sábado, 22 de agosto de 2026

Em parceria com a UESC e a UFSB, a Sylvera lança o Open Carbon Data

Project para impulsiona

 investimentos na Mata

 Atlântica brasileira, com

 apoio da Fundação

 Rockefeller e da Meta.

(texto adaptado de https://www.rockefellerfoundation.org/news/sylvera-launches-open-carbon-data-project-investment-brazilian-atlantic-forest-rockefeller-foundation-and-meta/)

 

Com um financiamento combinado de US$ 900 mil da Fundação Rockefeller e da Meta, a Sylvera, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o World Resources Institute (WRI) e a Symbiosis Coalition, está criando o primeiro conjunto de dados de carbono florestal do mundo, de acesso aberto e com qualidade de referência.

A Sylvera, empresa que é referência mundial em inteligência em carbono, anunciou hoje o Open Carbon Data Project, uma iniciativa inédita para gerar dados de alta resolução e de acesso aberto sobre o carbono florestal em toda a Mata Atlântica brasileira. Apoiado pela Fundação Rockefeller, Meta, World Resources Institute, Symbiosis Coalition e importantes instituições brasileiras de pesquisa, o projeto busca enfrentar uma das principais barreiras ao desenvolvimento do mercado de carbono: ampliar a disponibilidade de dados confiáveis e cientificamente robustos que sustentem processos de medição, relato e verificação (MRV) em larga escala.

Ao possibilitar a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, o conjunto de dados reduzirá as barreiras de participação no mercado de carbono, especialmente para pequenos produtores rurais e projetos liderados por comunidades. Além disso, aumentará a confiança dos investidores, contribuindo para ampliar o financiamento destinado à restauração e à proteção das florestas.

Segundo o CEO da Sylvera, Allister Furey, “Os mercados de carbono não podem crescer sem confiança, e a confiança começa com dados de campo confiáveis. Ao combinar medições em campo com técnicas avançadas de sensoriamento remoto, estamos ajudando a construir a base de dados de biomassa da qual dependem mercados de carbono mais precisos, transparentes e escaláveis.”

“Dados acessíveis e de alta qualidade constituem uma infraestrutura essencial para ampliar o financiamento climático baseado na natureza e garantir que ele gere benefícios reais para as comunidades locais”, afirmou Carli Roth, Diretora de Finanças Inovadoras da Fundação Rockefeller. “Esta iniciativa demonstra como dados abertos e mais precisos podem atrair investimentos, aumentando a confiança de investidores e compradores, ao mesmo tempo em que ajudam atores locais a acelerar o acesso equitativo a recursos financeiros para comunidades historicamente pouco atendidas e que dependem de florestas saudáveis para sua subsistência.”

As soluções climáticas baseadas na natureza vêm atraindo investimentos crescentes e gerando resultados concretos para o clima. A criação de um conjunto de dados aberto, baseado em medições de campo ("ground truth"), em ecossistemas complexos como a Mata Atlântica permitirá o desenvolvimento de sistemas de verificação mais sofisticados, acelerando sua implementação e reduzindo custos, o que favorecerá a expansão do mercado. Os sistemas digitais de medição, relato e verificação (dMRV) oferecem um caminho para tornar a verificação mais escalável e menos onerosa, mas dependem de dados robustos para gerar modelos precisos. Esta iniciativa foi concebida justamente para fornecer essa base.

O conjunto de dados permitirá a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, aprimorando a calibração e a validação de modelos de monitoramento baseados em satélites. Isso reduzirá as barreiras de entrada para participantes do mercado de carbono, especialmente pequenos produtores e projetos comunitários, além de aumentar a confiança de investidores e compradores corporativos nos resultados das verificações, ampliando o fluxo de recursos financeiros para a restauração e conservação das florestas. Estes dados serão disponibilizados ainda este ano sob a licença aberta CC BY 4.0 e hospedados pelo World Resources Institute (WRI), garantindo acesso gratuito para desenvolvedores, registros, formuladores de políticas públicas e pesquisadores de todo o mundo.

Um dos princípios centrais da iniciativa é que o trabalho seja conduzido localmente e orientado por especialistas da própria região. Por meio de parcerias com universidades brasileiras, instituições de pesquisa, organizações locais de implementação, órgãos governamentais e proprietários de terras, o projeto assegura tanto a integridade científica quanto a participação equitativa dos envolvidos, fortalecendo a capacidade regional de produção de dados e a confiança institucional no longo prazo.

As parcerias brasileiras

A Dra. Deborah Faria, professora Plena do Departamento de Ciências Biológicas (DCB) e coordenadora do Laboratório de Ecologia Aplicada à Conservação (Leac) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é a coordenadora oficial do projeto no país, e afirma que “A iniciativa Open Carbon Data Project fortalece o conhecimento global sobre as florestas e o ciclo do carbono. Na Bahia, o projeto permitirá estimativas mais precisas dos estoques de carbono em remanescentes de Mata Atlântica e em sistemas agroflorestais de cacau, gerando benefícios para os produtores rurais. Ao reunir cientistas, comunidades e proprietários de terra, a iniciativa produz conhecimento alinhado às realidades locais e contribui para o desenvolvimento sustentável da região.”

