segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

A POLÊMICA DA LAVAGEM DO BECO DO FUXICO.

LAVAGEM DO BECO DO FUXICO, UMA GRANDE  TRADIÇÃO DA ABERTURA DO CARNAVAL EM ITABUNW

Lavagem do Beco, foto arquivo 

A Câmara de Vereadores  que já deveria ter criado um "projeto de lei"  oficializando a marca de que Itabuna criou "o Primeiro Carnaval do Brasil", agora os blocos carnavalescos da cidade estão em dificuldades para a realização da tradicional "lavagem do beco do fuxico", que acontece todos os anos, sempre antes da abertuxra do Carnaval oficial no Brasil.

Caboclo Alencar, na espera!

Aqui, em itabuna, o então prefeito Fernando Gomes, usando à sua inteligência, lançou o Carnaval Antecipado e, que deu certo para todo mundo. Com isso, à sua ideia, abriu o mercado para todos os artistas e bandas.

 Na realização desses carnavais, em Itabuna, nos anos 80/90, também foi o início da revelação de vários nomes da música baiana, tais como: Daniela Mercury, Ivete sangalo, Luís Caldas e outros. 

O ABC, com novas cores
Agora, só aos sábados
dos!

Que o Executivo e o Legislativo de Itabuna pensem no assunto. Afinal de contas, esta cidade está inserida no Plano Nacional, do Turismo da Costa do Cacau. Traria emprego e renda para todos. 

Recebemos também, informações de que os blocos  de Itabuna, seguindo à tradição, querem realizar " a lavagem" no dia 3 de fevereiro, mas os dirigentes, deste município, querem depois do Carnaval. 

A polêmica continua... É triste!

ACIDENTE GRAVE NA BR-324 EM GAVIÃO

Mais de 20 pessoas morrem em acidente na região norte da Bahia


Do - BahiaNoticias -Um grave acidente envolvendo veículos de grande porte resultou na morte de 25 pessoas na noite de domingo (7), no trecho da BR-324 na altura do município de Gavião, região norte da Bahia.


Segundo informações preliminares apuradas pela TV Bahia, um caminhão carregado de manga bateu em um ônibus de turismo que vinha de Guarajuba sentido Jacobina.


Entre as vítimas estão 21 passageiros do ônibus e três ocupantes do caminhão. Outras seis pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades de saúde. 


Ainda não há informações sobre a causa do acidente. (Matéria atualizada às 8h42)

Esquerda: para confrontar os verdadeiros brasileiros

 8 de janeiro: Lira não participa de evento promovido por Lula

Lira estará em Alagoas durante ato em Brasília (Foto: Mauro Pimentel/AFP

Presidente da Câmara está em Alagoas e não irá ao ato promovido por Lula

Do - Diário do Poder - O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, não vai participar do evento, marcado para a tarde desta quarta-feira (8) em Brasília, que lembra a quebradeira na capital federal no início do ano passado.

O ato, promovido pelo presidente Lula, deve contar com outras autoridades, como ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), governadores e o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco.

De acordo com a assessoria do presidente da Câmara, Lira está em Alagoas e deve ficar no estado em razão de problemas de saúde na família.

Outra ausência será a do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que chegou a ser afastado da função após canetada do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ibaneis está em férias fora do Brasil.


domingo, 7 de janeiro de 2024

Esporte - Everton Ribeiro no Bahia

Everton Ribeiro diz que "projeto ambicioso" e Rogério Ceni o convenceram a fechar com o Bahia

Do -BahiaNoticias/Ulisses Gama - Após ser recebido com festa no aeroporto de Salvador, Everton Ribeiro foi apresentado oficialmente pelo Bahia neste domingo (7), na Arena Fonte Nova. As primeiras palavras do novo atleta tricolor mostraram contentamento e boa expectativa para a temporada de 2024 em uma nova equipe após passagem de sucesso pelo Flamengo.

