lixo, a varrição de ruas, capinagem, roçagem, poda de árvores, tapa-buracos e serviços de iluminação pública, com a reposição permanente de lâmpadas e reatores.  

“Com essa ação regular do poder público, estamos trabalhando na preservação na melhoria da qualidade de vida da população e do meio ambiente, que é o desejo da administração do prefeito Augusto Castro”, reforça o titular da Superintendência de Serviços Públicos.
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Aulas presenciais da Educação Infantil podem retornar na segunda-feira 

Depois de reuniões setoriais e debates de autoridades das secretarias municipais com segmentos do setor educacional, o prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), decidiu facultar o retorno às aulas presenciais nas escolas da Educação Infantil da Rede Particular de Ensino na próxima segunda-feira, dia 19. Desde março de 2020 que haviam sido suspensas por conta da pandemia do novo coronavírus.

As diretrizes que nortearão a volta às aulas presenciais estão contidas em Decreto Municipal que será publicado ainda nesta terça-feira no Diário Oficial. A decisão do prefeito levou em conta diversos fatores, a exemplo da grave crise financeira do setor educacional privado, a reivindicação dos pais de alunos e, principalmente, o aumento da quantidade de pessoas imunizadas contra a doença e a queda de infecções em Itabuna.

Os encontros tiveram a participação de gestores ou proprietários de escolas da rede particular, representação de pais de alunos e dirigentes do Conselho Municipal de Educação (CME), Fórum Municipal de Educação (FME) e Sindicato do Magistério de Itabuna (Simpi). Pela Prefeitura, envolveram os secretários Janaína Araújo, da Educação; Lívia Mendes Aguiar, da Saúde; Josué Brandão Júnior, de Governo; Mariana Alcântara, da Secretaria da Ordem Pública; Othon Dantas, diretor do Departamento de Fomento e Indústria, da Secretarias de Indústria, Comércio, Emprego e Renda; o Procurador-Geral do Município, Álvaro Luís Ferreira e sua equipe.

Segundo a secretária da Educação, Janaína Araújo, todas as possibilidades foram discutidas amplamente no Comitê, constituído por técnicos e representantes das secretarias da Educação, Saúde, Segurança e Ordem Pública,  Governo, Procuradoria-Geral do Município e das comissões de Saúde e de Educação da Câmara de Vereadores.
“Foi mantendo diálogo e discutindo com o segmento de pais de alunos, com a representação dos gestores escolares, dos profissionais da Educação e o CME que o Comitê chegou ao consenso de que, neste momento, é possível o retorno às aulas de forma híbrida e gradativa  nas escolas da Educação Infantil na Rede Particular de Ensino”, argumentou Janaína.

A secretária chamou à atenção para que os proprietários ou diretores das escolas cumpram o que determina o Decreto e Protocolo, inclusive, os prazos e requisitos estabelecidos. A Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância em Saúde e todos seus técnicos, vai inspecionar as unidades escolares para que tenham alvará sanitário. Assim aconteceu com as brinquedotecas que só receberam alvará após atender legislação municipal.
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Fundação Marimbeta e Arisba discutem

Programa de Educação Ambiental


O presidente da Fundação Marimbeta – Sítios de Integração da Criança e do Adolescente, professor Valter Silva, se reuniu na manhã de hoje,  dia 13,  com a Gerente Executiva da Associação dos Revendedores de Insumos Agrícolas do Sul da Bahia (Arisba), Andréa Brito. O encontro aconteceu no Sítio I,  no bairro Antique.

O objetivo da reunião foi apresentar aos professores da área agrícola bem como à Coordenação Pedagógica da Fundação Marimbeta, o Programa de Educação Ambiental (PEA), que tem como objetivo promover o ensinamento de preservação e cuidado para com o meio ambiente, para gerar uma consciência ecológica nas crianças e adolescentes para que possa também chegar aos pais.
 
Foram distribuídos kits produzidos pela Arisba para os professores com um conteúdo teórico sobre o tema como também jogos e informativos para serem usados em sala de aula de forma lúdica pelos alunos, obtendo melhores resultados no processo de conhecimento.