O Dr. Daniel Piotto, professor da Universidade Federal do Sul da Bahia e docente do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Uesc e vice-líder da iniciativa no Brasil acrescenta: “A parceria com a Sylvera permitirá gerar estimativas robustas dos estoques de carbono na região sul da Bahia, além de promover o intercâmbio científico e a capacitação de pesquisadores da região nas metodologias mais avançadas de pesquisa voltadas ao carbono florestal.”

Sobre o Open Carbon Data Project

O Open Carbon Data Project é uma iniciativa que reúne diversos parceiros para criar o primeiro conjunto de dados de carbono florestal de acesso aberto e com qualidade de referência, inicialmente voltado para a Mata Atlântica brasileira. Combinando campanhas de campo com tecnologia avançada de sensores LiDAR em múltiplas escalas e sensoriamento remoto por satélite, o projeto busca melhorar a precisão, a acessibilidade e a credibilidade dos dados sobre carbono florestal. Com isso, pretende reduzir os custos e aumentar a confiança na participação no mercado de carbono por parte de desenvolvedores de projetos, certificadoras, investidores e formuladores de políticas públicas em todo o mundo.

Sobre a Sylvera

A Sylvera é a principal empresa de inteligência em carbono, fornecendo classificações independentes, dados de mercado e análises geoespaciais para incentivar investimentos em ações climáticas de impacto real. Utilizando dados proprietários, aprendizado de máquina e conhecimento técnico de campo, a empresa já avaliou mais de 700 projetos e oferece uma visão abrangente de mais de 27 mil projetos em todo o mundo. Reconhecida por empresas, investidores, desenvolvedores de projetos e formuladores de políticas públicas, a Sylvera conta com o apoio de importantes investidores, incluindo Balderton Capital, Index Ventures, Insight Partners e Salesforce Ventures.


Sobre a Fundação Rockefeller

Ao longo de seus 113 anos de atuação, a Fundação Rockefeller investiu cerca de US$ 30 bilhões para promover o bem-estar da humanidade. Trata-se de uma organização filantrópica pioneira, construída sobre parcerias inovadoras e soluções capazes de gerar resultados mensuráveis para pessoas nos Estados Unidos e em todo o mundo. A Fundação utiliza avanços científicos, inteligência artificial e novas tecnologias para realizar investimentos estratégicos nas áreas de energia, alimentação, saúde e finanças.

Para mais informações, assine a newsletter da Fundação em www.rockefellerfoundation.org/subscribe e acompanhe suas redes sociais no X (@RockefellerFdn), Instagram (@rockefellerfdn), YouTube (@RockefellerFdn) e LinkedIn (@the-rockefeller-foundation).

 

Project para impulsionar investimentos na Mata Atlântica brasileira, com apoio da Fundação Rockefeller e da Meta.

(texto adaptado de https://www.rockefellerfoundation.org/news/sylvera-launches-open-carbon-data-project-investment-brazilian-atlantic-forest-rockefeller-foundation-and-meta/)

 

Com um financiamento combinado de US$ 900 mil da Fundação Rockefeller e da Meta, a Sylvera, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o World Resources Institute (WRI) e a Symbiosis Coalition, está criando o primeiro conjunto de dados de carbono florestal do mundo, de acesso aberto e com qualidade de referência.

A Sylvera, empresa que é referência mundial em inteligência em carbono, anunciou hoje o Open Carbon Data Project, uma iniciativa inédita para gerar dados de alta resolução e de acesso aberto sobre o carbono florestal em toda a Mata Atlântica brasileira. Apoiado pela Fundação Rockefeller, Meta, World Resources Institute, Symbiosis Coalition e importantes instituições brasileiras de pesquisa, o projeto busca enfrentar uma das principais barreiras ao desenvolvimento do mercado de carbono: ampliar a disponibilidade de dados confiáveis e cientificamente robustos que sustentem processos de medição, relato e verificação (MRV) em larga escala.

Ao possibilitar a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, o conjunto de dados reduzirá as barreiras de participação no mercado de carbono, especialmente para pequenos produtores rurais e projetos liderados por comunidades. Além disso, aumentará a confiança dos investidores, contribuindo para ampliar o financiamento destinado à restauração e à proteção das florestas.

Segundo o CEO da Sylvera, Allister Furey, “Os mercados de carbono não podem crescer sem confiança, e a confiança começa com dados de campo confiáveis. Ao combinar medições em campo com técnicas avançadas de sensoriamento remoto, estamos ajudando a construir a base de dados de biomassa da qual dependem mercados de carbono mais precisos, transparentes e escaláveis.”

“Dados acessíveis e de alta qualidade constituem uma infraestrutura essencial para ampliar o financiamento climático baseado na natureza e garantir que ele gere benefícios reais para as comunidades locais”, afirmou Carli Roth, Diretora de Finanças Inovadoras da Fundação Rockefeller. “Esta iniciativa demonstra como dados abertos e mais precisos podem atrair investimentos, aumentando a confiança de investidores e compradores, ao mesmo tempo em que ajudam atores locais a acelerar o acesso equitativo a recursos financeiros para comunidades historicamente pouco atendidas e que dependem de florestas saudáveis para sua subsistência.”

