terça-feira, 26 de maio de 2015

Centro terapêutico luta pelo reconhecimento de utilidade pública

A falta de locais destinados à recuperação de dependentes químicos tem sido um obstáculo na luta contra as drogas. Em Itabuna, uma comunidade terapêutica enfrenta outra dificuldade: a de obter apoio para ser reconhecida como de utilidade pública e, assim, ter acesso a recursos essenciais para a continuidade do trabalho.

A comunidade é identificada pela sigla “AME”, iniciais dos verbos “Acolher”, “Manter” e “Esperar”, que resumem a tônica do trabalho desenvolvido na casa de recuperação instalada no bairro São Judas Tadeu. Trata-se de uma ação terapêutica que passa por quatro fases: adaptativa, reestruturação pessoal, reinserção social e prática assistida.
Mais de 50 pessoas já foram reinseridas na família depois de passar pelo centro de recuperação e hoje 32, todas do sexo masculino, estão no tratamento. A AME é mantida pela Associação Beneficente Esperança, cujos representantes participaram nesta segunda-feira (25), de uma sessão especial na Câmara de Vereadores, na qual fizeram uma explanação sobre as ações da comunidade. A reunião foi convocada pelo vereador Júnior Brandão (PT).
Durante o evento, o pastor Gilvan Nunes, representante da Abesp, esclareceu que a instituição foi fundada em 2006, mas ainda busca o reconhecimento. No momento, a entidade aguarda uma vistoria da Vigilância Sanitária e um parecer da Comissão Municipal sobre Drogas, etapas fundamentais no caminho para obter o reconhecimento de utilidade pública.
 Da  Assessoria de comunicação 

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