terça-feira, 1 de setembro de 2020

Rodrigo Maia o engavetador- geral

 Rodrigo Maia esconde na gaveta PEC que acaba penduricalhos no serviço público

Rodrigo Maia esconde na gaveta PEC que acaba penduricalhos no serviço público

"Engavetador-geral" de projetos contra regalias, Maia espera que todos caiam no esquecimento


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, “engavetador-geral” de projetos que extinguem privilégios, trancou em sua gaveta a proposta de emenda (PEC) acabando os “penduricalhos” que tornam simples salários em vencimentos de marajás.

No dia 17 completa um ano que o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) apresentou a proposta. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Até hoje, Maia nem sequer designou o relator. Em dois anos, diz Cunha Lima, graças a penduricalhos, 8 mil juízes receberam R$100 mil ao menos em um mês.

O caráter ilegítimo dos pagamentos fica claro quando os Três Poderes escondem a sete chaves o custo bilionário dos penduricalhos.

A PEC 147 acabam penduricalhos desmoralizantes do serviço público, como auxílio-moradia, auxílio-paletó, auxílio-livros, auxílio-babá… etc etc.

Pedro Cunha Lima lembra que num Brasil sem creches para os pobres, tem auxílio-creche para quem ganha R$30 mil mensais no setor público.

Engavetar projetos é o jeito Rodrigo Maia de fazê-los “caducar”, como faz com medidas provisórias de Bolsonao, ou condená-los ao esquecimento.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Casos de coronavírus seguem baixando na Bahia: 665 registros e 53 mortes nas últimas 24 horas

 Do - jornaldamidia.com.brO boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) desta segunda-feira (31) mostra que na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 665 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) e 1.230 curados (+0,5%). Dos 256.727 casos confirmados desde o início da pandemia, 240.697 já são considerados curados e 10.633 encontram-se ativos.

Nas últimas 24 horas, ocorreram na Bahia 53 mortes por Covid-19, elevando o total do Estado para 5.397.

Salvador responde por 30,06% do total de casos de coronavírus da Bahia. A capital soma 76.416 casos e 2.424 mortes.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 415 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (30,06%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (5.727,53), Almadina (5.655,20), Itabuna (4.880,34), Dário Meira (4.845,94), Salinas da Margarida (4.685,01).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 477.174 casos descartados e 83.499 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta segunda-feira (31).

Na Bahia, 22.676 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 53 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 5.397, representando uma letalidade de 2,10%. Dentre os óbitos, 55,92% ocorreram no sexo masculino e 44,08% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 52,23% corresponderam a parda, seguidos por branca com 16,06%, preta com 15,51%, amarela com 0,82%, indígena com 0,11% e não há informação em 15,27% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 75,54%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (76,65%).

Hospital de Base registra indicadores positivos de infecção hospitalar


O Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), em Itabuna, tem mais um motivo para ser destaque quando se fala em índices e indicadores positivos. É que a referida unidade hospitalar registrou indicadores positivos de Infecção Relacionada a Assistência a Saúde (IRAS) ao fazer um comparativo entre os anos 2019/2020. De acordo com dados da Comissão de Controle da Infecção Hospitalar (CCIH), ao fazer um comparativo entre 2019 e 2020, a média para todo o hospital está da seguinte forma: 5,9% para 2019, e 4,6%, até o momento para este ano de 2020.


Ao restringir a média de infecção para o CTI, os dados apontam que em 2019 foi de 51,7% e neste ano de 2020 tem sido até o momento de 25,5%. Quando se fala no Centro Cirúrgico, os dados apontam inexistência de infecção neste local. Ascom

SAS e Caixa Econômica Federal se reúnem para discutir cronograma de assinatura dos contratos do Residencial Itapoan



Para viabilizar a assinatura dos contratos de financiamento do residencial Itapoan, obra do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal,  localizado no bairro Jorge Amado, a Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Municipal de Assistência Social realizou, no dia 28, uma reunião virtual com dirigentes da Superintendência da Caixa Econômica Federal.

