Após emendas que garantem benefícios importantes para a etnia
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segunda-feira, 27 de setembro de 2021
Presidente da Câmara de Ilhéus é recebido com festa pelos Tupinambá
Palestra marca o retorno do Empreender em Itabuna, nesta terça, 28
O evento gratuito é destinado aos micros e pequenos empreendedores de vários segmentos de mercado
O programa Empreender será retomado oficialmente nesta terça-feira, 28, às 19 horas, no auditório da ACI, com uma palestra de sensibilização - Estratégias de Posicionamento Pós Pandemia, com o psicólogo Murilo Gomide. O projeto é uma realização da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, em parceria com a Federação das Associações Comerciais da Bahia - Faceb e o Sebrae, com o objetivo de reunir empresários do mesmo segmento para o aprimoramento dos seus negócios.
O evento é gratuito, mas as inscrições são limitadas visando atender a capacidade de público estipulada pela vigilância sanitária. Os interessados já podem se inscrever através do link: https://www.sympla.com.br/
O objetivo do encontro é esclarecer aos micros e pequenos empreendedores como funciona o programa e de que forma eles podem participar, diante do novo cenário da pandemia. O projeto foi realizado no ano de 2019, com a duração de um ano na ACI, onde empresários foram contemplados com debates produtivos sobre problemas e soluções, cursos realizados a partir de demandas citadas nos núcleos, compras e vendas em conjunto, bem como a participação em feiras e missões.
Os segmentos de Padarias, Salão de Beleza, Mulheres e Jovens Empreendedores promoveram uma série de atividades e serão retomados. Já os novos grupos serão formados por empresários da rua Paulino Vieira, Bares e Restaurantes.
Currículo
Murilo Gomide é psicólogo com mais de 15 anos no estudo do comportamento humano; especialista em terapia cognitivo comportamental pela PUC- RS; especialista em gestão de pessoas com ênfase em consultoria; Business Coach pela sociedade Brasileira de Coaching – SP. ascom
domingo, 26 de setembro de 2021
Bahia perde mais uma
Dabove acredita que faltou 'concentração' para o Bahia, mas não associa a salários atrasados
Do BahiaNotícias - por Nuno Krause

Concentração. Foi isso o que faltou para o Bahia, neste domingo (26), diante do Internacional, pela 22ª segunda rodada. É no que acredita o técnico argentino Diego Dabove. Em entrevista coletiva após a derrota que colocou o clube na zona de rebaixamento do Brasileirão (veja aqui), o comandante falou sobre os dois gols do Colorado, originados de bolas aéreas.
"Era uma situação que vínhamos lidando bem, que não vínhamos tendo problemas, e hoje tivemos em duas oportunidades e acabamos pagando caro. Coisas a trabalhar, mas que têm mais a ver com a concentração e com o momento na partida, do que com o trabalho em si", ponderou.
Contudo, ele não associou o problema ao atraso dos salários dos jogadores, que fizeram um protesto neste domingo (saiba mais aqui). "Creio que não. É difícil desligar mentalmente, mas na análise do futebol, acho que não. Não jogamos bem no primeiro tempo. No segundo, foi mais parecido com o que a equipe vinha jogando (...) São situações normais do futebol. Tenho 20 anos de futebol, e vivi isso milhões de vezes. Seguramente chegarão a um acordo e a um melhor final para todos", pontuou.
Após ter conquistado cinco pontos nos cinco jogos à frente do Bahia, o argentino preferiu não fazer uma análise do próprio trabalho neste momento. "Nossa análise vamos fazer ao final de tudo. Agora temos que corrigir e trabalhar. Depois do final do ano, analisaremos", afirmou.
O Bahia volta a campo no próximo sábado (2), contra o Ceará, na Arena Fonte Nova. Caso o problema dos salários atrasados não seja resolvido até lá, o protesto deve seguir, e os jogadores não se concentrarão para a partida.
Bahia registra 232 novos casos de Covid-19 e mais 3 óbitos em 24 horas
Dos 1.231.985 casos confirmados desde o início da pandemia, são considerados recuperados. (Foto: Sesab)
Do - Jornaldamidia.com.br - O boletim epidemiológico deste domingo (26) da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) mostra que na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 232 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,02%) e 263 recuperados (+0,02%). O boletim também registra 3 óbitos.
Dos 1.231.985 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.202.426 já são considerados curados e 26.836 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações devido a instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.536.748 casos descartados e 236.545 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo. Na Bahia, 52.038 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Vacinação
Com 9.842.248 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose ou dose única, a Bahia já vacinou 77,3% da população com 12 anos ou mais, estimada em 12.732.254. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas.
Presidente Bolsonaro testa negativo para a covid-19
De acordo com a Secretaria de Comunicação Social, o exame foi realizado na manhã deste domingo, no Palácio da Alvorada


O teste foi feito em função da viagem do presidente aos Estados Unidos para participar da 76ª Assembleia Geral da ONU. Na terça-feira (21), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que integrou a comitiva, testou positivo para a covid-19. Queiroga cumpre quarentena em um hotel em Nova York.
