sexta-feira, 8 de março de 2013

Matadouro de Itabuna é interditado por ordem judicial



O Matadouro Municipal de Itabuna foi interditado na manhã desta sexta-feira,(08), cumprindo ao mandado de interdição expedido pelo juiz Eros Cavalcanti, da 1ª Vara da Fazenda Pública. O documento foi entregue pelos oficiais de justiça aos administradores da unidade, determinando à imediata e completa interdição. 

A interdição foi acompanhada pelo Secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Itabuna, Lanns Almeida Filho, e prepostos da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde, além da Guarda Civil Municipal.  A Guarda foi acionada por haver no Matadouro muitos equipamentos pertencentes ao Município, tendo sido acionada pela Secretaria da Administração. 

O secretário Lanns Almeida Filho disso que o prefeito Claudevane Leite tem uma preocupação social muito grande com a questão dos trabalhadores do Matadouro. O secretário adianta que, independente de quem venha a administrar a unidade no futuro, haverá condicionamento do Município para aproveitamento dos trabalhadores e sua requalificação. 



Segundo o secretário, a Prefeitura vai assumir a reconstrução e requalificação da unidade no prazo máximo de 180 dias. “Vamos decidir se o Matadouro será terceirizado, se vai ser disponibilizado para uma cooperativa de serviços ou se o município assumirá a gestão”, adiantou Lanns, esclarecendo que nesse momento era preciso dar cumprimento à determinação judicial.

O magistrado arbitrou multa diária de R$ 3 mil em caso de descumprimento de sua decisão. A partir da próxima semana os editais s para fazer a recuperação dos equipamentos e do Matadouro Municipal estarão disponíveis para habilitar empresas interessadas nas obras. 

Departamento de Comunicação Social
Por - Ricardo Mascarenhas
Fotos: Pedro Augusto Benevides

Ilhéus celebra dia da mulher com ações educacionais e de saúde

Em comemoração ao dia Internacional da Mulher, nesta sexta-feira, 08 de março, a Prefeitura de Ilhéus, através da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) promove diversasatividades educacionais e de prevenção a doenças. As ações ocorreram nos turnos matutino e vespertino, na Rua Jorge Amado, no centro da cidade, e no Centro de Atenção Integral à Criança (Caic) localizado no bairro Hernani Sá, na zona sul.
A programação envolveu a promoção de palestras educativas e a distribuição de material informativo, além da entrega de preservativos masculinos e femininos e lubrificantes. A enfermeira, Cecília Alves, destacou que as ações têm como objetivo educar e orientar as mulheres sobre o controle de doenças, informando principalmente as formas preventivas.
“Nosso público é a mulher e todas as atividades visam orientar e aconselhar a mulher sobre as doenças sexualmente transmissíveis”, comentou Cecília, destacando a realização dos testes de HIV e sífilis, com resultado em cinco minutos. A enfermeira também ressaltou que a coleta de exame preventivo do colo do útero e de exames clínicos de mama e a realização de triagem pré-natal fizeram parte da programação.
Aprovação - No Caic, foram realizadas, pelo Núcleo da Mulher, a aferição de pressão e palestras sobre HIV, Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), câncer, exames preventivos, planejamento familiar e pré-natal. Dicas de beleza e curso de limpeza de pele também fizeram parte da programação.
A professora Maristela Freitas participou do curso de limpeza de pele e aprovou a iniciativa do núcleo. “É uma boa oportunidade para aprender a cuidar da pele e da saúde, estou adorando o curso”.
Leda Pureza Morena, coordenadora do núcleo, destacou a importância de serviços direcionados para a saúde da mulher. A coordenadora enfatizou que o Núcleo da Mulher, atua há quinze anos e atende a mulheres, jovens e crianças da região, oferecendo serviços de saúde bucal, orientação sexual, inclusão sóciodigital, e ainda realiza palestras de combate a exploração sexual infantil.

Da Secretaria de Comunicação Social (Secom)
Ilhéus – 08.03.2013

Dilma, Lula, Aécio, Bolsa Família e os fatos: quem criou o quê?

Por - REINALDO AZEVEDO
A presidente Dilma Rousseff e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) voltaram a trocar farpas sobre a criação do Bolsa Família. A presidente insiste em que a criação do cadastro único de beneficiados por programas sociais é iniciativa do governo do PT. É mentira! Não é não. Aécio diz que o Bolsa Família é a reunião de programas sociais que existiam no governo FHC. É verdade. Um decreto de Lula o demonstra.

