sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Ação educativa para comemorar Semana Nacional do Trânsito em Itabuna

 

Prefeito Augusto Castro- Abertura da 19ª Semana Nacional do Trânsito, em Itabuna.


 


A Prefeitura programou uma série de ações educativas para comemorar em Itabuna, a 19ª. Semana Nacional do Trânsito. A agenda, aberta na segunda-feira, 18, com a “Campanha criança segura na Escola Pio XII”, na Praça Olinto Leone, continua nesta sexta-feira, 22, com palestra na Escola João Mangabinha Filho, no Bairro da Mangabinha. 

Thales Silva, secretario - tema: “No trânsito, escolha a vida!” - Foto Pedro Augusto

 

Técnicos da Secretaria de Transporte e Trânsito (Settran), além de serem responsáveis pelas palestras, também programam as ações que estão sendo levadas para unidades escolares, inclusive as do campo, no centro da cidade e também na sede da própria secretaria, no Bairro Lomanto.


Já na manhã da próxima segunda-feira, 25, além da ação Educatran com escolas do campo, haverá uma “motociata”, com a participação do Clube dos Motociclistas. A ação será na Avenida do Cinquentenário. Na terça, quarta e quinta-feiras, dias 26, 27 e 28, a programação Educatran com as escolas do campo se repetirá na sede da Settran, entre as 8 e 11 horas.


Na abertura da 19ª Semana Nacional do Trânsito em Itabuna, uma das atividades foi a ação integrada com a participação da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). A atividade se repetiu na quinta-feira, 21, na Base da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ambas as PRs são consideradas importantes parceiras das ações promovidas pela Settran.


A Semana Nacional de Trânsito, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), acontece anualmente, entre os dias 18 e 25 de setembro, quando os órgãos que compõem o Sistema Nacional de Trânsito são convocados a participar de ações que mobilizem a sociedade.


Os temas das campanhas, quase sempre apelativos, são definidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Este ano o tema escolhido foi “No trânsito, escolha a vida!”, que visa, principalmente conscientizar os cidadãos em relação ao seu comportamento no trânsito, tentando reduzir os altos índices de mortalidade no trânsito.


Ascom.


NOVA DIRETORIA DO CLUBE DO POETA SUL DA BAHIA

Nesta quinta-feira 21, às 19h, na Câmara Municipal de Itabuna, aconteceu a posse da nova diretoria do Clube do Poeta Sul da Bahia e do poeta Adeildo Marques, mais uma  vez, como presidente, para o triênio 2022/2024. O poeta Adeildo, que retorna ao cargo, pela terceira vez, tem como principais metas: lançar a "Atologia Centenária" e conquistar uma sede própria para a entidade.

O Clube do Poeta Sul da Bahia, reconhecida como de Utilidade Pública Municipal, num projeto do saudoso vereador Roberto de Souza, na oportunidade, homenageou várias personalidades regional, consideradas amigas do Clube, inclusive, o prefeito da cidade, Augusto Castro. 

Em breve, dentro do cronograma do Clube  será ortogada a "Comenda Poeta Telmo  Padilha".  Sócio  da entidade e, que, contribuiu muito. Faleceu em 16 de Julho de 1997.  O Clube, foi fundado em 2 de Janeiro de 1991, com sede provisória no Centro de Cultura Adônis Filho

Portanto, a entidade cultural, já completando 33 anos de grandes serviços no resgate e incentivo à poesia do sul do Estado, desejamos sucesso a todos os membros que formam a nova diretoria. 

"A POESIA É A MÁE DE TODAS AS ARTES".

Rosa Weber vota pela descriminalização do aborto até 12 semanas

Rosa pautou a ação —da qual é relatora— no sistema eletrônico para conseguir apresentar o seu voto antes de deixar a corte. Em 2 de outubro, ela completa 75 anos, limite de idade para a aposentadoria de ministros do STF.
 

Barroso é o próximo presidente do STF e, nessa função, caberá a ele pautar o processo no plenário físico.
 

A ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 442 foi apresentada pelo PSOL em 2017, foi tema de audiência pública em 2018 e foi a julgamento no plenário virtual.
 

Em seu voto, Rosa argumentou que a fórmula restritiva sobre aborto que vigora hoje no Brasil não considera "a igual proteção dos direitos fundamentais das mulheres, dando prevalência absoluta à tutela da vida em potencial (feto)".
 

"Desse modo, entendo que a criminalização da conduta de interromper voluntariamente a gestação, sem restrição, não passa no teste da subregra da necessidade, por atingir de forma o núcleo dos direitos das
 

mulheres à liberdade, à autodeterminação, à intimidade, à liberdade reprodutiva e à sua dignidade", escreveu a ministra.
 

Ele criticou a criminalização do procedimento e destacou que essa perspectiva para lidar com problemas que envolvem o aborto não é a política estatal adequada.
 

"A justiça social reprodutiva, fundada nos pilares de políticas públicas de saúde preventivas na gravidez indesejada, revela-se como desenho institucional mais eficaz na proteção do feto e da vida da mulher comparativamente à criminalização".
 

"Com efeito, a criminalização do ato não se mostra como política estatal adequada para dirimir os problemas que envolvem o aborto, como apontam as estatísticas e corroboraram os aportes informacionais produzidos na audiência pública", disse.
 

No final de seu voto, Rosa destacou ainda que as mulheres eram excluídas da condição de "sujeito de direito" na década de 1940, data do Código Penal que criminalizou o aborto "de forma absoluta".
 

"A dignidade da pessoa humana, a autodeterminação pessoal, a liberdade, a intimidade, os direitos reprodutivos e a igualdade como reconhecimento, transcorridas as sete décadas, impõem-se como parâmetros normativos de controle da validade constitucional da resposta estatal penal", disse.
 

Nesta quarta (20), a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), a Frente Parlamentar Mista contra o aborto e em defesa da vida, a União dos Juristas Católicos de São Paulo e o Instituto de Defesa da Vida e da Família protocolaram um pedido para levar o julgamento ao ambiente presencial. A Anajure (Associação Nacional de Juristas Evangélicos) também peticionou a retirada da ADPF da pauta.
 

O QUE PEDE A AÇÃO?
 

A ADPF pede ao STF que analise a constitucionalidade dos artigos 124 e 126 do Código Penal, de 1940. O artigo 124 prevê pena de detenção de 1 a 3 anos para quem "provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque" e o artigo 126 estipula reclusão de 1 a 4 anos para quem "provocar aborto com o consentimento da gestante".
 

Atualmente, as únicas três situações em que o aborto não é criminalizado no país são em caso de estupro, quando a gestação gera risco de vida para a gestante e, por decisão do STF, quando é constatada anencefalia fetal.
 

A ADPF argumenta que a lei atual leva mulheres e meninas a procurar métodos inseguros, pondo suas vidas em risco. De 2008 a 2017, foram 2,1 milhões de internações no país para tratar complicações de abortos, gerando um gasto de R$ 486 milhões para o SUS. De 2000 a 2016, ao menos 4.455 pacientes morreram.
 

O documento aponta que, enquanto aquelas com melhores condições financeiras buscam clínicas clandestinas, pacientes pobres se submetem a tratamentos desumanos, e ressalta um recorte racial. Pesquisa publicada recentemente na revista Ciência & Saúde Coletiva mostra que a probabilidade de se fazer um aborto é 46% maior para mulheres negras.
 

A ação defende que a criminalização viola a dignidade da pessoa humana, os preceitos da cidadania e da não discriminação, bem como o direito à inviolabilidade da vida, liberdade, igualdade, saúde, planejamento familiar e a proibição de tortura ou tratamento degradante previstos na Constituição Federal.
 

"No Estado democrático de Direito, pressupõe-se que o papel do Poder Judiciário, a partir da interpretação da Constituição, é a proteção dos direitos humanos e dos princípios e garantias internacionais. Caso eles sejam violados, cabe ao Judiciário incidir e impedir a violação", afirma a vereadora Luciana Boiteux, professora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e uma das autoras da ADPF.
 

