sexta-feira, 6 de novembro de 2020

TCE vê sobrepreço de R$ 241 milhões na Ponte Salvador-Itaparica

 TCE vê sobrepreço de R$ 241 milhões na Ponte Salvador-Itaparica; PGE rebate avaliação

TCE vê sobrepreço de R$ 241 milhões na Ponte Salvador-Itaparica; PGE rebate avaliação
Auditores veem irregularidades em orçamento de ponte | Foto: Divulgação

Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou sobrepreço de R$ 241,4 milhões no orçamento da ponte Salvador-Itaparica. O valor, considerado pelos técnicos do órgão como "excessivo frente ao mercado", interfere diretamente na contraprestação que o governo estadual vai pagar anualmente ao consórcio que ficará responsável pela administração do equipamento. Fixada em R$ 56,2 milhões, a cifra poderia ser menor se o sobrepreço fosse corrigido, o que não ocorreu. Em dezembro de 2019, os auditores chegaram a solicitar a suspensão da licitação, mas, após quase um ano, o pedido nunca foi apreciado pelo TCE, contrariando prazos estabelecidos em resolução da própria Corte. Apesar dos questionamentos, o contrato de concessão da ponte deve ser assinado no próximo dia 12 de novembro, sem indicativo de que os problemas apontados pelo tribunal serão resolvidos. A assinatura, no entanto, não livra o maior projeto de infraestrutura do governo baiano de um risco: caso o tribunal acate a cautelar, a ponte pode voltar à estaca zero.

 

Segundo a auditoria, concluída em dezembro de 2019, foram encontrados sobrepreços no orçamento geral da ponte e nos seus acessos viários, decorrentes de preços excessivos em relação aos praticados no mercado e de quantidade de material acima do necessário para construção do equipamento. 

 

O parecer dos auditores, cujos principais trechos estão no relatório sobre as contas do governo Rui Costa de 2019, julgadas neste ano, também apontou aplicação irregular de dispositivo do artigo 5º da Lei Federal de Parcerias Público-Privadas (PPP), que fala sobre normas para regularizar a inadimplência no pagamento das contraprestações; ausência de justificativa para concessão quando foi realizada consulta pública sobre a ponte; e falta de amparo legal na fixação de teto para pagamento de indenizações. 

 

PEDIDO DE SUSPENSÃO
O corpo técnico do TCE concluiu que o planejamento do orçamento e a execução da licitação foram irregulares, até aquele momento, e recomendou à Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) que suspendesse o leilão da ponte até que o governo definisse novas bases contratuais menos desvantajosas para o estado. A pasta respondeu aos questionamentos dos auditores, mas eles não foram suficientes para mudar o entendimento da equipe sobre o sobrepeço.

 

Diante do potencial prejuízo aos cofres públicos causado pelas irregularidades apontadas, os auditores pediram ao tribunal, em 3 de dezembro do ano passado, concessão de medida cautelar para suspender a licitação até que a questão fosse sanada. Sorteado relator do caso, o conselheiro João Bonfim tinha cinco dias para decidir se aceitava a solicitação. Já o plenário da Corte deveria referendar a decisão do colega na sessão seguinte, como determina a resolução 162/2015, que disciplina a tramitação de medidas cautelares no TCE.

 

Cautelares são instrumentos que visam proteção ao erário, através da suspensão de procedimento administrativo irregular com “ameaça de grave dano de difícil e incerta reparação”, como explica a resolução. Por isso, seu rito de tramitação é rápido porque o objetivo é corrigir o problema antes que ele agrave. Passados 11 meses, no entanto, Bonfim ainda não proferiu decisão monocrática, o que impede o plenário do tribunal de se debruçar sobre o caso. 

