segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Ilhéus continua matando o verde

Isso é triste, em plena Primavera!

A Associação de Moradores do Loteamento Jardim Atlântico - AMJA, zona'-sul
  e a população de Ilhéus, neste sábado, 28 de setembro, das 9hs. às 11hs, realizarão uma manifestaçáo, contra a destruição, que vem sendo operada na área verde do Loteamento Jardim Atlântico para a edificação -  segundo eles -, ilegal, do novo Fórum da cidade.

Como vê, esses crimes com as árvores e a natureza em ilheus, voltam a acontecer em plena Primavera, com o Brasil sofrendo incêndios cremosos, ou não de norte a sul  de leste a oeste, em suas florestas e serrados, contribuindo com o aquecimento global.

Uma casa da justiça que já começa no erro de sua construção; o quê esperar no futuro. No momento, temos  que plantar árvores e, não destruí,-las criminosamente! Afinal de contas, onde se encontram os fiscais do IBAMA e INEMA?!?.
Vídeos das árvores, sendo assassinadas:




Foto e vídeo da AMJA.

João Pedro Pitombo Folha Morreu na madrugada desta segunda-feira (dia 23) aos 92 anos o jornalista e escritor Sebastião Nery, deputado estadual cassado pela ditadura militar em 1964 e que se destacaria como um dos mais importantes cronistas políticos do Brasil. Político com mandatos na Bahia e no Rio de Janeiro, foi repórter e colunista de alguns dos principais jornais brasileiros, escreveu mais de uma dezena de livros e assinou a coluna Contraponto, na Folha, de 1975 a 1983. Ele estava com a saúde debilitada havia cerca de quatro meses e morreu de causas naturais. A cerimônia de cremação será realizada das 8h às 10h desta terça-feira (24) no Cerimonial do Carmo, no bairro do Caju, no Rio de Janeiro. NO SEMINÁRIO – Baiano nascido em Jaguaquara (340 km de Salvador), Nery iniciou seus estudos no Seminário de Amargosa e Seminário Central da Bahia. Na juventude, formou-se em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais e em direito pela Universidade Federal da Bahia. Começou a atuar como jornalista em Belo Horizonte e em 1954 disputou as eleições para a Câmara Municipal pelo PSB. Foi eleito, mas sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, que alegou que ele representava o então clandestino PCB (Partido Comunista Brasileiro). Foi enviado em 1957 pelo Partido Comunista para Moscou, na União Soviética, para participar do Festival Internacional da Juventude. Ao voltar ao Brasil, retornou para Salvador, onde trabalhou nos jornais A Tarde e Jornal da Bahia e foi um dos fundadores do Jornal da Semana. ELEITO DEPUTADO – Voltou à política em 1962, quando foi eleito deputado estadual na Bahia pelo MTR (Movimento Trabalhista Renovador). Exerceu o mandato por pouco mais de um ano até ser preso em 31 de março de 1964, dia em que eclodiu o golpe militar. Foi cassado pela Assembleia Legislativa em 28 de abril. Deixou a cadeia em agosto de 1964 e conseguiu reassumir o mandato após decisão do Tribunal de Justiça da Bahia. Mas voltaria a ser cassado em dezembro e teria os direitos políticos suspensos em 1965. Foi absolvido pelo Superior Tribunal Militar, mas não conseguiu retomar o mandato. Deixou a Bahia para trabalhar no Rio de Janeiro, onde atuou no Diário Carioca, TV Globo, Tribuna da Imprensa e Correio da Manhã. Foi processado com base na Lei de Segurança Nacional em 1972 após associar o então o primeiro-ministro de Portugal, Marcelo Caetano, a Adolf Hitler e Benito Mussolini, mas acabou sendo absolvido. CONTRAPONTO – A partir de 1975, passou a assinar coluna Contraponto, na Folha, na qual se destacou por contar bastidores e casos folclóricos da política brasileira. Permaneceu no jornal até 1983. Na mesma época, também atuou em um programa de comentários políticos na TV Bandeirantes e publicou os quatro livros da série Folclore Político, com crônicas e histórias da política nacional. Voltou a ter uma atuação política em 1979, quando sob a liderança de Leonel Brizola tentou refundar o PTB. A legenda acabou ficando nas mãos de Ivete Vargas e Nery se uniu a Brizola na fundação do PDT. Foi secretário da executiva nacional do partido. Em 1982, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro com 111.460 votos na mesma eleição em que Brizola foi eleito governador. Na Câmara dos Deputados, foi relator da CPI que investigou o endividamento externo brasileiro e foi um dos parlamentares favoráveis à derrota da emenda Dante de Oliveira, que previa o retorno das eleições diretas para presidente. BRIGA COM BRIZOLA – Foi expulso do PDT em 1985 após divergências com Brizola. Filiou-se ao MDB e foi candidato a vice-prefeito do Rio em 1985 na chapa encabeçada por Rubem Medina, do PFL. Ambos foram derrotados. Concorreu a um novo mandato na Câmara no ano seguinte, mas não foi reeleito. Nas eleições presidenciais de 1989, foi um dos assessores de Fernando Collor de Melo. Após a vitória do alagoano nas urnas, foi nomeado adido cultural em Roma e em Paris. Afastado dos mandatos eletivos, voltou a atuar no jornalismo como colunista da Tribuna da Imprensa. Em sua trajetória como jornalista, escreveu livros como “Sepulcro caiado: o verdadeiro Juraci”, “Socialismo com liberdade”, “16 derrotas que abalaram o Brasil”, “A história da vitória: porque Collor ganhou” e “A eleição da reeleição”. Em 2010, recontou a sua trajetória no livro “A Nuvem”, lançado pela Geração Editorial. Quatro anos depois, lançou o livro “Ninguém me contou, eu vi”, com histórias de seis décadas da política brasileira, entre os governos Getúlio Vargas e Dilma Rousseff. Sebastião Nery era viúvo e deixa três filhos: Jacques, Sebastião e Ana Rita.

