Estamos chegando ao final de semana. Hora de descontrair um pouco. Lembram-se daquela famosa música que diz " se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão"?
Essa música vai no mesmo caminho. Divirtam-se:
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Novo deputado Gilberto Santana prega a transparência
| Recinto da Igreja totalmente lotado |
Após a Missa, o novo deputado estadual, agradecendo a presença de todos e, que, todos se sentissem abraçados defendeu a transparência do político, em relação a sua atenção e honestidade com o erário público. Santana demonstrou muita confiança em seu discurso, dando a certeza de que será um grande representante desta “pobre e rica região” junto à Assembléia Legislativa. Prometeu ser independente em defesa do povo.
Foto: Alex de Souza
BR 101 SERÁ INTERDITADA
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| Imagem de Arquivo |
Produtores rurais de Buerarema estão se concentrando neste momento (10:15 h) na Praça da Prefeitura de Buerarema, de onde seguirão para a BR 101.
Eles fecharão a rodovia por tempo indeterminado, como forma de protestar contra a demarcação de terras para os índios(???) e pela falta de ação do governo em decorrência de novas invasões perpetradas.
Segundo informações do PM Jota Jorge, pelo telefone, o início da interrupção deverá acontecer (segundo informações dos produtores) até o meio dia.
BRINCADEIRA TEM HORA
Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Em primeiro lugar, o presidente Luiz Inácio da Silva é a última pessoa com autoridade moral para falar em farsas ou em "mentira descarada", visto que é protagonista da maior delas: a falácia segundo a qual recebeu uma "herança maldita" e que estabilidade econômica, a abertura do Brasil para o mundo, o crescimento e a entrada de milhões do mercado consumidor deve-se exclusivamente ao seu governo.
Há pouco seu governo inteiro junto com sua candidata à Presidência produziram "mentiras descaradas" ao repudiarem as denúncias de que havia na Receita quebras de sigilo fiscal de adversários políticos e que um esquema de tráfico de influência e corrupção estava montado a partir da Casa Civil.
Lula também se precipitou ao atribuir as quebras de sigilo a uma "briga de tucanos". Baseava sua tese no fato de o mandante ser repórter do Estado de Minas sem saber que à época Amaury Ribeiro estava em férias a serviço de outrem.
O presidente da República dá razão ao antecessor que o chama de "chefe de uma facção", quando escolhe insuflar a violência no lugar de contribuir para apaziguar os ânimos.
É o que faria um estadista.
Justiça se faça, Lula não ficou só em sua tentativa de ridicularizar o episódio. Muitos na imprensa partiram para ironias, achando um exagero a reação de José Serra atingido, afinal, só por "uma bolinha de papel".
Foram duas imagens captadas em dois momentos diferentes, comprovou-se ao longo do dia. Mas, ainda que o candidato tucano tenha feito drama, continuam sendo inaceitáveis os ataques de militantes contrariados com a passagem do tucano pelas ruas de Campo Grande (RJ). Brincar com isso é má-fé, tratar como banal a violência eleitoral e, sobretudo, não entender o valor em jogo.
Impedir um ato de campanha com tumultos é violência. Bem como foi violência atirar um balão cheio de água sobre o carro onde estava a candidata Dilma Rousseff ontem em Curitiba. O balão não a atingiu, mas poderia ter atingido. Ainda assim resta a intenção: agredir.
O presidente da República condenará uma violência, mas aprovará a outra? Ou dirá que estava apenas condenando o "teatro" do adversário? Nisso não é crítico autorizado.
É partícipe e mesmo condutor de uma caminhada em direção ao retrocesso: a nos tornarmos permissivos com o uso da violência na política, assim como já estamos no rumo de revogar a integralidade do preceito do livre pensar.
Em primeiro lugar, o presidente Luiz Inácio da Silva é a última pessoa com autoridade moral para falar em farsas ou em "mentira descarada", visto que é protagonista da maior delas: a falácia segundo a qual recebeu uma "herança maldita" e que estabilidade econômica, a abertura do Brasil para o mundo, o crescimento e a entrada de milhões do mercado consumidor deve-se exclusivamente ao seu governo.
Há pouco seu governo inteiro junto com sua candidata à Presidência produziram "mentiras descaradas" ao repudiarem as denúncias de que havia na Receita quebras de sigilo fiscal de adversários políticos e que um esquema de tráfico de influência e corrupção estava montado a partir da Casa Civil.
