(QUANDO SAIRÁ AS CASAS DOS DESABRIGADOS DE ITABUNA?)
O povo de itabuna, a maioria que votou no prefeito que aí estar, gestor, Augusto Castro, aliado do Governador Rui Costa PT, não está nada satisfeito, com a suas ações, mais voltadas para o clientelismo, enquanto muita gente deste município, sentando-se humilhada com muitas prioridades, deixando ä desejar em seus vários setores. Entre eles, um péssimo transporte coletivo; falta da Zona Azul;
Restaurante Popular fechado; Postos Médicos faltando medicamentos, aliados a uma Regulação que faltam vários tipos de exames, ou cotas, para uma simples consulta.
Outra grande queixa recai, sobre os vereadores (aliados) que estão cegos e que não dizem nada para resolver essas questões.
Cadê as casas?
Outra grande questão não resolvida, apesar das promessas de A e B, e sobre as vítimas das últimas enchentes de dezembro de 2021, do Rio Cavhoeira, onde muitos itabunenses, perderam tudo, seus móveis, pertences pessoais e, até mesmo, a sua residencia, levada pelas águas.
Promessa!
Na época, a solidariedade do prefeito foi grande, juntamente, com os governos: Federal e Estadual, não deixaram faltar nada à época.Contudo, prometeram à construção das referidas casas. O que até hoje, passados sete meses e aconteceu! E, essas pessoas, continuam vivendo de favores, a maioria de parentes, ou com um simples auxílio-aluguel, que - segundo apuramos- o dinheiro já está se esgotando. E as casas, que já deveriam ser construidas ainda não se sabe quando. Um total de 1.100 unidades, entregue "ao deus dará!".
Ita Pedro
Festas! Mas a realidade é que após sete meses, dessa "castidade da natureza", o prefeito de Itabuna fez realizar um evento, comemorando os festejos juninos, quando altos volumes do dinheiro público foram gastos, o que daria para construir muitas casas. Só no buffet para o "camarote" do prefeito foram gastos mais de R$620.000,00, além de banheiros químicos, que levou o mesmo valor, totalizando mais de R$1.200.000,00, conforme os demonstrativos publicados no Diário Oficial do Município.
Coitado dos necessitados e os desabrigados que, conforme, "o andar da carruagem", vão morar debaixo das pontes, deste município.
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