Goup Entertainment afirma que longa sobre Bolsonaro não recebeu recursos de Vorcaro e nem do Banco Master
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) - Foto: Redes Sociais

Do - Diário do Poder - A produtora GOUP Entertainment afirmou nesta quarta-feira (13) que o filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, não recebeu recursos do banqueiro Daniel Vorcaro nem do Banco Master.
A manifestação ocorreu após reportagem divulgar que o senador Flávio Bolsonaro teria solicitado um repasse de R$ 135 milhões ao empresário para financiar a produção cinematográfica.
Em nota, a produtora declarou que “não consta um único centavo” de Vorcaro entre os investidores do longa e afirmou que o projeto foi estruturado exclusivamente por meio de financiamento privado, sem uso de dinheiro público ou incentivos da Lei Rouanet.
Segundo a GOUP Entertainment, a legislação dos EUA impede a divulgação de investidores protegidos por acordos de confidencialidade, conhecidos como NDAs (Non-Disclosure Agreements), razão pela qual os nomes dos financiadores permanecem sob sigilo. Documentos apontam que pelo menos US$ 10,6 milhões — cerca de R$ 61 milhões — teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025 para financiar o projeto.
A produtora afirmou, porém, que conversas com empresários e possíveis apoiadores não significam efetivação de investimento e repudiou “tentativas de associação indevida” entre o filme e fatos externos sem comprovação. Flávio comentou o caso e classificou o contato com Vorcaro como uma tentativa de buscar patrocínio privado para a produção.
“Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet”, afirmou o senador em nota.
Segundo Flávio, ele conheceu Vorcaro apenas no fim de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia terminado e ainda não existiam acusações públicas envolvendo o banqueiro.
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