O secretário municipal de Saúde, Antônio Ocké, salienta que muitas vezes as vítimas podem deixar de ser atendidas porque os profissionais da unidade estão com as linhas telefônicas ocupadas por trotes ou até mesmo com ambulâncias se dirigindo a casos não reais. Ele ressaltou que a população deve se conscientizar que esse tipo de atitude coloca em risco outra vida que poderia ser atendida pela equipe do Samu.
O coordenador regional do Samu Ilhéus/Valença, Marcos Vinícius Gonçalves Pinto, lembra ainda que nos meses de janeiro de fevereiro deste ano os técnicos do Samu prestaram os seguintes atendimentos pré-hospitalares: somente com a unidade básica foram cerca de 1.300 ações, com a ambulância dotada de UTI móvel foram cerca de 150 casos, e a motolância realizou 106 socorros.
Gonçalves salienta que a soma total de ligações inclui aquelas realizadas das outras sete cidades que estão sob a coordenação de Ilhéus, a exemplo de Uruçuca e Valença, além de chamadas interrompidas por motivos diversos, feitas por engano, repetidas ou, ainda, orientações prestadas pela equipe de socorro por telefone, quando não é identificada a necessidade de deslocamento da ambulância.
Outros atendimentos – As equipes do Samu-192 de Ilhéus também prestaram, no primeiro trimestre desse ano, atendimentos de urgência e emergência com pacientes clínicos (adulto e pediátrico), traumáticos, obstétricos, psicológicos, queimaduras, infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial, afogamento, congestiva, cardiovascular e óbitos.
Secretaria de Comunicação Social
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