quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Matrículas na Rede Municipal em Itabuna até 31 de janeiro



        Iniciado no último dia 28 de novembro, o período de matrículas na Rede Pública Municipal de Ensino de Itabuna, para o ano letivo de 2013, terá sequência até 31 de janeiro do próximo ano. De acordo a Portaria nº. 009/2012 divulgada pela Secretaria Municipal da Educação (SEC), o calendário de matrículas começou com o atendimento aos alunos da Educação Infantil, já pertencentes às Creches e Pré-Escolas municipais.  O prazo para efetivação de matrícula para este segmento termina nesta sexta-feira, 14.

        Para os estudantes do Ensino Fundamental, também pertencentes à rede municipal, o prazo final estabelecido para matrícula é o próximo dia 28 de dezembro. Já os alunos da Rede transferidos de uma Unidade Escolar para outra, matricular-se-ão no período de 21 de dezembro a 07 de janeiro de 2013. Entre os dias 09 a 31 de janeiro o atendimento estará reservado para os novos alunos de todos os níveis e modalidades de ensino, que ingressarão da Rede Pública Municipal.

        Neste caso, o estudante ou responsável deverá apresentar os a via original do Histórico Escolar, cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento, além de duas fotografias 3x4. A Portaria da SEC estabelece ainda os critérios de classificação para matrícula de alunos transferidos de escolas de outras redes de ensino, seriadas ou não, que deverá obedecer ao quadro de equivalência já estabelecida pela Rede Municipal de Ensino.

        Para ter acesso às informações sobre os procedimentos de matrícula, estudantes, país e responsáveis devem buscar atendimento na Escola Municipal mais próxima de sua residência. A matrícula do aluno será efetivada com o preenchimento do Requerimento de Matrícula, fornecido pela Unidade Escola e assinado pelas partes responsáveis.

              Por: Erivaldo Bomfim – Foto: Divulgação – 13/12/2012                            

Marcos Valério,para com isso!!!!

Pierre Onasis se apresenta neste sábado em Ilhéus no Gratidão Music



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Um momento de louvor, de muitas orações e de agradecimento a Deus pelas graças alcançadas em 2012. Assim será o evento denominado de Gratidão Music, que acontecerá neste sábado, dia 15 de dezembro, a partir das 19 horas, na avenida Soares Lopes. O evento, realizado pela deputada estadual Ângela Sousa (PSD), vai contar com a participação do cantor evangélico Pierre Onassis e também da banda Ministério 3D. O Gratidão Music também vai marcar as comemorações do aniversário da deputada Ângela Sousa. 

A entrada é franca e o evento estará aberto a todas as pessoas, de diferentes religiões, credos e congregações que desejam agradecer a Deus pelas conquistas e pela proteção durante todo o ano. A deputada estadual Ângela Sousa considera o Gratidão Music como um momento em que todas as pessoas, juntas, unidas e com um único propósito de agradecer a Deus, terão de se reunir para louvar, bendizer o nome do Senhor e mostrar toda a sua gratidão pelo milagre da vida.

 Ela faz questão de realçar que o encontro de louvor e gratidão não será apenas de uma igreja ou congregação, mas sim de todos aqueles, independentes de religião, que acreditam, que tem fé e que tem motivos para exaltar o nome do Senhor. “Será um momento de alegria, de confraternização, de muita música e de glorificar a Deus, onde todos poderão fazer a sua oração, o seu agradecimento e confirmar a importância do Senhor na vida de cada um”, complementou a deputada Ângela Sousa. 

Atrações - Ex-vocalista da banda Vixe Mainha e Olodum, da qual fez parte durante nove anos, Pierre Onassis se converteu em 2007 e agora mostra que é um homem transformado pelo amor de Cristo. “Quero usar a minha voz para anunciar a mensagem de Deus, que salva pessoas”, diz o cantor.O envolvimento de Pierre com a música teve início na adolescência. Aos 17 anos ele participou de um concurso para a banda Olodum, ficou em segundo lugar e a partir daí não parou mais. Suas composições ganharam o Brasil na voz de renomados cantores e grupos baianos. Mas a fama e o sucesso, decorrentes desse trabalho, não foram capazes de preencher o vazio que existia no coração do cantor. Hoje Pierre quer mostrar ao mundo que louvar é diferente de cantar. 

