BLOG JORNALÍSTICO VOLTADO PARA AS INFORMAÇÕES DA REGIÃO CACAUEIRA DO SUL DA BAHIA.
Faça sua publicidade conosco, respeito e credibilidade. 73 98846-0505, 73 99174-3489. E-mail: reislito@gmail.com, reislito@hotmail.com. Uma organização: EXPRESSAOUNICA JORNAISMO E COMUNICAÇÃO-MEI. PIX 73988460505 ou reislito@gmail.com
Por Kleber Torres - Foi sepultado no Cemitério do Campo Santo, em Itabuna, o corpo do auditor fiscal Paulo Roberto Mendes Lima, 72 anos, morto na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Misericórdia na madrugada desta terça-feira (19), em consequência da covid-19. Economista e advogado, ele também era professor da Universidade Estadual de Santa Cruz, onde lecionou por várias décadas e atuou como orientador de dezenas de alunos.
Natural de Jequié, ele deixa viúva Lucila Garrido Lima e duas filhas Juliana e Ana Paula, além de dois netos. Antes de ingressar na Secretaria da Fazenda da Bahia, há mais de 30 anos, ele foi operador no mercado financeiro nacional e trabalhou em grandes empresas brasileiras, inclusive no Grupo Chaves, que o trouxe para o Sul da Bahia, onde chegou durante a fase de expansão dos negócios na área de exportação do cacau e de grandes investimentos imobiliários.
Expressaounica:
Esperamos que realmente essa vacinação, por enquanto emergencial, contra essa doença letal, venha amenizar as dores de muitas famílias. que Deus na sua Suprema Graça, abençoe esse medicamento.
E, aqui em nome do seu irmão, administrador e também professor Isaias Mendes Lima /filho, ex-presidente da EMASA, levamos os nossos mais profundos sentimentos à toda família enlutada e amigos.
A vacinação traz esperança para a contenção de óbitos
Há pelo menos quatro fatores que ajudam a explicar esse momento da pandemia no Brasil
Do - correiobraziliense.com.br - Nos últimos dias, a pandemia no Brasil foi marcada por imagens de dor e de esperança. De um lado, a falta de oxigênio em Manaus mostrou a tragédia causada pela falta de coordenação contra a covid-19. Do outro, a aprovação das primeiras vacinas deu o primeiro sinal, ainda bem distante, de que essa crise sanitária vai ter um fim.
Em meio a tantas notícias, especialistas ouvidos pela BBC News Brasil alertam que a situação da pandemia no país deve se agravar entre o final de janeiro e o início de fevereiro.
"Estamos num momento bem preocupante. Talvez as pessoas não estejam percebendo ainda, mas tudo indica que as próximas semanas serão complicadas", antevê o bioinformata Marcel Ribeiro-Dantas, pesquisador do Institut Curie, na França.
De acordo com o levantamento feito pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde), o país contabiliza até o momento 8,5 milhões de casos e 210 mil mortes por covid-19. Nos últimos dias, a confirmação de novas infecções e óbitos pela doença tem se mantido num patamar considerado alto.
A tendência, de acordo com epidemiologistas, bioinformatas e cientistas de dados ouvidos pela reportagem, é que esses números se mantenham elevados ou subam ainda mais daqui para a frente.
Mas qual a razão para isso? Há pelo menos quatro fatores que ajudam a explicar esse momento da pandemia no Brasil.
Não foram poucos os relatos de aglomerações nos últimos dias de dezembro. A despeito das orientações das autoridades em saúde pública, muitos familiares e amigos resolveram se reunir para celebrar o Natal e a passagem para 2021.
Os efeitos das festas começam a ser sentidos agora. E isso pode ser explicado pela própria dinâmica da covid-19 e o tempo que a doença demora a se manifestar e se desenvolver.
"A transmissão do vírus pode até ter ocorrido durante essas festas, mas a necessidade de ficar num hospital ou até a morte do paciente leva semanas para acontecer", nota o estatístico Leonardo Bastos, pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
Em linhas gerais, o indivíduo que é contaminado pelo coronavírus pode demorar até 14 dias para ter algum sintoma (como febre, tosse seca, dores, cansaço e falta de paladar ou olfato).
O problema é que, nesse ínterim, ele pode transmitir o agente infeccioso para outras pessoas, criando novas cadeias de transmissão na comunidade.