Do - Tribuna da Internet-  Por - João Pedro Pitombo (Folha) - Morreu na madrugada desta segunda-feira (dia 23) aos 92 anos o jornalista e escritor Sebastião Nery, deputado estadual cassado pela ditadura militar em 1964 e que se destacaria como um dos mais importantes cronistas políticos do Brasil. Político com mandatos na Bahia e no Rio de Janeiro, foi repórter e colunista de alguns dos principais jornais brasileiros, escreveu mais de uma dezena de livros e assinou a coluna Contraponto, na Folha, de 1975 a 1983.

Ele estava com a saúde debilitada havia cerca de quatro meses e morreu de causas naturais. A cerimônia de cremação será realizada das 8h às 10h desta terça-feira (24) no Cerimonial do Carmo, no bairro do Caju, no Rio de Janeiro.

NO SEMINÁRIO – Baiano nascido em Jaguaquara (340 km de Salvador), Nery iniciou seus estudos no Seminário de Amargosa e Seminário Central da Bahia. Na juventude, formou-se em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais e em direito pela Universidade Federal da Bahia.

Começou a atuar como jornalista em Belo Horizonte e em 1954 disputou as eleições para a Câmara Municipal pelo PSB. Foi eleito, mas sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, que alegou que ele representava o então clandestino PCB (Partido Comunista Brasileiro).

Foi enviado em 1957 pelo Partido Comunista para Moscou, na União Soviética, para participar do Festival Internacional da Juventude. Ao voltar ao Brasil, retornou para Salvador, onde trabalhou nos jornais A Tarde e Jornal da Bahia e foi um dos fundadores do Jornal da Semana.

ELEITO DEPUTADO – Voltou à política em 1962, quando foi eleito deputado estadual na Bahia pelo MTR (Movimento Trabalhista Renovador). Exerceu o mandato por pouco mais de um ano até ser preso em 31 de março de 1964, dia em que eclodiu o golpe militar. Foi cassado pela Assembleia Legislativa em 28 de abril.

Deixou a cadeia em agosto de 1964 e conseguiu reassumir o mandato após decisão do Tribunal de Justiça da Bahia. Mas voltaria a ser cassado em dezembro e teria os direitos políticos suspensos em 1965. Foi absolvido pelo Superior Tribunal Militar, mas não conseguiu retomar o mandato.

Deixou a Bahia para trabalhar no Rio de Janeiro, onde atuou no Diário Carioca, TV Globo, Tribuna da Imprensa e Correio da Manhã. Foi processado com base na Lei de Segurança Nacional em 1972 após associar o então o primeiro-ministro de Portugal, Marcelo Caetano, a Adolf Hitler e Benito Mussolini, mas acabou sendo absolvido.

CONTRAPONTO – A partir de 1975, passou a assinar coluna Contraponto, na Folha, na qual se destacou por contar bastidores e casos folclóricos da política brasileira. Permaneceu no jornal até 1983. Na mesma época, também atuou em um programa de comentários políticos na TV Bandeirantes e publicou os quatro livros da série Folclore Político, com crônicas e histórias da política nacional.