Com essa ação de valorização do conhecimento e senso de preservação do meio ambiente, de acordo com o presidente da Fundação Marimbeta,  Valter Silva, a instituição estará em sintonia com os princípios da gestão do prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD). “Vamos nos empenhar para que esse cuidado com a natureza seja transmitido aos nossos alunos”, concluiu.
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Promoção Social distribuiu cestas básicas para catadores do antigo lixão de Itabuna

Lucicléia tem três filhos e estava ansiosa nesta terça-feira, dia 13, para receber a cesta básica que tem garantido o alimento de sua família, desde fim do lixão de Itabuna, onde foi catadora de recicláveis por 12 anos. “É uma ajuda muito boa, porque eu ainda estou sem trabalhar”, disse.


Lucicléia Santos de Jesus está entre as centenas de catadores que receberam a cesta básica distribuída pela Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, na tarde de hoje, dia 13, no estacionamento do Teatro Municipal Candinha Dórea. A entrega dos alimentos faz parte do programa de reinserção dos catadores de recicláveis depois da desativação do lixão em maio.
 
Ao todo, 169 cestas foram entregue às famílias cadastrados pela Secretaria de Promoção Social e pela Defensoria Pública do Estado da Bahia, para receber outros benefícios, entre eles, o auxílio aluguel e a bolsa auxílio doada pela CVR Costa do Cacau, empresa responsável pelo processamento do lixo produzido em Itabuna.  Esta foi a terceira entrega de alimentos feita pelo município.

“É uma ação que reafirma o compromisso do governo do prefeito Augusto Castro, com essas famílias por seis meses e que faz parte do processo de mudança do lixão para o aterro sanitário legalizado”,  falou Rosivaldo Pinheiro, coordenador da equipe interdisciplinar, que acompanha todo o processo de treinamento dos catadores sob a supervisão da Secretaria Municipal de Planejamento.
 
VACINAÇÃO

Além das cestas básicas, os catadores de materiais recicláveis também receberam a vacina contra o Coronavírus, num total de 160 doses da Janssen, aplicadas  por vacinadores das  Unidades Básicas de  Saúde.  Para tomar o imunizante,  em dose única, foi  necessário apresentar o CPF ou o Cartão SUS num trabalho coordenado pelo Departamento de Atenção Básica, da Secretaria Municipal de Saúde.
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Restrições para locomoção noturna em Itabuna serão da meia-noite às 5 horas

Considerando os dados epidemiológicos que apontam para uma redução nos índices de transmissão e agravos em decorrência do novo coronavírus, a Prefeitura de Itabuna publicou novo decreto nesta terça-feira, dia 13, restringindo a locomoção noturna, vedando a qualquer indivíduo a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas. A medida vale da meia-noite às 5 h até o próximo dia 20.

Com isso, os estabelecimentos comerciais e de serviços, incluindo bares, restaurantes e congêneres, deverão encerrar as suas atividades com até 30 minutos de antecedência do horário estipulado, para garantir o deslocamento às suas residências dos seus funcionários e colaboradores.

Cada setor do comércio deve levar em conta os horários de funcionamento estabelecidos nas convenções coletivas de trabalho e demais ordenamentos, considerando o horário estabelecido em decreto. Os serviços de entrega em domicílio (delivery) de alimentação ficam liberados até meia-noite. Já o transporte coletivo municipal funcionará até as 22h45min.

Quanto à comercialização de bebidas alcoólicas, não deverá ocorrer das meia-noite às 5 horas, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery). Está permitida a execução de som ao vivo nos bares, restaurantes e similares, com estrutura de som ambiente, mantendo o devido distanciamento bem como o cumprimento de todas as medidas de saúde e segurança estabelecidas no protocolo de prevenção.

As demais medidas tomadas anteriormente continuam em vigor. O decreto, que normatiza o funcionamento de outras atividades comerciais, entretenimento, lazer e religiosas em Itabuna poderá ser consultado na edição eletrônica do Diário Oficial  do Município, através do site oficial www.prefeituradeitabuna.ba.gov.br.
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Boletim Covid-19 – 13.07.2021


A Divisão de Vigilância Epidemiológica, do Departamento de Vigilância à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou novo Boletim da Covid-19. Itabuna registra 32.388 de pacientes curados, 33.393 confirmados, sendo 400 casos ativos; 42 internados em UTI, 07 leitos de UTI disponíveis; 38 internados em leitos clínicos, 18 leitos clínicos disponíveis, e 605 óbitos.



