segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Programação do TMI nesta 3ª feira com “Capitães de Areia”

A programação do Teatro Municipal de Ilhéus (TMI) para este mês de novembro terá continuidade nesta terça-feira (8), a partir das 19 horas, com o lançamento do filme Capitães de Areia, baseado no livro de Jorge Amado. Além de atores, produtores, patrocinadores e personalidades de Ilhéus e da região, o lançamento contará com a presença de Cecília Amado, diretora do filme e neta do consagrado escritor. Com apoio da Fundação Cultural do Município, o evento integra as come­mo­ra­ções pelo cen­te­ná­rio de Jorge Amado, cuja obra divulgou a cidade em várias partes do país e do mundo.
Dando sequência à programação, no próximo final de semana (12 e 13), a partir das 17 horas, o público regional terá a oportunidade de conferir o espetáculo pedagógico infantil “Dançando que se aprende”, mostra coreográfica do Projeto Arte e Dança, coordenado pela professora Sôanne Marry. Ainda nos dias 12 e 13, neste caso a partir das 20h30min, o humorista Marcos Veras, que atua no “Zorra Total”,                 programa da TV Globo, estará apresentando o Stand’Up Comedy “Falando a Veras”.
Para este mês de novembro, a programação do TMI trará também o show acústico da Banda Lordão, no dia 14, a partir das 21 horas, e o espetáculo musical gospel “Encontro com a Música”, no dia 15, às 19 horas. Com direção e coreografia de Dulce Drummond, dois espetáculos produzidos pela Escola de Balé “Dinâmica e Movimento” também estarão compondo a programação elaborada pela Fundação Cultural de Ilhéus. Nos dias 18 e 19, a partir das 20h30min, será apresentado o espetáculo de dança Giro, enquanto que, nos dias 19 e 20, a partir das 17h30min, o palco do TMI receberá o espetáculo infantil “Princesa Bailarina”. 
Já no dia 22, a partir das 19h30min, ilheenses e turistas poderão curtir mais uma vez todo o talento do cantor Herval Lemos, que, na oportunidade, estará se apresentando ao lado de seus alunos e de vários convidados especiais, como Keketa, Luciano de Lucas e Antero Santa Rosa, entre outros. Fechando a programação de novembro, dois eventos produzidos pela Escola de Dança Tônus: nos dias 25, a partir das 19 horas, e 26, a partir das 16 horas, “Cor Ação”, e nos dias 26, a partir das 19 horas, e 27, a partir das 16 horas, “Uma aventura no museu”.
Galeria – A Fundação Cultural de Ilhéus também elaborou uma programação para a galeria do Teatro Municipal. Até o dia 20 deste mês, o espaço abrigará a exposição “Cores de duas nações”, com telas de Fidel Soto Leal. Já no período de 21 a 27 deste mês, o público terá a oportunidade de conferir a Exposição “Só sendo mulher”, que traz fotografias de Sôanne Marry. Concluindo, no período de 29 deste mês a 4 de dezembro, o espaço receberá a exposição fotográfica “I Expo Moda é Prevenção”.  As visitações são gratuitas e podem ser realizadas no horário das 9 às 12 e das 14 às 18 horas.
 www.ilheus.ba.gov.br

Leitores acreditam na aplicação da Lei da Ficha Limpa para eleições 2012

A lei da Ficha Limpa, criada a partir de um projeto de lei de iniciativa popular que reuniu mais de 2 milhões de assinaturas em todo o país e aprovada nas duas casas, Câmara e Senado, depois sancionada pelo então presidente Lula, veta a candidatura de pessoas com condenação em segunda instância.

Em 2010, primeiro ano de eleições após a promulgação da lei, a aplicação da norma foi questionada por políticos considerados inaptos que recorreram de decisões desfavoráveis às suas candidaturas. Em julgamento no STF, os ministros decidiram que a lei seria inválida para o pleito de 2010, pois, segundo a Constituição, todas as leis que alterem o processo eleitoral só podem começar a valer após um ano de vigência, o que, pelas normas, garante, na teoria, a sua aplicação para as eleições municipais de 2012.