Já nos quadros mais graves da doença, que evoluem para falta de ar e acometimento dos pulmões, há uma janela de cerca de sete dias entre o contato com o vírus e a necessidade de internação.
Depois da hospitalização, os pacientes que morrem por covid-19 podem ficar até cinco semanas num leito antes de falecer.
Considerando esse tempo todo de evolução da doença e o atraso nas notificações, é de se esperar que as infecções pelo coronavírus que aconteceram entre os dias 24 de dezembro e 1º de janeiro apareçam com mais frequência nos boletins epidemiológicos daqui pra frente.
Essa bola de neve do final de ano pode ser emendada com outra, provocada pelas aglomerações relacionadas ao Enem.
É preciso considerar que, no último domingo (17/12), mais de 2,5 milhões de brasileiros se deslocaram até o local da prova e permaneceram por várias horas em locais fechados com desconhecidos ao redor.
Os epidemiologistas e cientistas de dados poderão medir o efeito dessa movimentação de tanta gente nas cidades brasileiras a partir de fevereiro ou março.
Onda de mutações e variantes
Nas últimas semanas, cientistas detectaram variantes do coronavírus que causaram grande preocupação.
Três dessas novas versões ganharam destaque. Elas foram encontradas no Reino Unido, na África do Sul e no Brasil (mais precisamente em Manaus).
O que chamou atenção é que esse trio traz mutações nos genes relacionados à espícula, uma estrutura que fica na superfície viral e permite que ele invada as células do nosso corpo para dar início à infecção.
Tudo indica que essas mudanças genéticas deixaram o vírus ainda mais infeccioso e podem facilitar a sua transmissão. Isso ajudaria a explicar, por exemplo, o aumento de casos que ocorreu em algumas cidades britânicas ou em Manaus.
Por mais que essas variantes não tenham sido relacionadas a quadros mais graves de covid-19, elas podem ter um efeito indireto na mortalidade — afinal, se mais gente pegar a doença, o número de internações e mortes subirá.
"Os vírus sofrem modificações a todo o momento e, quanto mais ele circular entre as pessoas, maior será a chance de ele ter mutações e se tornar mais ou menos agressivo", pondera o médico Marcio Sommer Bittencourt, do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiologia do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP).
Demora na atualização dos dados
No mês de dezembro, é comum que muitos funcionários tirem férias. Setores e departamentos de empresas privadas ou órgãos públicos entram em recesso por alguns dias. Alguns setores chegam a trabalhar com equipes reduzidas.
Isso, claro, aconteceu com trabalhadores da área de saúde e de vigilância epidemiológica dos estados e dos municípios brasileiros.
"Uma coisa que notamos desde o final de 2020 é um atraso muito grande na digitação dos dados de pacientes com covid-19 confirmada. No Rio Grande do Sul, por exemplo, 68% dos casos de infecção pelo coronavírus que apareceram nos sistemas do governo em janeiro ocorreram nos meses anteriores", observa o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19.
Os laboratórios que fazem testes dos casos suspeitos da doença também estão demorando muito mais para soltar o resultado, segundo os relatórios do Gerenciador de Ambiente Laboratorial, plataforma mantida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
No mês de novembro, 91% das amostras dos pacientes com suspeita de covid-19 eram processadas e avaliadas num período de até dois dias e 8% demoravam entre três e cinco dias.
Já em dezembro, 73% dos exames tiveram seu lado liberado em menos de 48 horas. Cerca de 18% das análises levavam entre três e cinco dias e 9% tiveram que aguardar até dez dias para ter um diagnóstico confirmado ou descartado.
É claro que atrasos já aconteciam antes, mas eles estão mais graves e preocupantes nas últimas semanas, afirmam os especialistas.
Nas últimas semanas, resultados dos testes para diagnóstico de covid-19 começaram a demorar muito mais para saírem
Novas gestões e acúmulo de trabalho
Outro fator que parece ter atrapalhado ainda mais a coleta das estatísticas foi a transição de governo em muitas cidades brasileiras. Várias prefeituras tiveram uma troca de comando a partir de janeiro.
"Há casos em que o novo prefeito modificou o secretário de saúde e reformulou a equipe que acompanha essas questões. Há um tempo até que esses novos gestores se acostumem ao ritmo e às necessidades da pandemia", afirma Schrarstzhaupt, da Rede Análise Covid-19.