"O que está em jogo é o reconhecimento da cidadania das mulheres e a igualdade de gênero, que é uma luta ainda incompleta no Brasil", defende a advogada, que observa o amadurecimento da corte em relação à temática. Exemplos disso são a permissão da fertilização in vitro, processo em que há descarte de embriões, a liberação de pesquisas com células-tronco e a inclusão de anencefalia nas exceções do aborto legalizado.
 

O QUE DIZ O OUTRO LADO?
 

A AGU (Advocacia-Geral da União) defende que o tema não deveria ser tratado no Supremo, mas sim no Congresso, sob pena de "grave dano ao Estado brasileiro e aos seus cidadãos, que têm debatido amplamente a questão por meio de seus representantes no Parlamento".
 

"Trata-se, de fato, de questão extremamente delicada sob os aspectos jurídico, moral, ético e religioso, a demandar cautelosa análise por parte das instituições estatais, sem que se possa prescindir da efetiva participação da sociedade", complementa a AGU.
 

Esse também é o ponto de entidades que pediram para participar como amicus curiae (amigo da corte), expressão que designa um terceiro autorizado a ingressar na ação para fornecer subsídios ao órgão julgador. A ADPF 442 tem dezenas de amici curiae de ambos os lados.
 

"A CNBB entende que a ADPF 442 não deveria sequer ter sido recebida pelo STF, uma vez que se está diante do caso mais flagrante de desrespeito e invasão de uma competência típica do Parlamento já protagonizado pelo Supremo. A matéria do aborto é exaustivamente tratada pela norma brasileira, que aponta as hipóteses de excludente de ilicitudes. Modificar ou ampliar as hipóteses legais constitui escandaloso episódio de desrespeito às prerrogativas do Congresso Nacional", diz Hugo Sarubbi Cysneiros, advogado da CNBB.
 

"Além das leis brasileiras que tratam do tema, o Brasil é signatário de inúmeros tratados internacionais que regulam esse objeto, não havendo em nenhum deles nada que permita essa atuação do STF", complementa.
 

Ele afirma ainda que a ação é baseada em princípios inexistentes: da irrelevância jurídica da vida intrauterina até a 12ª semana de gestação; da proteção gradativa da vida, pelo qual a vida humana tem proteção variável a depender do seu estágio; e do direito ao aborto.
 

Em carta aberta ao STF, a Anajure também apresenta-se como contrária à ADPF, afirmando que eventual decisão ocasionaria graves prejuízos à proteção ao direito fundamental à vida do nascituro.
 

O CFM (Conselho Federal de Medicina) é outra entidade que se opõe à análise em plenário virtual e que defende a discussão no Congresso. Em nota divulgada nesta quinta (21), a entidade reitera que defende o cumprimento da legislação atual, que permite o aborto apenas em três situações.
 

ENTIDADES FAVORÁVEIS
 

Entre os amici curiae favoráveis à descriminalização está a organização Católicas pelo Direito de Decidir. "Sendo o Brasil um Estado laico, não deve se submeter a nenhuma religião", diz a socióloga Maria José Rosado Nunes, uma das fundadoras da entidade.
 

"As pesquisas sobre aborto evidenciam que são as mulheres cristãs as que mais abortam, contrariando as hierarquias e doutrinas religiosas conservadoras. É por essas mulheres anônimas, que compartilham a mesma fé que nós, que entendemos a importância e a força de nos posicionarmos de modo divergente desse poder hierárquico e patriarcal."
 

A Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), por sua vez, defende ser inadmissível que, diante da possibilidade de realizar um procedimento seguro, cerca de meio milhão de mulheres sigam realizando abortos todos os anos, sob o risco de grave adoecimento ou morte.

quinta-feira, 21 de setembro de 2023

Dino vai à Câmara explicar sumiço das imagens de 8 de janeiro

 

Ministro Flávio Dino na CCJ da Câmara dos Deputados.

