quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Covid-19: Brasil tem 117 mil mortes e 3,7 milhões de casos acumulados

 

Jonas Valente - Agência Brasil

O Brasil atingiu 117.666 mortes e 3.717.156 casos acumulados de covid-19. Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Ministério da Saúde durante entrevista online de apresentação do Boletim Epidemiológico semanal.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.086 novos óbitos. Ontem o sistema do Ministério da Saúde marcava 116.580. Ainda há 2.889 falecimentos em investigação pelas equipes das secretarias de saúde.

O balanço do ministério também recebeu notificações de 47.161 novas pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Ontem, o painel da pasta trazia 3.669.995 casos desde o início da pandemia no Brasil.

Ainda de acordo com a atualização de hoje, 690.642 pessoas estão em acompanhamento e outras 2.908.848 já se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes por covid-19 foram: São Paulo (29.194), Rio de Janeiro (15.700), Ceará (8.351), Pernambuco (7.460) e Pará (6.097). As Unidades da Federação com menos óbitos até o momento são Roraima (582), Acre (607), Tocantins (621), Amapá (647) e Mato Grosso do Sul (783).

Boletim epidemiológico covid-19
Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Analista defende CPI para apurar compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste

Suspeita de irregularidades na compra de respiradores para Alagoas, denunciada por deputado estadual, é uma das motivações

O trabalho de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Interestadual, que apura denúncias de corrupção em procedimentos do Consórcio Nordeste, é defendido pelo jornalista e analista político Eduardo Negrão. Uma dessas denúncias envolve fraudes na compra de respiradores para a Secretaria da Saúde de Alagoas.

Essa denúncia, inclusive, foi objeto de requerimento do deputado estadual alagoano Davi Maia (DEM), protocolado na Assembleia Legislativa de Alagoas, e direcionado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). No documento, o parlamentar pede auditoria do TCE, nos contratos de compra dos respiradores propriamente ditos.

Um outro requerimento, de Davi Maia e também do deputado estadual Cabo Bebeto (PTC), pedia à Mesa Diretora da Assembleia a convocação do secretário executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas, e do presidente do consórcio, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), para prestar esclarecimentos sobre o processo de compra dos aparelhos.

A base governista na Assembleia alagoana, no entanto, mobilizou-se e reprovou a convocação do governador baiano, após análise da Comissão de Constituição e Justiça apontando que tal procedimento – o Legislativo de um Estado convocar o chefe do Executivo de outra unidade da federação – seria inconstitucional. A convocação de Gabas, por outro lado, foi aprovada.

OPINIÃO

Para Eduardo Negrão, o Consórcio Nordeste funciona como “uma entidade de fachada, que não possui site, nem telefone, ou seja, não mantém a transparência necessária para tratar do dinheiro público. Impressiona que seus principais executivos nem do Nordeste são – e sim do interior de São Paulo”. Ele cita o caso de Alagoas, “que levou um prejuízo de R$ 5 milhões” com a compra dos respiradores.

Foram duas compras, segundo o analista. Na primeira, houve pagamento antecipado, por parte do Governo de Alagoas, de R$ 4.488.750,00, por 30 respiradores. “Mas nenhum equipamento foi entregue, e nenhum valor foi ressarcido”, ressalta Eduardo Negrão.

Deu-se uma segunda compra, de R$ 5.226.934,70, também sem o fornecimento dos aparelhos. Neste caso, houve ressarcimento por parte do Consórcio Nordeste, com uma diferença de R$ 593 mil, em razão da variação do dólar.

O Consórcio Nordeste foi criado em março de 2019, pelos nove estados nordestinos, com o objetivo de promover ações integradas entre as unidades da federação da região. Essa atuação foi intensificada neste período de pandemia de covid-19. O modelo de consórcios públicos está previsto na Constituição de 1988, e é mais recorrente entre municípios.

Da- Engenharia Comunicação


Ministério da Cidadania cancela o Auxílio Emergencial de 144 pessoas em Itabuna

A Prefeitura Municipal de Itabuna, através da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS), reforça que os bloqueios e suspensões relacionadas ao Auxílio Emergencial e ao Programa Bolsa Família não são de responsabilidade do município. Esta ação está ocorrendo em razão de investigações do Governo Federal, com o objetivo de apurar possíveis fraudes nos referidos programas sociais.


De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência Social, muitas pessoas que estavam acumulando o recebimento do Bolsa Família (BF) e do Auxílio Emergencial AE) tiveram suspenso o BF, até que as investigações sejam concluídas. Somente no município de Itabuna, 35.929 pessoas estão recebendo o Auxílio Emergencial, depois de terem se cadastrado pelo Aplicativo Caixa Tem. Sendo que 20.936 pessoas estavam recebendo o Bolsa Família e também o Auxílio Emergencial.