Por fim, os profissionais de saúde estão sofrendo com o acúmulo de funções. Em muitos lugares, são os próprios médicos e enfermeiros que precisam alimentar o sistema de informática com os novos casos confirmados de covid-19 no hospital.
"E isso envolve até uma questão ética. Entre digitar uma ficha no computador e tratar um paciente que demanda cuidados, a segunda opção é sempre mais urgente. Necessitamos de mais investimento em vigilância e profissionais que façam esse trabalho de atualização", aponta Bastos, da Fiocruz.
"Tenho visto cada vez mais médicos postando nas redes sociais fotos da montoeira de fichas de papel que aguardam digitação no sistema. É uma pilha que parece nunca diminuir", completa Schrarstzhaupt.
O descompasso entre o que mostram as curvas epidêmicas desatualizadas e o verdadeiro cenário da pandemia pode fazer muito estragos.
Para início de conversa, essa subnotificação de casos e mortes por covid-19 traz uma falsa sensação de segurança, como se o pior já tivesse passado.
"E isso ajuda a vender uma retórica que agrada algumas pessoas. Quantas vezes já ouvimos gente anunciar que a pandemia estava chegando ao fim? Que teríamos uma queda dos casos e mortes a partir da próxima semana?", questiona Ribeiro-Dantas, do Institut Curie.
A principal lição é sempre tomar cuidado com as estatísticas mais recentes. "É preciso ter mais transparência e evidenciar que os dados dos últimos 15 dias não são absolutamente confiáveis e sofrerão atualizações. Se os números estiverem caindo, devemos ter um pouco de calma antes de anunciar que a situação está tranquila", ensina o bioinformata.
A parte que nos cabe
Bittencourt, do Hospital Universitário da USP, diz que o aparecimento das variantes do vírus era algo esperado durante a pandemia. "O comportamento do vírus é altamente previsível. Mas a mesma coisa não pode ser dita sobre o comportamento das pessoas", diz.
O especialista se refere ao papel de cada cidadão no enfrentamento da pandemia. Afinal, apesar do cansaço acumulado dos quase 12 meses pandêmicos, as medidas preventivas continuam essenciais.
Todos precisamos seguir com os cuidados básicos, como a limpeza das mãos, o uso de máscaras e o distanciamento físico das pessoas que não fazem parte de nosso convívio diário. Outro ponto pouco lembrado na lista das recomendações básicas é a preferência por locais abertos e com boa circulação de ar.
Se, por um lado, há uma série de responsabilidades individuais muito importantes, por outro não podemos nos esquecer também das políticas de saúde pública, que sempre carecem de reforço das autoridades municipais, estaduais e federais.
Nesse sentido, o recrudescimento da pandemia vai exigir ações mais contundentes para diminuir a circulação das pessoas.
"Não há a menor dúvida de que temos que aumentar medidas de controle. Isso depende da dinâmica de cada lugar, mas no geral o maior impacto ocorre quando as intervenções são feitas em lugares fechados, onde as pessoas ficam mais próximas umas das outras ou não usam máscaras. Esses locais não deveriam estar abertos agora", esclarece Bittencourt.
A chegada das primeiras vacinas sinaliza um caminho promissor para o fim da pandemia. Mas ainda há muito chão a ser percorrido antes que a covid-19 se torne um tormento do passado.
Danny Altmann, professor de imunologia na Universidade Imperial College, em Londres, diz que não aconselharia ninguém a se considerar seguro 14 dias após a primeira dose da vacina contra o coronavírus. "Me comportaria exatamente como se ainda não tivesse tomado a vacina", diz Altmann. "Não baixaria minha guarda ou faria algo diferente."
Deborah Dunn-Walters, professora de imunologia da Universidade de Surrey, na Inglaterra, concorda, inclusive para quem tomou duas doses. "Uma razão é que você não estará totalmente protegido. E outra é que ainda não há evidências de que ter tomado a vacina vai impedir que você pegue o vírus e passe adiante".
Dunn-Walters faz questão de salientar que a imunidade leva tempo para se desenvolver. Então, independentemente de uma única dose de qualquer uma das vacinas covid-19 poder fornecer proteção, não estaremos totalmente imunes nas primeiras semanas.
No terceiro mandato consecutivo, o vereador
Francisco Edes Batista (Republicanos) foi definido como terceiro secretário na Mesa
Diretora da Câmara de Itabuna. Além disso, tem propostas individuais já
idealizadas para conduzir o trabalho nesta nova legislatura. Entre elas, ações
voltadas para a profissionalização de jovens.
