| Cepec, - Centro de Pesquisas |
A Instituição Federal instalada em outubro de 1957, começou a
ser sucateada, mas começou a entrar em declínio, quando a política partidária resolveu
interferir em seus quadros, e em seguida com a chegada da temivel
"vassoura de bruxa" há 30 anos, fazendo cair a produção do cacau,
quase exterminada por completo.
Mas a CEPLAC, mesmo em declínio buscado em suas pesquisas, novos
clones resistentes a praga, quando muitos cacauicultores foram a falência
total. A instituição, também perdeu a sua autonomia financeira, passando para o
domínio da EMBRAPA e depois ao Ministério da Agricultura, que
a imperou de vez, somando a inercia das entidades e autoridades da
região.
Sem nenhuma interferência por parte do Governo Federal para a
sua manutenção, o que se vê hoje é a triste partida de uma grande instituição,
que já foi considerada uma das maiores do país, e que ganhou a frase histórica
em seu auge, do Ministro da Agricultar, Alysson Paulinelli; “Feliz do
Brasil se tivesse 20 ou 30 Ceplac“, quando o Ministro visitou às suas
instalações há 4 décadas,
Agora a Ceplac, pedindo socorro, todos os seus
imóveis (escritores) - sem sabermos qual o acordo - estão sendo transferidos
para os municípios de origem. Esta semana foi a vez do escritório da
cidade de Ilhéus, que retiraram a placa do nome "Ceplac" de sua parte
externa e mostrado nas redes sociais.
Uma ação que já foi realizada, em quase
todas as cidades da microrregião do cacau, que em ascensão passou a
colher 70% de sua produção, após chegar quase a zero. Vamos salvar a Ceplac! Ela
faz parte da história do sul da Bahia.
Este assunto, foi o tema do editorial de abertura do programa "O Crime não Compensa" apresentado pelo comunicador Paulo Leonardo, através dos microfones da Radio Difusora Sul da Bahia.
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