Os óbitos inseridos a cada boletim correspondem aqueles que ocorreram em dias anteriores e estavam sob investigação, não tendo, necessariamente, ocorrido nas últimas 24h. A recomendação é: Seja consciente, proteja sua família, fique em casa. Evite aglomerações. Use máscara.

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Ascom/Prefeitura de Itabuna
Pela cidade, por você

Jair Bolsonaro sanciona lei que permite privatização da Eletrobras

A Medida Provisória foi sancionada por Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira

Do - Diário do Poder - A Lei que autoriza a privatização da Eletrobras tornou-se oficial, nesta terça-feira (13), com sua publicação no Diário Oficial da União.  O presidente Jair Bolsonaro sancionou o texto da Medida Provisória (MP) com 14 vetos.

A MP foi aprovada no último dia 21 pela Câmara dos Deputados e a previsão para o encerramento das operações de transição é janeiro de 2022, segundo aponta o Ministério de Minas e Energia.

A medida integra o plano de privatização da gestão do ministro da Economia, Paulo Guedes. Apesar de já sancionada, parlamentares da oposição afirmaram que vão recorrer na Justiça pela extinção da lei.

Editoral: Injustiça Inversa

Justiça Inversa

Não achando um vestígio de culpa, até o momento, do Governo Federal, uma CPI quer condenar o Presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro de qualquer maneira, onde os senadores que a forma não tem nenhuma moral política ou de dignidade. São senadores de oposição, com muitos processos nas costas. 

Para isso encontraram uma saída, usando o número de mortes no Brasil, onde para eles, o Presidente se tornou o principal culpado, já sendo chamado por eles, de presidente genocida!

Com os pratos da balança da Justiça, da comissão (CPI), pesando mais de um lado..., os senadores acham que o Presidente da República superfaturou os preços das vacinas e que o mesmo também foi culpado, devido à demora da aquisição das doses das vacinas.

O que não foi realizado, segundo a Presidência da República, por falta de garantias das referidas vacinas que ainda carecia de mais segurança, para a segurança da população brasileira.  

A comissão formada por malversadores dos recursos da União, todos processados por desvios de recursos da União, usa esses argumentos para condenar e pedirem o impiachimente do Presidente da República, que até o presente momento, não se ouviu falar de corrupção no seu governo.

Mas a oposição, atolada em sujeira, já aliada e decidida, a apoiar e eleger um ex-presidiário e leva-lo, novamente à presidência da república, de qualquer maneira, visa retornar “os bons tempos dos roubos e de ajuda às nações amigas” da ditadura do atraso socialista, onde querem nivelar o Brasil, a Venezuela, a Cuba, a Etiópia...  Contando, assim, com o aval da China.       

A CPI que só tem o Presidente Bolsonaro, como foco, onde o motivo, todos sabem: que é lisura do Presidente Bolsonaro, que não dá chance a ninguém roubar. Mas, em reação a isso, eles estão cegos e estão com muita cede ao pote, para retornarem, o que já foi um dia, ou seja, ao retrocesso da malversação do dinheiro da nação.

Cuidado povo brasileira! No momento estamos vivendo uma inversão de valores e, tudo indica, uma justiça inversa. Pois, caso contrário, todos que estão aí tentando condenar o Presidente Jair Messias Bolsonaro, que está elevando os números nunca vistos do nosso PIB, estariam todos atrás das grandes. Que a Justiça seja feita! 

“Brasil acima de todos, Deus acima de tudo!”

Itacaré: Vacinação da covid-19 chega aos 30

Itacaré realiza vacinação de pessoas

acima de 30 anos contra a Covid-19


A Prefeitura de Itacaré continua com o trabalho de imunização contra a Covid-19 e a partir desta terça-feira(13) estará vacinando as pessoas com idade acima de 30 anos. Em Itacaré a vacinação acontece no Colégio Municipal Maria Benjamina e no Colégio Estadual Aurelino Leal. Já em Taboquinhas a imunização acontece no Colégio Padre Edgard Torres, de segunda a sexta-feira, sempre das 8 às 12 horas e das 13h30min às 15h30min.

 

O município continua sendo destaque na vacinação contra a Covid-19. De acordo com a última atualização feita pela Secretaria Estadual de Saúde, na tarde desta segunda-feira(12), Itacaré apresenta o percentual de 114,1% das doses aplicadas, permanecendo na primeira colocação, em termos percentuais, entre os municípios da Bahia que mais estão vacinando contra o coronavírus . Em segundo lugar vem agora o município de Firmino Alves, com 112.6% das doses aplicadas.

