17 ª edição do Festival de Inverno Bahia celebra a diversidade e atrai públicos variados
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17 ª edição do Festival de Inverno Bahia celebra a diversidade e atrai públicos variados
A iniciativa promove espaço de diálogo sobre TIC18 e o mercado de trabalho.jpg)
Campus da UESC
A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus (Cepedi) promoveram, na ultima quarta-feira (16), no Auditório Jorge Amado, no campus Prof. Soane Nazaré de Andrade, a aula inaugural do Programa de Residência em Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC18) para a primeira turma de alunos.
A iniciativa visa promover um espaço de diálogo sobre o tema TIC18 e o mercado de trabalho, de forma que os jovens possam aproximar-se ainda mais do universo que vem mudando o cenário das diferentes organizações pelo Brasil, a Tecnologia. O projeto é realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, coordenado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex).
A aula inaugural com o tema foi “Impactos da Tecnologia nas Desigualdades no Mercado de Trabalho”, foi ministrada pelo reitor da Uesc e presidente do Conselho de Administração do Cepedi, Alessandro Fernandes. A solenidade na contou com a presença do diretor do Cepedi, professor, Jose Alfredo Tavares; do presidente da Softex, Ruben Delgado; o pró-reitor de Extensão da Uesc, Cristiano Bahia; do presidente do Sindicato das Industrias de Eletroeletrônicas de Ilhéus (Sinec), Silvio Comin; e do diretor do Departamento das Engenharias e Ciência da Computação da Uesc, Aprígio Bezerra.
Residência de Software que ocorrerá durante 18 meses, onde os cursistas irão mesclar sua atuação entre as palestras e oficinas do curso e a aplicação direta em projetos simulados (fase inicial), desafios tecnológicos e em projetos desenvolvidos no Cepedi (fase final do curso). Durante essa capacitação, os residentes irão trabalhar conceitos de Engenharia de Software, Análise de Sistemas de Informação e Programação com as linguagens Java, Python e .Net associadas aos respectivos frameworks utilizados no Cepedi e de interesse deste instituto. Ao final do curso, espera-se que os residentes estejam aptos à ingressar em equipes de desenvolvimento de software que trabalham com as linguagens e tecnologias abordadas durante a capacitação.
“Um aspecto relevante do projeto é o formato do curso. Seguindo a abordagem do aprendizado prático, os residentes estarão imersos em tecnologias recentes e relevantes tanto teoricamente, durante as sessões de treinamento, quanto na prática, nos laboratórios de projetos do Cepedi. Nestes laboratórios, os residentes irão concretizar os conhecimentos adquiridos em projetos-piloto desenvolvidos em colaboração com o Centro de pesquisa, atuando como Analistas e Desenvolvedores. Em relação às tecnologias abordadas pelo projeto, incluem-se Java, Python e a plataforma .Net, escolhidas por serem amplamente requisitadas para vagas de emprego na área de TI no Brasil atualmente,” explica do professor José Alfredo.
Das 100 vagas disponibilizadas, 87 foram preenchidas. O curso é presencial e oferece aos alunos uma bolsa mensal, no valor de R$ 1.800,00 para graduados, e R$ 1.100,00 para egressos de ensino técnico e graduandos. Essa ajuda financeira visa proporcionar um ambiente propício ao aprendizado, permitindo que os estudantes se dediquem integralmente ao desenvolvimento de suas habilidades em Desenvolvimento de Software, Destacou o presidente da Softex, agradecendo a Uesc por proporcionar esse avanço aos jovens e o incremento econômico ao município de Ilhéus.
O reitor da Uesc e presidente do Cepedi Alessandro Fernandes destacou o desempenho que as TIC desempenham na sociedade atual, abordando desde os problemas cotidianos, até a realização de cirurgias remotas, onde o cirurgião não necessita estar fisicamente presente. Isso justifica a necessidade de formar desenvolvedores altamente qualificados nas tecnologias mais atuais, uma vez que as instituições de ensino não estão conseguindo suprir a demanda do mercado. Além da insuficiência em quantidade, as instituições de ensino superior e técnico também enfrentam dificuldades em oferecer componentes curriculares que abordem tecnologias de ponta, devido à natureza de seus currículos de longo prazo e às limitações de atualização frequente. Destacando a necessidade de profissionais atentos e voltados para as necessidades da população
STF barra guia turística usando verde e amarelo e Hattem protesta
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| Guia turística alerta que camisa do Brasil impede aproximação do STF. Foto: Reprodução X |
Do - Diário do Poder - O deputado federal Marcel van Hatten (Novo-RS) divulgou a denúncia de uma guia turística profissional de Brasília que afirma ter sido barrada por estar vestida com camisa que fazia referência à bandeira do Brasil, ao tentar se aproximar da sede do Supremo Tribunal Federal (STF), para acompanhar seus clientes. O parlamentar ironizou o suposto veto do STF à camisa do Brasil, sugerindo que, se a guia colocasse um boné do MST (Movimento Sem Terra), seria capaz de ser convidada pra tomar um cafezinho.