Voltou a ter uma atuação política em 1979, quando sob a liderança de Leonel Brizola tentou refundar o PTB. A legenda acabou ficando nas mãos de Ivete Vargas e Nery se uniu a Brizola na fundação do PDT. Foi secretário da executiva nacional do partido.

Em 1982, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro com 111.460 votos na mesma eleição em que Brizola foi eleito governador. Na Câmara dos Deputados, foi relator da CPI que investigou o endividamento externo brasileiro e foi um dos parlamentares favoráveis à derrota da emenda Dante de Oliveira, que previa o retorno das eleições diretas para presidente.

BRIGA COM BRIZOLA – Foi expulso do PDT em 1985 após divergências com Brizola. Filiou-se ao MDB e foi candidato a vice-prefeito do Rio em 1985 na chapa encabeçada por Rubem Medina, do PFL. Ambos foram derrotados. Concorreu a um novo mandato na Câmara no ano seguinte, mas não foi reeleito.

Nas eleições presidenciais de 1989, foi um dos assessores de Fernando Collor de Melo. Após a vitória do alagoano nas urnas, foi nomeado adido cultural em Roma e em Paris. Afastado dos mandatos eletivos, voltou a atuar no jornalismo como colunista da Tribuna da Imprensa.

Em sua trajetória como jornalista, escreveu livros como “Sepulcro caiado: o verdadeiro Juraci”, “Socialismo com liberdade”, “16 derrotas que abalaram o Brasil”, “A história da vitória: porque Collor ganhou” e “A eleição da reeleição”. Em 2010, recontou a sua trajetória no livro “A Nuvem”, lançado pela Geração Editorial. Quatro anos depois, lançou o livro “Ninguém me contou, eu vi”, com histórias de seis décadas da política brasileira, entre os governos Getúlio Vargas e Dilma Rousseff.

Sebastião Nery era viúvo e deixa três filhos: Jacques, Sebastião e Ana Rita.

Expressaounica - Daqui, os mais profundos sentimentos aos nossos colegas de imprensa, amigos e aos seus familiares enlutados. Foi um grande nome da imprensa baiana e nacional.

Santa Inês é campeã do Campeonato Interbairros de Futebol de Itabuna 2024

INTERBAIRROS MAIS UM GRANDE SUCESSO

A Seleção do Santa Inês sagrou-se campeã do Campeonato Interbairros de Futebol de Itabuna 2024 ao vencer a Seleção do Mangabinha nas cobranças de penalidade por 5 a 4 depois de empate em 1 a 1 no Campo do Futebol  Amador, no Sarinha Alcântara. A partida aconteceu na manhã de domingo, dia 22, com a presença de um público superior a seis mil pessoas, de acordo com o secretário de Esportes e Lazer, José Alcântara Pellegrini.

Para ele, depois de três meses e meio de muito trabalho, promovemos uma festa digna da importância do futebol amador itabunense. “Garantimos o que torcedores, atletas e dirigentes pediram. Esta final é um momento de muitas alegrias, entregas e estamos felizes pela sensação de dever cumprido. Além disso, houve harmonia, integração e congraçamento do primeiro ao último jogo sem intercorrências”, realçou Pellegrini.

O titular da Secretaria de Esportes e Lazer também destacou a segurança nas partidas nos campos dos bairros e no Campo do Futebol Amador, oferecida pelo 15º Batalhão de Polícia Militar e Guarda Civil Municipal, que foram homenageados em campo na solenidade de entrega dos troféus e medalhas aos atletas e dirigentes campeões e vice-campeões. 

O coordenador-geral do Campeonato Interbairros de Futebol considerou que quem esteve presente à final presenciou uma grande festa do esporte. “Queremos parabenizar as duas torcidas pela vibração com seus times. Foi um show à parte, com emoção e entusiasmo. Também merecem aplausos os atletas no campo de jogo que deram tudo de si para oferecer um espetáculo grandioso”, assinalou.

Autor do gol na cobrança de pênaltis que deu o título ao Santa Inês, Marcelo Bispo não conteve a emoção. “A sensação foi a melhor possível. Desejo glorificar o nome de Deus porque Ele nos deu a vitória. É o primeiro título de campeã dessa torcida linda. Ficarei marcado na história do bairro e por isso estou muito emocionado”, disse.