 

Os números são atualizados diariamente, mas Itacaré já vinha se destacando entre os municípios com os maiores índices percentuais de aplicação da primeira dose da vacina contra a Covid-19. O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, informou que a campanha de vacinação vai continuar, conscientizando cada morador sobre a importância da imunização como forma de combater o coronavírus.

 

Paralelo a imunização dessa faixa etária, a Prefeitura de Itacaré, através da Secretaria de Saúde, também vem realizando uma campanha com o objetivo de conscientizar todas as pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra o Covid-19 para a importância de tomar a segunda dose, como forma de garantir assim uma imunização mais eficaz contra o coronavírus. A proposta é orientar para que todos os que tomaram a primeira dose retornem aos postos de vacinação nas datas que foram marcadas nos cartões. Ascom

DOIS POLICIAIS MORTOS EM VITORIA DA CONQUISTA

Violência em Vitória da Conquista | dois policiais são mortos a tiros no Distrito de José Gonçalves

Foto: BLOG DO ANDERSON

A movimentação é intensa na Unidade de Pronto Atendimento e Hospital Geral de Vitória da Conquista no início da tarde desta terça-feira (13). Isso acontece por conta das mortes de dois policiais lotados na Comando de Policiamento da Região Sudoeste da Bahia. Ambos foram mortos no Distrito de José Gonçalves. Logo mais novas informaçõs aqui no BLOG DO ANDERSON.

Saúde regionalizada na Bahia

Trabalho para regionalizar e descentralizar a saúde na Bahia


Com uma gestão apontada como revolucionária na estruturação e interiorização da rede pública de saúde na Bahia, o secretário Fábio Vilas-Boas é um dos mais bem avaliados do governo estadual. Nesta entrevista ao jornal A TARDE, ele critica o governo federal e diz que a definição sobre o Reveillon só deve ocorrer 60 dias antes.

Na sexta-feira foi entregue a 19ª Policlínica na Bahia. Para quem não conhece uma unidade como essa, quais os serviços disponibilizados e qual a estrutura acessível à população?

As Policlínicas Regionais de Saúde fazem parte de um projeto que visa levar exames e consultas especializados para todo o interior do estado e para a capital. São exames e consultas que a população não tinha acesso, incluindo exames de altíssima complexidade como tomografia computadorizada e ressonância magnética, passando por exames de gastro, como colonoscopia, exames de neuro, exames cardíacos, doppler vascular, enfim. Toda uma gama de exames que só eram encontrados na capital ou nas grandes cidades. Nós dividimos o estado da Bahia em regiões de saúde e está sendo concluído esse ano o projeto de implantar uma policlínica para cada região de saúde. Uma média de 400 mil a 600 mil pessoas são atendidas em cada policlínica, oferecendo 18 especialidades médicas e virtualmente todos os exames diagnósticos necessários para um diagnóstico correto e prescrição adequada do
tratamento. Esse era um serviço que não existia. As pessoas não conseguiam fazer o diagnóstico e isso levava a um descrédito no tratamento da saúde.

As policlínicas mudam a realidade no estado?

O acesso era tão restrito e limitado a hospitais e centros de referência na capital, que praticamente a população não tinha acesso. Basta dizer que nós tínhamos, quando o governador Rui Costa assumiu, duas máquinas de ressonância magnética para o sistema público de saúde apenas, uma no Roberto Santos e outra no Hospital Ana Nery. Hoje, só nos nossos hospitais, sem contar as policlínicas, nós já temos 25 máquinas e mais 24 nas policlínicas. Ou seja, 49 máquinas de ressonância públicas servindo à população, o que é algo fenomenal. Nós temos hoje um parque de diagnóstico como poucos estados no Brasil. A Bahia durante três anos foi o maior comprador de equipamentos médicos no Brasil. E isso reflete na mudança de realidade, porque o médico do posto de saúde antes ficava limitada ao ato médico e a poucos exames laboratoriais, agora os profissionais passaram a ter acesso a qualquer tipo de consulta, de segunda opinião com especialistas, e a qualquer tipo de exame.

O governador Rui Costa falou sobre o desafio de interiorizar a saúde na Bahia. Como avalia a reestruturação da rede?