No discurso de abertura na ONU, Bolsonaro disse que o Brasil está trabalhando na atração de investimentos da iniciativa privada e que possui “tudo o que investidor procura: um grande mercado consumidor, excelentes ativos, tradição de respeito a contratos e confiança no nosso governo”.
Além de fazer o discurso de abertura, o presidente se encontrou com o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Boris Johnson, para tratar das relações comerciais entre os dois países e o fortalecimento da parceria bilateral, e com o presidente da Polônia, Andrzej Duda, para tratar, entre outros temas, do acordo Mercosul-União Europeia. (ABr)
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Hoje é dia de Cosme e Damião uma adoração de fé e lembrança de Plinio de Almeida
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| Recorte - Diário de Itabuna |
PONTO DE COSME E DAMIÃO ESTRELA D'ALVA CLAREOU-GUARDIAO OXOSSI
Demonização de Cosme e Damião por evangélicos dá corda para intolerância religiosa
por Anna Virginia Balloussier | Folhapress

O filho de Jaciele Souza, 30, chegou em casa achando que tinha feito besteira. "Ele contou que a pregação na igreja foi contra os doces. 'Mãe, o pastor disse que não pode consumir, não, que as crianças ficam doentes se comerem'", a empregada doméstica reproduz o que ouviu do pré-adolescente de 11 anos.
Ele também contou que a mãe de uma amiga, quando a viu com o saquinho cheio de balas, jogou tudo no lixo. Era evangélica.
Católica de batismo que quando criança ia com a mãe a uma Assembleia de Deus, Jaciele hoje não tem religião específica. Gosta de várias.
Já o filho vai a reuniões da Força Jovem Universal em Paraisópolis (zona sul de São Paulo), e foi numa delas que ouviu a sentença contra as guloseimas tradicionalmente distribuídas numa das festas mais populares de algumas religiões de matriz africana, como a umbanda e o candomblé.
Longe de isolados, relatos como o de Jaciele ajudam a escrever um capítulo da intolerância religiosa contra religiões afrobrasileiras: a aversão ao Dia de Cosme e Damião, celebrado no domingo (26), por católicos, ou na segunda (27), por umbandistas e candomblecistas.
A data está na memória afetiva de muitos brasileiros por causa da partilha de sacos cheios de doces como pé de moleque, pirulito e paçoca.
A encrenca maior é com a celebração das crenças afro, dedicada a entidades infantis chamadas de erês. Para contingentes evangélicos, manifestações demoníacas.
Marcos Lima, que é pai de santo em Duque de Caxias (RJ), conta que essa era uma dos festejos mais adorados em seu terreiro. Virava um formigueiro, tantas eram as pessoas da vizinhança que atraía. "Hoje é praticamente restrita aos membros da casa, e não damos mais doces", diz. Não vê por quê.
Os 500 saquinhos de gulodice que entregavam caíram para zero. "Nos últimos dez anos, fomos diminuindo. Não são mais aceitos pelas pessoas. Elas simplesmente não vêm à festa. E, se formos distribuir na rua, as mães proíbem as crianças de pegar."
São mulheres que, na última década, engrossaram a escalada evangélica no Brasil. Não é regra que igrejas dessa fé preguem contra o Cosme e Damião. Mas é praxe.
"Há uma campanha de demonização que corre nas redes sociais todos os anos", afirma Lima. Fala de vídeos como este que recrimina, em melodia infantilizada, quem topa a oferta açucarada: "Doces que vêm de graça/ oferendas e promessas/ já aceitei Jesus/ e não caio nessa".
A Universal do Reino de Deus, igreja frequentada pelo filho de Jaciele, já publicou em seu site um texto para sustentar por que o dia merece o desprezo de seus fiéis. "É importante saber o que está realmente por trás de tal celebração", afirma o artigo.
Vamos por partes: Cosme e Damião foram irmãos nascidos na região da península Arábica por volta de 260 d.C. Gêmeos, médicos e cristãos, foram perseguidos pelo imperador romano da vez. O império, em sua sanha contra aquela nova fé, lhes reservou a tortura e a degola. A Igreja Católica fez deles santos.
Corta para a escravidão no Brasil. A sobrevivência de crenças africanas só foi possível porque negros escravizados passaram a associar deuses que cultivavam, os orixás, a santos católicos. Daí o sincretismo religioso que se espraiou pelo país.
A mitologia de algumas religiões da África fala dos ibejis, gêmeos dos orixás Iansã e Xangô. Há variações na ascendência, mas a essência é a mesma: são entidades que representam a pureza e a bondade. Como a infância. No tradutor para o "catoliquês", viraram Cosme e Damião.