 

O relator tem optado por ouvir o posicionamento da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) sobre as conclusões dos auditores, mesmo que a resolução permita ao conselheiro decidir sem manifestação prévia dos envolvidos. De dezembro de 2019 até novembro deste ano, o caso já parou nas mãos da PGE pelo menos duas vezes. Neste período, a cautelar foi encaminhada aos auditores por Bonfim em quatro momentos, indicando que ele abre constantemente prazos para ouvir as partes, mas, mesmo após as manifestações, não profere decisão.

 

Ex-deputado estadual, o conselheiro chegou ao tribunal em 2014, pelas mãos do ex-governador Jaques Wagner (PT), que o indicou para o cargo. Seu herdeiro político é seu filho, o deputado estadual Vitor Bonfim (PL), que integra a base do governador Rui Costa na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Procurado via gabinete desde a quarta-feira da última semana, Bonfim não respondeu aos questionamentos do Bahia Notícias até o fechamento da reportagem. A Seinfra também não enviou resposta. 

 

Caso depende de decisão do conselheiro João Bonfim | Foto: Divulgação

 

O QUE PODE ACONTECER COM A LICITAÇÃO
Prestes a assinar o contrato com o consórcio vencedor do leilão da ponte - formado pelas empresas China Railway 20 Bureau Group Corporation (CR20); CCCC South America Regional Company e China Communications Construction Company Limited (CCCC Ltd) - o governo baiano, próximo como nunca esteve de tornar a obra realidade, pode ter que voltar à estaca zero em um projeto que tenta emplacar desde a gestão Jaques Wagner. 

 

Na avaliação do advogado Ubaldo Senna Neto, especialista em direito processual civil, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem firmado o entendimento de que os tribunais de contas podem propor a suspensão de licitações e da execução de contratos, caso enxergue perigo de dano aos cofres públicos. 

 

“No julgamento da cautelar, o relator pode propor a suspensão da assinatura do contrato e até da suspensão da execução do contrato, principalmente em se tratando de interesse público em razão de possível dano ao erário, pois tem o chamado poder geral de cautela”, explica.

 

O entendimento da PGE, no entanto, é diferente. “A PGE entende que houve perda de objeto da cautelar, pois o pedido visava a suspensão da licitação e a mesma já foi homologada”, afirma Patrícia Saback, procuradora Assistente do Núcleo de Atuação junto ao TCE, em nota encaminhada ao BN. Apesar desta avaliação, a procuradoria assume que uma decisão do TCE em favor da cautelar pedida pelos auditores anula todas as fases da licitação cumpridas até aqui. 

 

Caso o desfecho do caso seja desfavorável ao governo, o imbróglio pode ser judicializado, segundo Ubaldo Neto. “Com o contrato assinado e uma decisão determinando a suspensão de sua execução, o próprio argumento do estado da Bahia pode ser de interesse em ver a ponte construída, um interesse público, um prejuízo aos cidadãos com uma possível suspensão”, pontua. 

 

O QUE DIZ A PGE
A procuradora Patrícia Saback afirmou discordar do entendimento dos auditores porque a análise de PPPs, conforme a PGE, deve ser “diferente da análise das contratações tradicionais de obras públicas, privilegiando-se, neste caso, o valor global da contratação.”

 

“Além disso, mesmo se fossem analisados os custos unitários, o Estado utilizou de forma adequada especificações que não foram observadas pela Auditoria, a exemplo dos flutuantes com sistema de fundeio, da necessidade de utilização de plataformas jackup Sirius, bem como do uso de mergulhadores em trabalhos com profundidade maior que 50 m, com necessidade de inclusão dos respectivos custos de assistência médica nos postos de trabalhos, dentre outras questões”, detalha a nota encaminhada pela assessoria do órgão.

 

Sobre uma possível judicialização do caso, a procuradora respondeu que “a medida cautelar não foi concedida de forma liminar, tendo sido garantido contraditório e a ampla defesa, de forma que a PGE continuará defendendo os interesses do Estado no caso.” 