Por esse motivo,  o Cidadão Repórter, em enquete no portal A TARDE On Line, questionou se os leitores acham que a lei da Ficha Limpa vai ser aplicada já nas eleições de 2012.

Dos internautas que participaram da enquete, 38,56% acreditam que o STF vai julgar e aprovar a norma ainda este ano; 30,38%  acreditam que ela nunca sairá do papel; 19,87% creem que surgirá algum problema para impedir a aplicação da lei e 11,19% acreditam que dependerá dos interesses políticos envolvidos.

E você, acredita que a lei será aplicada a partir do próximo processo eleitoral? Comente e participe do nosso fórum!

*As enquetes e fóruns dos canais do portal A TARDE On Line são trocados semanalmente, sempre levando em conta o tema mais importante do período nas mais diversas editorias. Quer participar? Envie para cidadaoreporter@grupoatarde.com.br uma sugestão de enquete ou fórum que você gostaria de ver no nosso portal e no blog Cidadão Repórter.
A Tarde Online

domingo, 6 de novembro de 2011

A IMATERIALIDADE DO GOVERNO WAGNER

Por Samuel Ceslestino - Jornal A Tarde

Não é novidade que o Estado da Bahia atravessa um período de dificuldades financeiras. A receita caiu. Embora oficialmente não explicada, a razão, supõe-se, é consequência da crise que balança as estruturas do euro e dos bancos do bloco, em relação aos problemas da Grécia.

Enfim, a Bahia está sem dinheiro em caixa, conseqüência da queda da receita. Se está sem recursos, as dificuldades – que já são imensas para a realização de obras –tornam-se mais densas.

Ninguém fala muito, no governo, sobre esta situação e, seguramente, também não há perguntas da imprensa, como deveriam, para que houvesse uma explicação clara, concreta. Piora quando os dois poderes, o Legislativo e o Judiciário, querem suplementar seus orçamentos para fechar o exercício em curso.

No Legislativo não é muito, mas no TJ-Ba fala-se em R70 milhões. Uma bomba. Aí, só se o governo girar a guitarra, no sentido de prelo, como se dizia antigamente para fabricar dinheiro. Forma de dizer.
Juntando tudo isso e mais algumas coisas, observa-se que o Estado está carente de obras físicas no Estado. Entre os petistas, surgiu uma história explicativa risível, senão absurda: “as obras do governo Wagner são imateriais”. Leva jeito de gozação porque se são imateriais, não existem na prática.

Em Salvador, por exemplo, há o trevo do aeroporto realizado com verbas federais, a Arena da Fonte Nova, em construção através de contrato público-privado, com  financiamento do BNDES. Espera-se que o projeto de mobilidade urbana, com o metrô na Paralela interligado ao fantasminha transformado em ralo sumidouro de dinheiro público, que nasce na Estação da Lapa, aconteça. Nem todos acreditam.
O aeroporto necessita urgentemente uma ampla reforma. A Orla está abandonada. E há uma guerra envolvendo está péssima concessionária Via Bahia, responsável pelas BRs, 324 e 116, extorquindo motoristas insatisfeitos nos pedágios absurdos. O governo teria que gritar. Não há, salvo esquecimento, qualquer outra obra de dimensão, a não ser coisas pequenas. E projetos. A Via Portuária não saiu e não sairá até o final do governo.

Há, no meio do seu futuro traçado, a Rótula do Abacaxi, também com recursos federais, obra inaugurada por Lula. De resto, transferem-se obras no papel para o plano da imaterialidade como pomposamente dizem os petistas.
Há projetos que, quando realizados, poderão transformar a economia baiana (sempre comparada com Pernambuco, que virou moda). Dentre eles destaques para a ferrovia Oeste-Leste e o Porto de Ilhéus, previstos para ficarem prontos em 2015, ou 16, portanto depois do governo Jaques Wagner.

