terça-feira, 13 de julho de 2021

Jair Bolsonaro sanciona lei que permite privatização da Eletrobras

A Medida Provisória foi sancionada por Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira

Do - Diário do Poder - A Lei que autoriza a privatização da Eletrobras tornou-se oficial, nesta terça-feira (13), com sua publicação no Diário Oficial da União.  O presidente Jair Bolsonaro sancionou o texto da Medida Provisória (MP) com 14 vetos.

A MP foi aprovada no último dia 21 pela Câmara dos Deputados e a previsão para o encerramento das operações de transição é janeiro de 2022, segundo aponta o Ministério de Minas e Energia.

A medida integra o plano de privatização da gestão do ministro da Economia, Paulo Guedes. Apesar de já sancionada, parlamentares da oposição afirmaram que vão recorrer na Justiça pela extinção da lei.

Editoral: Injustiça Inversa

Justiça Inversa

Não achando um vestígio de culpa, até o momento, do Governo Federal, uma CPI quer condenar o Presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro de qualquer maneira, onde os senadores que a forma não tem nenhuma moral política ou de dignidade. São senadores de oposição, com muitos processos nas costas. 

Para isso encontraram uma saída, usando o número de mortes no Brasil, onde para eles, o Presidente se tornou o principal culpado, já sendo chamado por eles, de presidente genocida!

Com os pratos da balança da Justiça, da comissão (CPI), pesando mais de um lado..., os senadores acham que o Presidente da República superfaturou os preços das vacinas e que o mesmo também foi culpado, devido à demora da aquisição das doses das vacinas.

O que não foi realizado, segundo a Presidência da República, por falta de garantias das referidas vacinas que ainda carecia de mais segurança, para a segurança da população brasileira.  

A comissão formada por malversadores dos recursos da União, todos processados por desvios de recursos da União, usa esses argumentos para condenar e pedirem o impiachimente do Presidente da República, que até o presente momento, não se ouviu falar de corrupção no seu governo.

Mas a oposição, atolada em sujeira, já aliada e decidida, a apoiar e eleger um ex-presidiário e leva-lo, novamente à presidência da república, de qualquer maneira, visa retornar “os bons tempos dos roubos e de ajuda às nações amigas” da ditadura do atraso socialista, onde querem nivelar o Brasil, a Venezuela, a Cuba, a Etiópia...  Contando, assim, com o aval da China.       

A CPI que só tem o Presidente Bolsonaro, como foco, onde o motivo, todos sabem: que é lisura do Presidente Bolsonaro, que não dá chance a ninguém roubar. Mas, em reação a isso, eles estão cegos e estão com muita cede ao pote, para retornarem, o que já foi um dia, ou seja, ao retrocesso da malversação do dinheiro da nação.

Cuidado povo brasileira! No momento estamos vivendo uma inversão de valores e, tudo indica, uma justiça inversa. Pois, caso contrário, todos que estão aí tentando condenar o Presidente Jair Messias Bolsonaro, que está elevando os números nunca vistos do nosso PIB, estariam todos atrás das grandes. Que a Justiça seja feita! 

“Brasil acima de todos, Deus acima de tudo!”

Itacaré: Vacinação da covid-19 chega aos 30

Itacaré realiza vacinação de pessoas

acima de 30 anos contra a Covid-19


A Prefeitura de Itacaré continua com o trabalho de imunização contra a Covid-19 e a partir desta terça-feira(13) estará vacinando as pessoas com idade acima de 30 anos. Em Itacaré a vacinação acontece no Colégio Municipal Maria Benjamina e no Colégio Estadual Aurelino Leal. Já em Taboquinhas a imunização acontece no Colégio Padre Edgard Torres, de segunda a sexta-feira, sempre das 8 às 12 horas e das 13h30min às 15h30min.

 

O município continua sendo destaque na vacinação contra a Covid-19. De acordo com a última atualização feita pela Secretaria Estadual de Saúde, na tarde desta segunda-feira(12), Itacaré apresenta o percentual de 114,1% das doses aplicadas, permanecendo na primeira colocação, em termos percentuais, entre os municípios da Bahia que mais estão vacinando contra o coronavírus . Em segundo lugar vem agora o município de Firmino Alves, com 112.6% das doses aplicadas.