 

"Hoje é um dia muito feliz. Fui recepcionado por essa grande torcida, uma vibração imensa, sentir essa energia baiana... Estou muito feliz com minha família aqui. Escolher o Bahia foi uma felicidade imensa porque sei a história do Bahia, o maior do Nordeste, primeiro campeão brasileiro. É um projeto ambicioso e isso me motivou. É um privilégio e acredito que tem tudo para dar certo. Acredito nesse movimento. O Nordeste acaba ficando para trás, mas é um movimento que pode mudar isso, colocar o Bahia no lugar que ele merece, indo novamente para a Libertadores", disse.

 

Questionado sobre a influência do técnico Rogério Ceni na escolha, Ribeiro destacou a conversa com o comandante e apontou a "base de qualidade" que o Bahia manteve para este ano.

 

"Conversei sim, mais de uma vez. Ele me ligou depois que conversei com o Cadu. Ele me mostrou um pouco do projeto, de como ele está se sentindo bem. Pensando grande, trazendo grandes jogadores, com elenco que tem se conhecido e uma base de muita qualidade. Com mais contratações, a equipe se fortalecendo, tem tudo para fazer um grande ano. O Rogério vai fazer uma grande pré-temporada e ele me ajudou a estar aqui", explicou.


Com o discurso de "olhar para cima", o jogador disse que tem ambição de colocar o Bahia em outro patamar no futebol Brasileiro.

 

"A minha ambição é do tamanho do Bahia. Olhar para cima, mostra que o Bahia veio para se encaixar na parte de cima da tabela, brigando por coisas grandes, não à toa é bicampeão nacional. Não só eu, como toda a equipe, pensar em surpreender a todos e mostrar que o Bahia vem forte para ir bem nas competições e marcar história", projetou.

 

Everton Ribeiro tem contrato com o Bahia até o fim de 2025.

Foto: Tiago Caldas - Ec Brasil

Refinaria da Bahia vendida abaixo do preço

Petrobras vendeu refinaria na Bahia abaixo do preço de mercado, aponta CGU

O relatório não afirmou, de maneira categórica, que houve perda econômica com a venda da refinaria Landulpho Alves, que agora tem o nome de Refinaria de Mataripe. – Foto-Reprodução.

Avenda da Refinaria Landulpho Alves, na Bahia, em novembro de 2021, apresentou fragilidades, constatou auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU). O principal problema, apontou o relatório, foi a venda abaixo do preço de mercado, decorrente principalmente da escolha do momento do negócio – em plena pandemia de covid-19 – numa época em que a cotação internacional do petróleo estava em baixa. 

Rebatizado de Refinaria de Mataripe, o empreendimento foi vendido por US$ 1,65 bilhão (R$ 8,08 bilhões pelo câmbio atual) ao fundo Mubadala Capital, divisão de investimentos da Mubadala Investment Company, empresa de investimentos de Abu Dhabi e que pertence à família real dos Emirados Árabes Unidos.

O relatório não afirmou, de maneira categórica, que houve perda econômica com a venda da refinaria. O documento, no entanto, questionou o momento do negócio, argumentando que a Petrobras poderia ter esperado a recuperação do petróleo no mercado internacional.

A venda, ressaltou a CGU, ocorreu num cenário de “tempestade perfeita”, com a combinação de incerteza econômica e volatilidade trazida pela pandemia, premissas pessimistas para o crescimento da economia no fim de 2021 e alta sensibilidade das margens de lucro, o que resultou em maior perda de valor.

Outros problemas

A CGU constatou fragilidade na utilização de cenários como suporte à tomada de decisão, com destaque para a falta de medição de probabilidade realista em eventos futuros. O relatório também questionou a aplicação de metodologias não utilizadas, até então, para venda de estatais brasileiras.

O órgão de controle sugeriu que, em situações de grande incerteza, duas opções poderiam ter sido consideradas: aguardar a estabilização do cenário futuro ou fazer uma avaliação única, ajustando premissas operacionais e de preços.