As soluções climáticas baseadas na natureza vêm atraindo investimentos crescentes e gerando resultados concretos para o clima. A criação de um conjunto de dados aberto, baseado em medições de campo ("ground truth"), em ecossistemas complexos como a Mata Atlântica permitirá o desenvolvimento de sistemas de verificação mais sofisticados, acelerando sua implementação e reduzindo custos, o que favorecerá a expansão do mercado. Os sistemas digitais de medição, relato e verificação (dMRV) oferecem um caminho para tornar a verificação mais escalável e menos onerosa, mas dependem de dados robustos para gerar modelos precisos. Esta iniciativa foi concebida justamente para fornecer essa base.

O conjunto de dados permitirá a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, aprimorando a calibração e a validação de modelos de monitoramento baseados em satélites. Isso reduzirá as barreiras de entrada para participantes do mercado de carbono, especialmente pequenos produtores e projetos comunitários, além de aumentar a confiança de investidores e compradores corporativos nos resultados das verificações, ampliando o fluxo de recursos financeiros para a restauração e conservação das florestas. Estes dados serão disponibilizados ainda este ano sob a licença aberta CC BY 4.0 e hospedados pelo World Resources Institute (WRI), garantindo acesso gratuito para desenvolvedores, registros, formuladores de políticas públicas e pesquisadores de todo o mundo.

Um dos princípios centrais da iniciativa é que o trabalho seja conduzido localmente e orientado por especialistas da própria região. Por meio de parcerias com universidades brasileiras, instituições de pesquisa, organizações locais de implementação, órgãos governamentais e proprietários de terras, o projeto assegura tanto a integridade científica quanto a participação equitativa dos envolvidos, fortalecendo a capacidade regional de produção de dados e a confiança institucional no longo prazo.

As parcerias brasileiras

A Dra. Deborah Faria, professora Plena do Departamento de Ciências Biológicas (DCB) e coordenadora do Laboratório de Ecologia Aplicada à Conservação (Leac) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é a coordenadora oficial do projeto no país, e afirma que “A iniciativa Open Carbon Data Project fortalece o conhecimento global sobre as florestas e o ciclo do carbono. Na Bahia, o projeto permitirá estimativas mais precisas dos estoques de carbono em remanescentes de Mata Atlântica e em sistemas agroflorestais de cacau, gerando benefícios para os produtores rurais. Ao reunir cientistas, comunidades e proprietários de terra, a iniciativa produz conhecimento alinhado às realidades locais e contribui para o desenvolvimento sustentável da região.”

O Dr. Daniel Piotto, professor da Universidade Federal do Sul da Bahia e docente do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Uesc e vice-líder da iniciativa no Brasil acrescenta: “A parceria com a Sylvera permitirá gerar estimativas robustas dos estoques de carbono na região sul da Bahia, além de promover o intercâmbio científico e a capacitação de pesquisadores da região nas metodologias mais avançadas de pesquisa voltadas ao carbono florestal.”

Sobre o Open Carbon Data Project

O Open Carbon Data Project é uma iniciativa que reúne diversos parceiros para criar o primeiro conjunto de dados de carbono florestal de acesso aberto e com qualidade de referência, inicialmente voltado para a Mata Atlântica brasileira. Combinando campanhas de campo com tecnologia avançada de sensores LiDAR em múltiplas escalas e sensoriamento remoto por satélite, o projeto busca melhorar a precisão, a acessibilidade e a credibilidade dos dados sobre carbono florestal. Com isso, pretende reduzir os custos e aumentar a confiança na participação no mercado de carbono por parte de desenvolvedores de projetos, certificadoras, investidores e formuladores de políticas públicas em todo o mundo.

Sobre a Sylvera

A Sylvera é a principal empresa de inteligência em carbono, fornecendo classificações independentes, dados de mercado e análises geoespaciais para incentivar investimentos em ações climáticas de impacto real. Utilizando dados proprietários, aprendizado de máquina e conhecimento técnico de campo, a empresa já avaliou mais de 700 projetos e oferece uma visão abrangente de mais de 27 mil projetos em todo o mundo. Reconhecida por empresas, investidores, desenvolvedores de projetos e formuladores de políticas públicas, a Sylvera conta com o apoio de importantes investidores, incluindo Balderton Capital, Index Ventures, Insight Partners e Salesforce Ventures.

Sobre a Fundação Rockefeller

Ao longo de seus 113 anos de atuação, a Fundação Rockefeller investiu cerca de US$ 30 bilhões para promover o bem-estar da humanidade. Trata-se de uma organização filantrópica pioneira, construída sobre parcerias inovadoras e soluções capazes de gerar resultados mensuráveis para pessoas nos Estados Unidos e em todo o mundo. A Fundação utiliza avanços científicos, inteligência artificial e novas tecnologias para realizar investimentos estratégicos nas áreas de energia, alimentação, saúde e finanças.

Para mais informações, assine a newsletter da Fundação em www.rockefellerfoundation.org/subscribe e acompanhe suas redes sociais no X (@RockefellerFdn), Instagram (@rockefellerfdn), YouTube (@RockefellerFdn) e LinkedIn (@the-rockefeller-foundation).

 Em parceria com a UESC e a UFSB, a Sylvera lança o Open Carbon Data

Project para impulsionar investimentos na Mata Atlântica brasileira, com apoio da Fundação Rockefeller e da Meta.

(texto adaptado de https://www.rockefellerfoundation.org/news/sylvera-launches-open-carbon-data-project-investment-brazilian-atlantic-forest-rockefeller-foundation-and-meta/)

Com um financiamento combinado de US$ 900 mil da Fundação Rockefeller e da Meta, a Sylvera, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o World Resources Institute (WRI) e a Symbiosis Coalition, está criando o primeiro conjunto de dados de carbono florestal do mundo, de acesso aberto e com qualidade de referência.

