Filha de duas das vítimas, Adriana irá julgamento por triplo assassinato
Do - Doário do Poder - Há exatos dez anos – dia 28 de agosto de 2009 – era assassinato brutalmente no seu apartamento, localizado no 6 andar do bloco “C” da SQS 113, em Brasília, com 38 facadas, o advogado e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, então com 73 anos.
Além de Vilela, foram assassinatos ainda a sua mulher, Maria Carvalho Mendes Villela, então com 69 anos, com 12 facadas e a empregada da família, Francisca Nascimento da Silva, de 58 anos, com 23 facadas. A filha deles, Adriana Villela, acusada de ser a mandante do crime, aguarda julgamento em liberdade, dez anos após o crime.

Na época do assassinato, Villela dava, mensalmente, à filha uma mesada de R$ 8 mil reais. Ele deixou uma fortuna avaliada em R$ 40 milhões para a filha, que é acusada de ter ordenado o assassinato, e um filho de nome Augusto, além do apartamento onde foi morto e uma casa no Lago Sul, área mais nobre da capital federal, além de um apartamento no Leblon (RJ), onde reside atualmente a sua filha Adriana.