FESTA

A festa do esporte amador itabunense vai acontecer nesta segunda-feira, dia 23, às 19 horas, na Associação Atlética Banco do Brasil, no Bairro São Judas Tadeu, com a distribuição de R$ 34,5 mil em prêmios em dinheiro.

Pelo terceiro ano consecutivo, os troféus receberão nomes de atletas profissionais que passaram pelo futebol Itabuna, amador ou profissional, a exemplo José Roberto Souza (Beca), que dá nome ao troféu para o Campeão, José Roberto Oliveira Souza (Beto Oliveira), ao vice; Alecir Belém Lopes, ao 3º colocado.

O desportista Dores Lemos (_in memoriam_), dá nome ao troféu do artilheiro; José Carlos Souza (Zé Carlos), ao goleiro; Paulo César (PC do  CR Flamengo/RJ), ao melhor atleta; e Professor Tim, ao atleta revelação.

O coordenador do Campeonato Interbairros, Gabriel Silva, disse que a equipe vencedora vai ganhar R$ 15 mil, a segunda, R$ 7 mil, enquanto a terceira, R$ 3 mil, mais medalhas.

Além disso, serão premiados com R$ 700, o artilheiro, melhor jogador, jogador revelação, goleiro e Garota Interbairros; R$ 1.500, para a melhor torcida, e R$ 2.500 para o melhor quarteto.

A GSM manteve s ordem durante todo o campeonato

FICHA TÉCNICA

*Santa Inês*: Papito, Rafael Couto, Tio Zeca, Nego Jó, Marcelo Bispo, Geo, Marcelo, Amauri, Vi, Michael e Rafael Galego.  

*Mangabinha*: José, Marcelo, Murilo, Ganso, Pedro Lucas, Vini, Peti, Neguinho, Aran, Tarcísio e Luis Felipe.

Árbitro: Alexandre Gomes

Assistentes: Duilio Santos, Robson Souza Silva e José Luís.

*Gols*: Tarcísio, Mangabinha (1 a 0), depois de pênalti em Vinicius. Marcelo Bispo, Santa Inês (1 a 1) no tempo normal.

*Penalidade* Santa Inês: Tio Zeca, Rafael Couto, Gabriel, Wesley e Marcelo Bispo. *Mangabinha*: Davinho, Tarcísio, Ganso, Luis Felipe e Aran.  

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Mais Água!

Começa a travessia da rede adutora do Projeto Mais Água sob a ponte da BR-101

A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (EMASA) deu início na manhã de domingo, dia 22, à travessia da rede adutora do Projeto Mais Água para a Cidade sob a ponte da BR-101, nas proximidades da comunidade da Bananeira. A rede será entroncada ao reservatório que vai armazenar 5 milhões  de litros d’água.

Segundo o presidente da EMASA, Raymundo Mendes Filho, são 120 metros de tubulação passando sob a ponte nesta fase final da obra. 

“O Mais Água foi iniciado a cerca de dois anos. Agora estamos quase concluíndo essa obra, que passa a ser um marco da atual gestão. Tenho muito orgulho em ter fazer parte desse projeto junto com toda a equipe da EMASA”, afirmou Mendes Filho.

O reservatório instalado no Loteamento Jardim Cordier, no Bairro Novo Jaçanã, vai atender todos os bairros da zona sul de Itabuna, dando fim ao fornecimento irregular de água. 

O gerente-técnico da EMASA, João Bettencourt, prevê que o serviço de travessia seja concluído nos próximos quatro dias. “Organizamos um cronograma e estamos seguindo à risca para que os moradores de Itabuna possam em breve contar com água em suas casas todos os dias”, disse Bitencourt.

O Projeto Mais Água para a Cidade atenderá os bairros das zonas sul, leste e oeste. Além do reservatório instalado no Jardim Cordier, outro com capacidade para armazenar 3 milhões de litros d'água foi montado no Bairro Novo Lomanto. Ascom


Setembro verde

Uesc promove conscientização sobre a importância da doação de órgãos

Setembro é o mês destinado à conscientização sobre a relevância da doação de órgãos, um tema simbolizado pela cor verde em representação à saúde, esperança, renovação e vida. Quinta-feira (19), a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) promoveu uma campanha para conscientizar a comunidade acadêmica sobre essa atitude que pode salvar vidas, mas que ainda é vista com resistência pela sociedade.

A ação, organizada pela Coordenação de Desenvolvimento de Recursos Humanos (CDRH/Uesc), em parceria com a Secretaria de Saúde de Ilhéus, se deu com a visita da enfermeira Anna Aragão, que atua no Núcleo de Doação de Órgãos do município, a diversos setores da Universidade. No decorrer da abordagem, a enfermeira discorreu sobre como é o processo, os critérios médicos, a carência de doadores e o impacto sobre os pacientes que esperam na fila por um transplante até mesmo por anos.

