sábado, 15 de agosto de 2026

JORNAL ON LINE SUL DA BAHIA INVESTIGA UM POSSÍVEL CASO DE PERSEGUIÇÃO A UM PROFESSOR NO NOVO VILA ANÁLIA

O Jornal Online Sul da Bahia, com poder investigativo e constitucional acompanhou uma suposta perseguição a um professor por um pequeno grupo de pessoas no bairro Novo Vila Anália há anos, mesmo tendo o bairro algumas autoridades policiais. O interessante é de que os moradores que se pronunciaram, demonstraram certas ressalvas com relação aos envolvidos contra o professor e não quiseram se identificar, mas relataram de forma minuciosa o que vem acontecendo.

No primeiro fato, segundo testemunhas, um senhor de iniciais P.A.F, que chegou ao bairro no início da década de 2010, ao mesmo tempo demonstrava simpatia e de forma dual, “arrotava” valentia e só mencionava atrocidades, como matar e bater, causando pânico ao bairro, principalmente às pessoas de bem. Esse mesmo PAF, tentou proibir o professor de colocar uma câmera de segurança para monitorar a mãe e um irmão doentes, já que o professor trabalha em uma cidade vizinha. No episódio, segundo testemunhas e declarações documentais, o senhor PAF pediu para que o professor descesse de sua casa e que resolvessem lá em baixo, ou seja, nas vias de fato, indo em direção à casa do professor.


O professor instalou à época outra câmera no quintal e posteriormente dentro de casa também no intuito de monitorar os familiares. Mesmo depois desse episódio, o carro de P.A.F repetiu o comportamento, manobrando o carro em cima do passeio do professor, causando danos. O professor, na época, lançou as fotos capturadas pelas próprias câmeras em grupos sociais, numa espécie de pedido de socorro, de providências. Os grupos de ZAP têm várias autoridades.

Desde quando chegou ao bairro, esse mesmo senhor de iniciais PAF, persegue o professor, colocando carros à porta do professor, instigando pessoas a fotografar e filmar o professor e depois compartilhar em redes sociais, ameaçando segundo as testemunhas que por medo, não quiseram se identificar.  Elas ainda contaram que PAF, reclamava do modo corriqueiro do professor, que cumprimentava as pessoas, mas não participava das rodas de conversas com ele e alguns moradores. Ora, o professor trabalha na escola e em casa. É uma das profissões mais estressantes e cansativas que existem e é normal e constitucional passar e cumprimentar apenas. Chegar do trabalho e descansar ou continuar trabalhando.

Segundo ainda as testemunhas da rua onde o professor mora, ele é educado, cumprimenta as pessoas, não bebe, não fuma, não usa entorpecentes e não anda com más companhias. Tem concuta ilibada. Até ao volante, passa devagar pelas ruas, no intuito de proteger pedestres e até animais. Em duas ocasiões, saiu do carro para retirar um cachorro e de forma educada, que estava interrompendo o trânsito. Na outra, tangeu um pombo para não atropelar a ave que não saia da frente do carro. 

No segundo caso, aparece um empresário de iniciais C.A.B, do ramo de distribuidora de gás. É corriqueiro o estacionamento de caminhões pesados à porta do professor, causando danos e impedindo do professor sair da própria garagem. O professor tem que pedir por favor, para que os caminhões saiam da porta dele, mesmo com placa de: Proibido Estacionar. 


Além das regras de trânsito, onde fica o direito de ir e vir?   Segundo outra testemunha, um parente de C.A.B, que é do mesmo ramo, proibiu o estacionamento de caminhões pesados na porta dele também. E  C.A.B acatou o pedido. Com relação ao professor, proferiu palavras como: “Vou mandar matar e vou mandar dar uma surra”,  e ainda jogava “beijinhos” e fazia gesto de “coraçãozinho” segundo as testemunhas. Outra. As empresas fornecedoras respondem por Lei de acordo com o comportamento das terceirizadas. Se estão estacionando de forma errada, tem a permissão do terceirizado, mesmo que seja por meio do silêncio.

