sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Não vote em ladrão!

A CORRUPÇÃO E A DITADURA DA MISÉRIA

Por Joselito dos Reis - Uma nação não é destruída apenas por guerras. Ela também pode ser destruída silenciosamente pela corrupção, pelo roubo dos recursos públicos, pela impunidade e pela inversão dos valores morais.

Quando o dinheiro destinado ao povo é desviado, não desaparece apenas uma quantia dos cofres públicos. Desaparecem medicamentos dos hospitais, vagas nas escolas, obras necessárias, saneamento, segurança, moradias e oportunidades para milhões de pessoas.

O dinheiro público pertence à sociedade. Quando alguém se apropria ilegalmente dele, não está roubando apenas do governo: está retirando do cidadão aquilo que poderia transformar sua vida.

A miséria como instrumento de dominação

Uma população submetida durante anos à pobreza, à falta de educação, à precariedade dos serviços públicos e à ausência de oportunidades pode perder até mesmo a esperança de mudar sua realidade.

É nesse sentido que podemos falar em uma “ditadura da miséria”. Não necessariamente uma ditadura sustentada por tanques, armas ou censura, mas uma forma de dominação produzida pela pobreza permanente, pela desigualdade e pela dependência.

O cidadão que não tem acesso adequado à educação, à saúde, ao trabalho e à dignidade torna-se mais vulnerável. E uma sociedade vulnerável pode ser facilmente manipulada por promessas, favores e interesses particulares.

A corrupção, portanto, não é apenas um problema financeiro. É também um problema social, político, moral e causando mortes precoces.



O que diz a Bíblia?

A Bíblia condena de maneira clara a corrupção, a injustiça, o suborno e a exploração dos necessitados.

Em Êxodo 23:8, encontramos uma advertência direta:

“Não aceitarás suborno, porque o suborno cega os que têm vista e perverte as palavras dos justos.”

A mensagem é profunda: o suborno não corrompe apenas aquele que recebe. Ele também pode distorcer a justiça.

Em Isaías 10:1-2, o profeta denuncia aqueles que estabelecem leis injustas e retiram os direitos dos pobres e necessitados.

E Provérbios 29:4 ensina:

“O rei que julga com justiça dá estabilidade ao país, mas o que aceita subornos o leva à ruína.”

A Bíblia também apresenta uma advertência contra o enriquecimento obtido pela injustiça. Provérbios 15:27 afirma:

“O que se dá à cobiça perturba a sua própria casa, mas o que odeia o suborno viverá.”

São ensinamentos que atravessam os séculos e continuam atuais.

Quando o dinheiro público deixa de cumprir sua finalidade

Imagine uma escola que deveria ser construída e não é porque os recursos foram desviados.

Imagine um hospital que deveria receber equipamentos, mas não os recebe.

Imagine uma comunidade que espera saneamento durante décadas.

Imagine famílias que poderiam ter melhores condições de vida, mas permanecem na pobreza porque recursos destinados às políticas públicas foram desviados.

Cada desvio pode representar sofrimento humano.

Por isso, combater a corrupção não significa apenas proteger números de uma contabilidade pública. Significa proteger vidas.

A riqueza de poucos e a pobreza de muitos

Uma sociedade começa a adoecer quando o enriquecimento ilícito de alguns acontece simultaneamente à miséria de muitos.

A concentração de riquezas obtidas por meios desonestos pode produzir revolta, descrença e desesperança.

Quando o cidadão vê pessoas enriquecendo por meios ilícitos enquanto trabalhadores honestos enfrentam dificuldades para sobreviver, surge uma perigosa sensação de que a honestidade deixou de valer a pena.

Esse talvez seja um dos maiores danos provocados pela corrupção: a tentativa de destruir a confiança na própria ideia de justiça.

Mas a Bíblia apresenta outro caminho.

Jesus ensinou: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.” — Mateus 5:6.

A justiça, portanto, não é apenas uma palavra bonita. É um princípio que deve orientar a vida individual e coletiva.

Uma nação precisa de valores

Nenhum país consegue construir um futuro sustentável apenas com crescimento econômico.

É necessário também construir instituições responsáveis, leis aplicadas com igualdade, transparência, fiscalização, educação e, acima de tudo, consciência de que o patrimônio público deve ser respeitado.