Em 2014 foi feito um diagnóstico de que havia um excesso na concentração de serviços assistenciais e diagnósticos na capital. E que a missão seria levar serviços para o interior, regionalizar e descentralizar. O governador Wagner já havia iniciado isso com a construção de seis hospitais regionais e coube ao governador Rui Costa alavancar fenomenalmente esse processo de regionalização. No começo foi muito difícil porque nós não tínhamos os médicos especialistas e era sempre um ciclo vicioso. Ninguém colocava o equipamento de alta complexidade porque não tinha profissional e não tinha profissional porque não havia equipamento de alta complexidade. Nós resolvemos quebrar esse ciclo colocando o equipamento, pagando para poder trazer, aproximar, captar, cativar médicos, e hoje nós temos regiões que nós abrimos as policlínicas com cinco médicos e hoje tem 50.

Qual o tamanho da rede pública da saúde hoje no estado e quanto foi investido nos últimos três anos?

O tamanho não tem como quantificar, mas a gente pode dizer tranquilamente que, considerando apenas custeio, que é em torno de R$6 bilhões por ano, são R$ 18 bilhões em três anos. E nós temos aí um investimento acumulado nesse período em torno de R$ 2 bilhões entre as policlínicas e hospitais.

Você tem uma relação que mostra a construção de 36 hospitais na Bahia. Qual a importância disso para a estruturação da saúde pública?

Nós temos dez unidades novas e nós decidimos, o governador Rui Costa decidiu que iria reformar, ampliar e modernizar todos os nossos hospitais. Em regiões onde nós já tínhamos uma estrutura hospitalar, muitas vezes essa estrutura não era 100% resolutiva. Ou seja, tinha lá serviços gerais de cirurgia, trauma, urgência, mas não tinha neurocirurgia, cirurgia cardíaca, cirurgia oncológica, procedimentos vasculares, endovasculares, uma série de procedimentos que o hospital poderia fazer, tinha estrutura pra fazer, mas não fazia porque não foi vocacionado e porque não foi feito o investimento para isso. A decisão no âmbito do governo do Estado foi potencializar ao máximo os nossos hospitais, que já existiam. Então foi feito um grande investimento na aquisição de equipamentos, contratação de profissionais, quando foi necessário ampliar fisicamente as estruturas com construção de novas UTIs, novas enfermarias, novos centros cirúrgicos, nós o fizemos, e com isso nós levamos altíssima complexidade na área de cardiologia, neurologia, cirurgia vascular, oncologia, radioterapia para todas as regiões do estado da Bahia. Antes as pessoas precisavam vir de Barreiras para Salvador para fazer uma quimioterapia, uma radioterapia, e voltar de ônibus por 12, 16 horas vomitando, passando mal. Hoje nós estamos para inaugurar na semana que vem o serviço de cardiologia e hemodinâmica de Barreiras e até o final do ano, até outubro, agente inaugura a oncologia, radioterapia e quimioterapia lá do oeste. A mesma coisa nós fizemos em Juazeiro, Irecê, Porto Seguro, Caetité, Ilhéus, vamos fazer agora em Teixeira de Freitas.

Qual o maior gargalo que você diagnostica hoje na saúde pública?

Não há nenhuma dúvida que é o problema da oncohematologia. São as leucemias, linfomas, são os chamados cânceres do sangue. E nós sempre fomos dependentes do Hospital das Clínicas, aqui, do Hospital Aristides Maltez e do Hospital Santa Izabel. Esses três serviços atendiam adequadamente às necessidades, o estado nunca se propôs a montar um serviço próprio porque não havia demanda, já que esses três hospitais davam conta, e com a crise do Hospital das Clínicas e o excesso de pacientes sobre o Hospital Aristides Maltez e o Hospital Santa Izabel, isso fez com que esses serviços restringissem o acesso aos pacientes, e hoje nós temos uma fila inaceitavelmente longa para pessoas que necessitam de intervenções urgentes para deter o progresso dessas leucemias que podem matar em questão de dias e semanas. Então, por isso nós decidimos dentro do governo criar um serviço próprio de oncohematologia, eu já havia extinto a enfermaria de infectologia do Hospital Roberto Santos há cerca de 2 anos, com o objetivo de colocar um serviço de hematologia não oncológica, e agora nossa decisão foi criar coragem e montar um serviço de oncohematologia próprio, com tudo dentro do Roberto Santos, aliado ao Cican (Centro Estadual de Oncologia), e à Fundação Hemoba.