"O fato é que tanto a idolatria quanto a feitiçaria, o ocultismo, o culto aos mortos e as práticas semelhantes são condenadas por Deus, e todos aqueles que as realizam atraem maldição para si e para os seus descendentes", afirmou a Universal em 2018.
Naquele ano, a igreja promoveu em seus templos, bem no 27 de setembro, o "domingo da bênção para os filhos". Dizia-se interessada em protegê-los "de toda influência maligna que ronda o fim do mês de setembro".
Em 2020, o culto se repetiu. "Nossos filhos estão sendo expostos a um mundo que é contra Deus. Tudo o que eles consomem combate ao que você tem ensinado a eles, aos princípios de fé, justiça, de certo e errado", disse naquele mesmo setembro o bispo Renato Cardoso, casado com uma filha do líder da Universal, Edir Macedo, no principal endereço da denominação, o Templo de Salomão.
Pedro Luis Barreto Litwinczuk, o Pedrão, pastor da Comunidade Batista do Rio, vê motivos para fiéis "não darem ibope" aos irmãos médicos. Foram "pessoas fantásticas, e a gente não renega o valor das pessoas valiosas em seu tempo", ok.
O evangélico, contudo, "tem por hábito ter somente a pessoa de Jesus Cristo", diz. A rejeição aos santos que povoam o catolicismo vem daí, inclusive.
"A preocupação é com a educação dos filhos --que eles aprendam, digamos, algo que seria contra o costume da Bíblia. Isso que é o grande negócio."
E a concorrência, segundo Pedrão, é pesada. "A garotada vê um monte de gente pegando doce. Como você vai falar para a criança cristã de cinco, seis anos que ela não pode? Demonizam para tentar proibir as crianças de participar disso."
A Universal é uma entre tantas igrejas antipáticas ao Cosme e Damião. Denisson D'Angiles e Kelly D'Angiles, pai e mãe de santo do Centro Espiritualista de Umbanda Estrela Guia, colecionam episódios de discriminação na data.
Galeria Religiões afrobrasileiras sofrem com intolerância religiosa Aversão de alguns ao Dia de Cosme e Damião, celebrado por umbandistas e candomblecistas, é um exemplo https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1711834568904138-cosme-e-damiao *** Alguns são sutis. Aconteceu em 2020, quando a casa na zona sul paulistana montou um drive thru para oferecer doces no meio da pandemia da Covid-19. "Nesse dia, estacionaram um carro bem na porta [da garagem]. O dono simplesmente desapareceu."
Colado na traseira do veículo, um adesivo do peixe cristão, central para a simbologia evangélica. Como a Estrela Guia já foi alvo de intolerância religiosa no passado, eles desconfiam de uma ação deliberada para melar a comemoração.
Seria um repeteco do ano em que, na época de Cosme e Damião, alguém retirou de propósito um cano d'água do imóvel. O vandalismo, que para Denisson partiu de vizinhos desgostosos com a casa de umbanda, por pouco não o fez cancelar a festa.
"Dependíamos de um banheiro só, imagina a situação constrangedora que seria", diz o líder religioso, que resolveu a situação improvisando uma tubulação no dia.
Em 2018, a ordem para acabar com uma cerimômia que o centro organizou para 500 crianças de uma comunidade no extremo sul da cidade teria partido de um chefe do tráfico local. "Ele era evangélico e disse que não podia." Acabou deixando de última hora, "numa atitude de benevolência momentânea", conta o pai de santo.
O pastor batista Marco Davi Oliveira cresceu sem poder comer os doces ensacados nas tradicionais embalagens de papel branco com detalhes em verde e rosa. "Fugia e comia, mas me sentia meio culpado. Parecia estar cometendo um grande pecado", conta.
Hoje até ri ao lembrar das estripulias da meninice evangélica, mas acha pouca graça no que define como "fundamentalismo religioso muito forte nas mentes das pessoas".
Galeria Cosme e Damião Celebração em homenagem aos santos gêmeos acontece em setembro https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/nova/1612247285230335-cosme-e-damiao *** "A gente tem que respeitar o sagrado do outro", diz Nilza Valéria Zacarias, coordenadora da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito. Mas a demonização do alheio não vai passar num estalar de dedos, ela reconhece.
Para Zacarias, não tem jeito, o caminho é a educação: pastores deveriam aprender mais sobre cultura africana para "ajudar a desconstruir a ideia de que tudo relacionado à África é demonizado".
Até porque, hoje, os negros estão muito mais presentes nas igrejas evangélicas do que nos terreiros. Seria importante não deixar o preconceito se sobrepor ao que "por muito tempo foi lugar de resistência para nós", afirma a fiel da batista Nossa Igreja Brasileira.
Ela saca uma passagem do Evangelho de Mateus: "O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem".
"Mal é o que eu digo, o que eu falo", diz Zacarias. "O que entra é só o sabor adocicado que dá alegria tanto para crianças quanto para adultos."
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