 

Os números são atualizados diariamente, mas Itacaré já vinha se destacando entre os municípios com os maiores índices percentuais de aplicação da primeira dose da vacina contra a Covid-19. O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, informou que a campanha de vacinação vai continuar, conscientizando cada morador sobre a importância da imunização como forma de combater o coronavírus.

 

Paralelo a imunização dessa faixa etária, a Prefeitura de Itacaré, através da Secretaria de Saúde, também vem realizando uma campanha com o objetivo de conscientizar todas as pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra o Covid-19 para a importância de tomar a segunda dose, como forma de garantir assim uma imunização mais eficaz contra o coronavírus. A proposta é orientar para que todos os que tomaram a primeira dose retornem aos postos de vacinação nas datas que foram marcadas nos cartões. Ascom

DOIS POLICIAIS MORTOS EM VITORIA DA CONQUISTA

Violência em Vitória da Conquista | dois policiais são mortos a tiros no Distrito de José Gonçalves

Foto: BLOG DO ANDERSON

A movimentação é intensa na Unidade de Pronto Atendimento e Hospital Geral de Vitória da Conquista no início da tarde desta terça-feira (13). Isso acontece por conta das mortes de dois policiais lotados na Comando de Policiamento da Região Sudoeste da Bahia. Ambos foram mortos no Distrito de José Gonçalves. Logo mais novas informaçõs aqui no BLOG DO ANDERSON.

Saúde regionalizada na Bahia

Trabalho para regionalizar e descentralizar a saúde na Bahia


Com uma gestão apontada como revolucionária na estruturação e interiorização da rede pública de saúde na Bahia, o secretário Fábio Vilas-Boas é um dos mais bem avaliados do governo estadual. Nesta entrevista ao jornal A TARDE, ele critica o governo federal e diz que a definição sobre o Reveillon só deve ocorrer 60 dias antes.

Na sexta-feira foi entregue a 19ª Policlínica na Bahia. Para quem não conhece uma unidade como essa, quais os serviços disponibilizados e qual a estrutura acessível à população?

As Policlínicas Regionais de Saúde fazem parte de um projeto que visa levar exames e consultas especializados para todo o interior do estado e para a capital. São exames e consultas que a população não tinha acesso, incluindo exames de altíssima complexidade como tomografia computadorizada e ressonância magnética, passando por exames de gastro, como colonoscopia, exames de neuro, exames cardíacos, doppler vascular, enfim. Toda uma gama de exames que só eram encontrados na capital ou nas grandes cidades. Nós dividimos o estado da Bahia em regiões de saúde e está sendo concluído esse ano o projeto de implantar uma policlínica para cada região de saúde. Uma média de 400 mil a 600 mil pessoas são atendidas em cada policlínica, oferecendo 18 especialidades médicas e virtualmente todos os exames diagnósticos necessários para um diagnóstico correto e prescrição adequada do
tratamento. Esse era um serviço que não existia. As pessoas não conseguiam fazer o diagnóstico e isso levava a um descrédito no tratamento da saúde.

As policlínicas mudam a realidade no estado?

O acesso era tão restrito e limitado a hospitais e centros de referência na capital, que praticamente a população não tinha acesso. Basta dizer que nós tínhamos, quando o governador Rui Costa assumiu, duas máquinas de ressonância magnética para o sistema público de saúde apenas, uma no Roberto Santos e outra no Hospital Ana Nery. Hoje, só nos nossos hospitais, sem contar as policlínicas, nós já temos 25 máquinas e mais 24 nas policlínicas. Ou seja, 49 máquinas de ressonância públicas servindo à população, o que é algo fenomenal. Nós temos hoje um parque de diagnóstico como poucos estados no Brasil. A Bahia durante três anos foi o maior comprador de equipamentos médicos no Brasil. E isso reflete na mudança de realidade, porque o médico do posto de saúde antes ficava limitada ao ato médico e a poucos exames laboratoriais, agora os profissionais passaram a ter acesso a qualquer tipo de consulta, de segunda opinião com especialistas, e a qualquer tipo de exame.