Aragão ponderou ainda, que é de suma importância que os doadores comuniquem à família sobre sua intenção, pois a doação de órgãos depende não apenas da vontade individual, mas, também da autorização dos familiares, nos termos da Lei 10.211/2001. O diálogo promoveu a desmitificação sobre o tema em pauta, bem como a quebra de receios e tabus ainda presentes na sociedade.

A CDRH destaca que ações como essa são essenciais, posto que aumentam a conscientização sobre a doação de órgãos, estimulam a adesão de novos doadores e, consequentemente, contribui na redução das filas de transplantes no Brasil, além de promover a cultura da solidariedade.

Doação de órgãos

Qualquer pessoa é uma doadora de órgãos em potencial, todavia, antes da doação, são realizados exames e avaliadas as condições clínicas do possível doador. Entre os órgãos que podem ser doados estão os rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas e o intestino. Também podem ser doados tecidos como a pele, córneas, ossos, válvula cardíaca e medula óssea. Alguns destes órgãos e tecidos podem ser doados em vida, a exemplo da medula óssea. Outros órgãos só podem ser doados em caso de morte encefálica ou por parada cardiorrespiratória irreversível. Mais informações podem ser obtidas através do telefone: 0800 284 0444.

Valderico Junior cumpre dia intenso de campanha rumo à vitória em Ilhéus

DOMINGO INTENSO RUMO À VITÓRIA

O domingo de Valderico Junior e Wanessa Gedeon foi mais um dia de agenda intensa, rumo à vitória nas eleições em Ilhéus. O time do 44 visitou distritos, participou de reuniões e eventos, somando forças para renovar a cidade a partir do dia 6 de outubro.

As atividades começaram cedo, com uma grande reunião no Itariri. Recebidos com muito carinho pelos moradores, Valderico e Wanessa ouviram as dificuldades enfrentadas pela comunidade, que sofre com o descaso da gestão pública. Após relatos emocionantes, a candidatura da renovação garantiu que tem como missão devolver a dignidade ao povo ilheense.

Mais duas importantes reuniões ocorreram no dia. Uma com o candidato a vereador José Victor (DC), que apresentou Valderico Junior a líderes comunitários, em encontro no Hotel Barravento. A outra foi com o candidato a vereador Aldiney Bolão (Cidadania), em Sapucaeira, dialogando com a população local.

Em dia de Copão do Malhado, Valderico não poderia deixar de comparecer à grande final do torneio. Amante do esporte, o candidato prestigiou a partida ao lado de Wanessa e lideranças políticas na praia da Litorânea. Cuidar das atividades esportivas e da juventude é prioridade da chapa da renovação.

Por fim, Valderico Junior encerrou o domingo adorando a Deus. O candidato participou da missa que marca o início da Novena da Santa Teresinha, na Avenida Esperança. Ascom do candidato.

domingo, 22 de setembro de 2024

Governo esconde gastança de Janja em viagem a Nova York

Janja viajou com recursos públicos, mas governo do maridão Lula não detalha gastos

Do - Diário do Poder - O governo Lula tem se negado a informar dados sobre a viagem que a primeira-dama Janja realizou em março deste ano sob pretexto de participar da 68ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, da ONU, em Nova York (EUA).

Mesmo via Lei de Acesso à Informação (LAI), o governo enrola para fornecer dados sobre passagens, diárias e hospedagem da primeira-dama e de assessores que acompanharam a esposa de Lula.

Os questionamentos já passaram pela Casa Civil, Ministério das Mulheres, Controladoria-Geral da União (CGU), Secretaria de Comunicação (Secom) Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Presidência da República, Ministério das Relações Exteriores e pela própria assessoria de Janja, ainda assim, pouco se avança e o governo faz-se valer do jogo de empurra para apresentar respostas incompletas.


A solicitação partiu do jornal Folha de São Paulo, que recebeu informações desencontradas. A assessoria de Janja, por exemplo, informou que a primeira-dama se hospedou em casa de terceiros, depois, mudou de posicionamento e afirmou que Janja ficou na residência oficial brasileira em Nova York.

O Planalto foi procurado pela reportagem para esclarecer sobre a hospedagem, mas empurrou a responsabilidade para a pasta das Mulheres. O ministério, por sua vez, informou que bancou apenas as passagens aéreas e o seguro viagem. O Portal da Transparência registra o custo: R$43,4 mil.

