segunda-feira, 4 de abril de 2022

Câmara reforça questionamentos sobre empréstimo de até US$ 30 milhões


 Nova sequência de questionamentos dos vereadores ocorre desde que o Executivo busca autorização para contrair empréstimo de até 30 milhões de dólares junto ao norte-americano Fundo Municipal de Desenvolvimento do Rio Prata. O mais recente é requerimento enviado pelo edil Wanderson (Dando) Leone (PDT).

Como considera que não foram sanadas todas as dúvidas após reunião com os secretários de Planejamento, Sônia Fontes, e de Governo, Júnior Brandão, o edil concentra indagações em mais quatro tópicos. Na tarde desta segunda-feira (4), durante reunião de Comissões Técnicas, ele pediu vista à matéria – o que interrompe a tramitação.

Entre os tópicos, o vereador quer saber se foi demandada a devida consultoria técnica e se há no setor uma equipe capacitada na área econômica. Outro ponto pendente de explicação é o nível de comprometimento das receitas do município, uma vez feita uma dívida desse montante.

 Por mais esclarecimentos

Por fim, Dando também deseja esclarecimento sobre qual suporte teve o Executivo na elaboração do projeto para o qual deseja autorização. Mesmo reconhecendo ser louvável a iniciativa de buscar recursos para obras, o intuito dele – e compartilhado pelos pares – é saber como pagar tal pendência.

“Fiz esse requerimento para [o Executivo] dar esclarecimento real; os secretários não tiraram todas as dúvidas dessa Casa, para que possamos voltar com esse projeto grandioso para nossa cidade. Precisamos ter a certeza onde vai ser aplicado cada centavo, precisamos saber para acompanhar”, detalhou.

Relator do projeto (013/2022), o vereador Sivaldo Reis (PL) está na fase final de elaboração do parecer sobre o tema. Mas ele disse, na referida reunião, que deseja ver a sociedade mais envolvida no processo – também com audiências. O presidente da Casa, Erasmo Ávila (PSD), inclusive, participou por alguns minutos e deixou claro que a proposta não será votada antes que sejam sanadas todas dúvidas do Legislativo e da sociedade. “Vamos chamar todas as classes para entender”.

Ascom




BOLSONARO SANCIONOU LEI QUE ACABA COM APREENSÃO DE VEÍCULOS? VEÍCULOS IR...



Cai reprovação de Bolsonaro

 Cai reprovação à gestão de Bolsonaro contra

Covid, diz Datafolha

Do - BahiaNoticias  - por Angela Pinha | Folhapress

Cai reprovação à gestão de Bolsonaro contra Covid, diz Datafolha

No momento em que o Brasil chega à marca de 660 mil mortes confirmadas por Covid-19, a avaliação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação à pandemia melhora, embora ainda seja mais negativa do que positiva, mostra pesquisa Datafolha.
 

O levantamento foi realizado nos dias 22 e 23 do mês passado. Houve 2.556 entrevistas em 181 municípios com pessoas de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo.
 

A parcela de entrevistados que diz ver como ótima ou boa a condução do mandatário na maior emergência de saúde da história recente passou de 22% em setembro do ano passado para 28% em março.
 

Os que a avaliam como regular passaram de 22% para 25%, e a parcela dos que veem o desempenho como ruim/péssimo caiu de 54% para 46%.
 

A queda na reprovação da gestão de Bolsonaro na pandemia ocorre no momento em que a reprovação de seu governo também cai, e em que ele mostra fôlego para a disputa eleitoral de outubro, com 26% das intenções de voto, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 43%.
 

Desde o início da pandemia, o Datafolha realizou oito pesquisas que avaliaram tanto o governo Bolsonaro como seu desempenho na pandemia. Ao longo do período, a reprovação do combate à Covid sempre havia sido maior do que a de seu governo.
 

Em março de 2021, por exemplo, 54% reprovavam seu desempenho na pandemia, mas só 32% reprovavam seu governo de forma geral.
 

Agora, as curvas de reprovação convergem pela primeira vez (46% no caso da pandemia e 45% na geral), e também de forma inédita a aprovação do desempenho do mandatário frente à Covid fica numericamente acima da geral (28% a 25%).
 