Faltam recursos para tocar a saúde pública na Bahia?

Eu não posso dizer que faltam recursos porque o governador nunca negou o aporte de recursos sempre que foi necessário. Mas a saúde é sempre deficitária, porque o recurso enviado pela União representa apenas 1/3 do que nós efetivamente gastamos na saúde e precisa ser continuamente complementado pelo governo do estado. Mas não é apenas pedir mais dinheiro, é buscar mais eficiência em gestão, e foi o que nós fizemos desde o primeiro dia. Fazer com que se gastasse menos com a atividade meio, e mais com a atividade fim, e economizar mais na gestão da máquina. Isso tem sido feito continuamente, grande parte do que podia ser feito já foi feito, mas ainda existe a possibilidade de se garantir formas mais eficazes de se fazer gestão, oferecer mais com pouco dinheiro gasto.

Nos últimos 15 meses, o foco principal foi o combate à pandemia. Que avaliação você faz hoje da crise de saúde pública, e se o cenário ainda preocupa?

Eu posso fazer dois cenários. Nacionalmente e localmente. Nacionalmente, o Brasil se saiu muito mal. O governo federal não soube conduzir a pandemia, atrasou o início da imunização e fez com que o Brasil fosse o campeão mundial de óbitos por Covid-19. A liderança do presidente tem sido muito negativa e isso tem impactado, já que pelo menos 1/3 da população se diz seguidora do presidente e tende a ir na direção contrária à maioria. Isso é muito ruim. Já a nível estadual, e também a nível dos municípios, eu posso dizer que nunca se viu na história da Bahia a união tão evidente entre gestores municipais entre si, e com o governo do estado. Nós fizemos centenas de reuniões desde o começo da pandemia, às vezes três reuniões, cada uma com 30 prefeitos ao longo de um dia inteiro, e sempre houve, na sua imensa maioria, a compreensão deles da necessidade de contribuir, de sacrificar, de lutar contra a pressão feita pelas associações comerciais. Agora nessa fase em que a gente está saindo dessa segunda onda, a gente, quando olha para trás, vê que valeu a pena o sacrifício. A Bahia hoje é o terceiro estado com menor mortalidade do Brasil, praticamente empatado com o segundo, nós temos o sexto menor coeficiente de incidência da Covid no Brasil, ou seja, tem menos Covid aqui do que em outros estados. Não falta medicamento, não falta oxigênio, não falta hospital e ninguém morreu por falta de UTI. As pessoas tiveram acesso a um respirador em todos os locais do estado, e o grande responsável por isso é o governador Rui Costa, que trouxe para si essa responsabilidade desde o começo e liderou todo esse processo.

A diminuição do contágio e de mortes abre margem para pensarmos em “baixar a guarda” contra o vírus?

Abre margens, mas essa baixa de guarda tem que ser feita de forma muito responsável, cautelosa, paulatina, e sempre monitorando o impacto disso sobre a taxa de recontágio. Hoje nós estamos começando um processo de flexibilização pactuada com os prefeitos e vamos a cada semana ver de que forma isso está impactando. Se houver um aumento no número de casos, a gente volta atrás.

Países na Europa, por exemplo, estão voltando a fechar e endurecer as medidas por conta do agravamento da pandemia, aliado ao processo de vacinação lento por aqui. Esse cenário mantém o estado em sinal de alerta?

Mantém. Nós temos já evidencia de circulação da variante indiana no Brasil, a gente não sabe como isso vai impactar na nossa vacina, que é diferente das demais, e é por isso que eu acredito que nesse momento não é hora de se fechar hospitais de campanha. Agente pode estar aqui ou ali desativando leitos dentro de struturas que possuem
dezenas de leitos, como por exemplo, o Hospital Metropolitano, o Hospital Couto Maia, que tem 100, 150, 200 leitos de UTI, a gente pode ir fechando 10, 20, 30. Mas não desativar definitivamente nesse momento.

Como será o Réveillon e Carnaval? Teremos festas nos moldes tradicionais ou é necessário repensar?