O governador Rui Costa falou sobre o desafio de interiorizar a saúde na Bahia. Como avalia a reestruturação da rede?

Em 2014 foi feito um diagnóstico de que havia um excesso na concentração de serviços assistenciais e diagnósticos na capital. E que a missão seria levar serviços para o interior, regionalizar e descentralizar. O governador Wagner já havia iniciado isso com a construção de seis hospitais regionais e coube ao governador Rui Costa alavancar fenomenalmente esse processo de regionalização. No começo foi muito difícil porque nós não tínhamos os médicos especialistas e era sempre um ciclo vicioso. Ninguém colocava o equipamento de alta complexidade porque não tinha profissional e não tinha profissional porque não havia equipamento de alta complexidade. Nós resolvemos quebrar esse ciclo colocando o equipamento, pagando para poder trazer, aproximar, captar, cativar médicos, e hoje nós temos regiões que nós abrimos as policlínicas com cinco médicos e hoje tem 50.

Qual o tamanho da rede pública da saúde hoje no estado e quanto foi investido nos últimos três anos?

O tamanho não tem como quantificar, mas a gente pode dizer tranquilamente que, considerando apenas custeio, que é em torno de R$6 bilhões por ano, são R$ 18 bilhões em três anos. E nós temos aí um investimento acumulado nesse período em torno de R$ 2 bilhões entre as policlínicas e hospitais.

Você tem uma relação que mostra a construção de 36 hospitais na Bahia. Qual a importância disso para a estruturação da saúde pública?

Nós temos dez unidades novas e nós decidimos, o governador Rui Costa decidiu que iria reformar, ampliar e modernizar todos os nossos hospitais. Em regiões onde nós já tínhamos uma estrutura hospitalar, muitas vezes essa estrutura não era 100% resolutiva. Ou seja, tinha lá serviços gerais de cirurgia, trauma, urgência, mas não tinha neurocirurgia, cirurgia cardíaca, cirurgia oncológica, procedimentos vasculares, endovasculares, uma série de procedimentos que o hospital poderia fazer, tinha estrutura pra fazer, mas não fazia porque não foi vocacionado e porque não foi feito o investimento para isso. A decisão no âmbito do governo do Estado foi potencializar ao máximo os nossos hospitais, que já existiam. Então foi feito um grande investimento na aquisição de equipamentos, contratação de profissionais, quando foi necessário ampliar fisicamente as estruturas com construção de novas UTIs, novas enfermarias, novos centros cirúrgicos, nós o fizemos, e com isso nós levamos altíssima complexidade na área de cardiologia, neurologia, cirurgia vascular, oncologia, radioterapia para todas as regiões do estado da Bahia. Antes as pessoas precisavam vir de Barreiras para Salvador para fazer uma quimioterapia, uma radioterapia, e voltar de ônibus por 12, 16 horas vomitando, passando mal. Hoje nós estamos para inaugurar na semana que vem o serviço de cardiologia e hemodinâmica de Barreiras e até o final do ano, até outubro, agente inaugura a oncologia, radioterapia e quimioterapia lá do oeste. A mesma coisa nós fizemos em Juazeiro, Irecê, Porto Seguro, Caetité, Ilhéus, vamos fazer agora em Teixeira de Freitas.

Qual o maior gargalo que você diagnostica hoje na saúde pública?