Ao longo de pouco mais de dois anos da circulação do vírus Sars-CoV-2 no país, Bolsonaro desrespeitou medidas sanitárias, promovendo aglomerações, divulgou e adquiriu medicamentos sem eficácia contra a Covid e propagou afirmações falsas sobre as vacinas.
 

Sua gestão foi alvo de uma CPI no Senado cujo relatório final, aprovado em outubro de 2021, atribuiu crimes ao governo federal e pediu a responsabilização de vários agentes, sobretudo do presidente da República.
 

O parecer aprovado na CPI citou irregularidades em negociações de vacinas, demora para compra de imunizantes eficazes e omissão para evitar colapso sanitário no Amazonas, quando pacientes morreram sem oxigênio, mesmo quando já se sabia há dias que o insumo estava para acabar no estado.
 

Enquanto seu desempenho no enfrentamento à doença era criticado, Bolsonaro optou por culpar governadores, prefeitos e o Supremo Tribunal Federal pelo impacto econômico de medidas de isolamento social.
 

Em diversos momentos, o presidente contrariou evidências científicas ao pôr em dúvida a eficácia e a segurança dos imunizantes, especialmente ao tratar do público infantil.
 

Justamente por causa da vacinação, porém, o cenário da Covid no Brasil hoje é outro, pouco mais de um ano após as cenas de parentes buscando oxigênio por conta própria para seus familiares acamados em Manaus.
 

Quase 3 em cada 4 brasileiros (74,9%) estão imunizados com as duas doses ou dose única da vacina contra a Covid, e 36,4% tomaram a injeção de reforço.
 

As médias móveis de mortes e de casos continuam em queda. A de óbitos registrada neste sábado (2) foi de 197, redução de 35% em relação a duas semanas atrás, e a de infecções foi de 23.878, diminuição de 36%.
 

Neste cenário, quando analisados os diferentes segmentos da população na pesquisa Datafolha, a avaliação da gestão de Bolsonaro na pandemia segue a tendência de sua popularidade em geral.
 

Melhores índices de aprovação são encontrados, por exemplo, entre os que classificam seu governo como ótimo ou bom (78%), evangélicos (38%, ante 26% de católicos e 16% de kardecistas) e brancos (32%, ante 21% dos pretos).
 

A reprovação da conduta presidencial diante da pandemia é maior entre os jovens de 16 a 24 anos --53% dizem ver como ruim/péssima, índice que oscila entre 43% e 46% nas demais faixas etárias.
 

É maior entre os que têm diploma universitário (57% contra 43% a 44% dos demais) e entre os moradores do Nordeste (50%) e Sudeste (49%).
 

No Sul, a reprovação da atuação de Bolsonaro na pandemia cai a 42%, e no Centro-Oeste, a 36%.
 

A relativa volta à normalidade no cotidiano do país, com a queda na obrigatoriedade de máscaras em diversas cidades, escolas abertas e retorno ao trabalho presencial, ocorre enquanto países da Europa e da Ásia registram aumento de casos em decorrência de uma subvariante do vírus.
 

O impacto dela no Brasil ainda é incerto e, por ora, não há consenso na comunidade científica para determinar se e quando a pandemia acaba.
 

O próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse na última quarta (30) que encerrar o status de emergência sanitária no país ainda depende de uma série de análises.
 

Ainda assim, segundo o Datafolha, cresce a percepção no país de controle na pandemia. Ao todo, 72% avaliam que ela está parcialmente controlada, e 15%, totalmente.
 

Caiu de 20% para 12% os que veem a situação fora de controle. Há um ano, quando UTIs de todo o Brasil entraram em colapso, esse índice era de 79%.
 

Como esperado, a parcela dos que veem a pandemia totalmente controlada é maior entre os eleitores de Bolsonaro (26%) e menor entre os que pretendem votar em João Doria (12%), Lula (12%), Sergio Moro (12%) e Ciro Gomes (8%).

Morre aos 98 anos a escritora Lygia Fagundes Telles

Considerada a dama da literatura brasileira, escritora paulista era imortal da ABL e ganhou diversos prêmios durante a carreira


Lygia Fagundes Telles morreu aos 98 anos. Foto: Alesp

Do - Diário de Poder -  A escritora e integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL), Lygia Fagundes Telles, faleceu neste domingo, 3, em São Paulo, aos 98 anos. A informação foi confirmada pela ABL.