Em sua manifestação, a Petrobras defendeu a utilização de cenários como uma prática comum e adequada, mesmo reconhecendo limitações. A estatal alegou que as projeções foram feitas com consistência e que a pandemia tornou a análise mais desafiadora. A empresa reconheceu desafios e concordou em avaliar melhorias sugeridas, como a inclusão de medição de probabilidade em futuras análises.

Joias

A divulgação do relatório reacendeu suspeitas em torno de presentes dados pelo governo dos Emirados Árabes Unidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro em outubro de 2019 e novembro de 2021, justamente o mês da venda da refinaria.

O ex-presidente devolveu à Caixa Econômica Federal um fuzil calibre 5,56 milímetros e uma pistola nove milímetros dados pelo governo dos Emirados, após uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

Além dos presentes devolvidos, a Política Federal investiga joias e esculturas dadas por autoridades públicas dos Emirados Árabes. Em duas viagens oficiais, uma em outubro de 2019 e outra em novembro de 2021, ele recebeu um relógio de mesa cravejado de diamantes, esmeraldas e rubis, um incensário em madeira dourada e três esculturas, das quais uma ornada com detalhes em ouro, prata e diamantes.

O ex-presidente também é investigado por três caixas de joias, orçadas em R$ 18 milhões, recebidas do governo da Arábia Saudita  e devolvidas em março e abril do ano passado

Repercussão

Por meio da rede social X (antigo Twitter) o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, informou que uma possível conexão entre a venda da refinaria e o recebimento das joias merece ser investigado.

“Importante esclarecer se há alguma conexão com o episódio das joias, já sob investigação pela Polícia Federal. Na liderança da oposição no Senado [durante o governo passado], fizemos [os partidos de oposição] inúmeras denúncias das inconsistências dessa privatização em claro prejuízo ao patrimônio público e aos consumidores brasileiros”, escreveu Messias.

Também por meio da mesma rede social, o ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho, informou que a auditoria sobre a venda da refinaria está com a Polícia Federal. “A PF já teve acesso ao relatório, que inclusive já está publicado na página da CGU”, ressaltou.

Em março do ano passado, quando começaram a circular as suspeitas de ligação entre a venda da refinaria e o recebimento de presentes dos Emirados Árabes, o ex-presidente Bolsonaro postou que a privatização foi aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). “O TCU acompanhou e aprovou a venda da refinaria da Bahia aos árabes”, escreveu na época.

Juiza se transforma en asilada por causa de Moraes

 Juíza investigada por Moraes se transforma em asilada política nos EUA

Juíza afastada, Ludmila Lins Grilo. (Foto: extração redes sociais)
Ludmila Lins Grilo é autora da obra 'O inquérito do fim do mundo'.

Do - Diario do Poder - Autora do livro ‘O inquérito do Fim do Mundo’, e afastada do cargo de juíza na Justiça de Minas Gerais, a brasileira Ludmila Lins Grilo, que ainda é alvo de dois processos no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), declarou durante esta semana que está nos Estados Unidos, onde se asilou politicamente desde 2022.

Só depois de um ano de residência na ‘terra da liberdade’ ela revelou a saída do Brasil. “Passei todo esse tempo reorganizando minha vida, e chegou a hora de revelar o que aconteceu. Sou, oficialmente, uma juíza brasileira em asilo político nos Estados Unidos”, escreveu a magistrada em um blog pessoal.

A juíza também se comprometeu em amplificar globalmente a voz dos perseguidos pela ‘ditadura judicial’ instalada no Brasil.

Ludmila conta que ainda exercia a atividade de juíza quando se instalou nos Estados Unidos e que cumpria a programação diária da vara criminal, por videoconferência. “Venho perante a comunidade internacional como juíza aposentada em minha terra natal, o Brasil. Lamentavelmente fui obrigada a deixar o meu país devido às consequências terríveis de uma ditadura judicial que havia se enraizado”, denunciou em vídeo que circula internet.

