domingo, 26 de dezembro de 2010

PORQUE HOJE É DOMINGO

CONTAGEM REGRESSIVA



Faltam cinco dias  para o fim definitivo do governo LuLLa. Pelo menos é pelo que está torcendo 44 milhões de brasileiros. E torcendo para que ele nunca mais retorne. Não fará a menor falta.

Mas existe uns tantos milhões afirmando que o governo de DiLLma Rousseff será comandado por Lulla. Porém, os 44 milhões está apostando na personalidade totalitarista da ex-terrorista. Na verdade, torcendo para que essa personalidade venha à tona o mais rapidamente possível, amparada pela "nomenclatura" petista, doida para botar todos os dedos no cofre do Brasil. 

A partir do dia 1º com a caneta na mão, aquela que assina os cheques e as nomeações, vamos ver se a dona presidente ( que foi escalada para guardar o lugar do Capo ), vai seguir o script feito pelo apedeuta que sai, ou vai escrever um novo. Diz um ditado popular "quem paga as contas é quem diz a hora de acordar"... 

Espremida entre o fim do governo do Farol da Mediocridade, o início do poder de seu vice, Michel Temer, que, só por ser do PMDB de Sarney e Renan Calheiros, já mostra o tamanho do trabalho que vai dar, e a fome dos corvos e urubus do PT, ela poderá mostrar seu autoritarismo mais cedo do que muitos imaginam.
 
Dentro de cinco dias úteis acaba a Era Lullista da Mediocridade. LuLLa deixará sua marca:  do bonachão irresponsável e ébrio, tão somente porque realizava seu sonho de pop-star: "eu sou o cara". 


Começará então, segundo vaticínio de Zé Dirceu, a Era PT. O PT  das entranhas, que governará e fará tudo o que LuLLa, Zé Dirceu Marco Aurélio Garcia e Gilberto Carvalho queriam fazer, mas para não colocar a perder a condição de mito do Apedeuta de Garanhuns, não fizeram.

Lula sobreviverá nos noticiários. Dará palpites, enquanto puder, exercendo seu "sagrado direito" à verborragia imoral de sempre. A outra terá trabalho para exercer seu poder na plenitude. Mas ( e há sempre um MAS) à medida em que for tomando o espaço físico deixado pela ausência corpulenta e suada de LuLLa, tomará também o espaço do poder.

Como diz o nobre Deputado Federal Tiririca: "pior do que está não fica".
 

sábado, 25 de dezembro de 2010

ENTÃO É NATAL


No ano 270 da era Cristã, o imperador romano Lucius Domitius Aurelianus favoreceu o culto ao deus Sol, ou “Sol Invictus”, cuja festa acontecia no dia 25 de dezembro, o chamado “Dies Natalis Solis Invicti” ( dia do nascimento do Sol Invicto). A data foi escolhida por conta do solstício de inverno, ou seja, quando o sol parece estar parado e a duração da claridade do dia começa a aumentar.

No hemisfério norte da Terra, entre os dias 22 e 24 de dezembro, parece que o Sol pára, sendo que a escuridão do dia atinge seu ponto máximo e  a claridade o mínimo. Logo depois do solstício a luz do dia começa a aumentar gradativamente, assim nesse dia 25 o Sol parece renascer “invencível” em sua luta contra as trevas.

No ano 350 da era Cristã, para fazer frente as comemorações do Dia do deus Sol, o Papa Julio I, determinou que as comemorações do nascimento de Cristo deveriam acontecer no dia 25 de Dezembro, explicando que o verdadeiro Sol Invictus é o Salvador Jesus Cristo, aquele que venceu as trevas, baseado no Evangelho de Lucas, que apresenta o doce rabino de Nazaré como o verdadeiro sol nascente. O Papa Libério, sancionou por lei eclesiástica a data de 25 de Dezembro como o Natal de Cristo Jesus.

Antes disso, o nascimento de Cristo era festejado em 15 de Março, que segundo alguns estudiosos, baseados no calendário judaico, é o verdadeiro dia de Sua entrada, como homem, no mundo.

Naquela época os calendários eram muito confusos. Existiam vários calendários. Alguns até com semanas de quinze dias e meses de dez dias. O povo, de uma maneira geral, não conhecia as datas de nascimento, casamento ou falecimento. Tanto que não existem registros históricos a respeito de festas de aniversários na antiguidade romana. E provavelmente por isso, os evangelistas também não se detiveram no detalhe do dia e do mês em que nasceu o Salvador da Humanidade.

Somente no ano 582 foi proposta uma era cristã pelo padre Diniz, da igreja católica romana, donde surgiu o calendário cristão, que hoje conta com 2.010 anos.