Lygia foi vencedora do Prêmio Camões, em 2005, pelo conjunto da obra, e do Prêmio Juca Pato, em 2009, como intelectual do ano.

A escritora nasceu na capital paulista, estudou na Escola Caetano de Campos e se formou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP). Ingressou na ABL em 1987 na cadeira 16, na sucessão de Pedro Calmon.

Lygia faleceu em sua casa, em São Paulo, de causas naturais. “Perdemos nossa querida. Partiu tranquilamente! Mas viverá para sempre. Principalmente no coração de seus amigos!”, escreveu nas redes sociais o jurista José Renato Nalini, atual presidente da Academia Paulista de Letras.

O ex-presidente José Sarney, membro da ABL, também lamentou a morte de sua colega. “Ela era uma pessoa encantadora, de convívio suave, delicado. Sua grande obra de romancista e contista, com obras primas como ‘As Meninas’, os contos de ‘Antes do Baile Verde’, ‘Seminário dos Ratos’ e ‘Invenção e Memória’, ocupa um espaço importante na literatura brasileira. Com ela desaparece a última presença da geração modernista de 1945, de que foi um dos maiores nomes. Quero solidarizar-me com sua família e com nossos companheiros de Academia, na certeza de que ela ficará presente em nossa memória e em sua obra”, disse o político.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também se pronunciou. “Pesar e tristeza pela morte de Lygia Fagundes Telles. Uma das mais brilhantes escritoras do país. Minha solidariedade a familiares, amigos e membros da Academia Brasileira de Letras”.

A obra de Lygia aborda temas variados como o amor, a morte, o medo, o adultério e as drogas. Trata ainda de problemas sociais e explora o universo feminino, trazendo um olhar crítico ao moralismo social e deixando transparecer suas visões políticas.

Prêmios

Seu primeiro livro de contos, com o título Porões e sobrados, foi publicado em 1938. Recebeu quatro vezes o Prêmio Jabuti, considerado a mais tradicional premiação literária do Brasil. Na primeira ocasião, em 1966, obteve o feito com a obra O Jardim Selvagem. Voltou a ganhar em 1973, com o romance As Meninas. Em 1996, consagrou-se novamente com A Noite Escura e mais Eu e, em 2001, com a coletânea de contos Invenção e Memória.

No ano de 2005, foi agraciada também com o Prêmio Camões, que enaltece autores de língua portuguesa pelo conjunto da sua obra. Seu nome entrou pra uma lista da qual atualmente fazem parte outros 33, de cinco países diferentes.

O trabalho de Lygia ganhou as telas da televisão. O romance Ciranda de Pedra, publicado em 1954, foi adaptado pela TV Globo duas vezes. A primeira novela, escrita por Antônio Teixeira Filho e dirigida por Wolff Maia, foi ao ar pela TV Globo em 1981. A segunda versão, veiculada em 2008, foi escrita por Alcides Nogueira e dirigida por Denise Saraceni.

Seu nome também aparece na história do cinema brasileiro. No filme Capitu (1968), inspirado no romance Dom Casmurro de Machado de Assis, ela trabalhou em parceria com o crítico de cinema e seu segundo marido Paulo Emílio Sales Gomes, com quem foi casada de 1963 até ficar viúva em 1977. Ambos assinam o roteiro que posteriormente recebeu o Prêmio Candango, concedido pelo Festival de Brasília.

Com formação em Direito, a escritora se mobilizou contra a censura durante a ditadura militar. Junto com os escritores Nélida Piñon e Jefferson Ribeiro de Andrade e o historiador Hélio Silva, ela compôs a comissão responsável pela elaboração do Manifesto dos Intelectuais, um abaixo-assinado que ganhou repercussão em 1977 após conquistar a adesão de mais de mil signatários. Entregue ao Ministério da Justiça, ele foi considerado a maior manifestação de intelectuais contra a censura imposta no período.

Lygia não deixa descendentes. Seu único filho, o cineasta Goffredo da Silva Telles Neto, faleceu em 2006, aos 52 anos. Ele era fruto do relacionamento com o primeiro marido, o jurista Gofredo Teles Júnior, que durou de 1947 até 1960.

