Cinco vereadores de Itabuna vão formar a Comissão Especial de Estudos (CEE) que fiscalizará
os gastos do Município realizados em virtude da pandemia da Covid-19 - doença que até o
momento já infectou mil itabunenses e causou 39 mortes. A criação do colegiado foi aprovada
por unanimidade nessa terça, 02, durante a sessão ordinária remota. A presidência será
ocupada por Júnior Brandão (Rede) e a relatoria por Antônio Cavalcante (Republicanos),
Aldenes Meira (PP) ficará com a vice-presidência, Enderson Guinho (Cidadania) na função de
secretário e Beto Dourado (Solidariedade) atuará como secretário-adjunto.
Após a resolução ser promulgada, a Comissão terá 30 dias – prorrogáveis por igual período -
para apresentar relatório conclusivo à Mesa Diretora sobre a aplicação dos recursos obtidos
pelo Governo itabunense. "Havia um clamor público, quase generalizado, para que nós,
vereadores, promovêssemos essa fiscalização mais minuciosa" ressaltou Brandão. Hoje,
Itabuna está sob regime de calamidade pública (decretado pela Assembleia Legislativa), o que
flexibiliza a gestão financeira do município permitindo, por exemplo, o descumprimentos de
metas fiscais, atraso de pagamentos e construção de gastos sem necessidade de indicar as
fontes de receita.
os gastos do Município realizados em virtude da pandemia da Covid-19 - doença que até o
momento já infectou mil itabunenses e causou 39 mortes. A criação do colegiado foi aprovada
por unanimidade nessa terça, 02, durante a sessão ordinária remota. A presidência será
ocupada por Júnior Brandão (Rede) e a relatoria por Antônio Cavalcante (Republicanos),
Aldenes Meira (PP) ficará com a vice-presidência, Enderson Guinho (Cidadania) na função de
secretário e Beto Dourado (Solidariedade) atuará como secretário-adjunto.
Após a resolução ser promulgada, a Comissão terá 30 dias – prorrogáveis por igual período -
para apresentar relatório conclusivo à Mesa Diretora sobre a aplicação dos recursos obtidos
pelo Governo itabunense. "Havia um clamor público, quase generalizado, para que nós,
vereadores, promovêssemos essa fiscalização mais minuciosa" ressaltou Brandão. Hoje,
Itabuna está sob regime de calamidade pública (decretado pela Assembleia Legislativa), o que
flexibiliza a gestão financeira do município permitindo, por exemplo, o descumprimentos de
metas fiscais, atraso de pagamentos e construção de gastos sem necessidade de indicar as
fontes de receita.