Do - Diário do Poder Na próxima segunda-feira (25), o ministro da Justiça, Flávio Dino, vai à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, da Câmara, na condição de convidado, para responder sobre três assuntos: o ‘apagão’ nas imagens 08 de janeiro, a cooperação com a CPMI e supostas práticas abusivas do ministro contra o Google.

A oitiva do ministro de Lula atende aos requerimentos dos deputados Nikolas Ferreira (PL-RJ), Evair de Mello (PP-ES),  e Bia Kicis (PL-DF).

ITABUNA NA 7° CONFERÉNCIA DAS CIDADES

 Itabuna discute prioridades para o desenvolvimento urbano durante a 7ª Conferência Municipal da Cidade

O prefeito Augusto  Castro reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento de Itabuna 
Após sete anos sem realizar debates sobre projetos e ações que venham melhorar a mobilidade urbana e a infraestrutura do município, Itabuna deu um importante passo rumo a melhoria do desenvolvimento urbano durante a 7ª Conferência Municipal da Cidade. O encontro realizado nesta quinta-feira, 21, no Teatro Municipal Candinha Dórea, reuniu representantes da Sociedade Civil e do Poder Público do Município e do Governo do Estado da Bahia.
Sônia Fontes

Entre as autoridades presentes: o prefeito Augusto Castro (PSD), a Secretária Municipal de Infraestrutura, Sônia Fontes, o Coordenador Técnico da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano, Rafael   Pedreira, coordenador Técnico da  Secretaria estadual de Desenvolvimento Urbano, e Vitor Passos, Diretor de Planejamento de Mobilidade Urbana do Governo do Estado da Bahia.


Com o tema “Construindo a Política de Desenvolvimento Urbano: Integrando o campo e cidade para o desenvolvimento sustentável”, a Conferência foi coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Urbanismo, com o apoio do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e Sustentável.

Representantes do Poder Público e da Sociedade Civil participaram do evento

O objetivo foi elaborar propostas que contemplem áreas como Habitação e Regularização Fundiária, Saneamento Básico e Resíduos Sólidos, Mobilidade e Trânsito, Planejamento e Gestão  Municipal, para definição de prioridades que darão origem a uma carta com as propostas que serão apresentadas na Conferência Estadual, em novembro, em Salvador.


Na oportunidade, o prefeito Augusto Castro (PSD) reafirmou o seu compromisso com a cidade, em todos os aspectos de mobilidade  e infraestrutura, e aproveitou para anunciar importantes obras.  “Estamos em processo licitatório para a reforma de 14 praças públicas, entre elas: Otávio Mangabeira,  do Cacau, Olinto Leone e Laura Conceição. Além disso, temos ainda a urbanização dos bairros, e na próxima semana, a licitação para as obras do Estádio Fernando Gomes Oliveira”, anunciou.

O público compareceu ao Teatro Municipal Candinha Dórea 

            A Secretaria Sônia Fontes pontuou sobre as principais ações realizadas ao longo de pouco mais de dois anos, entre elas, sobre o Programa de Recuperação das vias de Itabuna.  “Estamos na reta final de recuperação da malha urbana da cidade. Restauramos 23 avenidas com o apoio do Governo do Estado, vias que precisavam muito de melhorias, principalmente após a enchente de 2021”, destaca.


 Rafael   Pedreira, Coordenador Técnico da  Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano,  aproveitou o momento para informar será prestada uma assistência técnica especializada aos municípios, e realizado um planejamento dos Planos Regionais de Desenvolvimento Urbano, que terão um termo de referência para contratação do Plano Regional do Litoral Sul.


 Ascom - Fotos Pedro Augusto

Ação social: Unex e Prefeitura Municipal realizam mutirão de cirurgia oral em Itabuna

A iniciativa já beneficiou um total de cem pacientes, que esperavam por procedimentos especiais

 

Uma parceria de Responsabilidade Social firmada entre o colegiado do curso de Odontologia da Faculdade de Excelência Unex em Itabuna e a Prefeitura Municipal está devolvendo a autoestima da população através do mutirão de cirurgia oral. Com a cooperação,  os atendimentos gratuitos serão oferecidos nos últimos sábados deste mês, dias 23 e 30 de setembro, no Centro de Especialidades Odontológicas -  Odontocentro, das 7h às 13h.  

