quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Reação pública de repulsa provocou revogação do Fundão Sem Vergonha

Acordo para acabar com novas regras é resultado da pressão da opinião pública

O plenário do Senado se agitou, ouvindo a opinião pública, rebelando-se contra o Fundão que tinha apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre - Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado.
O acordo dos líderes no Senado, nesta terça (17), jogando no lixo a minirreforma eleitoral aprovada na Câmara, resultou da impressionante pressão da opinião pública, incluindo a avalanche de críticas nas redes sociais. Diante da repulsa geral, os senadores desistiram de comprar briga em defesa do Fundão Sem Vergonha. O acordo preserva o Fundo Eleitoral de R$1,7 bilhão, mesmo valor da eleição de 2018. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Diante da rebordosa, até Rodrigo Maia, que deixou prosperar o Fundão na Câmara, virou um crítico do aumento do valor para R$3,7 bilhões.
Se não houvesse o acordo de líderes no Senado, o projeto aprovado da Câmara seria rejeitado, incluindo o Fundão de R$1,7 bilhão.
Presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS) foi uma gigante contra o Fundão Sem Vergonha. Não aceitou análise do texto ”a toque de caixa”.
Senadores bateram o bumbo, como Jorge Kajuru e Leila Barros (DF), do PSB, Alessandro Vieira (SE) e Eliziane Gama (MA), do Cidadania.

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