Já a banda Ministério 3D é uma nova roupagem do antigo Ministério Expressão de Louvor. Essa Banda vem, ao logo de seus 13 anos, louvando e exaltando a Deus através da música. “Estaremos exaltando o nome de Jesus Cristo através de um estilo inovador, porém genuíno, jubilando e adorando-o, nos mais diversos estilos. Enfim, temos então, uma nova perspectiva de projeção do nome de Deus, até os mais difíceis recantos da Terra, no meio jovem ou ancião”, explicam. A banda vem sendo apontada como um novo conceito na musica gospel.

Criança foi atingida por dois tiros em Buerarema


Lamentavelmente mais uma vida de uma criança se foi de forma trágica. Na tarde de ontem (12), na cidade de Buerarema, uma criança de 6 anos, foi atingida com dois tiros provenientes de uma perseguição. No momento ela brincava na casa da vizinha, chegou a ser socorrida para o Hospital de Base de Itabuna,mas acabou tendo morte encefálica.
De acordo com a polícia, eles fazem buscas na região, para identificar os responsáveis por essa tragédia.



Setor elétrico: ganância de alguns, prejuízos de muitos.

Heitor Scalambrini Costa

Professor da Universidade Federal de Pernambuco

O setor elétrico está presente na mídia já algum tempo com uma agenda negativa. Apagões, “apaguinhos”, tarifas imódicas, devastação ambiental, construção de grandes hidroelétricas em áreas de proteção ambiental em plena floresta amazônica provocando expulsão de populações indígenas de seus territórios, incentivo a termoelétricas a combustíveis fósseis altamente poluentes, construção de polêmicas usinas nucleares. Estes são alguns de seus malfeitos.

Mais recente é a polêmica causada pela estratégia adotada pelo governo federal para reduzir as tarifas elétricas (Medida Provisória no 579).

A politização deste tema tem levado a uma grande discussão entre os analistas, acadêmicos, especialistas e na população em geral. Este recrudescimento de posições divergentes com motivações político-partidária, em nada favorece o objetivo final almejado pelo povo, que é a redução das tarifas elétricas.

Utilizar a renovação das concessões das empresas geradoras e transmissoras, da forma autocrática como foi levada a cabo esta decisão, por um número restrito de “experts” governamentais, acarretou uma rejeição quase que generalizada na sociedade.

O que se verifica nos últimos anos, desde a adoção do modelo mercantil para o setor, foi de lucros extraordinários das geradoras, e principalmente das distribuidoras de energia elétrica. Basta para isso acompanhar os balancetes anuais contábeis destas empresas, mostrando lucros líquidos exorbitantes para a realidade brasileira, e conseqüentemente a divisão de altos dividendos aos controladores, inclusive nas estatais.

São nos contratos draconianos de concessão é que reside o “nó” do problema. No caso das distribuidoras é evidente que algo precisa mudar. Pois são os contratos “juridicamente perfeitos”  que garante a Aneel estabelecer reajustes das tarifas que penalizam ano após ano o consumidor. Contratos formulados na época das privatizações, com cláusulas embutidas extremamente favoráveis às empresas, criando assim, um negócio praticamente sem riscos ao adquirente.

No caso das geradoras estatais, por muito tempo se beneficiaram de contratos de concessões em que as tarifas eram estipuladas pelas próprias empresas. A energia gerada chega a ser vendida até 5 vezes mais do que o custo para sua produção, operação, manutenção, e lucros necessários a novos investimentos. Ou seja, se locupletam à custa do consumidor final, e acabaram irradiando estes preços para as tarifas pagas pelo consumidor final.

A participação das empresas transmissoras é mais recente no mercado elétrico. Também seus contratos devem ser revistos.

Não se pode entrar no jogo do “dogma dos contratos”. Como algo imexível, com proteção divina, e que nenhum reles mortal poderá modificá-los. Se os contratos têm prejudicado tanto a população, trazido tanto prejuízo a nação deve-se ter a coragem de negociá-los, modificá-los. E não aceitar o terrorismo feito por alguns beneficiários destes mesmos contratos ultrajantes, que advogam que mexer nos contratos afastaria os investidores estrangeiros, abalaria a credibilidade do país, e assim por diante. Uma ladainha, repetida, e que se têm transformado numa verdade absoluta.