A Sylvera, empresa que é referência mundial em inteligência em carbono, anunciou hoje o Open Carbon Data Project, uma iniciativa inédita para gerar dados de alta resolução e de acesso aberto sobre o carbono florestal em toda a Mata Atlântica brasileira. Apoiado pela Fundação Rockefeller, Meta, World Resources Institute, Symbiosis Coalition e importantes instituições brasileiras de pesquisa, o projeto busca enfrentar uma das principais barreiras ao desenvolvimento do mercado de carbono: ampliar a disponibilidade de dados confiáveis e cientificamente robustos que sustentem processos de medição, relato e verificação (MRV) em larga escala.

Ao possibilitar a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, o conjunto de dados reduzirá as barreiras de participação no mercado de carbono, especialmente para pequenos produtores rurais e projetos liderados por comunidades. Além disso, aumentará a confiança dos investidores, contribuindo para ampliar o financiamento destinado à restauração e à proteção das florestas.

Segundo o CEO da Sylvera, Allister Furey, “Os mercados de carbono não podem crescer sem confiança, e a confiança começa com dados de campo confiáveis. Ao combinar medições em campo com técnicas avançadas de sensoriamento remoto, estamos ajudando a construir a base de dados de biomassa da qual dependem mercados de carbono mais precisos, transparentes e escaláveis.”

“Dados acessíveis e de alta qualidade constituem uma infraestrutura essencial para ampliar o financiamento climático baseado na natureza e garantir que ele gere benefícios reais para as comunidades locais”, afirmou Carli Roth, Diretora de Finanças Inovadoras da Fundação Rockefeller. “Esta iniciativa demonstra como dados abertos e mais precisos podem atrair investimentos, aumentando a confiança de investidores e compradores, ao mesmo tempo em que ajudam atores locais a acelerar o acesso equitativo a recursos financeiros para comunidades historicamente pouco atendidas e que dependem de florestas saudáveis para sua subsistência.”

As soluções climáticas baseadas na natureza vêm atraindo investimentos crescentes e gerando resultados concretos para o clima. A criação de um conjunto de dados aberto, baseado em medições de campo ("ground truth"), em ecossistemas complexos como a Mata Atlântica permitirá o desenvolvimento de sistemas de verificação mais sofisticados, acelerando sua implementação e reduzindo custos, o que favorecerá a expansão do mercado. Os sistemas digitais de medição, relato e verificação (dMRV) oferecem um caminho para tornar a verificação mais escalável e menos onerosa, mas dependem de dados robustos para gerar modelos precisos. Esta iniciativa foi concebida justamente para fornecer essa base.

O conjunto de dados permitirá a medição e a verificação precisas dos estoques de carbono florestal, aprimorando a calibração e a validação de modelos de monitoramento baseados em satélites. Isso reduzirá as barreiras de entrada para participantes do mercado de carbono, especialmente pequenos produtores e projetos comunitários, além de aumentar a confiança de investidores e compradores corporativos nos resultados das verificações, ampliando o fluxo de recursos financeiros para a restauração e conservação das florestas. Estes dados serão disponibilizados ainda este ano sob a licença aberta CC BY 4.0 e hospedados pelo World Resources Institute (WRI), garantindo acesso gratuito para desenvolvedores, registros, formuladores de políticas públicas e pesquisadores de todo o mundo.

Um dos princípios centrais da iniciativa é que o trabalho seja conduzido localmente e orientado por especialistas da própria região. Por meio de parcerias com universidades brasileiras, instituições de pesquisa, organizações locais de implementação, órgãos governamentais e proprietários de terras, o projeto assegura tanto a integridade científica quanto a participação equitativa dos envolvidos, fortalecendo a capacidade regional de produção de dados e a confiança institucional no longo prazo.

As parcerias brasileiras

A Dra. Deborah Faria, professora Plena do Departamento de Ciências Biológicas (DCB) e coordenadora do Laboratório de Ecologia Aplicada à Conservação (Leac) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) é a coordenadora oficial do projeto no país, e afirma que “A iniciativa Open Carbon Data Project fortalece o conhecimento global sobre as florestas e o ciclo do carbono. Na Bahia, o projeto permitirá estimativas mais precisas dos estoques de carbono em remanescentes de Mata Atlântica e em sistemas agroflorestais de cacau, gerando benefícios para os produtores rurais. Ao reunir cientistas, comunidades e proprietários de terra, a iniciativa produz conhecimento alinhado às realidades locais e contribui para o desenvolvimento sustentável da região.”

O Dr. Daniel Piotto, professor da Universidade Federal do Sul da Bahia e docente do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Uesc e vice-líder da iniciativa no Brasil acrescenta: “A parceria com a Sylvera permitirá gerar estimativas robustas dos estoques de carbono na região sul da Bahia, além de promover o intercâmbio científico e a capacitação de pesquisadores da região nas metodologias mais avançadas de pesquisa voltadas ao carbono florestal.”