 

HISTÓRICO
A primeira vez em que se falou na Ponte Salvador-Itaparica foi em 24 de março de 2009. Na ocasião, o então governador Jaques Wagner informou que entregaria à também então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, um projeto para a construção de uma ponte que ligaria Salvador à Ilha de Itaparica. O anúncio foi feito durante a I Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional, que acontecia em Salvador, e citado inclusive pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (veja todo o histórico da ponte aquiaqui e aqui).

 

Desde então, a obra ganhou contornos lendários. Promessa de campanha do segundo governo do atual senador, não saiu do papel. A promessa mudou, então, para as mãos de Rui Costa, candidato à sucessão de Wagner em 2014.

 

Quatro anos do mandato do petista se passaram, e a ponte continuou no campo das intenções, sem perspectiva de quando se tornaria realidade. A necessidade de se empregar recursos bilionários na construção, sem segurança de retorno financeiro, fez com que muitos investidores declinassem de levantar a ponte. 

 

A segunda gestão de Rui veio e parecia que a obra, já antológica, seria gerada pelas mãos dos chineses. A realização ficou ainda mais próxima com o leilão, feito em dezembro do ano passado, quando um consórcio chinês ganhou a concessão para construir e operar o equipamento por 35 anos. 

 

Mas aí, como se a ponte estivesse fadada ao “quase chegou lá”, veio a pandemia de Covid-19, que suspendeu, em abril deste ano, a assinatura do contrato. Com a contaminação em estágio menor no estado, o governo marcou a assinatura para 12 de novembro. Todo o processo teve participação ativa do vice-governador João Leão (PP), que se tornou o representante oficial do Executivo nas negociações com os chineses. Ao que parece, as coisas caminham para que o negócio se concretize, mas a sombra do fracasso permanece rondando a ponte, agora devido aos problemas identificados pelo TCE. 

 

A obra é orçada em R$ 5,3 bilhões. Uma parcela menor desses investimentos na construção será arcada pelo governo baiano, que contribuirá com R$ 1,5 bilhão. O estado também pagará as contraprestações de R$ 56,2 milhões. O consórcio ainda terá uma terceira fonte de arrecadação, que virá por meio da cobrança de pedágio. 

 

O objetivo é construir uma ponte de 12,3 quilômetros entre a capital Salvador e a Ilha de Itaparica, que deverá encurtar a viagem dos atuais 90 minutos para aproximadamente 30 minutos, além de facilitar o acesso entre capital e o litoral sul do Estado. 

Saiba onde votar em Itabuna

(Veja aqui eleitor onde você deverá votar)

Com o fechamento do colégio CISO, os eleitores que votavam naquele estabelecimento de ensino foram redistribuídos para os seguintes locais:

a) ESCOLA MUNICIPAL LUÍS EDUARDO MAGALHÃES;

b) ESCOLA MUNICIPAL MAL. HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO;

c) ESCOLA MUNICIPAL GENIVAL CORREIA DE ALMEIDA


Os eleitores do JOSUÉ BRANDÃO foram redistribuídos para:

a) ESCOLA MUNICIPAL LIONS CLUB;

b) ESCOLA MUNICIPAL LUIS VIANA FILHO.


Eleitores do GALILEU PONTALZINHO foram para:

a) UNIFTC ANEXO (ANTIGA REGULAÇÃO)


Eleitores do FLÁVIO SIMÕES foram para:

a) CASA PAROQUIAL DA IGREJA NOSSA SENHORA APARECIDA - CALIFÓRNIA


Outras informações:

Maiores informações, tais como, outros locais de votação e situação eleitoral. veja aqui no site do TRE: tre-ba.jus.br.   Rua Franciso Ribeiro Júnior 130, após o Edf. Atlanta Center (Beira Rio) (73) 3211- 1243, centro


quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Coronavírus dispara na Bahia nas últimas 24 horas: 3.377 novos casos; total chega a 359.130 com 7.731 mortes.