Não há nenhuma dúvida que é o problema da oncohematologia. São as leucemias, linfomas, são os chamados cânceres do sangue. E nós sempre fomos dependentes do Hospital das Clínicas, aqui, do Hospital Aristides Maltez e do Hospital Santa Izabel. Esses três serviços atendiam adequadamente às necessidades, o estado nunca se propôs a montar um serviço próprio porque não havia demanda, já que esses três hospitais davam conta, e com a crise do Hospital das Clínicas e o excesso de pacientes sobre o Hospital Aristides Maltez e o Hospital Santa Izabel, isso fez com que esses serviços restringissem o acesso aos pacientes, e hoje nós temos uma fila inaceitavelmente longa para pessoas que necessitam de intervenções urgentes para deter o progresso dessas leucemias que podem matar em questão de dias e semanas. Então, por isso nós decidimos dentro do governo criar um serviço próprio de oncohematologia, eu já havia extinto a enfermaria de infectologia do Hospital Roberto Santos há cerca de 2 anos, com o objetivo de colocar um serviço de hematologia não oncológica, e agora nossa decisão foi criar coragem e montar um serviço de oncohematologia próprio, com tudo dentro do Roberto Santos, aliado ao Cican (Centro Estadual de Oncologia), e à Fundação Hemoba.

Faltam recursos para tocar a saúde pública na Bahia?

Eu não posso dizer que faltam recursos porque o governador nunca negou o aporte de recursos sempre que foi necessário. Mas a saúde é sempre deficitária, porque o recurso enviado pela União representa apenas 1/3 do que nós efetivamente gastamos na saúde e precisa ser continuamente complementado pelo governo do estado. Mas não é apenas pedir mais dinheiro, é buscar mais eficiência em gestão, e foi o que nós fizemos desde o primeiro dia. Fazer com que se gastasse menos com a atividade meio, e mais com a atividade fim, e economizar mais na gestão da máquina. Isso tem sido feito continuamente, grande parte do que podia ser feito já foi feito, mas ainda existe a possibilidade de se garantir formas mais eficazes de se fazer gestão, oferecer mais com pouco dinheiro gasto.

Nos últimos 15 meses, o foco principal foi o combate à pandemia. Que avaliação você faz hoje da crise de saúde pública, e se o cenário ainda preocupa?

Eu posso fazer dois cenários. Nacionalmente e localmente. Nacionalmente, o Brasil se saiu muito mal. O governo federal não soube conduzir a pandemia, atrasou o início da imunização e fez com que o Brasil fosse o campeão mundial de óbitos por Covid-19. A liderança do presidente tem sido muito negativa e isso tem impactado, já que pelo menos 1/3 da população se diz seguidora do presidente e tende a ir na direção contrária à maioria. Isso é muito ruim. Já a nível estadual, e também a nível dos municípios, eu posso dizer que nunca se viu na história da Bahia a união tão evidente entre gestores municipais entre si, e com o governo do estado. Nós fizemos centenas de reuniões desde o começo da pandemia, às vezes três reuniões, cada uma com 30 prefeitos ao longo de um dia inteiro, e sempre houve, na sua imensa maioria, a compreensão deles da necessidade de contribuir, de sacrificar, de lutar contra a pressão feita pelas associações comerciais. Agora nessa fase em que a gente está saindo dessa segunda onda, a gente, quando olha para trás, vê que valeu a pena o sacrifício. A Bahia hoje é o terceiro estado com menor mortalidade do Brasil, praticamente empatado com o segundo, nós temos o sexto menor coeficiente de incidência da Covid no Brasil, ou seja, tem menos Covid aqui do que em outros estados. Não falta medicamento, não falta oxigênio, não falta hospital e ninguém morreu por falta de UTI. As pessoas tiveram acesso a um respirador em todos os locais do estado, e o grande responsável por isso é o governador Rui Costa, que trouxe para si essa responsabilidade desde o começo e liderou todo esse processo.

A diminuição do contágio e de mortes abre margem para pensarmos em “baixar a guarda” contra o vírus?

Abre margens, mas essa baixa de guarda tem que ser feita de forma muito responsável, cautelosa, paulatina, e sempre monitorando o impacto disso sobre a taxa de recontágio. Hoje nós estamos começando um processo de flexibilização pactuada com os prefeitos e vamos a cada semana ver de que forma isso está impactando. Se houver um aumento no número de casos, a gente volta atrás.

Países na Europa, por exemplo, estão voltando a fechar e endurecer as medidas por conta do agravamento da pandemia, aliado ao processo de vacinação lento por aqui. Esse cenário mantém o estado em sinal de alerta?