“Vamos fortalecer ainda mais o trabalho
social, principalmente voltado para a juventude. Na parte do esporte, da
geração de cursos, de emprego, vamos focar muito nisso, principalmente ajudar
os jovens que não estão tendo oportunidade”, declarou Pastor Francisco, com é
tratado por todos.
Ele disse estar consciente do reconhecimento
ao serviço prestado há anos. Daí a razão de encarar o dever como ainda maior. “Fazemos
um dos maiores trabalhos sociais da cidade; isso nos credencia, nos
possibilitou a ser reeleito. Então, aumenta a responsabilidade e o trabalho que
temos que fazer. Porque são 1.305 pessoas que confiaram”, argumentou.
“Mão Amiga”
O edil informou a pretensão de dar seguimento,
por exemplo, a iniciativas como o projeto “Mão Amiga”, com distribuição de
cestas básicas e outras formas de apoio. “Temos que trabalhar forte para
continuar ajudando, principalmente a população mais carente da nossa cidade.
Nesta pandemia, junto com a igreja, ajudamos muitas famílias. Distribuímos mais
de mil cestas básicas em um mês, com a ajuda da população. Trabalhamos para
fortalecer o social, ajudar nos bairros, nosso trabalho é para toda a
comunidade”, frisou.
Sobre a relação com o Executivo, afirmou que
pretende manter uma postura de independência – pautando-se pela liberdade de ser
favorável ao que julgar benéfico à comunidade. “Cada vereador deve ter
consciência de que nós trabalhamos pelo povo, fomos eleitos pelo povo. Estamos
aqui para ajudar o prefeito naquilo que for necessário, votando leis para que
nossa cidade venha a crescer com organização, para que o povo seja atendido na
Saúde, na Educação e todos os setores. Não somos empregados do prefeito A ou B;
somos empregados do povo”, assinalou.
Com embaixadores, Rui Costa busca atrair nova indústria automobilística e mais oportunidades para a Bahia
O governador da Bahia, Rui Costa, está numa agenda propositiva frente aos impactos que o fechamento da montadora Ford impôs ao estado. Nesta terça-feira (19), em Brasília, ele esteve nas embaixadas da Índia, Coreia do Sul e do Japão para destacar a presença do parque automobilístico disponível, a força de trabalho com expertise no setor e a garantia de o Estado contribuir para que uma nova indústria se instale na Bahia.
Com o embaixador da Índia, Suresh K. Reddy, ele iniciou a corrida por novas negociações, que abarquem tanto o setor automotivo quanto outros setores potenciais. A Índia possui uma indústria automobilística de crescimento exponencial, com destaque para a empresa Tata Motors, hoje dona da Jaguar e Land Rover, e para a Mahindra, que já possui atividade no Brasil, em Porto Alegre.
Rui abriu o encontro com um convite direto. “Queremos convidar as fabricantes indianas para conhecer a área antes ocupada pela Ford para avaliar a possibilidade de instalação num dos maiores parques existentes no Brasil, inclusive com porto exclusivo”, disse o governador a Reddy, que respondeu ter interesse de que companhias indianas estejam no Brasil e na Bahia, além de querer iniciar parcerias no campo tecnológico, área que a Índia tem ampliado investimentos, assim como a Bahia.
A conversa com o embaixador do governo do Japão, Akira Yamada, seguiu o mesmo viés. A indústria automotiva do país é composta por grandes empresas, a exemplo da Nissan, Toyota e Honda.
Um dos integrantes da comitiva de Rui Costa, o presidente da Fieb, Antônio Alban, destacou o algo a mais que a Bahia pode propiciar para além de incentivo fiscal. A capacidade de formação de mão de obra, o centro de tecnologia, que está entre os maiores do Brasil. “Queremos propiciar junto à manufatura a tecnologia embarcada”, pontuou Alban.
A relação comercial também esteve sob a mesa de negociação com o embaixador da Coreia do Sul, Kim Chan-Woo, que ficou impressionado com a estrutura do Senai/Cimatec. O representante sul coreano assegurou difundir as informações com o setor industrial de seu país. Ele citou o exemplo da Hyndai no Brasil e a necessidade de uma menor burocratização para mais negócios com este país.