De qualquer sorte, Cristo é o verdadeiro “astro-rei”; aquele que veio a este mundo para ser a luz eterna; que ilumina o caminho que leva ao Pai; aquele que é a luz que ilumina todos os homens.

NADA DE NOVO NO FRONT

                                                                     Por Dora Kramer, jornal Estado

E para terminar o ano mais um escândalo no Congresso, mais caos nos aeroportos e mais um discurso de emotiva autoexaltação do presidente Luiz Inácio da Silva em rede nacional.


A boa notícia é que Lula deve se aquietar em merecido descanso (de parte a parte) por alguns dias antes de voltar a falar de si dia sim outro também.

Por ora, nada de novo no front: os aeroviários fazem uma abjeta chantagem com a população que neste fim de ano enche os aeroportos por causa das férias e das festas, enquanto o presidente, indiferente aos malefícios gerais, desfila para cima e para baixo declarando-se o melhor governante de todos os tempos.
Aos passageiros, claro, resta enfrentar mais uma vez sua saga de Natal.

No departamento de escândalos, outra vez juntam-se Legislativo e Executivo na produção de um vexame envolvendo ministro indicado pela presidente que toma posse daqui a nove dias. Como ensaio geral não poderia ser mais significativo.

Pedro Novais apresentou pedido de ressarcimento de R$ 2.156,00 relativos a despesas no Motel Caribe em São Luís do Maranhão, seu domicílio meramente eleitoral, pois mora no Rio.
Indicação do PMDB sob o gentil patrocínio do presidente do Senado, José Sarney, e do líder do partido da Câmara, Henrique Eduardo Alves. Explicação da excelência?
“Não enche o saco”, disse ao repórter Leandro Colon, do Estado, com a fidalguia inerente à estirpe.

Difícil saber o que é pior: o deputado cobrar, a Câmara pagar a conta da festa no motel, o PMDB indicá-lo para o ministério ou a presidente e a equipe de transição aceitarem a indicação sem procurar saber nada sobre a conduta da pessoa a quem entregarão uma pasta que liberou irregularmente dinheiro de emendas parlamentares, cujo orçamento em 2010 foi de mais de R$ 4 bilhões.Talvez Pedro Novais não emplaque no ministério, mas o padrão está sinalizado.

Na Câmara, as regras ditas moralizadoras, baixadas depois do escândalo da farra das passagens aéreas, dão a cada deputado entre R$ 15 mil e R$ 32 mil a título de verba indenizatória para fazer o que quiser. Inclusive festas em motéis.

Sobre os aeroviários, aprenderam o caminho das pedras em 2006, com os controladores de voo, e desde então o Natal é o mesmo inferno. Não só por causa deles.

A incúria e a imprevidência governamentais, a cobiça e o desacato das empresas aéreas em relação ao consumidor estão na origem de uma situação que faz milhões de brasileiros reféns indefesos de agonia sem remédio e dão ensejo a um movimento salarial de natureza criminosa. Isso porque Nelson Jobim iria dar um jeito no setor.

Três anos depois Lula ainda sai dizendo que “onde houver um brasileiro sofrendo quero estar espiritualmente ao seu lado”.

Com toda certeza, os prisioneiros do caos prefeririam a sua parte em respeito, um mínimo de organização, atenção ao bem-estar da coletividade e menos empenho estritamente eleitoral.

NÃO DÁ PRÁ ENTENDER

Tem coisas que acontecem na Bahia, que fogem completamente ao raciocínio lógico. Uma delas é a reeleição do atual governador, e ainda mais no primeiro turno. Um governo chinfrim, trôpego, mambembe, que gasta uma nota preta em propaganda para trombetear uma ou outra realizaçãozinha, escondendo assim a verdadeira Bahia que vai descendo a ladeira.

Agora, segundo pesquisa divulgada pelo DataFolha, traz Jaques Wagner ( o galego carioca que veio consertar a Bahia, segundo LuLLa) como o terceiro mais bem avaliado entre os governadores pesquisados pelo Datafolha, que avaliou oito estados e o Distrito Federal. 

Segundo a pesquisa, lidera o ranking o governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Reeleito com 63,83% dos votos, Wagner teve média de 7,3 e aprovação de 60% dos baianos, segundo a pesquisa. O líder Eduardo Campos teve a nota de 8,4 atribuída pela população  e a taxa de aprovação de 90%.

Antecedendo  o governador da Bahia aparece Cid Gomes, governador reeleito do Ceará, com média de 7,6 e aprovação de 65%. 


Sinceramente, dá prá entender um negócio desse?