A corrupção começa quando alguém coloca o interesse particular acima do interesse coletivo.

E cresce quando a sociedade passa a considerá-la normal.

Por isso, combater a corrupção também é uma tarefa cultural e moral.

Não basta perguntar quanto foi o roubado.

É preciso perguntar:

Quantas vidas poderiam ter sido beneficiadas com aquilo que foi desviado?

O verdadeiro desenvolvimento

Uma nação verdadeiramente desenvolvida não é aquela onde alguns conseguem acumular riquezas a qualquer preço.

É aquela onde o cidadão pode trabalhar, estudar, ter atendimento de saúde, morar com dignidade e acreditar que seus direitos serão respeitados.

A Bíblia resume um princípio fundamental em Miquéias 6:8:

“Ele te mostrou, ó homem, o que é bom; e o que o Senhor exige de ti: que pratiques a justiça, ames a misericórdia e andes humildemente com o teu Deus.”

Praticar a justiça.

Amar a misericórdia.

Caminhar com humildade.

Talvez aí esteja uma das respostas para uma sociedade cansada da corrupção e da desigualdade.

Não podemos aceitar a ditadura da miséria

A pobreza não pode ser destino.

A corrupção não pode ser normalizada.

O dinheiro público não pode ser tratado como propriedade de quem temporariamente ocupa uma função pública.

E a esperança de um povo não pode ser roubada juntamente com os recursos de sua nação.

Uma sociedade que deseja liberdade precisa combater tudo aquilo que transforma a pobreza em instrumento de dependência e a corrupção em mecanismo de enriquecimento.

Porque, quando a corrupção rouba o presente de um povo, ela também ameaça roubar o seu futuro.

Que Deus ilumine aqueles que governam, aqueles que fiscalizam e, principalmente, cada cidadão, para que a justiça prevaleça sobre a corrupção, a verdade sobre a mentira e a dignidade sobre a miséria. Não abone ladrão!

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Crime eleitoral: Carteiros são flagrados distribuindo propaganda de Lula e candidatos do PT

Funcionários aparecem entregando panfletos de candidatos petistas em diversas regiões do país

Funcionária relata que 'todo funcionário é obrigado a fazer a panfletagem'. (Foto: Redes sociais).
Do Diário do Poder - Funcionários dos Correios têm sido surpreendidos distribuindo propaganda eleitoral de Lula (PT), mas, quando confrontados por populares espantados com o flagrante de crime eleitoral, afirmam que são obrigados a fazer campanha para candidatos petistas durante o expediente, como afirmou uma servidora da estatal em Santa Catarina.

Uniformizada e ao lado de um veículo do Sedex, a carteira catarinense aparece entregando panfletos de Décio Lima, candidato ao Senado, e Ana Paula Lima, candidata à reeleição para deputada federal. Distribuição como panfletagem, sem qualquer característica de entrega de correspondência. O vídeo circula nas redes sociais.

Abordada por um morador, a funcionária confirma que os panfletos são de campanha e denunciou ter sido obrigada a isso. “Todo funcionário do Correio é obrigado a entregar isso aqui do PT”, revelou.

O panfleto mostra imagens de Lula (PT) e de Leandro Grass. candidato ao Governo do DF.

Crimes eleitorais dessa natureza podem render até mesmo cancelamento do registro de candidatura e outras sanções na área criminal.


O Diário do Poder entrou em contato com os Correios e a estatal afirmou que a entrega de material de campanha eleitoral petista por seus carteiros ocorre de forma “regular” e “em conformidade com a legislação brasileira”. Veja a nota abaixo:

“Correios esclarece entrega de material de campanha eleitoral por carteiros
Serviço de Mala Direta pode ser contratado por quaisquer candidatos e partidos políticos
Os Correios esclarecem que a entrega de material de campanha eleitoral por seus carteiros ocorre de forma regular e em conformidade com a legislação brasileira.
O material é enviado por meio do serviço de Mala Direta, disponível a todos os candidatos, partidos políticos, comitês eleitorais e demais pessoas físicas ou jurídicas que atendam aos requisitos estabelecidos para utilização do serviço postal. A prestação desse serviço está prevista na Lei nº 6.538/1978, que regulamenta os serviços postais no país.
No caso específico das campanhas eleitorais, os objetos postais devem ser obrigatoriamente identificados no momento da postagem. Conforme normas da Justiça Eleitoral, as correspondências são remetidas com identificação do candidato ou partido responsável, incluindo o respectivo CNPJ, a expressão “Eleições” e a indicação legal prevista para esse tipo de distribuição.
Os Correios reforçam que carteiras e carteiros atuam estritamente no cumprimento de suas atribuições profissionais, realizando a entrega de objetos postais regularmente aceitos pela empresa, independentemente de seu conteúdo político-partidário ou da preferência eleitoral dos remetentes”.