Um processo disciplinar também foi aberto contra Ludmila em junho do mesmo anos, por  autoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) depois que a então magistrada condenou, nas redes sociais, ‘juízes que acreditam em denúncias sem provas em casos de estupro, lesão corporal e outros crimes contra mulheres – o que chamou de ‘fé cega da justiça’.

Em fevereiro de 2023, o CNJ instaurou dois processos disciplinares contra Ludmila e determinou seu afastamento do cargo de titular da Vara de Infância e Juventude de Unaí (MG).

No mês seguinte, o TJ-MG ‘bateu o martelo’ sobre a  aposentadoria compulsória da juíza. Ludmila foi acusada de violar deveres do magistrado e adotar procedimento incompatível com a dignidade, a honra e o decoro de suas funções.

Em agosto de 2023, o Diário do Poder cobriu evento em que Ludmila palestrou, de maneira remota, na Biblioteca do Senado.

Durante o encontro com familiares e advogados dos presos do 8 de janeiro, ela afirmou que não se arrepende da postura que a levou ao afastamento da magistratura. “Perdi o meu cargo, mas minha dignidade está intacta”, cravou.

“Estamos num momento em que a Suprema Corte está violando direitos alheios e não adianta eu recorrer, não vou me dar a esse trabalho. Estamos em uma ditadura judicial”, arrematou.

sábado, 6 de janeiro de 2024

COLUNA WENSE

AZEVEDO E A "FEDERAÇÃO" PDT/UNIÃO BRASIL/SOLIDARIEDADE

Capitão Azevedo

No jogo das composições, o capitão Azevedo, pré-candidato a prefeito de Itabuna pelo PDT, vem deixando os adversários para trás. 

O ex-alcaide é o primeiro a dar início a formação de um bloco, que pode ser chamado de "bloco dos prefeituráveis", tendo como integrantes o vice-prefeito Enderson Guinho, a delegada Lisdeili Nobre, ambos do União Brasil, e o deputado estadual Fabrício Pancadinha (Solidariedade). 

Azevedo é quem melhor se movimenta no processo sucessório, não só na busca do voto como nas articulações de bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus. 

O trio partidário PDT/União Brasil/Solidariedade, que já conta com o aval e o incentivo de ACM Neto e do deputado federal Félix Mendonça, respectivamente secretário nacional do UB e presidente estadual do PDT, pode se transformar em uma espécie de "federação". 

Esse agrupamento tem nas pesquisas de intenções de voto mais de 45% do eleitorado. Disse ontem na *Coluna Wense* que uma majoritária com Azevedo e Pancadinha, rotulada de *"Chapa do Povão"*, seria imbatível. O parlamentar, em conversas reservadas, tem dito que fará de tudo para evitar o segundo mandato de Augusto Castro (PSD-reeleição), não descartando ser vice de Azevedo. 

Do quarteto, a chance de Enderson Guinho e Lisdeili Nobre de ser o candidato ou a candidata da "federação" na sucessão de 2024 beira a zero. A melhor opção para Azevedo ou Pancadinha é Lisdeili como vice, dando assim um toque feminino na majoritária. O vice-prefeito disputaria uma vaga na Câmara de Vereadores. 

Esse, digamos, ajuntamento partidário teria um bom tempo na televisão e no rádio, sem falar em um invejável fundo eleitoral, principalmente por parte do União Brasil. 

A impressão que fica em toda essa movimentação do capitão Azevedo, considerado o prefeiturável mais carismático, é que ele tem privilegiadas informações de que Pancadinha não será candidato no concorrido pleito de 2024. 

Como sempre digo, o cenário só vai ficar mais transparente com a proximidade das convenções partidárias. Até lá muitas surpresas e sobressaltos.

SUCESSÃO DE ILHÉUS E OS "TRÊS MOSQUETEIROS

Jabes Ribeiro
O tripé de oposição ao governo Mário Alexandre, prefeito de Ilhéus, é formado por Jabes Ribeiro, Cacá Colchões e Valderico Júnior. Como estão unidos, na base do "um por todos e todos por um", o trio já é chamado de *"Os três mosqueteiros"* do pleito de 2024. 