Sobre o Open Carbon Data Project

O Open Carbon Data Project é uma iniciativa que reúne diversos parceiros para criar o primeiro conjunto de dados de carbono florestal de acesso aberto e com qualidade de referência, inicialmente voltado para a Mata Atlântica brasileira. Combinando campanhas de campo com tecnologia avançada de sensores LiDAR em múltiplas escalas e sensoriamento remoto por satélite, o projeto busca melhorar a precisão, a acessibilidade e a credibilidade dos dados sobre carbono florestal. Com isso, pretende reduzir os custos e aumentar a confiança na participação no mercado de carbono por parte de desenvolvedores de projetos, certificadoras, investidores e formuladores de políticas públicas em todo o mundo.

Sobre a Sylvera

A Sylvera é a principal empresa de inteligência em carbono, fornecendo classificações independentes, dados de mercado e análises geoespaciais para incentivar investimentos em ações climáticas de impacto real. Utilizando dados proprietários, aprendizado de máquina e conhecimento técnico de campo, a empresa já avaliou mais de 700 projetos e oferece uma visão abrangente de mais de 27 mil projetos em todo o mundo. Reconhecida por empresas, investidores, desenvolvedores de projetos e formuladores de políticas públicas, a Sylvera conta com o apoio de importantes investidores, incluindo Balderton Capital, Index Ventures, Insight Partners e Salesforce Ventures.

Sobre a Fundação Rockefeller

Ao longo de seus 113 anos de atuação, a Fundação Rockefeller investiu cerca de US$ 30 bilhões para promover o bem-estar da humanidade. Trata-se de uma organização filantrópica pioneira, construída sobre parcerias inovadoras e soluções capazes de gerar resultados mensuráveis para pessoas nos Estados Unidos e em todo o mundo. A Fundação utiliza avanços científicos, inteligência artificial e novas tecnologias para realizar investimentos estratégicos nas áreas de energia, alimentação, saúde e finanças.

Para mais informações, assine a newsletter da Fundação em www.rockefellerfoundation.org/subscribe e acompanhe suas redes sociais no X (@RockefellerFdn), Instagram (@rockefellerfdn), YouTube (@RockefellerFdn) e LinkedIn (@the-rockefeller-foundation). Ascom.

Confira mais notícias

ITABUNA E UNA COMPARTILHAM TÉCNICA DO FINAL DE LIXÀO

ITABUNA EM FOCO: Prefeitura de Itabuna compartilha inclusão de catadores e experiências do processo do fim do lixão com uma comitiva da Prefeitura de Una


A Prefeitura de Itabuna, através das secretarias de Infraestrutura (SIURB) e de Relações Institucionais, por seus titulares Sônia Fontes Rosilvaldo Pinheiro, respectivamente, recebeu representantes do Governo Municipal da Una, na quinta-feira, dia 20, para compartilhar a inclusão de catadores e experiências do processo do fim do lixão com uma comitiva da Prefeitura de Una.


Liderados pelo secretário de Governo, José Nildo, e a engenheira civil Marciele Gusmão, os representantes da secretária de Agricultura e Meio Ambiente, Ronaldo dos Reis Santos e Matheus Calimã, de Administração e Planejamento Geovane Santos Nascimento dialogaram sobre os avanços itabunenses, inclusive com a participação do representante da CVR Costa do Cacau, Maurício Sena.  

O encontro foi dividido em duas etapas. Na primeira, o grupo realizou uma visita guiada pelo Secretário de Relações Institucionais ao galpão da Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (AACRI), no Bairro Lomanto, onde a comitiva conheceu a estrutura física do local, incluindo a linha de triagem onde a seleção do material reciclável é executada pelos os associados à instituição.


 No segundo momento, o grupo se reuniu com os titulares da SIURB e da Secretaria de Relações Institucionais para debater os caminhos burocráticos e quais as medidas a Prefeitura de Itabuna percorreu para a execução do encerramento definitivo do antigo lixão e a implantação da Associação, referência nacional em sustentabilidade, e o apoio institucional na promoção social e educacional das famílias.


No encontro, foi ressaltada a importância da vontade política do prefeito Augusto Castro (PSD) em cumprir a missão de fechar o lixão que por durante mais de 50 anos foi a maior vergonha para a cidade e se constituiu numa chaga aberta a contaminar o meio ambiente, o ar e os recursos naturais. Com seu encerramento, a Prefeitura deu dignidade e cidadania para dezenas de famílias que viviam em condições subumanas.


Outro ponto considerado indispensável pelos secretários Sônia Fontes e Rosilvaldo Pinheiro foi as parcerias com Governo do Estado, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE) e órgãos de regulação e controle como a Defensoria Pública do Estado d a Bahia (DPE-BA), Ministério Público do Trabalho (MPT), empresas privadas como Grupo O Boticário, Biosanear e CVR Costa do Cacau. Secom.

Mais informações: Itabuna.ba.gov.br

Mar exige atenção no inverno; veja cuidados e previsão para o fim de semana

Do jornal da midia - Aaproveitar as praias de Salvador deve manter a atenção antes de entrar no mar. Durante o inverno, ventos, ondas mais fortes e correntes de retorno podem aumentar os riscos de afogamento, sobretudo na orla atlântica.

Em Salvador, a Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar) chama atenção especialmente para o trecho entre o Farol de Itapuã e Ipitanga. Praias como Stella Maris e Flamengo apresentam características que exigem maior cuidado dos banhistas.

“Neste período, esses trechos apresentam características de mar aberto, ondas mais fortes, valas e correntes de retorno. Historicamente, a Praia do Flamengo aparece entre os pontos com maior número de afogamentos”, afirmou o coordenador da Salvamar, Kailani Dantas.