 

Globo cancela debate presidencial de última hora e decisão provoca reação

Cancelamento ocorreu poucas horas antes do horário previsto para o encontro, marcado para 21h30 desta quinta-feira (1º)

Milhões de brasileiros que aguardavam o último debate entre os candidatos à Presidência da República antes do primeiro turno foram surpreendidos, nesta quinta-feira (1º), com o anúncio do cancelamento do encontro pela TV Globo.

O debate estava programado para ser realizado ao vivo, nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, a partir das 21h30, depois do Jornal Nacional. Seria o último confronto televisionado entre os presidenciáveis antes da votação de domingo, 4 de outubro.

Segundo a Globo, a decisão ocorreu depois que a emissora recebeu, em poucas horas, duas determinações judiciais que alteraram regras previamente estabelecidas para o debate. Uma delas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), impediu a exibição do púlpito vazio destinado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia informado que não participaria do encontro. A mesma decisão também proibiu que os demais candidatos formulassem perguntas dirigidas ao candidato ausente.

Em seguida, uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a inclusão do candidato Renan Santos, do Missão, entre os participantes do debate.

A situação ficou ainda mais complicada com a desistência do senador Flávio Bolsonaro (PL), que havia confirmado presença. Ele atribuiu sua decisão às determinações da Justiça Eleitoral.

Diante desse conjunto de acontecimentos, a Globo anunciou o cancelamento. Em comunicado, a emissora afirmou que as decisões judiciais interferiram nas regras previamente acordadas com as campanhas e provocaram, segundo sua avaliação, insegurança jurídica.

Um debate que não aconteceu

O episódio provocou críticas e manifestações de insatisfação, especialmente entre pessoas que esperavam assistir ao confronto de ideias e propostas dos candidatos na reta final da campanha.

O cancelamento também reacendeu o debate sobre os limites da atuação da Justiça Eleitoral e do Judiciário na organização de debates políticos promovidos por emissoras de televisão.

Por outro lado, é importante registrar que as decisões judiciais tiveram fundamentos próprios: o TSE considerou que a participação em debates é facultativa e que a exposição de um púlpito vazio poderia prejudicar um candidato ausente; já a decisão do STF determinou a inclusão de outro candidato no encontro.

Independentemente das posições políticas, o episódio deixa uma questão para reflexão: até que ponto decisões tomadas às vésperas de um debate podem alterar as regras previamente estabelecidas e afetar um evento de interesse de milhões de eleitores?

O fato concreto é que o debate que estava marcado para esta quinta-feira não aconteceu. E muitos brasileiros que haviam reservado parte da noite para acompanhar o encontro receberam a notícia do cancelamento praticamente na hora em que esperavam ver os candidatos frente a frente.

Na democracia, o eleitor precisa ter acesso ao máximo possível de informações para formar sua própria opinião. Debates públicos são uma das formas pelas quais propostas, ideias e posições podem ser apresentadas e confrontadas diante da sociedade.

Pesquisa: Tarcísio lidera com 53% a 33% no 1º turno para o governo de São Paulo

Atual governador está à frente também no segundo turno.

Tarcísio de Freitas (Republicanos) | Foto: Marcelo S. Camargo / Governo de São Paulo

Do Diário do Poder - Pesquisa Gerp divulgada nesta quinta-feira (1º) aponta Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da disputa pelo governo de São Paulo.

No 1° turno, o candidato tem 53% das intenções de voto, já Fernando Haddad (PT) registra 33%.

Policial Edjane (Agir), que deixou a disputa após o TRE-SP indeferir sua chapa devido à renúncia da candidata a vice, aparece com 2%. Izadora Dias (PCO) e Vera Lúcia (PSTU) têm 1% cada. Os que não sabem em quem votar representam 6%, enquanto 5% não votariam em nenhum.