O porto e a ferrovia, sonhos do engenheiro e deputado federal Vasco Neto (só que ele imaginava o porto em Maraú, em Campinhos, na baía de Camamu), e a tal e quimérica ponte Salvador-Itaparica, cujo início está previsto para 2018, mas é melhor empurrá-lo para frente.

A imaterialidade da ponte é quase total. A idéia é tão antiga quanto a própria Baía de Todos os Santos. Recordo-me que pensei muito nela quando, menino, veraneava em Mar-Grande (Gameleira) numa época em que não havia luz elétrica. Cortava-se a baía de saveiro (o saudoso saveiro de “seu” Joaquim), ou na lanchinha Gaivota. Era bonito ver, à luz de lampião na ilha, as luzes de Salvador tremularem.

Era justamente aí, em serenatas no atracadouro de madeira, que desenhávamos nas conversas a ponte Salvador-Mar Grande. A imaterialidade, no caso, vem de longe. Creio que Caramuru e os tupinambás pensaram também nela. Para quê eu não sei, já que só havia caravelas e o lombo do burro.  Bem, mas estou a derivar, por culpa do teclado que pede que se conte coisas talvez sem interesse no contexto da imaterialidade baiana. Faz parte.
O fato é que se anuncia a montadora chinesa Jac, que não é nenhuma brastemp, longe do significado da Mitsubishi, Volks e da Fiat. Mas é alguma coisa para o Estado que está tendo azar (azar?) na atração de investimentos. De qualquer maneira, louva-se a Jac que, definitivamente, quando iniciar a produção não a rotulará de imaterial

sábado, 5 de novembro de 2011

ACADEMIA DE LETRAS EMPOSSA NOVA DIRETORIA


Juiz Marcos Bandeira - Presidente Eleito
Será realizada hoje, sábado, 5 de novembro,  a posse dos membros efetivos da Academia de Letras de Itabuna (Alita),  às 19h30min, no auditório da FTC de Itabuna. 

O evento é histórico e concretiza um velho sonho acalentado há muitos anos pela comunidade regional. A academia de Letras de Itabuna nasceu no dia 19 de abril de 2011 e tem como patrono o grande escritor Adonias Filho. 

O presidente da Academia de Letras da Bahia Aramis Costa Ribeiro dará posse ao acadêmico Marcos Bandeira, como presidente da ALITA  e este por sua vez dará posse simbolicamente aos demais membros da academia.

Os acadêmicos que vem se reunindo semanalmente na Casa do Educador  já estão elaborando um calendário de eventos culturais para 2012. 

O grande objetivo da Academia de Letras de Itabuna é  fomentar e incentivar todas as manifestações culturais, principalmente regionais, revelando os talentos regionais na Literatura, Ciências Sociais, inclusive com  a  produção de livros pelos próprios acadêmicos. 

A Academia nasce soberana, livre e autônoma, tendo como compromisso maior a dignidade da pessoa humana e o progresso das letras e das Ciências Humanas.

SINDICATO HOMENAGEIA RADIALISTAS


Radialista Jorge Eduardo
O STERT (Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Rádio, TV e Publicidade de Itabuna) em parceria com a FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciências) promoverá entrega do MÉRITO JORGE EDUARDO DE COMUNICAÇÃO a 41 profissionais na próxima segunda-feira (7), data em que se comemora o Dia do Radialista. O auditório da Faculdade foi o local escolhido para a solenidade, prevista para começar às 18h30min.

Aprogramação inclui entrega de certificados de honra ao mérito a profissionais de rádio e TV que se destacaram no período 2010/2011. Em seguida, num clima de confraternização, será servido um coquetel.

O presidente do STERT, Frankvaldo Lima, destaca a importância de a categoria ter a oportunidade de estar reunida no seu dia. Por isso, ele convida aos profissionais da comunicação como um todo a participarem desse evento.