Ao lado do governador, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim, destacou a formação dos profissionais baianos que buscam oportunidade, frente aos desligamentos da Ford. “As visitas às embaixadas permitiram passar um pouco da qualificação técnica dos profissionais, formados pelo Senai e escola técnica, e ainda apresentamos a amplitude do complexo deixado pela Ford, o maior da América do Sul”.
Estiveram presentes em todas as agendas, acompanhando o governador Rui Costa, o vice-governador, João Leão; o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães; o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Antônio Alban; o diretor de Tecnologia e Inovação do Senai Cimatec, Leone Peter Andrade; o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim; e o superintendente de Atração e Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Paulo Guimarães.
Prefeito Augusto Castro comemora início da vacinação e fala de esperança
O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), comemorou a chegada do primeiro lote da vacina Coronavac do Instituto Butantan nesta terça-feira, dia 19. “É uma esperança para o nosso povo. Se vive um momento difícil com a perda de muitas vidas, entes queridos que não puderam se beneficiar com a vacina”, disse.
Nesta fase, o município recebeu da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) cerca de 2.200 doses, muito aquém de suas necessidades. “Itabuna se organizou, elaborou o Plano Municipal de Vacinação contra a Covid-19 e começa a executá-lo vacinando os profissionais de Saúde da linha de frente do combate a doença”, comentou o prefeito.
Pelo cronograma da Secretaria Municipal de Saúde serão vacinados os profissionais da UPA 24 Horas, no Bairro Monte Cristo; Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães; Samu-192, unidades básicas de saúde e de saúde da família. A Prefeitura, a Sesab e o Ministério da Saúde se organizam para segunda fase.
Augusto lembra que também estão sendo vacinados pessoas acima de 75 anos, principalmente aqueles que vivem em asilos e Instituições de Longa Permanência para Idosos (abrigos, asilos, casa de acolhimento, etc.). Na fase seguinte, serão imunizados idosos entre 60 e 74 anos de idade em qualquer situação.
Na Fase 3, indivíduos em condições de saúde que estão relacionadas a casos mais graves de Covid-19 de acordo com o Plano Municipal de Vacinação.
“Vamos avançar para proteger os grupos de risco. Com a chegada da vacina, essa notícia maravilhosa, vai dar tranquilidade”, falou o prefeito. Ele pediu à população que tenha calma, que não se dirija ainda aos postos de vacinação, porque a quantidade de doses recebida é pequena e a imunização será gradual.
________________________________
Profissionais do SAMU-192, primeiros a receber a dose
Em momento histórico, marcado por muita emoção, quatro profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu192) receberam no final da manhã desta terça-feira, 19, a primeira dose da vacina Coronavac em Itabuna. O ato simbólico foi realizado pela Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, na sede da Coordenação da Rede de Frio.
O condutor socorrista Rogério Araújo de Oliveira, 48 anos, tem histórico de comorbidade, mas não se afastou do trabalho durante esses 10 meses de pandemia do Covid-19 . “Sinto-me muito emocionado, porque vivemos momentos difíceis, mas agora o sentimento é de tranquilidade”, destacou.
Pela natureza do seu trabalho, Rogério está na linha de frente da prestação de serviços de urgência e emergência às pessoas, mas não escondeu a emoção de ser o primeiro entre os quatro profissionais de saúde vacinados. Suas lágrimas contagiaram a maioria do presentes.
Além de Rogério, outras três profissionais do Samu-192 receberam a dose da Coronavac. A médica socorrista Laís Anita da Rocha Lima Santana, 31 anos; a enfermeira Rayane Silva Brito, 28 anos, e a técnica em enfermagem Deila Cintia Lima Souza, 37 anos.
A médica Laís Anita Santana fez questão de ressaltar que, mesmo com a chegada da vacina, o momento é de persistência com as medidas de segurança e prevenção. “A palavra que define este momento é esperança. Não podemos relaxar. Tomamos a primeira dose, sendo que mesmo após a segunda dose é preciso aguardar 30 dias para obter o efeito desejado”, alerta.
Já a enfermeira Rayane Brito lembra que o principal temor que sentia era levar a doença para algum familiar. “Agora o sentimento é de tranquilidade. Continuaremos fazendo o nosso trabalho, agora com uma proteção a mais”, realçou.
LOGÍSTICA
A secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes Aguiar, explica que o município recebeu cerca de 2.200 doses neste momento para serem aplicadas nos profissionais de saúde da linha de frente, principalmente aqueles que se dedicam a cuidar de pacientes com sintomas da Covid-19.