O Brasil é grande e importante no cenário mundial, maduro o suficiente para não aceitar mais contratos que usurpam sua soberania, massacram o povo brasileiro, e inviabilizam a distribuição de renda. Não se pode admitir, que os contratos, contrários aos interesses nacionais, se perpetuem. Sem modificá-los as tarifas continuarão a serem majoradas abusivamente. Logo, é nos contratos que reside o cerne do problema das altas tarifas, que beneficiam alguns, e trazem prejuízos a muitos. Obviamente os encargos e impostos também contribuem, e devem ser reduzidos.

É SUJEIRA PURA!



Os animais estão fazendo a festa no bairro Monte Cristo. Tem três dias que o carro coletor do lixo não passa por lá. 


Os moradores estão muito chateados, pois a empresa mandou colocar o lixo, a noite, nas portas das residências e o carro não aparece, o que aproveita os cães, cavalos,  e urubus para realizarem a festa e deixar a sujeira nas ruas. 

O mesmo está acontecendo no bairro da Califórnia.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Banco do Brasil arrecadava ‘pedágio’ para o PT

Marcos Valério relatou que 2% do valor destinado a agências de publicidade era direcionado para o partido (Foto: Agência Brasil)
Marcos Valério relatou que 2% do valor destinado a agências de publicidade era direcionado para o partido

O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza afirmou no depoimento prestado em 24 de setembro à Procuradoria-Geral da República que dirigentes do Banco do Brasil estipularam, a partir de 2003, uma espécie de “pedágio” às agências de publicidade que prestavam serviços para a instituição financeira pública: 2% de todos os contratos eram enviados para o caixa do PT, acusou o homem apontado como o operador do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal.Veja também:
Em dois anos, os repasses do Banco do Brasil às cinco agências de publicidade com quem mantinha contrato superaram R$ 400 milhões – uma delas era a DNA Propaganda, de Valério. Ou seja, segundo o empresário disse à Procuradoria-Geral da República em setembro, os desvios que abasteceram o mensalão podem ter sido bem maiores do que os que levaram o Supremo Tribunal Federal a condenar Valério e o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato.

Segundo os ministros da Corte, R$ 2,9 milhões foram desviados do contrato da DNA com o Banco do Brasil para o mensalão. Outros R$ 74 milhões foram desviados do contrato da DNA com o Fundo Visanet, do qual a instituição financeira pública fazia parte.

Contexto – O Estado revelou nesta terça-feira, 11, que, neste mesmo depoimento de três horas e meia, dado à subprocuradora da República Cláudia Sampaio e à procuradora da República Raquel Branquinho, o empresário mineiro afirmou que dinheiro do esquema que pagou parlamentares do Congresso Nacional entre 2003 e 2005 também serviu para bancar “despesas pessoais” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dinheiro foi depositado, disse Valério, na conta de uma empresa de Freud Godoy, que foi assessor pessoal de Lula.

O empresário mineiro afirmou ainda, entre uma série de novas acusações, que o ex-presidente deu “ok” para os empréstimos com os bancos BMG e Rural que viriam a irrigar o mensalão.

Na ocasião do depoimento, o empresário mineiro, além de fazer novas revelações, afirmou que ainda tinha mais a dizer sobre o caso. Queria, em troca, proteção e redução da sua pena – ele viria a ser condenado a mais de 40 anos pelo Supremo por sua participação no mensalão. Valério responde ainda a outros processos, como o do mensalão mineiro, no qual políticos são acusados de desviar dinheiro público do governo de Minas Gerais a fim de abastecer, no ano de 1998, a campanha à reeleição do então governador tucano Eduardo Azeredo, ex-presidente nacional do PSDB e hoje deputado federal.

Segundo Valério disse no depoimento, o suposto esquema de desvio de dinheiro público que teria de ir para a publicidade foi criado por Pizzolato e Ivan Guimarães, ex-presidente do Banco Popular do Brasil, que integra a estrutura do Banco do Brasil.

O ex-diretor do Banco do Brasil negou nesta terça-feira que tenha cobrado “pedágio” das agências de publicidade. Guimarães não foi localizado pela reportagem. (Estadão)

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