Senador justifica ausência ao destacar um compromisso internacional previamente agendado
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| Senador Flávio Bolsonaro. (Foto: Reprodução/Youtube/Canal Flávio Bolsonaro). |
Do Diário do Poder - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou apoio à Caminhada pela Liberdade, mobilização liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Embora não tenha comparecido presencialmente ao ato, o senador afirmou que a iniciativa representa um “ato de coragem e de consciência” em defesa de direitos fundamentais.
Em mensagem divulgada nas redes sociais, Flávio explicou que sua ausência se deveu a um compromisso internacional previamente agendado.
O parlamentar também convocou apoiadores para uma manifestação no domingo (25), em Brasília, data prevista para os participantes da caminhada chegarem na capital federal:
“ACORDA BRASIL! Domingo, 25 de janeiro, manifestação em Brasília. Em breve, mais informações. Vamos lutar por justiça e liberdade”.
A manifestação, que vem ganhando adesão entre parlamentares e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi anunciada como um ato pacífico e dentro da legalidade. O movimento também reúne nomes como os dos deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO), André Fernandes (PL-CE), o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), além de outros aliados políticos.
Segundo o senador, a caminhada tem como objetivo chamar a atenção da população para o que ele classifica como violações de direitos básicos.
“Essa caminhada surge exatamente para despertar o povo brasileiro e lembrar que ninguém pode aceitar calado a violação de direitos fundamentais”, afirmou.
Para Flávio Bolsonaro, o ato não busca confronto, mas sim transmitir uma mensagem de esperança. “Não é um movimento de confronto, mas de esperança. Queremos um país onde os processos sejam justos e onde a liberdade volte a ser respeitada.”
O senador também demonstrou solidariedade aos parlamentares que participaram do evento.
“Meu respeito e meu agradecimento a todos os parlamentares que hoje estão de mãos dadas com Bolsonaro e não se acovardam diante das injustiças”, disse, concluindo a mensagem com uma referência religiosa: “Deus está no comando de tudo!”
Veja abaixo a declaração completa:

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