Segundo a secretária, na tarde desta terça-feira serão vacinados os profissionais da UPA 24 Horas, no Bairro Monte Cristo, que estão de plantão. Mas a equipe destacada para vacinação visitará todos os profissionais nos seus postos de trabalho na rede de unidades básicas de saúde e de saúde da família.
Com a voz embargada, a secretária não escondeu a emoção em participar diretamente deste momento tão importante para Itabuna. “O sentimento é de gratidão. A ciência está de parabéns, desenvolveu uma vacina em tempo recorde”, assinalou.
A Primeira-dama e secretária de Promoção Social e Combate a Pobreza, Andrea Simas Castro, também ficou emocionada. Ela lembrou que as pessoas idosas também estão ansiosas com a chegada da imunização. “Este é apenas o começo. Com fé em Deus e com muita alegria e satisfação Itabuna inicia o seu Programa de Vacinação contra à COVID-19”, afirmou.
__________________________
Segurança e Ordem Pública promove curso de atualização
Agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) de Itabuna participam do curso “Padronização para Instrutores em Armamento e Tiro” oferecido Secretaria de Segurança e Ordem Pública. Com a capacitação se atende às novas exigências da matriz de formação de tiro da Policia Federal.
A secretária Mariana Alcântara destacou o compromisso do prefeito Augusto Castro (PSD) com a qualificação dos guardas civis municipais e dos demais servidores públicos. “Estou feliz e satisfeita com a realização deste curso, o primeiro de muitos. Nosso projeto é criar um calendário de treinamentos”, afirmou.
A titular da Secretaria de Segurança e Ordem Pública enfatiza que “a qualificação profissional da GCM passa por treinamentos contínuos de pequena parcela do efetivo para que se torne multiplicador. Desejamos que a instituição ofereça um serviço humanizado e de qualidade à nossa população”, declarou.
O curso está sendo ministrado pelo Inspetor Valdir Santos, coordenador pedagógico do Núcleo Educacional da Secretaria. A capacitação será encerrada na sexta-feira, dia 22.
TEMÁTICA
Iniciado na segunda feira, na sede da Escola Municipal de Trânsito, no saguão do Aeroporto Tertuliano Guedes de Pinho, no Bairro Lomanto, o curso tem duração de cinco dias e carga horária de 50 horas. “Essa requalificação servirá para formar novos guardas civis. Além disso, há treinamentos anualmente para esses profissionais”, destaca o coordenador.
Dentre os principais temas abordados estão perfil do instrutor, planejamento, fundamento do tiro, noção de balística, manuseio com pistola, revólver e espingarda, além de noções de APH, regras de segurança, legislação, manutenção de 1° escalão, mentalidade de combate em baixa luminosidade e exercícios dinâmicos de tiro.
Também serão debatidos outros temas como solução de panes, recarga emergencial, ante emboscada, transição arma longa x arma curta e saque velado.
O inspetor Valdir Santos explicou que esse último temavai trabalhar o comportamento de quem deseja portar uma arma de fogo, desde a escolha dos acessórios até as técnicas específicas para o comportamento civil, o combate armado propriamente dito. Ele destaca ainda que outra novidade nesse curso é a adesão de duas guardas civis femininas no quadro de instrutores da Guarda Civil Municipal.
________________
Abastecimento de água é normalizado
A Municipal de Águas e Saneamento Ambiental (Emasa) trabalha para normalizar integralmente até as 19 horas desta terça-feira, dia 19, o abastecimento do Bairro Pedro Jerônimo e outros adjacentes, como Fonseca, Maria Pinheiro, Daniel Gomes e Vale dos Sol.
O rompimento de uma adutora de 300 milímetros na Rua Senhor do Bonfim ontem interrompeu o abastecimento de água nesta área geográfica da cidade. Uma equipe de técnicos da Emasa foi deslocada para o local, tendo iniciado os serviços de recuperação da tubulação.
Segundo o gerente técnico da Emasa, João Bittencourt, o rompimento foi causado devido a pressão da água. Boa parte das casas dos bairros afetados com a interrupção no abastecimento logo, logo já estarão com água nas torneiras.