Sem esclarecer a demanda, a secretária-executiva da Casa Civil, Míriam Belchior, negou recurso do jornal informando que o Ministério das Mulheres já havia se manifestado. Na mesma linha seguiu o ministro-chefe do GSI, Marcos Antonio Amaro. A Secom também se negou a detalhar a viagem. Procurada, informou que os questionamentos via LAI são respondidos dentro do próprio processo.

Sobre o suposto uso da residência oficial, o Itamaraty empurrou a demanda para o Palácio do Planalto, que também não respondeu e direcionou a demanda para a assessoria de Janja.

Há ainda outra inconsistência que levanta suspeitas. Ao menos dois assessores que acompanharam Janja receberam o valor integral das diárias, como consta no Portal da Transparência. No entanto, em caso de hospedagem em imóveis da União, como a assessoria de Janja afirmou que ela fez, o valor deve ser pago pela metade. A equipe de Janja não respondeu se os servidores se hospedaram na residência oficial ou não.

NA RETA FINAL DA CAMPANHA.

Paulo Lima
Chega-se a reta final  da campanha política para a sucessão do prefeito Augusto Castro. Restando duas semanas e poucos dias para o desfecho final, a cidade e seus eleitores ( nunca se viu uma  campanha política  em Itabuna tão fria como esta) e por ser esta comunidade muito sui generis no que diz respeito  a  resultado de eleição , mesmo com pesquisas não publicadas ou publicadas , o certo é que ninguém sabe o que se passa na cabeça do cidadão-eleitor contribuinte, como dizia o saudoso amigo/ irmão, jornalista Eduardo Anunciação.

Com o que não acontece no mundo, acontece em Itabuna, o eleitor itabunense é  o mais diferenciado do calendário político de todo Estado da  Bahia. Só  para refrescar a memória  dos leitores desta coluna vamos olhar pelo retrovisor  das últimas campanhas políticas e verificar a posição dos candidatos naquela época  e o resultado nas urnas.

Essa calma aparente do eleitor itabunense não significa que ele.nao esteja  acompanhando pelas redes sociais, através da mídia ou dos programas no horário eleitoral  para fazer  o.juizo de valor na hora do voto.

Engana- se quem assim pensar. Itabuna muda o panorama de uma eleição na semana da votação, quando aí entra o voto útil  do eleitor  que se ufana  em dizer que nao quer perder o seu voto.

Tenho ouvido avaliações de todo gênero  e natureza  a respeito dos  candidatos a prefeito de Itabuna ao gosto do paladar do eleitor..São adjetivaçoes  ao bel  prazer da capacidade de assimilação e preferência pelo candidato a, b, c, d etc.

Para uns o candidato a  é  isso, já outros o candidato b é  aquilo e assim com os demais candidatos, para não se falar sobre aqueles que mergulham no oceano das paixões políticas desenfreadas e assacam  contra o não candidato da sua preferencia  vomitando  a essência da ignorância educacional e política  e usando adjetivos que traduzem  a pequenez  do seu espírito e da sua formação moral.

Criticar o homem público na sua função é válido. Denegrir a sua imagem ou penetrar na vida privada de qualquer candidato  e descer as raias da mediocridade é dar  o atestado público de que não teve educação doméstica ou um lar bem estruturado.

Qualquer cidadão que chega a uma função pública sabe que está exposto a avaliação e crítica da.midia e da opinião pública. Ele deve ter consciência para avaliar  que, ao assumir a função, ele virou vidraça perante a opinião pública  da sua comunidade. Se não quisesse virar vidraça.nao assumisse o cargo.

Entao, voltemos a eleição. Compete  agora  a todos os candidatos  uma avaliação minuciosa do comportamento de cada um, o histórico na mídia e na televisão e, acima de tudo, como está  a campanha no corpo a corpo  à  cata do voto do cidadão.

Qualquer erro de percurso agora é  a deus viola e lá se foi campanha. Estes últimos dias de maratona política  serão importantes  para o hoje e  para.o amanhã daqueles que ainda  prece sem permanecer na vida política itabunense. Para outros  vão construir o próprio mausoléu politicamente  falando.-

Finalizo este artigo  lembrando a história Politica de José de Almeida Alcântara e Fernando Gomes Oliveira.

 ++Antônio PAULO de Oliveira. LIMA, é Jornalista e membro da Academia Grapiúna de Artes e Letras -AGRAL

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