Dois funcionários da empreiteira que estão em diálogos interceptados pela Operação Lava Jato foram nomeados durante as gestões de Jaques Wagner e Rui Costa
Reportagem do jornalO Estado de São Paulo desta-sexta-feira (8) mostra que executivos da OAS que aparecem nas trocas de mensagens envolvendo o atual ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, – e indicadas como suspeitas pelos investigadores da Operação Lava Jato – foram nomeados secretários de Estado no governo da Bahia. Um dos dois executivos mencionados chegou trabalhar na Secretaria da Casa Civil durante a gestão de Wagner.
A reportagem do Estadão, assinada porDaniel Carvalho, Beatriz Bulla e Gustavo Aguiar, aponta que Bruno Dauster e Manuel Ribeiro Filho foram empossados em pastas estratégicas do Estado em janeiro de 2015, quando o sucessor de Wagner, Rui Costa (PT), assumiu o governo da Bahia. Manuel Ribeiro Filho, ex-diretor da OAS na Bahia, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado em janeiro de 2014 e se manteve na chefia da pasta até o fim do ano. Dauster, ex-diretor de desenvolvimento da OAS, se mantém até hoje na Secretaria da Casa Civil do Estado. Na gestão Wagner, antes de assumir a função de secretário, foi chefe de gabinete da Casa Civil no Estado.
A reportagem do Estadão, assinada porDaniel Carvalho, Beatriz Bulla e Gustavo Aguiar, aponta que Bruno Dauster e Manuel Ribeiro Filho foram empossados em pastas estratégicas do Estado em janeiro de 2015, quando o sucessor de Wagner, Rui Costa (PT), assumiu o governo da Bahia. Manuel Ribeiro Filho, ex-diretor da OAS na Bahia, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado em janeiro de 2014 e se manteve na chefia da pasta até o fim do ano. Dauster, ex-diretor de desenvolvimento da OAS, se mantém até hoje na Secretaria da Casa Civil do Estado. Na gestão Wagner, antes de assumir a função de secretário, foi chefe de gabinete da Casa Civil no Estado.