Mantém. Nós temos já evidencia de circulação da variante indiana no Brasil, a gente não sabe como isso vai impactar na nossa vacina, que é diferente das demais, e é por isso que eu acredito que nesse momento não é hora de se fechar hospitais de campanha. Agente pode estar aqui ou ali desativando leitos dentro de struturas que possuem
dezenas de leitos, como por exemplo, o Hospital Metropolitano, o Hospital Couto Maia, que tem 100, 150, 200 leitos de UTI, a gente pode ir fechando 10, 20, 30. Mas não desativar definitivamente nesse momento.

Como será o Réveillon e Carnaval? Teremos festas nos moldes tradicionais ou é necessário repensar?

Eu acho que o Carnaval ainda é cedo para se tomar uma decisão. Réveillon eu particularmente não acredito que seja possível. Vai depender muito da velocidade da vacinação. A gente tem visto o Ministério da Saúde avançar e recuar várias vezes, a gente não tem um cronograma, um calendário vacinal confiável. Talvez só 60 dias antes vamos ter condições claras de definir alguma coisa sobre o Réveillon e o Carnaval.

Leo Prates chegou a falar que no Carnaval, por exemplo, as festas começarão a ser mais indoor do que com aglomerações nas ruas como eram até agora.

Com todo o respeito ao meu amigo Leo Prates, eu acho que ele ou não se fez entender direito ou há um equívoco de interpretação. Porque a palavra indoor significa dentro, interno. A última coisa que a gente quer é um carnaval entre quatro paredes, em um salão. O contágio vai ser muito maior. Se tiver que ter carnaval, tem que ser na rua mesmo, ao ar livre, ventilado, sem camarote do lado do mar para que o vento da praia venha e espalhe, dilua o número de partículas virais. Um carnaval tem que partir desse princípio básico de ser num lugar extremamente ventilado e com poucas pessoas por metro quadrado. Jamais indoor.

O governador Rui Costa termina o mandato no próximo ano. Que marca você pretende deixar da sua passagem pela saúde e como você pretende ser lembrado pelo trabalho realizado?

A nossa bandeira é muito clara: trabalho para regionalizar e descentralizar a saúde na Bahia. Nós nos ativemos dentro dessa bandeira e continuamos trabalhando. Eu acredito que nós estamos obtendo sucesso no nosso objetivo macro. No objetivo micro, dentro da secretaria, o meu objetivo é transformar a saúde em saúde digital. Informatizar a rede, criar uma tecnologia, um ambiente de tecnologia de informação e de conhecimento que contaminasse todos os níveis da administração central da Secretaria e dos hospitais. Nós fizemos um planejamento de 4 anos, concluímos os primeiros 4 anos com a inauguração da Central Integrada de Comando e Controle da Saúde com todo aparato tecnológico. Nós tiramos a regulação de FAX e evoluímos para uma regulação 100% digital, então eu tenho no meu celular as informações de todos os pacientes em qualquer lugar no estado da Bahia. Investimos em hardware, criação de servidores, em uma sala cofre com super servidores que garantem o prontuário eletrônico, que garantem as informações do cartão do cidadão. Hoje nós temos um outro ambiente corporativo em que as pessoas trabalham em cima de plataformas digitais e somos hoje referência para o Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde veio à Bahia já duas vezes buscar soluções para os seus problemas. Nós fomos responsáveis por convergir as três bases de dados no começo da pandemia, notificação de dados epidemiológicos; nós criamos o aplicativo que convergiu as três bases de dados e que foi a solução para integrar as informações no Brasil inteiro, desenvolvido aqui na Sesab; nós implantamos um modelo de prontuário eletrônico que o Ministério veio conhecer e hoje é referência para os hospitais federais que estão sob intervenção do Ministério no Rio de Janeiro. Nesse âmbito interno de atividade de meio, a gente pode dizer que grande parte dos ganhos, da eficiência, da gestão estão ligados a se ter números, dados. Não se pode fazer gestão sem se ter números. Você precisa ter sistemas e pessoas trabalhando para poder gerar informações. E hoje nós caminhamos bastante nisso, o que permitiu nós crescermos o número de leitos em hospitais, ampliar o custeio, ampliar fenomenalmente o número de serviços prestados sem quebrar o estado da Bahia. Se nós não tivéssemos conseguido imprimir um modelo de gestão buscando custo e eficácia dentro da Secretaria na velocidade que a gente expandiu a rede, nós teríamos sem dúvida nenhuma quebrado o Governo do Estado, quebrado a Secretaria da Fazenda. Se a gente não fez isso, foi porque nós fomos capazes de fazer o dever de casa.