 

A ação tem como público-alvo os pacientes da demanda reprimida, que são encaminhados dos seus respectivos postos de saúde para cirurgia. No último (16), a comunidade também recebeu vários procedimentos, fruto das responsabilidades partilhadas entre a Unex e o órgão do poder executivo municipal.


 O primeiro dia contou com um total de cem pacientes, que esperavam por procedimentos especiais como raios-x e cirurgias realizados por uma equipe de 21 profissionais, entre odontólogos e auxiliares, além de dez estudantes do curso de graduação em Odontologia da Faculdade de Excelência.

 

De acordo com o diretor geral da Unex em Itabuna, prof. dr. Kaminsky Cholodovskis, o campus 2 da faculdade, localizado na Avenida Inácio Tosta Filho, tem sido uma base de apoio da ação, por conta da proximidade com a clínica. A Unex é apoiadora do evento através de professores, coordenadores e alunos do sétimo semestre do curso de Odontologia que estão envolvidos na ação, e também tem contribuído com entrega de insumos para o mutirão.


 O coordenador do curso de Odontologia da Unex, prof. dr. Diêgo Fabris Ferreira, avaliou a participação deles no mutirão. “Essas ações são de total importância para os alunos, pois estão tendo o primeiro contato com o atendimento da vida real. Eles ficaram encantados com a vivência profissional. O momento reforça ainda o compromisso com a sociedade e com a formação de profissionais éticos e humanos”, disse.

 

Diêgo explicou que, nesta parceria com a Saúde do município, os alunos atuam na anamnese do paciente, realização de Raio-x e acompanham o procedimento cirúrgico. “Queremos continuar participando de ações como esta, junto à prefeitura e outros órgãos, que ajudam muito à população e deixam nossos alunos mais motivados a aprender, entender, e mais tarde praticar procedimentos que os profissionais mais gabaritados conseguem realizar”, justificou.

 

Os agendamentos têm sido feitos através da equipe do Odontocentro, que entra em contato com os pacientes já cadastrados para o procedimento pelos postos de saúde que os atendem. “O mutirão num dia de sábado, além de facilitar a vida do cidadão, permite atendimento personalizado e com hora marcada, com uma grande equipe de profissionais que não deixa o paciente esperar e com o conforto de um ambiente amplo”, explicou a secretária municipal de Saúde Lívia Mendes.


Por Visão 

TRIFIL PODE DEIXAR A REGIÃO

Parque indústrial. Rodovia Itabuna/Ibicarai. Bairro Nova Itabuna.

Nesta quinta-feira 21, o repórter Costa Filho, através dos microfones da rádio Jornal de Itabuna, ao programa: "Valter Machado", informou de que a Indústria Trifil está se articulando para deixar este município. Não deixa de ser uma notícia muito triste. 

Recepção 

Com cerca de 40 anos em Itabuna, a Indústria Trifil, a maior empregadora da região, foi trazida  pelo o então prefeito Fernando Gomes, que incluía ainda "no pacote"  a Penalty e a Kildare. Esta última deixou a cidade há alguns anos. 

É bom que a Secretaria de Indústria e Comércio do municipio, veja esse assunto com muita atenção, pois será um desfalque enorme para a população de Itabuna e região. 

Também, a intervenção do governo do estado, já  que, a Indústria Trifil, tem várias unidades em outros municípios da região do cacau, absorvendo muitos empregos. 

Que alguma coisa seja feita, para a empresa, não deixar de existir. Que as sutoridades governantes, tanto municipal, com estadual, seinilizem e veja logo essa intenção da Trifil. A Indústria é muito importante e benéfica para toda região do cacau.

Tentamos falar com alguém da direção da Trifil, mas não conseguimos. O espaço, aqui, está aberto às explicações. 

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