O Apedeuta, sim, era contra o Bolsa Família. Ele o considerava mera esmola, como deixa claro o vídeo abaixo. Aí temos Lula em dois momentos, afirmando coisas opostas. Já presidente, defendia o programa. Na oposição, ele o atacava. Vejam. Volto em seguida.

Voltei
Mais do que isso. No dia 26 de agoto de 2010, publiquei um post demonstrando que Lula considerava que o Bolsa Família deixava os pobres vagabundos. E demonstrei ali, com todas as letras, que o decreto de Lula, que criou o Bolsa Família, incorporava os programas da gestão FHC. Leiam.

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  “Como é mesmo? Segundo um novo Datafolha, a diferença entre Dilma e Serra oscilou para 20 pontos? Os petralhas não descansam nem de madrugada — creiam (devem ganhar bem!) — e anunciam que eu já perdi a eleição? Então eu vou lhes mostrar como me comporto em meio àqueles que já disputam o seu lugar à grama. E por que vou fazer o que segue? Por apreço à verdade. E porque, como escrevi naquele texto quanto estava em Dois Córregos, Corisco só se entrega na morte de parabelo na mão, hehe.”

Ontem, na impressionante coleção de invencionices a que se entregou em cima do palanque, Lula afirmou que setores “elitistas” o criticaram por causa do Bolsa Família. Também é mentira. O único “elitista” contrário ao programa era… Lula!!! E dá para provar. Quando o Babalorixá chegou ao poder, inventou que o Brasil padecia de uma fome africana — que já havia sido superado havia duas décadas ao menos. E criou o natimorto programa Fome Zero, lembram-se? O que era mero golpe publicitário de Duda Mendonça virou estandarte do governo. Havia quatro programas de renda do governo FHC: Auxílio-Gás, Bolsa Alimentação, Bolsa Escola e Bolsa Renda. Lula os juntou depois e os chamou de Bolsa Família. Isso é história. Mas, antes de fazê-lo, falou muita bobagem. E depois também.

No dia 9 de abril de 2003, com o Fome Zero empacado, Lula fez um discurso no semi-árido nordestino, na presença de Ciro Gomes, em que disse com todas as letras que acreditava que os programas que geraram o Bolsa Família levavam os assistidos à vagabundagem. Querem ler? Pois não!

Eu, um dia desses, Ciro [Gomes, ministro da Integração Nacional], estava em Cabedelo, na Paraíba, e tinha um encontro com os trabalhadores rurais, Manoel Serra [presidente da Contag - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura], e um deles falava assim para mim: “Lula, sabe o que está acontecendo aqui, na nossa região? O povo está acostumado a receber muita coisa de favor. Antigamente, quando chovia, o povo logo corria para plantar o seu feijão, o seu milho, a sua macaxeira, porque ele sabia que ia colher, alguns meses depois. E, agora, tem gente que já não quer mais isso porque fica esperando o ‘vale-isso’, o ‘vale-aquilo’, as coisas que o Governo criou para dar para as pessoas.” Acho que isso não contribui com as reformas estruturais que o Brasil precisa ter para que as pessoas possam viver condignamente, às custas do seu trabalho. Eu sempre disse que não há nada mais digno para um homem e para uma mulher do que levantar de manhã, trabalhar e, no final do mês ou no final da colheita, poder comer às custas do seu trabalho, às custas daquilo que produziu, às custas daquilo que plantou. Isso é o que dá dignidade. Isso é o que faz as pessoas andarem de cabeça erguida. Isso é o que faz as pessoas aprenderem a escolher melhor quem é seu candidato a vereador, a prefeito, a deputado, a senador, a governador, a presidente da República. Isso é o que motiva as pessoas a quererem aprender um pouco mais.

Notaram a verdade de suas palavras? A convicção profunda? Então…
No dia 27 de fevereiro de 2003, Lula já tinha mudando o nome do programa Bolsa Renda, que dava R$ 60 ao assistido, para “Cartão Alimentação”. Vocês devem se lembrar da confusão que o assunto gerou: o cartão serviria só para comprar alimentos?; seria permitido ou não comprar cachaça com ele?; o beneficiado teria de retirar tudo em espécie ou poderia pegar o dinheiro e fazer o que bem entendesse?
A questão se arrastou por meses. O tal programa Fome Zero, coitado!, não saía do papel. Capa de uma edição da revista Primeira Leitura da época: “O Fome Zero não existe”. A imprensa petista chiou pra chuchu.

