A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna está participando, em Brasília, do 34º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, promovido pela Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB). O encontro reúne gestores, lideranças do setor e representantes do poder público de diferentes regiões do país para discutir os caminhos e desafios da saúde filantrópica brasileira.
Representam a instituição o provedor Francisco Valdece Ferreira de Sousa; o 1º tesoureiro André Wermann; o diretor administrativo-financeiro Amilton Fiaes; e a gestora do SUS Celine Ferraz. A presença da Santa Casa reforça a busca permanente por conhecimento, articulação institucional e alternativas capazes de garantir sustentabilidade financeira e qualidade na assistência.
A abertura oficial do Congresso, realizada nesta terça-feira (18), reuniu autoridades como o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o presidente da CMB, Flaviano Feu Ventorim; o deputado federal Antonio Brito, presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas; o representante da OPAS/OMS no Brasil, Cristian Morales Fuhrimann; e o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Antônio Vieira Fernandes.
Os debates colocam no centro da agenda temas fundamentais para o futuro das instituições filantrópicas, especialmente a necessidade de modelos sustentáveis de financiamento, modernização da gestão e valorização de uma rede que exerce papel estratégico na assistência prestada pelo Sistema Único de Saúde.
A abertura oficial do Congresso, realizada nesta terça-feira (18), reuniu autoridades como o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o presidente da CMB, Flaviano Feu Ventorim; o deputado federal Antonio Brito, presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas; o representante da OPAS/OMS no Brasil, Cristian Morales Fuhrimann; e o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Antônio Vieira Fernandes.
Os debates colocam no centro da agenda temas fundamentais para o futuro das instituições filantrópicas, especialmente a necessidade de modelos sustentáveis de financiamento, modernização da gestão e valorização de uma rede que exerce papel estratégico na assistência prestada pelo Sistema Único de Saúde.
Reestruturação financeira
A participação no Congresso ocorre em um momento importante para a Santa Casa de Itabuna. A instituição esteve entre as entidades que avançaram na contratação da linha CAIXA Hospitais/FGTS-Saúde, destinada à reestruturação financeira de Santas Casas e hospitais filantrópicos conveniados ao SUS.
A operação possibilita substituir dívidas mais onerosas por crédito em condições mais favoráveis, com redução dos custos financeiros e ampliação dos prazos de pagamento. Na prática, representa maior capacidade para reorganizar o fluxo de caixa, preservar serviços essenciais e criar condições para novos investimentos na assistência.
Para o provedor Francisco Valdece, participar das discussões nacionais e, ao mesmo tempo, avançar em medidas estruturantes demonstra o compromisso da instituição com seu futuro.
“As Santas Casas cumprem uma missão essencial para o SUS, mas precisam de condições que permitam transformar essa missão em sustentabilidade. Estar neste Congresso significa participar ativamente desse debate, compartilhar experiências e defender caminhos que garantam a continuidade da assistência. A reestruturação financeira é um passo importante para dar mais equilíbrio à instituição e segurança para continuarmos cuidando de milhares de pessoas que dependem dos nossos serviços”, destaca Francisco Valdece.
A participação no Congresso ocorre em um momento importante para a Santa Casa de Itabuna. A instituição esteve entre as entidades que avançaram na contratação da linha CAIXA Hospitais/FGTS-Saúde, destinada à reestruturação financeira de Santas Casas e hospitais filantrópicos conveniados ao SUS.
A operação possibilita substituir dívidas mais onerosas por crédito em condições mais favoráveis, com redução dos custos financeiros e ampliação dos prazos de pagamento. Na prática, representa maior capacidade para reorganizar o fluxo de caixa, preservar serviços essenciais e criar condições para novos investimentos na assistência.
Para o provedor Francisco Valdece, participar das discussões nacionais e, ao mesmo tempo, avançar em medidas estruturantes demonstra o compromisso da instituição com seu futuro.
“As Santas Casas cumprem uma missão essencial para o SUS, mas precisam de condições que permitam transformar essa missão em sustentabilidade. Estar neste Congresso significa participar ativamente desse debate, compartilhar experiências e defender caminhos que garantam a continuidade da assistência. A reestruturação financeira é um passo importante para dar mais equilíbrio à instituição e segurança para continuarmos cuidando de milhares de pessoas que dependem dos nossos serviços”, destaca Francisco Valdece.
O diretor administrativo-financeiro Amilton Fiaes ressalta que a renegociação deve ser compreendida dentro de uma estratégia mais ampla de gestão. “A reestruturação financeira permite substituir passivos de maior custo por uma operação com condições mais adequadas à realidade das instituições filantrópicas. Isso traz fôlego ao fluxo de caixa e amplia nossa capacidade de planejamento. Não se trata apenas de reorganizar dívidas, mas de criar condições para uma gestão mais sustentável, preservando recursos que precisam chegar à atividade-fim: a assistência ao paciente”, afirma Amilton Fiaes.
A agenda em Brasília também ocorre em meio a avanços recentes no debate nacional sobre mecanismos de apoio e financiamento às instituições filantrópicas, incluindo as discussões relacionadas ao PL 2.465/2026 e à legislação aprovada em agosto, fortalecendo um movimento de busca por soluções estruturais para um segmento historicamente pressionado pelo crescimento dos custos assistenciais.
Para a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, acompanhar esse cenário de perto significa ampliar sua capacidade de diálogo e trazer para o Sul da Bahia experiências e estratégias que contribuam para o fortalecimento da instituição. Mais do que participar de um congresso, a presença em Brasília reafirma uma agenda: buscar sustentabilidade para continuar cumprindo uma missão centenária de cuidar de vidas e fortalecer o SUS na região. Ascom.

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