Na oportunidade, ficou pré-agendada as datas de 8 a 11 de setembro para assinatura dos contratos, aguardando comunicado oficial da Caixa Econômica Federal para confirmação e convocação dos beneficiários, bem como divulgação de local, horários e dias específicos desta ação.

 Estiveram presentes na reunião, José Gilberto Bastos Reis – Superintendente Executivo da CEF (Feira de Santana), Lucas Almeida - Superintende SR SUL, Florisvaldo Damascena – Gerente de Habitação, Roberto Celestino e Iramaia Rocha – Técnicos CEF, Deivisson Quinto – COELBA, Anne Karoline – Engenheira Construtora Elite, Caroline Suzart – Diretora SAS e Jacqueline Silva Coordenadora de Habitação SAS/PMI.

 O residencial Itapoan está localizado no bairro Jorge Amado e é composto por 748 unidades habitacionais. Cada unidade possui sala, dois quartos, circulação, banheiro, área de serviço e cozinha, perfazendo um total de 43,68 m². O empreendimento conta ainda com a construção de uma quadra poliesportiva, um centro comunitário, quiosques e parque infantil. O empreendimento será habitado prioritariamente por famílias dos 7 bairros que compõem a referida obra: Jorge Amado, Maria Matos, Bananeira, Nova Itabuna, Sinval Palmeira, Santa Catarina e Lomanto Junior.
Ascom

Mais de 4.000 pessoas com covid-19 morreram à espera por um leito de UTI em seis Estados brasileiros

 Profissionais de saúde vestindo equipamentos de proteção transportam o corpo de uma pessoa no Rio de Janeiro, em maio.

Do - El Pais - Dados levantados pelo EL PAÍS mostram como a pressão no SUS alijou pacientes no Rio, Minas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Bahia e Maranhão durante a crise sanitária

BEATRIZ JUCÁ

Ao menos 4.132 pessoas morreram antes de conseguir chegar a um leito de terapia intensiva para o tratamento de covid-19 durante a pandemia do novo coronavírus em seis Estados brasileiros: Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Maranhão. O número, levantado pelo EL PAÍS com dados das secretarias estaduais da saúde, tenta dar pistas sobre o tamanho da pressão sofrida pelo SUS desde fevereiro, quando começou a crise sanitária no Brasil. O jornal procurou as 27 unidades da federação para saber quantas solicitações por uma UTI com perfil de covid-19 foram canceladas por morte do paciente em suas centrais de regulação ― setor que recebe todos os pedidos das unidades de saúde da rede estadual e os distribui conforme vários critérios, incluindo a gravidade do paciente. Essas mais de 4.000 mortes à espera por um leito retratam a situação em menos de um terço do país, já que apenas seis Estados informaram este dado, que pode incluir tanto os casos de desassistência por conta do colapso do sistema de saúde, quanto situações em que pacientes já chegaram tão graves que não houve tempo para colocá-los na terapia intensiva.

Em um país de proporções continentais como o Brasil, a epidemia se desenha em diferentes velocidades ao longo dos últimos seis meses. Os impactos observados até agora são muito distintos entre os Estados, historicamente marcados pela desigualdade que permeia o sistema de saúde. Nos primeiros meses da crise ―especialmente em abril e maio―, Amazonas, Ceará e Rio de Janeiro protagonizaram histórias duras da pandemia, com hospitais superlotados. Registraram longas filas de espera por um leito de UTI, onde são tratados os pacientes com a manifestação mais grave da covid-19. Em alguns locais, unidades de pronto atendimento chegaram a funcionar praticamente como hospitais, improvisaram leitos de estabilização para pacientes que precisavam ser entubados e instalaram até contêineres frigoríficos para armazenar corpos. Simplesmente não havia leitos de UTI suficientes para atender à demanda, embora gestores locais afirmassem que trabalhavam para expandir o sistema de saúde. Desde então, taxas de ocupação hospitalares têm caído, seja por sinais de arrefecimento de casos graves que demandam internação ou pelas vagas de UTI criadas durante a crise.