Entre os homenageados, osradialistas Cacá Ferreira, J Age, J Silva, Manoel Messias, Orlando Cardoso, Paulo Leonardo da Silva, Rivamar Mesquita, Robério Nunes, Roger Sarmento e Wellington (Tom) Ribeiro, tidos como destaques em 2011. O rol também inclui as repórteres Auriana Bacelar, Carolina Lima, Patrícia Abreu e Suzi Martins, que também vêm se destacando na televisão.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Joadson Souza: um “Grand jeté” de Itabuna para o mundo


 O estudante do Colégio Félix Mendonça, bairro Sarinha Alcântara, em Itabuna, Joadson Costa Souza, 18 anos, tinha tudo para concluir o ensino médio e  parar, simplesmente. Mas ele deu o “Grand jeté (grande salto) e se tornou  o mais novo aluno da Escola de Ballet Bolshoi Brasil. Ele foi o único aluno aprovado para a turma do 8º. ano da escola de balle, o nível mais alto que um aluno pode chegar na escola. 

O bailarino iniciou sua atividade no Projeto Arte e Educação da TIM, e após três  meses, ingressou no Grupo de Dança Corpore, sob a direção da professora Dayse Santos, com o incentivo da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc). 

Quatro anos de aulas, e hoje ele é um exemplo de protagonismo e resiliência, pois ao vencer os desafios e as dificuldades sociais, econômicas e financeiras, conseguiu ingressar numa das maiores escolas de ballet do mundo.

“Ele é motivo de orgulho não apenas para nos professores, mas também para Itabuna, que terá mais um representante no encantado mundo da magia, da arte e do profissionalismo”, defendeu a professora Dayse. Para ela, Joadson é um grande exemplo de dedicação e comprometimento. O aluno tem aulas três vezes por semana no Centro de Cultura Adonias Filho, onde a Ficc mantém parceria com o Grupo de Ballet Corpore.

Emoção

Para Joadson, os sentimentos se fundem em emoção, satisfação, gratidão e também a sensação do dever cumprido. “A maior gratidão é para com a professora Dayse que sempre acreditou no meu trabalho, no meu sonho para que ele se tornasse realidade”. A conquista também se deve à sua mãe Lúcia Samaria, que segundo ele, “é um exemplo de companheirismo e de força”. 

O público vai ter oportunidade assistir o espetáculo com a participação de mais novo aluno da Bolshoi. Joadson se apresenta no festival de dança de final de ano do Grupo de Dança Corpore nos dias 9 e 10 de dezembro, no Centro de Cultura Adonias Filho.

Logo após, ele começa a preparar as malas para o ingresso definitivo na Escola Bolshoi, em Joinville (SC). A viagem está programada para janeiro  do próximo ano.

De acordo com a professora Dayse, Joadson foi escolhido por dois  anos consecutivos como o melhor bailarino e destaque do júri no Festival Multiarte Firmino Rocha, promovido pela Ficc.

Para a professora, em se tratando de dança, Itabuna só tem a se orgulhar. Em apenas dois anos já são quatro os bailarinos aprovados para a Escola Bolshoi. São eles: Édro Seara (do ballet Marcela Carvalho); Pedro Pires (Tchu e Cia), Wirley Sales e Joadson Souza (da Corpore).

   De acordo com o Vagannova School, a Bolshoi, localizada em Moscou, na Rússia , é um das mais consagradas escolas de ballet do mundo, de onde  emergiram grandes nomes da dança. A única filial da escola no Brasil, funciona em Joinvile em Santa Catarina.

E é para lá que o estudante da escola pública de Itabuna está indo e levando na bagagem além das roupas, a certeza do sonho transformado em realidade. Alunos e professores agradecidos, lembram que esta realidade só está sendo possível graças à Ficc que tem dado todo o incentivo necessário à comunidade que mais necessita de apoio e de iniciativas como essa.
Por: Rosi Barreto – Fotos: Waldyr Gomes e divulgação   
www.itabuna.ba.gov.br 

Repressão e liberalidade convivem no campus da USP

 Estudantes resolveram não sair do campus




Um carro da Polícia Militar passa em ronda pela Universidade de São Paulo a cada 15 minutos. Completamente vazio, um prédio no centro do campus é guardado por dois seguranças particulares e cercado por altas paredes de lata. Um bunker, na descrição de estudantes. Membros da Guarda Universitária circulam em volta - e por cima - de faculdades e áreas de movimento.