PAZ NA TERRA


                                                          Por Nélio DaSilva
H á exatamente quarenta e dois anos, em 1968, praticamente o mundo inteiro parou para ouvir trechos do primeiro livro da Bíblia: livro de Gênesis. 
Apesar das palavras serem bem familiares, aquela leitura teve um significado muito especial naquela noite. 
Aqueles homens liam aquelas palavras pela primeira vez na história da humanidade, de uma distância jamais experimentada. 
Frank Borman, Jim Lovell e Bill Anders olhavam para a terra da sua nave que orbitava a Lua. De lá, eles contemplaram uma magnífica esfera azul e branca orbitando na vasta negritude do espaço.

Por um breve momento, as pessoas ao redor do mundo se juntaram num espírito de paz, senso de celebração e realização. Nunca na história da humanidade tivemos, até então, um senso de unida perspectiva do nosso planeta.

Hoje, nós somos mais interconectados e interdependentes do que jamais fomos. Viajamos com relativa facilidade pelo espaço sideral, porém, com muita frequência, focalizamos muito mais nas coisas que nos dividem. E, ao fazermos isso, trazemos desnecessários sofrimentos e desespero. Apesar de sermos singulares, o fato é que nossos interesses comuns superam em muito as nossas diferenças. 



Nesse dia de Natal, o melhor presente que eu e você podemos dar e receber é Paz na Terra!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

De Fraldas e Chupetas

"Não tem nada mais socialista do que uma mãe. Uma mãe pode ter dez filhos. Ela pode ter um mais bonitinho, um mais feinho, mas uma mãe gosta de todos em igualdade de condições." (Pres. Lula, falando no dia 14/12, em Salgueiro, PE, sobre os recursos que ele julga presentear a Estados e municípios).

O presidente radicalizou o paternalismo e acaba de instituir o maternalismo de Estado. Ele já foi o pai da pátria, já foi (como no filme) o Filho do Brasil, e agora se declara mãezona da nação. E tem sido assim, na base da mamadeira, que, segundo a mais recente pesquisa encomendada pela CNI ao Ibope, 87% dos brasileiros consultados, de fraldas e chupeta, beijam a mão do cara e não se sentem nem um pouquinho desrespeitados pela situação. Gu-gu da-dá.

Admito que não se pode esperar da massa um perfeito discernimento sobre a concentração de poderes e de recursos que ao longo das últimas duas décadas fluíram para Brasília. Mas a capital federal, a "capital da esperança" já realizou o sonho dos seus. Ali não se produz um prego, não se fabrica meio palmo de estopa, mas ali se tem o PIB per capita mais elevado do país (quase o dobro do paulista!). Ali, na antiga terra dos candangos, se tem - também disparado na frente - o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano entre as unidades da Federação. E, certamente, ali se tem o mais deslavado grau de satisfação com o saque dos recursos nacionais pela nossa elite política e administrativa. Ali é a matriz dos inconformados com seus salários de R$ 24,5 mil por mês, que passaram a receber R$ 26,7 mil para não terem que ir bater o pires na porta da igreja. Quando se criticam os 594 congressistas que vão receber isso tudo, durante mandatos de quatro anos, eu fico pensando nas dezenas de milhares de membros dos outros poderes, que recebem o mesmo montante, em valor irredutível, para o resto de suas vidas! O sentido de proporção é dos mais elementares ensinamentos da matemática.

O povo dificilmente vai entender o processo de desapropriação a que estão submetidas as riquezas nacionais se ninguém na grande mídia lhe explicar que os recursos distribuídos aos Estados e municípios pelo paternalismo de saias, ou pelo maternalismo presidencial, são extraídos de jamanta dessas mesmas unidades da Federação para onde, mais tarde, retornam em doses homeopáticas. Quando o presidente formula uma declaração como aquela destacada aí em cima, a mídia teria a obrigação de esclarecer que somos triplamente roubados pelo papai (ou pela mamãe) estatal. Somos roubados por uma tributação excessiva.

Somos roubados na má qualidade dos serviços públicos e da infraestrutura que utilizamos, infimamente proporcional ao montante dos impostos que pagamos. E somos roubados pela terrível centralização das receitas fiscais na órbita da União.

Família é a mais importante instituição de qualquer sociedade que deseje ser livre e bem organizada. Mas as analogias familiares são incompatíveis com uma sociedade política que, por seu turno, deseje ser livre e bem organizada. São incompatíveis, também, com os valores republicanos e com o respeito que os poderes de Estado devem aos cidadãos.

Para finalizar, e antes que me esqueça: minha mãe era uma pessoa maravilhosa, dedicou sua vida aos sete filhos e nunca, nem como desvio de inspiração poética, foi socialista.

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