“Houve um emprenho da equipe em solucionar o problema o mais rápido possível, para que a população do Pedro Jerônimo e bairros vizinhos não ficassem sem água. Nas casas onde a água ainda não chegou, estamos abastecendo com carros-pipas”, disse Bittencourt.
com informações Ascom - Emasa
______________________
Boletim Covid-19 – 19.01.2020
Na tarde desta terça-feira, dia 19, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica, do Departamento Municipal de Vigilância à Saúde da Secretaria de Saúdedivulgou Boletim da Covid-19. Itabuna registra 17.924 casos confirmados, sendo 585 casos ativos; 16.985 casos curados; 27 internados em UTI, 14 em leito clínico e 375 óbitos. Os óbitos inseridos a cada boletim correspondem aqueles que ocorreram em dias anteriores e estavam sob investigação, não tendo, necessariamente, ocorrido nas últimas 24h. A recomendação é: Seja consciente, proteja sua família, fique em casa.
Uma enfermeira de 53 anos, uma idosa de 83, um médico de 30, todos negros, e uma índia do povo Tuxá de 31 anos foram as quatro primeiras pessoas a serem vacinadas contra a Covid-19, na Bahia. O governador Rui Costa acompanhou a imunização histórica, que aconteceu na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), em Salvador, na manhã desta terça-feira (19).
A vacinação se inicia apenas algumas horas depois da chegada de 376.600 doses da Coronavac no estado. "É uma emoção grande. Quase um ano que estamos nessa luta, com a população sofrendo, pessoas perdendo seus entes queridos, e hoje, após meses de muito trabalho, começamos a enxergar a luz no fim do túnel", afirmou o governador.
Na ocasião, Rui destacou que ainda há muito a ser feito. "Ainda não é a solução, porque temos uma longa caminhada pela frente. Não tem vacina disponível para todo mundo de uma vez, e por isso vamos tentar buscar uma outra vacina. Estamos tentando, junto ao Supremo Tribunal Federal, conseguir autorização para a aquisição da Sputnik V, a vacina russa", revelou.
A enfermeira Maria Angélica de Carvalho Sobrinha, que atua no Instituto Couto Maia; o médico Uenderson Barbosa, no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); a índia Deisiane Tuxá, que trabalha na Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais, e dona Lícia Pereira Santos, idosa que mora, desde 2014, no Centro de Geriatria das Osid, foram as pessoas escolhidas para receber doses dos imunizantes desenvolvidos pelo Instituto Butantã, em parceria com a chinesa Sinovac Biotech.
"Estou muito feliz de ser a primeira idosa a receber a vacina aqui na Bahia", celebrou a idosa.
Todos se enquadram no público-alvo que faz parte da fase 1 do plano de vacinação contra a Covid-19: profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à doença e em unidades de saúde de urgência e emergência, idosos que vivem em instituições de longa permanência, indígenas e comunidades tradicionais.
Vacinação na Bahia
Às 22h20 desta segunda-feira (18), 376.600 doses da Coronovac chegaram ao aeroporto internacional de Salvador. Os imunizantes já foram enviados em aeronaves para cidades-polo baianas, de onde devem partir, em veículos como vans e caminhões, para os municípios menores em todas as regiões do estado. Os imunizantes são suficientes para vacinar, inicialmente, cerca de 188 mil baianos.
A bula da Coronavac aponta um intervalo de 14 a 28 dias entre a primeira e a segunda dose, e por isso é imprescindível que o cidadão a ser vacinado leve o cartão de vacinação.
Vacinas diferentes, desenvolvidas por laboratórios diferentes e com diferentes posologias serão aplicadas no Brasil, e é o cartão de vacinação que vai garantir que a segunda dose aplicada seja a mesma que a primeira e no prazo indicado. Caso não possua um, o cidadão irá receber um novo cartão com a indicação de qual vacina contra a Covid-19 recebeu.
Município está no extremo oeste do Amazonas, na fronteira com a cidade colombiana de Letícia
Do - Diário do Poder - Aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou esta manhã com destino a Tabatinga, no extremo oeste do Amazonas, transportando mil doses de vacinas contra covid-19.
As vacinas levadas no jato C-97 FAB se destinam a imunizar o público-alvo da primeira fase prevista no Programa Nacional de Imunizações (PNI), sobretudo a população indígena.
Município do Amazonas localizado na região do Alto Solimões, Tabatinga faz fronteira com a cidade de Letícia, na Colômbia, conhecida por ser a cidade natal da cantora Shakira.