 Fiquem em casa é o melhor remédio que existe

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,93%).
(Foto: Sesab/Divulgação)
Do - jornaldamidia.com.br - Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.377 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,9%) e 2.317 recuperados (+0,7%). Dos 359.130 casos confirmados desde o início da pandemia, 345.431 já são considerados recuperados e 5.968 encontram-se ativos.

Também nas últimas 24 horas, ocorreram na Bahia 20 mortes por coronavírus. Com isso, o número total de óbitos chegou a 7.731 desde o início da pandemia, conforme o boletim epidemiológico desta quinta-feira (5) da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Na Bahia, 29.283 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,93%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (8.751,31), Almadina (6.625,18), Itabuna (6.573,40), Madre de Deus (6.495,05) e Aiquara (6.252,81)

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 736.538 casos descartados e 83.835 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (05/11).

Óbitos

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.731, representando uma letalidade de 2,15%. Dentre os óbitos, 56,05% ocorreram no sexo masculino e 43,95% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,30% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,01%, preta com 15,05%, amarela com 0,74%, indígena com 0,10% e não há informação em 11,81% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,93%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,68%).

Bahia goleia o Melgar (PER) por 4 a 0 e avança na Copa Sul-Americana

 

Jogadores festejam com Gregore, autor do segundo gol do Bahia. ( (Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia))
do - jornaldamidia.com.br - O Bahia foi certeiro e goleou o Melgar, do Peru, po r 4 a 0 em jogo disputado na noite desta quinta-feira, na Arena Fonte Nova pela Copa Sul-Americana . O time baiano precisava vencer por pelo menos dois gols de diferença para seguir na Sul-Americana, mas conseguiu bem mais que isso. Nos primeiros 45 minutos, dominou as ações e abriu 4 a 0. Na volta do intervalo, o time só precisou administrar a partida.

Fessis abriu o placar para o time baiabi logo aos 11 minutos, aproveitando cobrança de escanteio certeira de Juninho Capixaba. Oito minutos depois, Gregore desviou de cabeça após escanteio cobrado por Daniel. Ainda houve tempo para mais um de Fessin, depois de driblar com categoria dois marcadores; e um de Gilberto, com assistência de Daniel. Para quem perdeu a conta: 4 a 0 para o Bahia.

O Bahia vai enfrentar, na próxima fase da Sul-Americana, o Unión Santa Fe. Antes disso, a equipe volta a campo neste domingo, quando recebe o Botafogo na Arena Fonte Nova. A partida, válida pela 20ª rodada do Brasileirão, está marcada para as 18h15 (de Brasília).

Trump e Biden podem protagonizar o primeiro empate em 200 anos

 


Com números tão próximos, votações podem se inverter e delegados do colégio eleitoral mudar iam de mãos para um 269x269

A morosidade e as tendências nas contagens dos votos das eleições americanas abrem margem para uma situação que não ocorre há 220 anos: um empate entre Donald Trump e Joe Biden. Com Biden reduzindo vantagem de Trump na Georgia e o inverso ocorrendo no Arizona, além da diferença de 10 mil eleitores em Nevada, os votos dos delegados do colégio eleitoral podem mudar de mãos e ambos chegariam a 269 votos. As eleições americanas só passaram por algo parecido nos anos 1800. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Nesses casos, a Constituição prevê que a Câmara eleja o presidente, com um voto por estado, e o Senado o vice, com um voto por senador.

Em 1800, Thomas Jefferson e John Adams, dois fundadores dos EUA, empataram. Para desempatar, cada delegado então votou duas vezes.

Após novo empate, muita articulação e 35 votações sem formar maioria na Câmara, Thomas Jefferson foi eleito, já em 1801, na 36ª votação.

O Congresso decidiu a disputa em 1805 e em 1837, quando delegados da Virgínia se recusaram a votar em Richard Johnson como vice.