No Rio de Janeiro, ao menos 2.340 pacientes infectados pelo novo coronavírus morreram antes de chegar a um leito de terapia intensiva. Segundo dados repassados pelo Governo do Estado, a constatação do óbito foi a principal causa de cancelamento de solicitações feitas à central de regulação estadual. E corresponde quase à metade dos 5.080 cancelamentos feitos nos últimos meses relacionados aos leitos de covid-19. Esses cancelamentos ocorrem por diversos motivos, como alta hospitalar, melhora clínica, falta de condições de transporte, desistência, fora do perfil, dentre outros. Nos últimos meses, as taxas de ocupação de leitos públicos no Rio de Janeiro vem diminuindo, o que motivou o fechamento de ao menos dois hospitais de campanha, na capital e em São Gonçalo. Amazonas e Ceará, que também enfrentaram problemas de saturação em seus sistemas de saúde, não responderam quantas pessoas foram retiradas da lista por um leito por óbito até o fechamento dessa reportagem.

Na Bahia, o Estado informou que 734 pessoas faleceram antes de serem transferidas para UTIs de covid-19, mais da metade delas (482) somente nos meses de junho e julho. Foi neste período que o Estado viu o coronavírus ganhar velocidade, quando as curvas tanto de casos quanto de óbitos ficaram mais íngremes. Em agosto, a Bahia se tornou o segundo Estado do país com mais infecções, em números absolutos. A Secretaria Estadual afirma que nem todos os pacientes que morreram à espera por uma cama na terapia intensiva de covid-19 tinham o resultado positivo do teste RT-PCR e alega que, por isso, não é possível dizer que todos estivessem de fato infectados. O Ministério da Saúde, porém, já não exige este tipo de exame para determinar o diagnóstico. Com base em exames de imagem e outros testes laboratoriais, a doença pode ser diagnosticada clinicamente por um médico. Porém, esses pacientes mencionado nesta reportagem aguardavam um leito em uma unidade direcionada ao tratamento de infectados com o coronavírus.

No Rio Grande do Norte, 314 pessoas morreram à espera de uma UTI ― cerca de 14% de todas as mortes por coronavírus registradas no Estado. Embora o primeiro óbito tenha sido identificado ainda no final de março, foi a partir de junho que a epidemia ganhou força no Estado potiguar, pressionando o sistema de saúde. A situação chegou a ficar crítica, mas há semanas dá sinais de arrefecimento, com as taxas de ocupação de leitos críticos em queda. Segundo a plataforma Regula RN (que atualiza dados de hospitais a cada cinco minutos), apenas 40% de todos os leitos críticos exclusivos para covid-19 estão ocupados. Também no Nordeste ―uma das regiões brasileiras mais impactadas pela pandemia e com sistemas de saúde mais frágeis―, o Maranhão conta ao menos 97 pacientes com covid-19 que faleceram antes de conseguir chegar à terapia intensiva.

Nos últimos meses, a trajetória do vírus tem mudado no Brasil. Enquanto Norte e Nordeste dão sinais mais evidentes de estabilidade, o novo coronavírus ganha força em parte do Sudeste e nas regiões Sul e Centro-Oeste, com crescimento no número de casos e óbitos. O Rio Grande do Sul chegou a afirmar que 174 pessoas morreram enquanto aguardavam um leito, mas depois recuou e disse que o número corresponde na verdade a todos os que morreram enquanto aguardavam um leito desde março, seja com perfil covid-19 ou não. Já o Paraná afirma que 643 solicitações por UTIs para tratar pacientes com a covid-19 foram canceladas na sua central de regulação, mas não especifica quais os motivos da retirada desses pacientes da fila de leitos.