Com tanto trabalho e com tanto sucesso nas ações, quais os planos futuros para Fábio Vilas-Boas? Tem planos políticos a partir do trabalho da Sesab?

Eu acho que nesse momento a gente está envolvido num problema muito maior e sobra muito pouco tempo para pensar em planejar qualquer tipo de ação pós secretaria. Quando passar a pandemia e o momento for adequado, eu vou conversar com o governador sobre eventuais incursões em outras áreas, mas não nesse momento.
ascom/sesab


segunda-feira, 12 de julho de 2021

A Juatiça baiana de luto: Morre o desembargador Mário Albiani:

Morreu neste domingo (11) o desembargador aposentado e ex-presidente do Tribunal de Justiça (TJ-BA), Mário Augusto Albiani Alves. A informação foi confirmada em nota de pesar do tribunal. O magistrado, que era pai do desembargador Mário Albiani Júnior, estava internado no Hospital Aliança. O problema de saúde não foi revelado. O corpo do ex-presidente do TJ será velado no cemitério Jardim da Saudade, onde será cremado às 15hs.

Mário Albiani foi nomeado juiz em 1964, por concurso.Foi presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (AMAB) em sete mandatos. Na entidade, fundou a Escola de Preparação e Aperfeiçoamento da Magistratura, hoje Escola de Magistrados da Bahia (Emab). Em 1979, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia.

Expressaounica

Mário Albiani, tinha grandes amizades no sul da Bahia, principalmente, na cidade de Coaraci, onde tinha grandes raizes. Sua morte deixou a Justiça da Bahia de luto, devido aos seus relevanrtes serviços ao setor.    

Colo Colo goleia Camaçari


Para Jerbson é preciso reconhecer o trabalho de Kaíque

Souza na reconstrução da fase vitoriosa do Colo Colo

A histórica goleada de 8 a 0 neste final de semana, sobre o Camaçari, pelo Campeonato Baiano da 2ª. Divisão reanimou a torcida do Colo Colo que sonha em retornar à elite do futebol baiano. Mas, também, representou o resultado de um eficiente planejamento que conta com a participação decisiva do vereador Kaíque Souza (Podemos), diretor do clube. O reconhecimento foi feito ontem, logo após o jogo, pelo presidente da Câmara, Jerbson Moraes (PSD).

“Você é um exemplo de como um vereador atuante é importante para a população. E você não faz isso pelo Colo Colo com o interesse de ajudar. Por que você é apaixonado pelo clube e não pode negar as suas origens, eles te levam ao estímulo à prática esportiva”, elogiou Jerbson. O presidente se colocou à disposição de Kaíque para, juntos, buscarem uma ajuda do prefeito Mário Alexandre neste momento decisivo da competição. Falta uma rodada da fase inicial da competição. Depois vem o mata-mata. “Mário é desportista, já foi médico do clube, tem esse mesmo sentimento nosso”, lembrou.

Moraes também prometeu a Kaíque mobilizar na Câmara um movimento de ajuda ao clube junto aos demais parlamentares. “A união vai fazer com que as coisas aconteçam. Agora não é hora de política partidária. Isso fica pra depois. A prioridade é o trabalho sério feito no clube. O povo reconhece quando o trabalho é sério”, disse.
Por - Maurício Maron

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

As Meninas do Barramares” em Ilhéus: 20 anos de tradição

Portal da praia de Barramares Completando 20 anos animando o Carnaval de Barramares, na zona norte de Ilhéus, o bloco “As Meninas do Barrama...