Disputa acirrada nos Estados Unidos

 

FOTO: JIM WATSON/ AFP

Contagem regressiva: vitória de Joe Biden pode ser anunciada nesta noite

Publicado em Economia

Do - blogs.correiobraziliense.com.br - Enquanto o presidente Donald Trump atacava a democracia americana em discurso na Casa Branca, acusando as eleições presidenciais de serem marcadas por “roubo e fraudes”, derretia a vantagem dele em relação a Joe Biden na Geórgia e na Pensilvânia. Com a apuração perto do fim nesses estados, é possível que o resultado da acirrada disputa seja anunciado nesta noite, com vitória do candidato democrata.

 Às 21h15, a diferença em favor de Trump contra Biden era de apenas 3.500 votos na Geórgia. Essa vantagem abriu o dia em mais de 100 mil votos. Na Pensilvânia, a distância entre o candidato republicano e o democrata baixou de quase 1 milhão para 66 mil votos. Segundo o economista Leonardo Moisés, a virada está muito próxima nesses dois estados, com Biden podendo assumir a liderança.

 A apuração está ocorrendo sob forte tensão, devido às acusações de Trump, que já avisou que recorrerá à Justiça para rever o resultado, caso não seja o vitorioso. Ao mesmo tempo, as ruas de várias cidades dos Estados Unidos estão sendo tomadas por protestos, a maior parte deles defendendo a continuidade da contagem dos votos. O grupo de Trump tentou, na Justiça, suspender a apuração em várias localidades.

 Segundo os estados que já encerraram a contagem dos votos, Biden tem 253 dos 270 votos necessários para se tornar presidente dos Estados Unidos — Trump tem 214. Pelos cálculos da Associated Press, que acompanha as eleições americanas há mais de 160 anos, o democrata venceu no Arizona, o que o coloca com 264 votos no colégio eleitoral, portanto, a seis votos dos necessários para ser declarado vencedor.

 Caso consiga realmente virar na Geórgia, Biden levará mais 16 votos. E se vencer na Pensilvânia, outros 20. O democrata está à frente na apuração em Nevada, com seis delegados. A tensão, portanto, aumentou muito no comitê de campanha de Biden e na Casa Branca. As eleições à Presidência dos Estados Unidos nunca provocaram tanta comoção no mundo.

 

Brasília, 21h19min

Ônibus a partir de sábado em Itabuna

(Prefeitura de Itabuna viabiliza retorno do Transporte Coletivo) 


A Prefeitura de Itabuna fechou contrato emergencial para a retomada do transporte coletivo no município. De acordo com a Secretaria Municipal de Segurança, Transporte e Trânsito (SESTTRAN), a empresa São Miguel retornará as atividades no sábado, 7, para atender linhas emergenciais, com 10 ônibus. Já na segunda-feira, 9, serão 30 ônibus rodando na cidade. O valor da passagem permanecerá R$ 3,70. As regras de gratuidade para idosos e portadores de deficiência permanecem as mesmas.

Outro ponto previsto no contrato é a possibilidade do usuário pegar outro ônibus para outra localidade, utilizando a mesma passagem (Cartao Integração). Para isso, a mudança deve acontecer no intervalo de uma hora. O Cartão Integração não vale para retorno.

As  linhas que terão prioridade serão as da zona rural e bairros mais distantes, atendendo a demanda em horários específicos que serão definidos pela SESTTRAN nos próximos dias. As vans continuarão a circular com linhas abrangendo os bairros. 

Vale ressaltar que o Prefeito Fernando decretou o retorno dos ônibus há mais de 60 dias, mas as empresas alegaram dificuldades financeiras. Por esse motivo, o funcionamento será retomado através de um contrato emergencial. ascom

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Uesc celebra 52 anos com homenagens e reconhecimento à diversidade de saberes

Sessão especial do Consu destaca lideranças acadêmicas e indígenas e reafirma o compromisso da universidade com a inclusão e o conhecimento ...