Lula também se precipitou ao atribuir as quebras de sigilo a uma "briga de tucanos". Baseava sua tese no fato de o mandante ser repórter do Estado de Minas sem saber que à época Amaury Ribeiro estava em férias a serviço de outrem.
O presidente da República dá razão ao antecessor que o chama de "chefe de uma facção", quando escolhe insuflar a violência no lugar de contribuir para apaziguar os ânimos.
É o que faria um estadista.
Justiça se faça, Lula não ficou só em sua tentativa de ridicularizar o episódio. Muitos na imprensa partiram para ironias, achando um exagero a reação de José Serra atingido, afinal, só por "uma bolinha de papel".
Foram duas imagens captadas em dois momentos diferentes, comprovou-se ao longo do dia. Mas, ainda que o candidato tucano tenha feito drama, continuam sendo inaceitáveis os ataques de militantes contrariados com a passagem do tucano pelas ruas de Campo Grande (RJ). Brincar com isso é má-fé, tratar como banal a violência eleitoral e, sobretudo, não entender o valor em jogo.
Impedir um ato de campanha com tumultos é violência. Bem como foi violência atirar um balão cheio de água sobre o carro onde estava a candidata Dilma Rousseff ontem em Curitiba. O balão não a atingiu, mas poderia ter atingido. Ainda assim resta a intenção: agredir.
O presidente da República condenará uma violência, mas aprovará a outra? Ou dirá que estava apenas condenando o "teatro" do adversário? Nisso não é crítico autorizado.
É partícipe e mesmo condutor de uma caminhada em direção ao retrocesso: a nos tornarmos permissivos com o uso da violência na política, assim como já estamos no rumo de revogar a integralidade do preceito do livre pensar.
VAI CAIR
Este imóvel, no centro da cidade, tem tudo para desabar a qualquer momento. Sem telhado, sujeito a todas as intempéries, é uma bomba relógio.
O mais grave, é que ao seu redor, todos os dias ficam muitas pessoas que trabalham com venda e compra de motos e automóveis.
Sem falar nos transeuntes, uma vez que é um local movimentadíssimo.
A Defesa Civil de Itabuna, o Ministério Público ou a Prefeitura, tem que tomar uma providência urgente.
O que não pode, é deixar acontecer uma tragédia anunciada, e depois ficar jogando a culpa uns nos outros.
O mais grave, é que ao seu redor, todos os dias ficam muitas pessoas que trabalham com venda e compra de motos e automóveis.
Sem falar nos transeuntes, uma vez que é um local movimentadíssimo.
A Defesa Civil de Itabuna, o Ministério Público ou a Prefeitura, tem que tomar uma providência urgente.
O que não pode, é deixar acontecer uma tragédia anunciada, e depois ficar jogando a culpa uns nos outros.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
PARA ONDE VÃO NOSSOS IMPOSTOS
O noticiário da televisão mostra que o Governo Lulla bate recordes de arrecadaçao de impostos. São bilhões de reais que são arrancados de todos os brasileiros. E o que temos de volta? Onde estão sendo empregados estes bilhões?
Além de desviados criminosamente pelas erenices e filhos, estão indo para outros países. A prova está neste vídeo:
Além de desviados criminosamente pelas erenices e filhos, estão indo para outros países. A prova está neste vídeo:
A campanha do PT, cheia de ódio plantado dia após dia pelo líder máximo, espalhou, nas principais cidades, turbas de militantes pagos para constranger simpatizantes da oposição, atacando carros com adesivos, xingando e ofendendo os eleitores.
Fiquem atentos. Não respondam as provocações. Não corram riscos. Não enfrentem a escória escolhida a dedo pela pelegada sindical.
Não caiam na armadilha de ter qualquer tipo de enfrentamento. É gente treinada para promover balbúrdias e incidentes.
Lembrem que, na hora de votar, não há nada a temer, visto que o voto é secreto e, lá dentro, ninguém poderá saber da sua escolha.
Preservem-se !
O importante é vencer esta eleição e salvar o Brasil de uma Ditadura Corrupta de Partido Único.
Fiquem atentos. Não respondam as provocações. Não corram riscos. Não enfrentem a escória escolhida a dedo pela pelegada sindical.
Não caiam na armadilha de ter qualquer tipo de enfrentamento. É gente treinada para promover balbúrdias e incidentes.
Lembrem que, na hora de votar, não há nada a temer, visto que o voto é secreto e, lá dentro, ninguém poderá saber da sua escolha.
Preservem-se !
O importante é vencer esta eleição e salvar o Brasil de uma Ditadura Corrupta de Partido Único.
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