segunda-feira, 12 de setembro de 2022

COLÉGIO ESTADUAL DE ITABUNA DEIXA DE EXISTIR

Contribuindo para tantas formações de nomes importantes, hoje doutores em várias especialidades, o Colégio Estadual de Itabuna-CEI; não merecia o destino que teve, por parte do governo do estado. Interrompido devido à pandemia e, em seguida, por causa de uma reforma, em sua estrutura que não houve, até o momento. Agora estamos sabendo de que o colégio que tinha um ensino classe A, desde os anos 60, fechou as portas de vez.

Aqui, o professor Edulino, sendo homena
geado, no encontro de 2021.

O descaso do governo que  ganhou repúdio da população de Itabuna, foi alvo, nesta segunda-feira 12, à tarde, do  editorial de abertura do programa:"O Crime não Compensa" do comunicador Paulo Leonardo, Rádio Difusora Sul da Bahia, protestando o fechamento do colégio, do jeito como aconteceu, se tratando de um patrimônio histórico da cidade.


O colégio Estadual de Itabuna, funcionava na Avenida Ilhéus, local hoje da Casa do Educador; que está completamente abandonada,  e que é de responsabilidade do município. Antes no mesmo local, funcionou ,também, o o Colégio Firmino Alves, que a exemplo do CEI, sem explicação.

Com a crescente demanda de alunos, o CEI, no final dos anos 60, foi transferido para o bairro São Caetano, ainda com as obras inacabadas. O  governador era Luís Viana. 

Essas coisas acontecem em  Itabuna e as nossas, autoridades, entidades representativas, de classe, e alguns poucos políticos parecem estar rezados. E, com isso, a nossa memória e história caem na "lata do lixo do esquecimento".

Que saudade dos seus diretores: Fabio Dantas, Son Mateus, Ana Carolina, Eugênio; e professores como:  Manoel Garrido, Antônio Garrido, Shely, Fernandinho, Edulino, Cornélia, Manoel Teixeira, Ricardino Batista, Marivalva, Afrânio, Agnaldo, Arbage, Aécio e muitos outros. Hoje a maioria na eternidade, que deveria ter seus nomes perpetuados, através da Câmara de Vereadores de Itabuna.


Em homenagem ao CEI, muitos ex-alunos, ainda festejam, as boas lembranças daquela instituição de ensino, que foi  modelo da educacão  em Itabuna; O  encontro se resume num grande evento.  acontecendo todos os anos, aproveitando as férias, dentro de um clima de muita alegria e emoção de  reencontros dos ex-colegas, muitos deles de Salvador e outros estados. Que esse evento não morra, como está morrendo o CEI.

Vamos lançar um "grito" a favor do Colégio Estadual de Itabuna, que não pode deixar de existir, assim.

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