Jabes, ex-deputado federal, já foi gestor da vizinha e irmã cidade em quatro mandatos. Cacá, ex-vice-prefeito, é da mesma legenda de Jabes. Valderico Júnior, que já foi candidato ao Executivo municipal e ao Parlamento federal, é do União Brasil. 

Entre eles um interessante e imprescindível acordo, tendo como ponto de partida as pesquisas de intenções de voto, que hoje mostra Jabes, em todas as enquetes, incluindo as do governo do Estado, na dianteira do pleito sucessório de 2024. 

Já é dado como favas contadas que o ex-gestor, secretário-geral do Partido Progressista (PP) da Boa Terra, será o nome que irá encabeçar a majoritária, disputando assim o quinto mandato. 

E qual seria esse acordo entre as três principais lideranças de oposição ao governo Mário Alexandre, impedido por força da legislação eleitoral de disputar o terceiro mandato consecutivo ou, se o caro e atento leitor preferir, à re-reeleição ? 

O melhor colocado nas consultas, entre Cacá e Valderico, seria o vice de Jabes. No caso de Cacá, estando em melhor posição, a filiação a outra legenda pode ser a solução para evitar uma chapa puro-sangue, PP e PP. Obviamente que se Valderico estiver na frente de Cacá, será o vice de Jabes. 

Se Jabes desistir da pré-candidatura, o melhor posicionado nas pesquisas será o candidato a prefeito com o apoio do ex-gestor. 

A unânime opinião entre o eleitorado é que Jabes Ribeiro é um fortíssimo prefeiturável, tendo como maior "cabo eleitoral" a alta rejeição a Marão, como é mais conhecido o chefe do Palácio Paranaguá. 

O bom diálogo entre os "três mosqueteiros" passa a ser a grande dor de cabeça para a base desalinhada do governo jeronista na vizinha e irmã Ilhéus. 

A VINDA DE BOLSONARO A ITABUNA

Bolsonaro

O PL de Itabuna tem a missão de convencer João Roma de que a presença do ex-presidente Bolsonaro na cidade é importante e imprescindível para o  prefeiturável Chico França.

Politicamente falando, a ausência do ex-chefe do Palácio do Planalto seria um desastre para o pré-candidato Chico França. Vale lembrar que Chico é quem preside o diretório municipal. 

Visitar a vizinha e irmã Ilhéus e não vim a Itabuna pode provocar um desânimo no bolsonarismo de Itabuna e, como consequência, na campanha de Chico, oxigenando o disse-me-disse de que poderá desistir de postular o cobiçado comando do centro administrativo Firmino Alves. 

Portanto, todo o esforço deve ser feito para que Bolsonaro, que é o maior "cabo eleitoral" da direita, venha a Itabuna, sob pena de causar um gigantesco constrangimento ao prefeiturável Chico França. 

Nas conversas reservadas, entre correligionários mais próximos e da confiança de Chico, que são poucos, já há um consenso de que a vinda de Bolsonaro pode acrescentar preciosos pontos nas pesquisas de intenções de voto. Quem sabe até chegando perto dos 5%. 

A dúvida, que já começa a provocar burburinhos nos bastidores da sucessão, longe dos holofotes e do povão de Deus, é se os outros prefeituráveis bolsonaristas, citando como exemplo o médico Isaac Nery, do Republicanos, vão ser convidados para recepcionar o ex-morador mais ilustre do Alvorada. 

A opinião sobre a participação de pré-candidatos bolsonaristas na comitiva que vai receber Bolsonaro, que se encontra inelegível por força de decisão da Justiça Eleitoral, está dividida. 

No mais, dizer novamente que o não comparecimento do ex-presidente da República seria horrível para Chico França. O discurso de que João Roma, presidente estadual do PL, abrigo partidário do "mito", trata com desdém o processo sucessório de Itabuna ficaria mais consistente. 

No movediço, cruel e traiçoeiro mundo da política, a versão pode ser mais forte que os fatos.

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