Segundo ele, a combinação de mar aberto, ondas, vento, swell e correntes de retorno pode deixar esses locais mais perigosos. “Em períodos de frente fria, essas condições podem se intensificar bastante. Recentemente, a Salvamar registrou aumento das ocorrências justamente em um cenário de mar mais agitado”, acrescentou Kailani.

Apesar do alerta para os cuidados típicos do inverno, atualmente não há aviso para condições adversas no mar. “Até o momento, não há alerta para as condições oceânicas. As condições do mar estão favoráveis aos banhistas e à navegação”, explicou o oceanógrafo Gabriel Pugliese, da Defesa Civil de Salvador (Codesal).

Ainda assim, a orientação é observar o comportamento do mar antes de entrar na água. “É muito importante se atentar a evitar entrar no mar em caso de ondas fortes ou muita espuma, que podem indicar correntes de retorno. Se possível, ficar apenas em praias que tenham a presença de salva-vidas e ter atenção com as bandeiras de sinalização da Salvamar”, orientou Gabriel Pugliese.

Entre as principais recomendações da Salvamar estão procurar orientação sobre os locais mais seguros, manter crianças sempre próximas e sob supervisão e evitar o banho após o consumo de bebidas alcoólicas. Boias e outros objetos flutuantes também exigem cuidado, já que podem ser levados pela correnteza.

Em caso de corrente de retorno, a recomendação é não nadar contra a força da água. O banhista deve tentar se deslocar paralelamente à praia até conseguir sair da corrente. A Salvamar também reforça entre os frequentadores das praias a orientação de que “água no umbigo é sinal de perigo”.

Previsão

A previsão da Codesal aponta tempo predominantemente firme em Salvador neste fim de semana, sob influência de uma massa de ar quente e seca. Ainda podem ocorrer pancadas fracas e rápidas de chuva, principalmente pela manhã.

Neste sábado (22), a chance de chuva é de 10%, com temperaturas entre 20°C e 30°C e ventos de até 28 km/h. Para domingo (23), a possibilidade de chuva também é de 10%, com temperaturas entre 21°C e 29°C e ventos que podem chegar a 30 km/h.

Em caso de emergência no trecho entre o Jardim de Alah e Ipitanga, a Salvamar pode ser acionada pelo telefone (71) 3202-4970. Nas demais praias, o contato deve ser feito com o Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros pelo 193.

Do expressaounica:

Ilhéus:

As prais de Ilhéus, também, requer muita atenção dos praianos. 


sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Lulinha foi ‘destinatário de pagamentos’ em contrato milionário no governo Lula, diz PF

Investigação de trafico de influência do filho de Lula na Dataprev aponta que ele recebia dinheiro de dono de empresa de tecnologia, que pagou R$ 2,5 milhões a lobista.

Roberta Luchsinger com p ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias: 17 "reuniões" fora da agenda - Foto: assessoria.

Do - Diario do Poder - Ao investigar suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a Polícia Federal encontrou diálogos apontando o filho de Lula (PT) como destinatário de pagamentos e benefícios bancados por um empresário que buscava contratos na Dataprev e mantinha negócios milionários no Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), chefiado pelo ministro Wellington Dias (PT), que recebeu a lobista Roberta Luchsinger por 17 vezes fora da agenda.

As informações se originam da quebra de sigilo de Roberta Luchsinger. Ela teria sido contratada pelo empresário Cléber Ribas de Oliveira, do setor de tecnologia, para intermediar interesses junto a órgãos públicos. Nas conversas, Roberta pede recursos a Cléber e menciona que parte serviria para cobrir “despesas de Lulinha”.

A PF relata que Lulinha participou diretamente da intermediação dos negócios de Cléber, esteve em reuniões com agentes públicos em defesa dos interesses do empresário e solicitou a emissão de notas fiscais para o recebimento de valores. Em relatório, citado em reportagem de Aguirre Talento e Gustavo Côrtes, do Estadão, a corporação afirma que ele aparece associado a reuniões empresariais, é citado como beneficiário de pagamentos e, em ao menos uma ocasião, intervém na emissão de nota fiscal destinada a Cléber.

Esses elementos, segundo a PF, indicam participação efetiva e justificam o aprofundamento das apurações.A PF abriu inquérito específico sobre a intermediação junto à Dataprev. Há ainda investigações sobre a atuação de Roberta e Lulinha no Ministério da Saúde e em outras áreas do governo.

Os indícios relacionados à Dataprev são considerados mais robustos, pois resultaram em contratos concretos com o governo federal e estaduais, além de pagamentos milionários à lobista. Cléber Ribas pagou ao menos R$2,5 milhões a Roberta entre março de 2024 e dezembro de 2025. Em troca, ela agendou reuniões na Dataprev e com outros agentes públicos. Em junho de 2023, Roberta enviou a Cléber uma lista de ações em andamento, citando Geap, portos e aeroportos, Correios, Dataprev e MDS, e mencionando envolvimento do “palácio”.