Entre seus livros mais importantes estão Antes do Baile Verde (1970), As Meninas (1973), Seminário dos Ratos (1977), Filhos Pródigos (1978), A Disciplina do Amor (1980), As Horas Nuas (1989), A Noite Escura e Mais Eu (1995), e Invenção e Memória (2000). Seu livro Ciranda de Pedra (1954) inspirou a novela homônima, exibida na TV Globo. (Com informações da Agência Brasil)

Bahia só registra três obitos da covid-19 nas ultimas 24 horas

 Bahia registra 67 casos de Covid-19 e 3 óbitos nas últimas 24 horas

Dos 1.534.051 casos confirmados desde o início da pandemia,  29.726 tiveram óbito confirmado. (Foto: Agência Brasil)

Oboletim epidemiológico deste domingo (3) da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) registra 1.328 casos ativos de Covid-19 na Bahia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 67 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,004%), 78 recuperados (+0,005%) e mais 3 óbitos.

Dos 1.534.051 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.502.997 já são considerados recuperados e 29.726 tiveram óbito confirmado.

Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.816.910 casos descartados e 327.747 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo. Na Bahia, 62.999 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento temos 11.502.835 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.523.584 com a segunda dose ou dose única e 4.887.976 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 810.700 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 170.120 já tomaram também a segunda dose.

Do - Jornaldamidia.com.br

domingo, 3 de abril de 2022

Mídia 'esconde' entrega de relatório da CPI do Nordeste

 

Mídia 'esconde' entrega de relatório da CPI do Nordeste que indiciou dois governadores do PT (veja o vídeo)

Do - jornaldacidadeonline.com.br - companhado dos senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Eduardo Girão (PODE-CE), o Presidente da CPI da Covid-19 na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), deputado estadual Kelps Lima protocolou o relatório final do colegiado à Procuradoria Geral da República (PGR)

No documento com milhares de páginas e provas, dezenas de servidores e dois governadores foram indiciados; Rui Costa, da BA e Fátima Bezerra do RN, ambos do PT.

A denúncia central trata da fraude na compra de 30 respiradores em abril de 2020, que acabaram não entregues aos estados do Nordesde. O valor do prejuízo, jamais ressarcido, R$ 48 milhões.

O procurador geral da República, Augusto Aras, recebeu o relatório da CPI em mãos e prometeu tomar as devidas providências para levar o resultado das investigações ao devido processo judicial.

A entrega, entretanto, foi totalmente ignorada pela velha mídia, que segue 'blindando' os envolvidos nos escândalos de corrupção e desvios de verbas da saúde no âmbito da Pandemia de Covid-19.

Marcos Rogério, Kelps Lima e os demais representantes da comitiva que levaram o relatório à PGR gravaram um vídeo para explicar, de forma breve, os resultados e as expectativas.

Vela a pena assistir:


sábado, 2 de abril de 2022

Capitão Azevedo no PTB concorrerá uma vaga ao Congresso

Capitão Azevedo, prè-candidato a deputado federal

O ex-prefeito de Itabuna e por muitos anos, diretor da Ciretran,  Capitão Azevedo, se filiou ao Partido Democrático Trabalhista-PDT, conforme já era anunciado por muitos analistas da politica em Itabuna. Capitão Azevedo pretende ser Deputado Federal,através da nova legenda partidária.

Nas últimas participações politicas de José Nilto Azevedo Leal, (Capitão Azevedo), depois que se tornou prefeito de Itabuna, ele na  dispoutou à Assembleia Legislativa pelo PTB, teve cerca de 13 mil votos, e a última para prefeito de Itabuna, pela segunda vez, pelo PL, obteve  17 mil votos, ficando em segundo lugar, perdendo para o atualo prefeito Augusto Castro.


Vale lembrar, que o Capitão Azevedo ainda é o campeão de votos em Itabuna, pois quando ele ganhou a eleição, em 2009, para prefeito, totalizou mais de 52 mil votos. Portanto, até o momento, o Capitão ainda é o mais votado na terra grapiúna. . 


Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Uesc celebra 52 anos com homenagens e reconhecimento à diversidade de saberes

Sessão especial do Consu destaca lideranças acadêmicas e indígenas e reafirma o compromisso da universidade com a inclusão e o conhecimento ...