Em vídeo publicado pelo administrador de empresas e diretor do Instituto Liberal, João Luiz Mauad, a guia turística que não tem seu nome divulgado afirma ter sido impedida, pela primeira vez em 16 anos de atuação profissional, de levar turistas até a escultura “A Justiça”, de Alfredo Ceschiatti, em frente ao prédio do Supremo, por estar com a blusa com a bandeira do Brasil.
“Estou em estado de choque. Nunca vi isso acontecer na vida; eu não poder usar uma camisa com a bandeira do Brasil. A nossa camisa não tem conotação política, existe há muitos anos. E eu quero deixar registrada a minha tristeza com essa situação. Eu, como profissional de turismo em Brasília, não estou podendo acompanhar os meus turistas, porque estou com a camisa do Brasil. […] Você, quando vier a Brasília, saiba que não pode mais usar a camisa do Brasil, porque alguma autoridade determinou”, relatou a guia turística, ao informar que seus clientes foram autorizados à fotografar próximo ao símbolo do Judiciário.
O Diário do Poder enviou o relato da guia turística à Coordenadoria de Imprensa da Secretaria de Comunicação Social do STF, questionando se há proibição de acesso ao STF de pessoas vestidas com camisas em referência o Brasil e qual seria a justificativa oficial para o eventual veto. Mas não recebeu respostas, até a última atualização desta reportagem.
Veja a denúncia e a reação do deputado:
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| Vanuza durante tomada de depoimentos em Brasília. Reprodução: Tv Câmara |
RELIGIÃO:
Dom Geraldo Majella Agnelo morreu em Londrina, no Paraná, onde morava
Dom Geraldo Majella Agnelo morreu em Londrina, no Paraná, onde morava.(Foto: Reprodução/Arquidiocese de Salvador)Morreu, aos 89 anos, o Cardel Dom Geraldo Majella Agnelo, Arcebispo Emérito de Salvador. A informação foi divulgada neste sábado (26) pela Arquidiocese de Salvador.
Segundo a Arquidiocese de Salvador, Dom Geraldo Majella Agnelo morreu em Londrina, no Paraná, onde morava. A causa da morte não foi detalhada.
Dom Geraldo Majella Agnelo leu a carta apostólica na beatificação de Santa Dulce, em 2011, e foi responsável por escrever a oração da santa.
O Cardel Dom Geraldo Majella Agnelo foi nomeado pelo Papa João Paulo II como Arcebispo Metropolitano de São Salvador da Bahia, em janeiro de 1999. A posse ocorreu no dia 11 de março do mesmo ano.
Em maio de 2001 foi nomeado membro da Pontifícia Comissão dos Bens Culturais da Igreja e eleito presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dois anos depois.
Dom Geraldo teve o pedido de renúncia aceito pelo Papa Bento XVI, em 2011, tornando-se Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Salvador. Em 2014, por um desejo seu, passou a morar em Londrina.
A Arquidiocese informou que ainda neste sábado, divulgará informações sobre a missa exequial e o o local de sepultamento.
Filho de Antônio Agnelo e Sylvia Agnelo, Dom Geraldo Majella Agnelo nasceu no dia 19 de outubro de 1933, em Juiz de Fora, em Minas Gerais.
Cursou o primário (atualmente Educação Infantil) no Instituto Santos Anjos das Irmãs Carmelitas da Divina Providência, em sua cidade natal. Aos 12 anos ingressou no Seminário Menor Diocesano Santo Antônio, também em Juiz de Fora, onde ficou até completar 14 anos.
Entre os anos de 1948 e 1950 continuou os estudos em Pirapora do Bom Jesus, no Seminário Menor Arquidiocesano de São Paulo, dirigido pelos Cônegos Premonstratenses.
Ingressou no Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga, em São Paulo, no ano de 1951, onde cursou Filosofia até 1953. Em seguida, cursou a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Filosofia da Universidade de Mogi das Cruzes (SP). A licenciatura em Teologia foi cursada na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, também em São Paulo, de 1954 a 1957.
Nos anos de 1967 a 1969, Dom Geraldo Majella fez uma especialização em Liturgia, no Instituto Litúrgico do Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, em Roma. Ainda em 1969 ingressou no Doutorado em Teologia com especialização em Liturgia, com a tese “Servitus no Sacramentário Veronense. Significado e Doutrina. Contribuição ao Conhecimento do Sentido Teológico do Serviço Litúrgico”.
A ordenação sacerdotal aconteceu no dia 29 de junho de 1957, na Catedral de São Paulo, por Dom Antônio Maria Alves de Siqueira, Arcebispo Auxiliar de São Paulo.
Como presbítero recebeu os cargos de Diretor Espiritual e professor no Seminário Vestibular Santo Cura d’Ars, para vocações adultas, na Freguesia do Ó, São Paulo (1958-1959); Assistente Eclesiástico da Juventude Estudantil Católica Feminina (1959-1960); Notário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo; colaborador na Paróquia de Santo Antônio da Barra Funda em São Paulo (1958-1978); Diretor Espiritual do Seminário Filosófico da Arquidiocese de São Paulo em Aparecida (SP) (1960-1963); Diretor Espiritual e professor no curso teológico do Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga, em São Paulo (1964 a 1967).