Eu acho que o Carnaval ainda é cedo para se tomar uma decisão. Réveillon eu particularmente não acredito que seja possível. Vai depender muito da velocidade da vacinação. A gente tem visto o Ministério da Saúde avançar e recuar várias vezes, a gente não tem um cronograma, um calendário vacinal confiável. Talvez só 60 dias antes vamos ter condições claras de definir alguma coisa sobre o Réveillon e o Carnaval.

Leo Prates chegou a falar que no Carnaval, por exemplo, as festas começarão a ser mais indoor do que com aglomerações nas ruas como eram até agora.

Com todo o respeito ao meu amigo Leo Prates, eu acho que ele ou não se fez entender direito ou há um equívoco de interpretação. Porque a palavra indoor significa dentro, interno. A última coisa que a gente quer é um carnaval entre quatro paredes, em um salão. O contágio vai ser muito maior. Se tiver que ter carnaval, tem que ser na rua mesmo, ao ar livre, ventilado, sem camarote do lado do mar para que o vento da praia venha e espalhe, dilua o número de partículas virais. Um carnaval tem que partir desse princípio básico de ser num lugar extremamente ventilado e com poucas pessoas por metro quadrado. Jamais indoor.

O governador Rui Costa termina o mandato no próximo ano. Que marca você pretende deixar da sua passagem pela saúde e como você pretende ser lembrado pelo trabalho realizado?

A nossa bandeira é muito clara: trabalho para regionalizar e descentralizar a saúde na Bahia. Nós nos ativemos dentro dessa bandeira e continuamos trabalhando. Eu acredito que nós estamos obtendo sucesso no nosso objetivo macro. No objetivo micro, dentro da secretaria, o meu objetivo é transformar a saúde em saúde digital. Informatizar a rede, criar uma tecnologia, um ambiente de tecnologia de informação e de conhecimento que contaminasse todos os níveis da administração central da Secretaria e dos hospitais. Nós fizemos um planejamento de 4 anos, concluímos os primeiros 4 anos com a inauguração da Central Integrada de Comando e Controle da Saúde com todo aparato tecnológico. Nós tiramos a regulação de FAX e evoluímos para uma regulação 100% digital, então eu tenho no meu celular as informações de todos os pacientes em qualquer lugar no estado da Bahia. Investimos em hardware, criação de servidores, em uma sala cofre com super servidores que garantem o prontuário eletrônico, que garantem as informações do cartão do cidadão. Hoje nós temos um outro ambiente corporativo em que as pessoas trabalham em cima de plataformas digitais e somos hoje referência para o Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde veio à Bahia já duas vezes buscar soluções para os seus problemas. Nós fomos responsáveis por convergir as três bases de dados no começo da pandemia, notificação de dados epidemiológicos; nós criamos o aplicativo que convergiu as três bases de dados e que foi a solução para integrar as informações no Brasil inteiro, desenvolvido aqui na Sesab; nós implantamos um modelo de prontuário eletrônico que o Ministério veio conhecer e hoje é referência para os hospitais federais que estão sob intervenção do Ministério no Rio de Janeiro. Nesse âmbito interno de atividade de meio, a gente pode dizer que grande parte dos ganhos, da eficiência, da gestão estão ligados a se ter números, dados. Não se pode fazer gestão sem se ter números. Você precisa ter sistemas e pessoas trabalhando para poder gerar informações. E hoje nós caminhamos bastante nisso, o que permitiu nós crescermos o número de leitos em hospitais, ampliar o custeio, ampliar fenomenalmente o número de serviços prestados sem quebrar o estado da Bahia. Se nós não tivéssemos conseguido imprimir um modelo de gestão buscando custo e eficácia dentro da Secretaria na velocidade que a gente expandiu a rede, nós teríamos sem dúvida nenhuma quebrado o Governo do Estado, quebrado a Secretaria da Fazenda. Se a gente não fez isso, foi porque nós fomos capazes de fazer o dever de casa.

Com tanto trabalho e com tanto sucesso nas ações, quais os planos futuros para Fábio Vilas-Boas? Tem planos políticos a partir do trabalho da Sesab?

Eu acho que nesse momento a gente está envolvido num problema muito maior e sobra muito pouco tempo para pensar em planejar qualquer tipo de ação pós secretaria. Quando passar a pandemia e o momento for adequado, eu vou conversar com o governador sobre eventuais incursões em outras áreas, mas não nesse momento.
ascom/sesab


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