A empresa de Roberta, 3Structure, fechou contratos de R$14,4 milhões e R$19,2 milhões com o MDS em dezembro de 2023 e abril de 2024. Nas mensagens, a lobista cobra pagamentos de notas fiscais citando Lulinha. Em setembro de 2023, ela escreveu: “E me avisa lá tb do pagamento do Fábio q ele me perguntou pq ele vai viajar”. Em outra ocasião, pediu aviso sobre pagamento porque “ele perguntou aqui” — a PF considera mais provável que “ele” se refira a Lulinha

Em mensagem divulgada antes, o próprio Lulinha pediu a Roberta: “Emite a NF pro Cleber”. Em agosto de 2025, Roberta questionou Cléber sobre pagamento de alguém chamado Freitas, dizendo que os valores serviriam para comprar passagens aéreas para Lulinha: “Tem que pagar essa bosta dessas passagens pro Fabio, aí vai pagar com o dinheiro do Freitas”.

A PF interpreta que Lulinha usava a empresa da lobista para custear despesas. Diálogos mostram ainda que ele reconheceu que Roberta “cuidava” de suas finanças. Em maio de 2024, ao discutir uma viagem à África com familiares, Lulinha perguntou: “A gente tem grana pra bancar essas coisas? Vc q cuida das minhas finanças”. Em janeiro de 2024, sobre uma viagem a Genebra estimada em valor elevado, ele disse não ter “dim dim nem origem” para o gasto e que qualquer problema não teria explicação.

A PF identificou que Roberta recebeu ao menos R$4 milhões de empresários com interesses no governo. As conversas foram transcritas em relatórios para abertura de inquérito contra Lulinha, Roberta e outros investigados. As defesas ainda não se manifestaram.

Jovens de Ilhéus participam de palestra e oficina sobre o primeiro emprego

ILHÉUS EM NOTÍCIAS - Jovens de Ilhéus participam de palestra e oficina sobre o primeiro emprego

Atividade orientou participantes sobre mercado de trabalho, currículo e preparação profissional

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza, realizou nesta quinta-feira, 20 de agosto, uma palestra e oficina voltada aos jovens do município, com o tema “Primeiro Emprego”.

A atividade aconteceu na Aldeia Itapuã, em parceria com a equipe do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), e teve como objetivo orientar os jovens sobre os primeiros passos para ingressar no mercado de trabalho.

Durante o encontro, foram abordados temas importantes para a preparação profissional, como oportunidades de inserção no mercado, postura profissional, elaboração de currículo e os desafios enfrentados por quem está buscando a primeira experiência.

A iniciativa busca ampliar o acesso dos jovens a informações e ferramentas que podem contribuir para a construção de suas trajetórias profissionais, além de aproximá-los das oportunidades de inserção no mercado de trabalho.

Ilhéus leva cuidados com a visão para estudantes da rede municipal

Iniciativa contribui para melhores condições de aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Educação, em parceria com a ONG Visão Família, realiza serviços gratuitos de saúde visual por meio do programa social “Visão Família – Cuidar da visão é transformar vidas”. A ação foi realizada nesta quinta-feira (20), no Colégio IME, no Centro, e terá continuidade nesta sexta-feira (21), das 9h às 14h, na Escola Municipal Renato Rotary da Silva Leite, na Travessa da Vila Militar, nº 30, na Barra de Itaípe.

Para crianças de 7 a 12 anos, são oferecidos exame de vista e óculos completos, sem custo. Adolescentes de 13 a 15 anos, adultos e idosos podem fazer o exame e receber armações oferecidas pelo programa. A entrega será realizada enquanto houver unidades disponíveis.

Além da identificação de possíveis alterações na visão, a iniciativa contribui para que os estudantes tenham melhores condições visuais para acompanhar as atividades escolares e favorece o processo de aprendizagem.

A ação reforça o trabalho da Prefeitura na oferta de serviços que contribuem para a saúde e a qualidade de vida da população, com iniciativas que consideram as necessidades dos estudantes e os impactos da saúde visual no desenvolvimento escolar.

Corrida Nosso Filho Amado movimenta Ilhéus e integra programação do Agosto de Jorge

Percurso de 5 km passa por referências ligadas à história e à obra de Jorge Amado

lhéus recebe neste domingo (23) a Corrida Nosso Filho Amado, promovida pela Prefeitura de Ilhéus, realizada pela IDE Esportes e integrada à programação do Festival Cultural Agosto de Jorge. Com percurso de 5 quilômetros, a prova une esporte, saúde, literatura e cultura, em uma experiência inspirada na história e no legado de Jorge Amado.

Os atletas irão percorrer cenários ligados à trajetória e à obra do escritor, aproximando moradores e visitantes de referências culturais que fazem parte da identidade de Ilhéus.

A realização conta com apoio das secretarias municipais da Juventude, Esportes e Lazer (SECESPORTE), de Cultura (SECULT) e de Turismo (SETUR). A proposta também está inserida na estratégia de ampliar o calendário de eventos do município e estimular o turismo esportivo como uma alternativa para atrair visitantes em diferentes períodos do ano.

Desde maio, a SETUR vem articulando parcerias para ampliar a divulgação de Ilhéus como destino turístico. Entre as ações está parcerias com empresas aéreas e ligadas ao setor receptivo, que passaram a apresentar a Corrida Nosso Filho Amado como uma experiência turística, ampliando a divulgação da prova e do destino em âmbito nacional.

A expectativa é que eventos esportivos associados à cultura contribuam para movimentar diferentes setores da economia local, como hotelaria, bares, restaurantes, comércio e serviços, além de diversificar os atrativos oferecidos aos visitantes.