Em um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad, o levantamento registra 56% das intenções de voto para o candidato do Republicanos e 36% para o petista. Outros 4% não sabem em quem votar e 3% afirmam que não escolheriam nenhum dos dois.

Pesquisa Gerp divulgada nesta quinta-feira (1º) aponta Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da disputa pelo governo de São Paulo.

No 1° turno, o candidato tem 53% das intenções de voto, já Fernando Haddad (PT) registra 33%.

Policial Edjane (Agir), que deixou a disputa após o TRE-SP indeferir sua chapa devido à renúncia da candidata a vice, aparece com 2%. Izadora Dias (PCO) e Vera Lúcia (PSTU) têm 1% cada. Os que não sabem em quem votar representam 6%, enquanto 5% não votariam em nenhum.

Em um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad, o levantamento registra 56% das intenções de voto para o candidato do Republicanos e 36% para o petista. Outros 4% não sabem em quem votar e 3% afirmam que não escolheriam nenhum dos dois.

A pesquisa ouviu, por telefone, 1.500 eleitores do estado de São Paulo entre 28 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04091/2026.

Ilhéus retoma obras de fechamento do Canal do Malhado

ILHÉUS EM NOTÍCIAS ' Intervenção prevê ciclovia, pavimentação, drenagem e urbanização da área, com investimento de recursos municipais

A Prefeitura de Ilhéus retomou, nesta quinta-feira (1º), os trabalhos para a conclusão das obras de fechamento do Canal do Malhado. O início dos serviços foi acompanhado pelo prefeito Valderico Junior, pela vice-prefeita Vanessa Gedeon, secretários municipais e vereadores, durante ato que marcou a entrada das máquinas no local.

A intervenção contempla o fechamento do canal, implantação de ciclovia, pavimentação asfáltica, drenagem e urbanização do trecho. O projeto também prevê pergolado, bancos, academia ao ar livre, quiosque e iluminação em LED, criando novos espaços de circulação, convivência e lazer.

Para a conclusão dos serviços e a repactuação do convênio, a Prefeitura prevê a aplicação de aproximadamente R$ 2,7 milhões em recursos próprios, além da contrapartida estabelecida no acordo. A obra está vinculada ao Convênio nº 398/2022, firmado entre o Município e a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).

Com a retomada, a Prefeitura dá sequência à execução dos serviços previstos no projeto, que inclui melhorias na mobilidade, drenagem e infraestrutura urbana da região do Malhado.

A conclusão da obra deverá proporcionar novas condições de circulação e utilização do espaço, com estrutura voltada também à convivência e ao lazer de moradores e frequentadores da região.

Plantio de árvores leva educação ambiental aos grupos do SCFV do CRAS Salobrinho

Experiência aproxima os participantes de práticas que podem ser incorporadas ao dia a dia.

Os grupos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) do CRAS Salobrinho participaram do plantio de mudas de árvores frutíferas e de sombra. A iniciativa foi realizada pela Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, e incluiu orientações sobre o plantio e os cuidados necessários para o desenvolvimento das mudas.

A proposta também trabalhou valores de responsabilidade e respeito pelo meio ambiente, além de estimular o cuidado com áreas de uso coletivo.

A programação teve apoio da Secretaria de Meio Ambiente e ampliou as possibilidades de abordagem dos temas ambientais nas atividades do SCFV.

CRAS Central leva orientações e serviços de assistência social à comunidade de Sambaituba

Ação voltada aos povos e comunidades tradicionais também marcou o encerramento das atividades do Setembro Amarelo

O CRAS Central, referência para Povos e Comunidades Tradicionais, realizou uma ação em Sambaituba com orientações, informações e serviços voltados à assistência social. A atividade teve como objetivo aproximar os serviços públicos da comunidade e ampliar o acesso às políticas de assistência social.

A ação foi realizada no Terreiro Unzo Nzaze Nkossi, com acolhimento do Pai Anailton, e contou com a participação da vice-prefeita Wanessa Gedeon, da secretária de Promoção Social Sayonara Machado e da primeira-dama do município, Dra. Thais Paula Reis.

