![]() |
| Hoje, só saudade... |
A torcida azul e branca, reconhecida como uma das mais fiéis da Bahia, recebeu a notícia com decepção e tristeza. Não se trata apenas da ausência de um clube em campo, mas da negação de um direito coletivo ao esporte, ao lazer e à identidade cultural que o futebol representa para a cidade.
![]() |
| Muitas glórias! |
O principal entrave continua sendo a interminável reforma do Estádio Fernando Gomes de Oliveira, o Itabunão. Recursos públicos são anunciados, etapas são prometidas, mas a obra nunca se conclui. O estádio permanece como símbolo de uma espera sem fim, enquanto o futebol local definha.
Na tentativa de manter o clube ativo, a diretoria do Itabuna Esporte Clube buscou alternativas, chegando a consolidar uma parceria com o Esporte Clube Vitória, de Salvador. Contudo, tudo indica que essa união chegou ao fim, somando-se à falta de estádio e selando, ao menos por enquanto, o afastamento definitivo do “time de fé, azul e branca” dos gramados baianos.
O resultado é um cenário desolador: Itabuna sem futebol, sem estádio, sem parque ecológico, com um rio historicamente bonito, mas hoje poluído, e com poucas opções de lazer para sua população. A cidade, que já foi referência esportiva no interior da Bahia, caminha para o triste título simbólico de “metrópole sem lazer”.
É lamentável. O futebol sempre foi mais do que um jogo em Itabuna: foi encontro, paixão, memória e esperança. Sem ele, perdem os torcedores, os atletas, o comércio local e, sobretudo, a própria cidade.
Enquanto o estádio não é entregue e políticas públicas de esporte e lazer seguem em segundo plano, resta à população a frustração — e a pergunta que insiste em ecoar: até quando
A reforma só aconteceu aqui! É triste!