A Corrida Nosso Filho Amado também integra uma tendência de crescimento do turismo esportivo, segmento que combina atividades esportivas com experiências de lazer, cultura e turismo. Em Ilhéus, a proposta é associar esse público ao patrimônio cultural e às referências presentes na obra de Jorge Amado.

Vistoria técnica descarta problema elétrico em letreiro da Praça Lomanto Júnior

Inspeção foi realizada pela Seinfra após vídeo circular nas redes sociais com relato de suposto choque

Uma verificação técnica realizada na tarde desta quinta-feira (20) pela Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil (Seinfra) descartou a existência de problemas elétricos no letreiro “Ilhéus”, instalado na Praça Lomanto Júnior, no Pontal. A vistoria foi feita após a circulação de um vídeo nas redes sociais que relatava que uma pessoa teria levado um choque ao tocar na estrutura.

Durante a inspeção, o eletricista responsável verificou a instalação elétrica e constatou que não havia nenhum tipo de problema. Segundo a equipe de Iluminação da Prefeitura, os fios estão devidamente isolados e o sistema de aterramento está funcionando corretamente.

A avaliação confirmou que a estrutura está em condições adequadas de segurança e não foi necessária qualquer intervenção no local. Sucom.

PRIMEIRO GRANDE PASSEIO RURAL DE ITAPÉ

Comunicador Geraldão 
Atualizado em 22.08 às 9h40. - O Evento acontece no dia 13 de setembro e terá percurso de sete quilômetros, com muita música, confraternização e gastronomia

A cidade de Itapé se prepara para receber, pela primeira vez, o Grande Passeio Rural de Itapé, que será realizado no dia 13 de setembro, sob a coordenação do comunicador Geraldo Ribeiro, o Geraldão “Garganta de Ouro”.

A querida Itapé 

Segundo o coordenador, o evento promete reunir moradores de Itapé, Itabuna e de diversas cidades da região do cacau, em um dia dedicado à diversão, à confraternização e ao fortalecimento das amizades.

O ponto de partida será a Ponte Nova de Itapé, de onde os participantes seguirão até a localidade de Palmeira, na Fazenda de Naeliton Rosa Pinto, em um percurso de aproximadamente sete quilômetros.

Para participar, o passaporte será a camisa oficial do evento, no valor de R$ 50,00, que dará direito ao almoço. A bebida e, outros, fica por conta do psrticipante. 

“Pela primeira vez, na cidade vai acontecer esse tipo de passeio rural, que veio somar aos nossos outros eventos de cavalgadas, como a Cavalgada Cultural Os Amigos de Geraldo Ribeiro. Estamos trazendo diversão para o nosso povo e também para toda a região do cacau”, destaca Geraldo Ribeiro.

A programação contará ainda com a animação de excelentes bandas da terra, garantindo música e descontração durante o encontro.

Os interessados em adquirir a camisa e participar do Primeiro Grande Passeio Rural de Itapé podem entrar em contato pelo telefone/WhatsApp:

📱 (73) 98866-3850

A expectativa dos organizadores é que o evento seja marcado por alegria, confraternização, música, gastronomia e grandes amizades, celebrando a vida no campo e a cultura rural da região.

Itapé, a cerca de 17 quilômetros de Itabuna, será palco de mais um grande encontro que promete entrar para o calendário de eventos rurais da região.

Proprietários de animais que provocam acidentes nas rodovias são convocados em Itabuna

ITABUNA EM FOCO: Prefeitura de Itabuna publica Edital de apreensão de Animais nº 001/2026 e convoca proprietários

A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SEAGRIMA), publicou o Edital de Apreensão de Animais nº 001/2026 com a convocação de proprietários ou responsáveis para reclamação e restituição. A medida se fundamenta em normas do Código de Posturas do Município, com a redação dada pela Lei Municipal nº 2.721/2025, regulamentados pelo Decreto Municipal nº 17.967, de 27 de julho de 2026.

Os animais foram encontrados em vias e logradouros públicos do Município sem proprietário ou responsável identificado, tendo sido apreendidos na Operação Pista Segura. A publicação do Edital é necessária para que os interessados, no prazo legal, compareçam a fim de comprovar a propriedade ou posse legítima e requerer a restituição na SEAGRIMA no Centro Administrativo Firmino Alves, na Avenida Princesa Isabel, nº 678, no Bairro São Caetano.

Os Autos de Ocorrência, local de apreensão e as características dos animais estão descritas no Edital que estabelece prazo de 10 dias para reclamação a partir da publicação. Também fixa as condições para restituição: comprovação da propriedade ou da posse legítima; preenchimento e assinatura do termo de responsabilidade; pagamento da taxa de liberação, no valor de UFM para animais de grande porte e pagamento da multa do mesmo valor de UFM; e ressarcimento das despesas com apreensão, transporte, depósito, guarda, permanência, alimentação, cuidados de rotina diária, honorários veterinários e medicamentos. Atualmente, a Unidade Fiscal Municipal (UFM) está fixada em R$ 170,21. Secom.

Mais informações: Itabuna.ba.hov.br

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Médicos dão palestra sobre doenças hepáticas na UBS Avenida Esperança

ILHÉUS EM NOTÍCIAS - Especialistas reforçaram a importância de identificar alterações antes do surgimento de sintomas A Prefeitura de Ilhéus...