Na porta do professor, além de estacionar, os caminhões entram na contra-mão de ré, mesmo tendo espaço suficiente na porta de C.A.B para estacionar de forma legal, de acordo com as regras de trânsito. E a distância entre a casa do professor e do empresário C.A.B é considerável. Não há o porquê de estacionar na porta do professor (que tem pessoas doentes em casa), com o espaço que ele tem lá no comércio, aproveitando o espaço da porta dele também.

No terceiro episódio, entra uma testemunha de iniciais C.A.B e P.A.F num documento oficial, de iniciais A.B.S. que segundo uma testemunha é cheio de gracinhas. A testemunha contou de que C.A.B colocou o carro no meio da rua que mora, empatando o fluxo do trânsito, e quando o motorista parou, A.B.S, de forma debochada, perguntou se o motorista queria passar. Há relato também de que o C.A.B, certo dia, correu para agredir o professor que estava numa Honda BIS, porque segundo C.A.B, o professor estava seguindo o carro dele, quando na verdade o professor se dirigia à casa do próprio irmão para entregar uma CNH e a Certidão de óbito do próprio pai. O professor vinha de um cartório. Por coincidência, a rua que C.A.B mora é a mesma do irmão do professor.  O interessante é que C.A.B, P.A.F e A.B.S têm o mesmo comportamento e são amigos.

Segundo as testemunhas citadas aqui e que não quiseram se identificar, a família sempre serviu ao povo do bairro emprestando ferramentas, como carro de mão escadas, peneiras, pá, cavador, picareta desde quando chegaram ao bairro no início dos anos 2000. E que não presenciaram o professor desfilar do mostrar armas na cintura para ninguém. É provocado por um pequeno grupo. E alguns membros desse pequeno grupo, quando provocam o professor ao passar, já foi reclamado com frases desse tipo: “Deixe o cara em paz”. “Para de tirar onda com o cara.” Mas segundo esse grupo, o professor “se acha” porque não participa das rodas de conversa deles. E não teria mesmo tempo, trabalha no posto de trabalho e em casa. E ainda olha a família. 

O professor também é aconselhado por pessoas de bem a se mudarem do bairro, para que tenham paz. As pessoas de bem que não quiseram se identificar não sabem o motivo de tanta perseguição. O pai era trabalhador, caseiro, não era nem de discussão,  a mãe é cristã, idosa, boa pessoa e querida na igreja que frequenta (Congregação Cristã no Brasil). E tem um irmão com problemas mentais. 

Em um documento oficial, há um relato afirmando de forma deliberada que o episódio do estacionamento dos caminhões é falso e que o professor quer acobertar outro episódio, envolvendo P.A.F quando proibiu o professor de instalar a câmera na própria residência. São casos diferentes. A única coisa supostamente igual ou parecida, seria a perseguição. O professor não manda na porta dele ou na residência dele. E o empresário C.A.F não tem poder de Justiça, não houve esclarecimentos no caso das câmeras, para que ele afirme que é uma suposta tentativa de ofuscar um desentendimento sobre as câmeras. Quem decide é a Justiça. 


Com relação ao professor, o memo morou na Mangabinha. A família é querida em todo o bairro até hoje. O professor tinha parentes que trabalhavam para um ex-gestor da cidade de Itabuna. Considerado por muitos, o melhor gestor da história política da cidade. Um dos amigos do professor  trabalha num órgão público perto do bairro que o professor mora e mora até os dias de hoje na Mangabinha. E confirma que o professor e a família não deixaram  sequer, um inimigo lá. 

O professor também morou no Sarinha Alcântara por quase vinte anos. É unanimidade. Família de respeito, trabalhadores e ordeiros. Quando chegam lá, os ex-vizinhos pedem para que a família volte para o bairro. Não deixaram também inimigos. O professor é amigo dos amigos de infância até hoje.

O professor também é jornalista, é membro de entidades culturais (onde também só há relatos de bom comportamento), é filantropo, ajuda entidades de caridade, no ramo da saúde, é articulador político e social e transita em todos os bairros da cidade sem restrição, pois conhece várias lideranças políticas de bairros. Alguma coisa não está de acordo com a outra. Por que o professor é implicado por um pequeno grupo do Novo Vila Anália, tendo o mesmo comportamento. É uma suposta perseguição?

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