No dia 20 de outubro, aquele mesmo Lula que acreditava que os programas de renda do governo FHC geravam vagabundos, que não queriam mais plantar macaxeira, fez o quê? Editou uma Medida Provisória e criou o Bolsa Família? E o que era o Bolsa Família? A reunião de todos os programas que ele atacara em um só. Assaltava o cofre dos programas alheios, afirmando ter descoberto a pólvora. O texto da MP não deixa a menor dúvida:

(…) programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação – “Bolsa Escola”, instituído pela Lei n.° 10.219, de 11 de abril de 2001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação – PNAA, criado pela Lei n.° 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Saúde – “Bolsa Alimentação”, instituído pela medida provisória n.° 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo Decreto n.° 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto n.° 3.877, de 24 de julho de 2001.

Compreenderam? Bastaram sete meses para que o programa que impedia o trabalhador de fazer a sua rocinha virasse a salvação da lavoura de Lula. E os assistidos passariam a receber dinheiro vivo. Contrapartidas: que as crianças freqüentassem a escola, como já exigia o Bolsa Escola, e que fossem vacinadas, como já exigia o Bolsa Alimentação, que cobrava também que as gestantes fizessem o pré-natal! Esse programa era do Ministério da Saúde e foi implementado por Serra.
E qual passou a ser, então, o discurso de Lula?

Ora, Lula passou a atacar aqueles que diziam que programas de renda acomodavam os plantadores de macaxeira, tornando-os vagabundos, como se aquele não fosse rigorosamente o seu próprio discurso.
No dia 23 de março de 2005, em Cuiabá, atirava contra as pessoas supostamente contrárias ao Bolsa Família. Leiam e confrontem com o que ele próprio dizia em 2003:

Eu sei que tem gente que fala: “Não, mas esse presidente está com essa política do programa Fome Zero, do Bolsa Família, isso é proselitismo, isso é esmola.” Eu sei que tem gente que fala assim. Lógico, o cidadão que toma café de manhã, almoça e janta todo santo dia, para ele Bolsa Família não significa nada, ele não precisa. E ainda mais se ele puder fazer uma crítica a mim tomando uma Coca-Cola em um bar, um uísque ou uma cerveja. Agora, tem pessoas que, se a gente não der essa ajuda, não conseguem comer as calorias e as proteínas necessárias à vida humana. E se for uma criança de antes de seis anos de idade, nós sabemos que essa criança poderá ter o seu cérebro atrofiado e nunca mais se recuperar.
Quando eu vou parar de evidenciar as mistificações de Lula? Nunca! Quanto mais “popular” ele fica, mais considero este trabalho uma obrigação moral. (Blog de Reinaldo Azevedo)

Do - jornaldamídia

Projeto Aleluia Ilhéus é referência para outros municípios

Entusiasmados pela proposta do Projeto Aleluia Ilhéus, que será realizado no feriado da Semana Santa, entre os dias 28 e 31 de março, os municípios como Itacaré e Una já manifestaram ao Sebrae a intenção de promover eventos no mesmo formato. Segundo a coordenadora regional do Sebrae, Claudiana Figueiredo, o Projeto Aleluia Ilhéus  “já está fazendo escola na região”, pois traz uma transformação no conceito de eventos na região e até em nível nacional.

Um dos objetivos gerais do projeto destacado pela coordenadora é ter a cultura e a criatividade como elo de desenvolvimento econômico. “Nossas perspectivas com a realização do projeto são gigantescas no que diz respeito à valorização da cultura local, em seus saberes e fazeres, na divulgação da cultura e da identidade local, tanto para quem visita quanto para a comunidade”.

O Projeto Aleluia Ilhéus também se conceitua como um evento que fortalecerá os micros e pequenos negócios de Ilhéus e cidades circunvizinhas. Claudiana ressalta que o projeto extrapola os limites do evento, através, por exemplo, da capacitação dos empreendedores, que ensina a forma ideal de atendimento ao público, o cálculo justo dos preços dos produtos, questões de higiene; conhecimentos que serão levados adiante. “Esse é mais um novo conceito na região: tudo caminha em uma transversalidade. Não é o evento pelo evento simplesmente, é o legado que o projeto vai deixar para o município”, afirma.