Em razão dessas investigações, somente neste mês de agosto, em Itabuna, ocorreram 144 cancelamentos de Auxílio Emergencial. Desde o início das investigações até o presente momento, também em nosso município, 3.386 pessoas se tornaram inaptas para receber o AE por diversos motivos. - ascom

Bahia registra 4.082 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

A Bahia registra 14.204 casos confirmados de coronavírus (Covid-19) | SesabNa Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.082 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +1,7%) e 3.970 curados (+1,8%). Dos 245.021 casos confirmados desde o início da pandemia, 228.006 já são considerados curados e 11.899 encontram-se ativos.  A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

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Bolsonaro o mais simpático!

 Bolsonaro visita polígono da seca e aciona sistema que levará água para 40 mil sertanejos

Pesquisa revela que Bolsonaro é a autoridade mais simpática dos Três Poderes

Para 43,6%, o presidente é a autoridade mais simpática aos brasileiros; 2º lugar tem 16%


No auge da popularidade, o presidente Jair Bolsonaro virou uma espécie de “Mister Simpatia” para a maioria dos brasileiros.

Levantamento nacional realizado pelo instituto Paraná Pesquisa para o Diário do Poder revela que Bolsonaro é considerado, de longe, a mais simpática das mais altas autoridades do País.

Diante da pergunta “Com qual dessas pessoas o Sr.(a) simpatiza mais?”, 43,6% cravaram o presidente.

Em seguida vem “nenhum”, com 23%. Do total, 5% não quiseram opinar.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está com distantes 16% nessa pesquisa que aferiu a simpatia das autoridades junto à população.

Dias Toffoli, presidente do Supremo, com 5,9%, e o procurador geral da República, Augusto Aras, com 3%, estão nas posições seguintes.

Está na lanterninha das autoridades mais simpáticas dos Três Poderes o presidente do Senado, Davi Alcolumbre: tem só 2,8%.

O levantamento Paraná Pesquisas, realizado entre os dias 22 e 24 deste mês, ouviu 2.280 pessoas em 208 municípios de 26 estados e no DF.

Bolsonaro diz que deve decidir valor do auxílio emergencial até sexta-feira

 "É obrigação nossa ajudar o Brasil a sair da crise que ainda temos e venhamos então voltar à normalidade", disse

Do - Correio Brasiliense - O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na noite desta terça-feira (25/8), que poderá decidir o novo valor do auxílio emergencial até sexta-feira (28/8). O presidente já havia informado que prorrogaria o pagamento das parcelas do auxílio emergencial até dezembro. No entanto, Bolsonaro ainda não bateu o martelo sobre a quantia praticada, que deverá ficar entre R$ 250 e R$ 400.

O mandatário citou ainda uma reunião com a equipe econômica na tarde de hoje. Ele defendeu que a "economia tem que pegar" até o fim do ano.

“Pretendemos prorrogar até o fim do ano, não com este valor que está aí, que pode até ser pouco para quem recebe, mas é muito para quem paga. Quem paga somos todos nós. E não é dinheiro que o governo tem. Isso vem de endividamento. Então, estamos negociando. Hoje teve mais uma reunião com equipe econômica. Demos mais um passo no tocante a isso daí. Acreditamos que teremos mais um endividamento, não na ordem de R$ 50 bilhões por mês, como é este auxílio emergencial no momento, de R$ 600, mas diminuir um pouco este valor para ver se a economia pega. Nós temos que pegar. A economia tem que pegar”, declarou durante a abertura do 32° Congresso Nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Bolsonaro completou que ainda não se chegou a um consenso sobre o valor. “Outras coisas foram discutidas, logicamente não batemos o martelo ainda. A gente espera que até sexta-feira esteja quase tudo definido para darmos mais uma ajuda, não é favor não, é uma obrigação nossa. É obrigação nossa ajudar o Brasil a sair da crise que ainda temos e venhamos então voltar à normalidade”, concluiu.

O governo pretendia anunciar ainda hoje, juntamente com o pacote do programa Pró- Brasil, os novos valores do auxílio. Porém, como os valores não foram fechados, o pacote foi adiado a pedido do presidente.

“Então R$ 600 é muito, o Paulo Guedes fa…, alguém da economia falou em R$ 200, eu acho que é pouco. Mas dá pra chegar em um meio termo e nós buscarmos que seja prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano de modo que consigamos sair dessa situação e fazendo com que os empregos e formais e informais voltem à normalidade e nós possamos então continuar naquele ritmo ascendente que terminamos e começamos o início desse ano, que a economia realmente estava apontando para os melhores do mundo para o Brasil depois de algumas décadas de patinação”, declarou.

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

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