Alheio ao homem de farda que olha feio para quem se aproxima do prédio em reforma, futura sede da Reitoria, um grupo acende um baseado no gramado em frente, nos fundos da Escola de Comunicações e Artes. Dois homens e duas mulheres, eles discutem amenidades ao ar livre, numa área em que muitos circulam à luz das 17h do horário de verão.

A USP mudou. O reforço na segurança e a presença da PM eram improváveis há poucos anos e provocaram um conflito entre alunos e policiais depois que estudantes foram detidos por usar maconha. Ao mesmo tempo, há coisas que continuam iguais. Para quem acende os baseados - estopins de uma onda de manifestações contra a "repressão" - não parece ter havido grande alteração na direção dos ventos.

Sempre foi e continua sendo fácil encontrar maconha no campus. Já os policiais e seguranças - antes mais raros de se ver - estão por todos os lados, sem a mesma agilidade dos fumantes. A detenção de três rapazes, que provocou a cizânia do último dia 27, é mais uma encenação uspiana. Assim definiu o professor de direito Jorge Luiz Souto Maior, em entrevista a Terra Magazine: "Droga na USP é ilícita quando convém". Para ele, tanto quanto para os manifestantes, a questão da segurança e dos entorpecentes é usada como desculpa para manter a polícia a postos e evitar os protestos e greves que naquele espaço são tão frequentes quanto as aulas.

A coexistência entre a polícia e a liberalidade agita os ânimos dos estudantes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). No intervalo entre as aulas de quem tem a grade de disciplinas cheia pela tarde, o prédio da História é palco de todo tipo de reivindicação. Um grupo discute os movimentos negros na periferia de São Paulo, outros pedem liberdade às rádios comunitárias... Mas o tema inevitável, por todo lado, é a polícia.

O conflito chamou atenção da imprensa, levou à ocupação do prédio administrativo da FFLCH por uma semana e, mais tarde, da Reitoria. A exigência é o fim da PM no campus.
"A gente não sente orgulho quando a mídia fala da gente", diz um cartaz na História. A mensagem se encerra com um singelo "pau no cu" destinado a todos os jornalistas. Outra menção especial vai para o reitor João Grandino Rodas e para o apresentador José Luiz Datena.
Ainda por ali, três jovens reclamam da falta de diálogo nas assembleias de estudantes que decidem o rumo do movimento. "De onde eu estava deu pra ver que todo mundo ali era maconheiro", ataca um. O colega faz ar de reprovação e muda o assunto. "O que eu não entendo é por que, toda vez que tem movimento aqui, mandam a gente ler o mesmo texto do Florestan Fernandes". Mais à frente, num novo gramado, outro grupo de quatro estudantes compartilha um "beck". Ninguém fala nada. Um quinto jovem se aproxima e basta um "oi" para que ele dê "um tapa". E segue sua caminhada rumo à aula.
Histórico
Os estudantes da USP ocupam o prédio atual da Reitoria desde a noite de terça-feira (1º), depois de terem deixado a sede da administração da FFLCH. A saída foi uma decisão tomada em assembleia na qual os contrariados decidiram rumar para a Reitoria. O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu, na noite de quinta (3), a reintegração de posse. A retirada dos estudantes é esperada para esta sexta-feira (4).

A presença mais frequente da Polícia Militar é coisa recente na USP. Ela foi possibilitada por um convênio assinado após o assassinato do estudante Felipe Ramos de Paiva em maio. Na época, grupos reivindicavam melhorias na segurança e o convênio com a PM chegou a receber apoio dos diretores de faculdades, com exceção dos dirigentes da FFLCH e da Faculdade de Educação.
Por: Dayanne Sousa

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Cuidado com a sua propriedade rural!

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