Secretaria de Comunicação Social (Secom)
Ilhéus – 08.03.2013

Goleiro Bruno é condenado a 4 anos e 6 meses de prisão

Justiça

Pena é resultado da acusação de sequestro e agressão contra Eliza Samudio

O goleiro Bruno, ex-capitão do Flamengo, foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal contra a jovem Eliza Samudio, ex-amante do jogador. O crime pelo qual Bruno e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foram condenados teria ocorrido em 13 de outubro de 2009.

Conforme a denúncia oferecida pelo Ministério Público fluminense, Bruno e Macarrão teriam sequestrado Eliza, quando ela estava com cinco meses de gestação. Eles a mantiveram em cárcere privado, e submeteram a jovem a torturas físicas e psicológicas. Ela ainda teria sido obrigada a tomar medicamentos abortivos.

Bruno, Macarrão e outras seis pessoas – entre elas a ex-mulher e a atual noiva do goleiro – respondem na Justiça de Minas Gerais a outro processo, desta vez pela acusação de sequestro e assassinato de Eliza, considerada oficialmente desaparecida desde o dia 10 de julho.

De acordo com o jornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, Macarrão foi condenado a três anos de prisão. Na sentença, o juiz da 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, Marco Couto, afirma que "os fatos foram inquestionavelmente comprovados". Segundo o jornal carioca O Dia, o magistrado ainda negou aos réus o direito de recorrer da decisão em liberdade.

Veja

Pastor Marco Feliciano é réu por homofobia e estelionato

 
Além de presidente da igreja Tempo de Avivamento e contrário ao casamento gay e ao direito ao aborto, o parlamentar é uma figura polêmica, alvo de processo por estelionato no Supremo Tribunal Federal, acusado de ter faltado a um evento pelo qual recebeu pagamento.

Também responde a ação no STF por homofobia: foi denunciado no início deste ano pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que considerou discriminação uma das mensagens de Feliciano no seu Twitter, que dizia: “A podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”. (Evandro Éboli e Isabel Braga, O Globo)

Por - jornaldamídia 



quinta-feira, 7 de março de 2013

Bruno confessa que Eliza foi enforcada e corpo foi jogado aos cães

Desesperado, Bruno abre o bico para ter pena reduzida.

Para fugir de uma pena de mais de 40 anos de cadeia, o que sepultaria de vez qualquer chance de retorno aos gramados, o goleiro Bruno Fernandes, 28 anos, partiu para um ataque calculado. Falou até quando foi conveniente no terceiro dia de julgamento dele e de sua ex-mulher, Dayanne Rodrigues sobre a morte da modelo Eliza Samudio. Depois, ficou calado diante do bombardeio de perguntas do Ministério Público (MP). Quando resolveu quebrar o silêncio, admitiu a morte da modelo, mas jogou a culpa do assassinato, ocorrido em 2010, no colo de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, transferindo para ele todas as ações em sua carreira e até na vida particular.
 
- Ele arcava com as despesas, administrava meu dinheiro, minhas contas bancárias. Ele tinha as senhas das minhas contas. Eu pedia dinheiro para o Macarrão para sair ou fazer festas. Nossa relação era de amizade forte, quase irmãos. Quando parei de conversar com Eliza, ele (Macarrão) passou a conviver com ela – disse Bruno.


O goleiro deu, ainda, detalhes do crime e disse que Eliza foi enforcada e, em seguida, teve o corpo esquartejado e jogado para os cachorros, segundo relato de Jorge Luiz Rosa, o primo que era menor na época:

- Fiquei desesperado uma hora e meia, chorei muito. “Macarrão o que você fez?”, eu perguntei. Ele falou que resolveu o problema, porque a menina estava “demais”. Ele disse que ela estava incomodando demais, atrapalhando seus projetos, seus planos. Naquele momento senti medo.

Pela primeira vez, Bruno envolveu o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Ao envolver Bola no crime, a estratégia da defesa é tentar enquadrar Bruno no crime de homicídio simples, excluindo o motivo torpe e ocultação de cadáver:
- Não sabia, não mandei, mas aceitei. Mandar eu jamais mandei. O Macarrão falou que contratou o Bola. Então, eu aceitei. Meu compromisso com ela foi pagar os R$ 30 mil (valor acordado entre Bruno e Eliza para ela deixar de procurá-lo) – disse. (O Globo)

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