Durante o encontro, foram compartilhadas informações sobre os serviços e benefícios disponíveis na rede de assistência social, além de orientações aos moradores. 

A atividade também integrou o encerramento das ações do Setembro Amarelo, campanha dedicada à conscientização sobre a prevenção do suicídio e à valorização da vida.

A presença do CRAS em Sambaituba integra o trabalho de atendimento aos povos e comunidades tradicionais e fortalece o acesso aos serviços. Sucom.

Câmara de Ilhéus aprova Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2027

A Câmara Municipal de Ilhéus (CMI) aprovou, na sessão da última quarta-feira (30/09), o Projeto de Lei 78/2026, de autoria do Poder Executivo municipal, que estabelece a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. Além de definir as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), a LDO também funciona como um ajuste anual das metas determinadas no Plano Plurianual (PPA) e como controle de custos e avaliação de resultados.

A apreciação da proposta foi iniciada na sessão de terça-feira (29) e concluída na quarta-feira, com a votação, que se deu por unanimidade. Na ocasião, também foram aprovadas 140 emendas ao Projeto, de autoria dos seguintes vereadores: Adilson José (PT), Ederjúnior (REP), Horácio do Pão (PP), Nerival Reis (PSD), Pastor Josemar Cardoso (REP), Paulo Carqueija (PSD), Professora Enilda Mendonça (PT), Professor Gurita (PSD), Rúbia Carvalho (AGIR) e Tandick Resende (UNIÃO).

Segundo o documento, a previsão para 2027 é de que a administração pública de Ilhéus arrecade mais de R$ 862 milhões de receitas primárias. Estão previstos investimentos em pelo menos quinze programas municipais, especialmente nas áreas de educação, saúde, infraestrutura, cultura, meio ambiente, transporte público, turismo e inovação.

Na lista de programas que deverão receber investimentos, estão o Educar para Incluir, Saúde Mais Perto de Você, Proteção Social e Garantia de Direitos, Esporte Aproximando Pessoas, Cidade Mais Segura, Enfrentamento da Violência Contra as Mulheres, Desenvolvimento Cultural, Turismo Sustentável, Ilhéus Nova (de fomento à inovação, sustentabilidade, digitalização e moradias dignas), Cidade Inteligente (eficiência dos serviços urbanos), Viver Melhor (modernização e expansão da infraestrutura), Territórios Sustentáveis, Cidade Sustentável, Maramata Sustentável e Inclusiva e o Sutram – Em Defesa da Vida.

A proposta do Executivo municipal prevê para o ano de 2027 cerca de R$ 847 milhões em gastos. Antes da votação do Projeto da LDO, houve na Câmara duas audiências públicas sobre o tema, conduzidas pela Comissão de Finanças, Orçamento, Obras e Serviços Públicos.

Para ter acesso à íntegra do Projeto de Lei 78/2026, clique aqui.

Valderico Junior recebe vereadores e reafirma diálogo com o Legislativo

O prefeito de Ilhéus, Valderico Junior, recebeu vereadores no gabinete da Prefeitura nesta quinta-feira (1º). O encontro ocorreu às vésperas da eleição da Mesa Diretora da Câmara, marcada para a próxima terça-feira (6).

Durante a reunião, o prefeito destacou a importância do diálogo entre Executivo e Legislativo para tratar de assuntos de interesse do município.

“Estamos aqui para um momento muito importante para o futuro da nossa parceria por Ilhéus. Vamos continuar juntos, trabalhando e buscando aquilo que for melhor para a cidade”, afirmou Valderico Junior.

O presidente da Câmara, César Porto, também reforçou a relação institucional com a Prefeitura e destacou a construção de um ambiente de diálogo entre os poderes.

“Hoje reafirmamos nosso compromisso entre o Executivo e o Legislativo. Estamos juntos, trabalhando, nos empenhando e buscando o melhor para a nossa cidade. Essa parceria é construída com diálogo, lealdade e respeito”, declarou César Porto.

Na sessão ordinária de 29 de setembro, César Porto anunciou o registro de uma chapa para a eleição da Mesa Diretora, com seu nome para presidente e o da vereadora Rúbia Carvalho para vice-presidente.

A reunião reforçou a disposição de Prefeitura e Câmara em manter o diálogo e a atuação conjunta em torno das demandas do município.

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