segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Uso de meios eletrônicos pode resultar em mais de 100 partidos até 2020

TSE tem 76 pedidos ativos de criação de partidos sem contar o Aliança de Bolsonaro

Eleitores de dois municípios vão às urnas para elegerem prefeitos e vice-prefeitos
O imbróglio envolvendo o uso de meios eletrônicos para validar o apoio à criação de partidos políticos pode facilitar a conclusão dos 76 pedidos de criação atualmente em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral sem contar o Aliança, lançado pelo presidente Bolsonaro semana passada. Caso seja aceito o uso de aplicativos, sites ou a biometria da própria Justiça Eleitoral, as eleições 2020 podem contar com até 109 legendas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Os 77 possíveis novos partidos se somariam aos 32 registrados no TSE e criariam um problema: seus números passariam a três dígitos.
Os críticos das “ideologias” usadas para criar os partidos vão à loucura. Os eleitores podem ter que votar no Animais, Piratas ou Iguais.
Um pedido de registro chamou atenção por aliar temas polêmicos como política e futebol: o Partido Nacional Corinthiano está na lista do TSE.
O último partido criado é o Rede de Marina Silva, em 2015. Antes, o Solidariedade em 2013 e o Patriota (ex-Ecológico Nacional) em 2012.

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