No Sudeste, Minas Gerais informa que 296 pacientes morreram antes de serem transferidos para um leito de UTI. Lá, os óbitos por covid-19 dobraram em um mês. Minas viveu uma guinada de perspectiva sobre a pandemia. Começou a registrar os primeiros casos e óbitos ainda no início da crise, mas até maio as autoridades gabavam-se de ter a “situação sob controle”, quando dados oficiais apontavam apenas 250 mortes. O Estado apresentava baixos índices de testagem e, a partir de maio, quando os testes cresceram, os números da pandemia também começaram a subir. Desde fevereiro, foram criados 1.767 novos leitos de UTI do SUS em Minas. A taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva na última semana de agosto era em torno de 65%, segundo o painel estadual. Já o Espírito Santo informou o número de pessoas que morreram antes de chegar a um leito de terapia intensiva: 351. O Estado de São Paulo, porta de entrada para o vírus no Brasil e que concentra desde o início da crise os maiores números absolutos de casos e óbitos por covid-19, também não apresentou seus dados, assim como as demais unidades da federação não mencionadas na reportagem.

Na região Norte, o Acre até respondeu o contato da reportagem, mas não apresentou números. Por e-mail, a Secretaria da Saúde do Estado afirmou apenas que não faz cancelamento de solicitação de leitos. Não respondeu se usa outra nomenclatura para as solicitações não atendidas e nem apresentou dados sobre os pacientes que estavam na lista da central de regulação e saíram por algum motivo.

O acesso a um leito de terapia intensiva não garante a sobrevivência do paciente grave com covid-19, mas oferece cuidados mais específicos enquanto ainda não há medicamento ou vacina com eficácia comprovada cientificamente para combater a doença. Durante a crise, médicos e pacientes relataram um cenário de escassez, com a falta de leitos de UTI e até mesmo rodízio de ventiladores entre pacientes para dar um suporte respiratório aos pacientes infectados pelo coronavírus. Seis meses depois de registrar o primeiro caso de infecção por coronavírus, ainda é difícil se aproximar do tamanho do colapso no sistema de saúde brasileiro, quando nem todos os Estados abrem os dados dos que morreram enquanto esperavam tratamento intensivo.

As taxas de ocupação de leitos de UTI têm caído em uma significativa parte do país, seja por uma possível desaceleração da epidemia ou pela abertura de novas vagas. O Infogripe, um grupo de pesquisa da Fiocruz que acompanha as internações por síndrome gripal no país, alerta que é preciso manter as políticas de prevenção porque mesmo regiões que já enfrentaram uma fase mais dura de contágio podem viver uma segunda onda de internações. O Brasil já soma, desde o começo da pandemia, mais de 115.000 mortes por covid-19.

Informações sobre o coronavírus:

Clique para seguir a cobertura em tempo real, minuto a minuto, da crise da Covid-19;

Marcelo Monteiro disse que é assustador como o STF está sempre disposto a atender criminosos

 Vetar polícia em favelas e proibir helicóptero são demandas de bandidos, diz procurador

Vetar polícia em favelas e proibir helicóptero são demandas de bandidos, diz procurador

Ao criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) por proibir a polícia de combater o crime em favelas do Rio, o procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro desabafou nesta sexta (28), indignado. Para ele, “é assustador como o STF está sempre disposto a atender demandas dos bandidos”, referindo-se, por exemplo, à proibição de uso de helicóptero pela polícia. Proibir helicóptero é antigo sonho dos bandidos, lembra. O tiroteio de 27 horas entre facções pelo controle do Morro de São Carlos, no Rio, entre quarta e quinta, “devem ir para a conta do STF”, acusou, durante entrevista à Rádio Bandeirantes. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Marcelo Rocha Monteiro denuncia a ilegalidade na decisão: “não há lei que impeça uso de helicóptero, por isso a decisão do STF é ilegal”, diz.

Helicóptero permite localizar e neutralizar criminosos mais rapidamente e encurta a duração de tiroteios, por isso bandidos temem o equipamento.

Para ele, isso é assunto de governo: “No Judiciário não há eleitos para definir política de segurança”. E que no STF ninguém entende do tema.

“De quantas operações policiais o ministro Fachin participou?”, pergunta o procurador, desafiador, “o que eles sabem sobre isso?”

