segunda-feira, 29 de maio de 2023

BAHIA 51.06% DE POBREZA

BAHIA ESTÁ ENTRE OS ESTADOS COM MAIOR NÚMERO DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE POBREZA, DIZ PESQUISA

BAHIA ESTÁ ENTRE OS ESTADOS COM MAIOR NÚMERO DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE POBREZA, DIZ PESQUISA

Do - Bahia Economica - Segundo levantamento do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), feito com base em dados de 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE a Bahia está entre os estados onde a maior parte da população vive com uma renda mensal de até R$ 665,02, ou seja na linha da pobreza.

Das 27 unidades da federação, 9 têm a maior parte da população composta por pessoas em situação de pobreza. Proporção da população que vive abaixo da linha de pobreza:

  • Maranhão: 58,9%
  • Amazonas: 56,7%
  • Alagoas: 56,2%
  • Paraíba: 54,6%
  • Ceará: 53,4%
  • Pernambuco: 53,2%
  • Acre: 52,9%
  • Bahia: 51,6%
  • Piauí: 50,4%
  • Amapá: 49,4%
  • Pará: 49,1%
  • Sergipe: 47,9%
  • Roraima: 46,8%
  • Rio Grande do Norte: 46,2%
  • Tocantins: 35,8%
  • Rondônia: 31,1%
  • Rio de Janeiro: 29,1%
  • Minas Gerais: 27,5%
  • Espírito Santo: 26,8%
  • Goiás: 24%
  • Mato Grosso: 23,3%
  • Mato Grosso do Sul: 23%
  • Paraná: 21,3%
  • São Paulo: 20,4%
  • Rio Grande do Sul: 18,2%
  • Distrito Federal: 17,3%
  • Santa Catarina: 13,9%

Como é possível ver acima, os estados estão concentradas no Norte e no Nordeste — regiões que tiveram os maiores avanços na pobreza durante a pandemia, como o IBGE apontou no final de 2022. Maranhão, inclusive, já encabeçava o ranking de estado com a população mais pobre do país em 2021, segundo o levantamento. Mas o indicador do estado melhorou de um ano para o outro: passou de 67,5% da população para 58,9%.

A pobreza afeta pessoas como a vendedora ambulante Madalena Pereira, que mora numa comunidade na periferia de São Luís. Ela vive a neta e tem renda de R$ 600 mensais. Madalena costuma fazer uma das refeições em um restaurante popular mantido pelo governo do Maranhão que oferece comida a R$ 1, mas lida com a falta de recursos. “Às vezes a gente não tem nem esse um real [para pagar o prato de comida]”, diz. Já as menores taxas de 2022 foram contabilizadas no Rio Grande do Sul (18,2%), no Distrito Federal (17,3%) e em Santa Catarina (13,9%).

Foto: divulgação

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