Saphir Educ lança projeto "Solução Educacional 2020"

 

A Saphir Educ possui um projeto de expansão, que consiste em atuar em regiões descentralizadas do Brasil e, que irá atuar em diferentes categorias do ensino superior, como por exemplo, a aquisição de faculdades, centros universitários e universidades, que garantirá forte presença no cenário nacional.

mercado de investimentos vem mudando e, com isso, tornou-se mais competitivo, mais rígido e mais exigente. Estas características fazem com que esse cenário necessite de projetos cada vez mais estruturados e elaborados. Isso se faz nítido, por conta de inúmeras empresas estarem em busca de aportes, que beneficiem o desenvolvimento do projeto, que seja benéfico para todas as partes no negócio e promissor a longo prazo. Com isso, alguns mercados tem crescido de maneira exponencial e, um deles é o mercado da educação superior.

Atualmente, este nicho de mercado compreende um enorme potencial e faz com que qualidade e trabalho sério sejam essenciais para alcançar objetivos institucionais da empresa. Segundo Alexandre de Paula Franco no projeto Ensino Superior no Brasil: cenário, avanços e contradições temos que lidar com a dualidade nesta etapa educacional: de um lado o grande investimento financeiro nesta fase da educação, fato que não pode ser considerado um problema e de outro, a expansão ainda que pouco expressiva e democratizada do ensino superior.

Por que a Saphir Educ precisa de fundos de investimentos?

Saphir Educ é uma empresa administrada pelo grupo Cay Business, atua no ramo educacional e, possui alguns cursos nas áreas de licenciatura, humanas, exatas e biológicas e que disponibiliza para unidades de ensino superior na federação. Atualmente, o grupo possui um projeto de expansão, que consiste em atuar em regiões descentralizadas do Brasil e, que irá atuar em diferentes categorias do ensino superior, como por exemplo, a aquisição de faculdades, centros universitários e universidades, que garantirá forte presença no cenário nacional.

Tal ideia necessitará de um investimento em que consiga compreender o andamento desse plano. O projeto “Solução Educacional 2020” pretende agir em regiões estratégicas, principalmente, no Norte e Nordeste, pois entende-se que além da real necessidade que há para esses locais, pode ser também uma oportunidade.

O que é investimento?

Para que se consiga entender melhor tal assunto, é importante entender o que é investimento. Aplicação de capital (em títulos, imóveis etc.) com o objetivo de obter lucros, esta é a definição trazida pelo dicionário Michaelis sobre investimento.

No artigo Mercado e Educação: Cenário atual do Ensino Superior Brasileiro (2016), elaborado por Marco Antônio Dias e Edison Nunes, o volume de estudantes aderentes ao ensino privado tem aumentado de maneira constante e, estar atento a esse cenário é importante; um dado que destaca essa afirmação é que o número de cursos de graduação a distância cresceu significativamente nos últimos anos, pulando de 40.714 matriculados em 2002 para incríveis 930.179 em 2010.

Atualmente a realidade brasileira no ensino superior tem sido marcada pelo crescimento acelerado do número de cursos, instituições e alunos, motivada inclusive pela expansão do setor privado e pela fragmentação de carreiras, interiorização de instituições e avanços da educação à distância.

A desigualdade educacional no Brasil

Contudo, muitas regiões do Brasil vivem um cenário de monopolização, o que reforça a necessidade de oferecer a essas regiões um ensino de qualidade a um preço acessível. Atualmente estas três redes de ensino têm uma carteira de mais de um milhão de alunos, o que representa 24,2% das matrículas no setor privado.

Os retornos que serão trazidos aos investidores deste sonho serão a médio e longo prazo, pois os resultados anuais ajudarão a afirmar que este plano deu certo. Os sócios terão participação de 30 % a 40 % a depender da forma de participação no negócio.

Contudo, investir atualmente é importante e, saber aonde investir é primordial. A Saphir Educ possui um plano detalhado para o futuro e, sua expansão será feita de maneira coordenada, somando ao investimento, pois, responsabilidade, profissionalismo e credibilidade são essenciais para o retorno da aplicação, que projeta segurança e garantia ao investidor.

Por - Murilo Amaral


Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Entidades brasileiras do setor cacaueiro apresentam estudo sobre viabilidade econômica do cacau

Entidades brasileiras do setor cacaueiro apresentam estudo sobre viabilidade econômica.  financiamento e sustentabilidade no Partnership Mee...