Dom Geraldo foi, ainda, professor na Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1964-1967); nomeado Cônego do Cabido Metropolitano de São Paulo por S. E. o Sr. Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta (1964-1978). Neste mesmo período foi cerimoniário da Catedral Metropolitana (SP).
Durante sua permanência em Roma junto ao Pontifício Colégio Pio Brasileiro, semanalmente pela Rádio Vaticana, participou do programa para o Brasil intitulado “Liturgia e Vida” (1967-1969).
Em Roma colaborou na Paróquia de São Clemente Papa de Montesacro (1967-1969); coordenou a Pastoral da Arquidiocese de São Paulo (1970 – 1974); foi professor de Teologia Sacramentária e Liturgia no Instituto Teológico Pio XI – Salesiano, (1970-1975) e no Seminário Maior João XXIII – Scalabriniano (1970-1974).
De 1970 a 1974 Dom Geraldo foi professor de Teologia Sacramentaria e Liturgia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em São Paulo e diretor da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção de São Paulo nos anos 1974 a 1978. No ano de 1973 foi nomeado membro da Comissão Arquidiocesana de Liturgia (SP).
Nomeado pelo Santo Padre, o Papa Paulo VI , Bispo Diocesano de Toledo (PR), em 5 de maio de 1982. Recebeu a Ordenação Episcopal de S.E. o Sr. Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, na Catedral de São Paulo, no dia 6 de agosto de 1978 (dia e hora da morte do Papa Paulo VI).
Foi diretor e professor da Faculdade de Ciências Humanas Arnaldo Busato de Toledo e vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – Regional Sul II, no ano de 1980.
No dia 27 de outubro de 1982 foi nomeado pelo Papa João Paulo II como Arcebispo Metropolitano de Londrina, tomando posse em 28 de outubro de 1983. Neste mesmo assumiu a presidência da Comissão Litúrgica da CNBB, até o ano de 1987.
Dom Geraldo também foi o membro do Departamento de Liturgia do Conselho Episcopal Latino-americano – CELAM (1983-1987). Em 1983, iniciou a Pastoral da Criança em Florestópolis (PR) que se difundiu em todas as dioceses do Brasil e em alguns países Latino-Americanos, e África
Foi eleito Presidente do Departamento de Liturgia do CELAM em abril 1991 e nomeado pelo Papa João Paulo II como secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos em 16 de setembro de 1991.
Nomeado pelo Papa João Paulo II como membro da Pontifícia Comissão para a América Latina em 03 de junho de 1994; presidente da Comissão de Liturgia do Grande Jubileu do ano 2000 e membro do mesmo Comitê em 17 de março de 1995. Foi ainda membro do Pontifício Comitê dos Congressos Eucarísticos Internacionais.
Dom Geraldo recebeu, ainda, as nomeações de: vice-presidente do Conselho Latino-Americano – CELAM (1999); membro do Pontifício Conselho de Migrantes e Itinerantes em (2000). Em 21 de fevereiro de 2001 recebeu o barrete cardinalício, tornando-se Cardeal, na via Magliana Nova – Roma. (Fontes: Portal G1/TV Bahia)
DO - JORNALDAMIDIA.COM
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| Foto: Marcelo Cortes/Flamengo |
Da - Radio TupiFM - Debaixo de muita chuva, o Flamengo empatou com o Internacional em 0 a 0, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado (26). Gabi saiu vaiado ao ser substituído por Pedro. Ao final da partida, torcida rubro-negra vaiou o time inteiro.
PRIMEIRO TEMPO:
Debaixo de muita chuva, o Flamengo empatou com o Internacional em 0 a 0, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado (26). Gabi saiu vaiado ao ser substituído por Pedro. Ao final da partida, torcida rubro-negra vaiou o time inteiro.
O jogo começou com o Flamengo já criando uma boa oportunidade logo aos quatro minutos com Luiz Araújo. O atacante recebeu de Arrascaeta e chutou para a defesa do goleiro Keiller. Com muita pressão no campo de ataque, o Flamengo impedia a troca de passes do Internacional na defesa e conseguia recuperar a posse de bola com facilidade.
Aos 11 minutos, o Mais Querido perdeu Arrascaeta, que sentiu a posterior da coxa após disputar a bola com Igor Gomes na velocidade. O jogador foi substituído por Victor Hugo. Com a alteração, o Flamengo piorou em campo e viu o Internacional assustar com um chute de fora da área de Carlos De Pena que passou a esquerda do goleiro Matheus Cunha.
Aos 24 minutos, Luiz Araújo perdeu a melhor chance do Flamengo no jogo. Pulgar deixou o atacante cara a cara com Keiller, mas Araújo chutou em cima do goleiro. Sete minutos depois, Luiz Araújo também sentiu a posterior da coxa e saiu para a entrada de Everton Ribeiro. Ao final do primeiro tempo, a torcida rubro-negra vaiou o time.
SEGUNDO TEMPO:
Eduardo Coudet mexeu no Internacional e começou a escalar os titulares. Entraram Enner Valencia e Renê nos lugares de Luiz Adriano e Maurício. Mesmo com as alterações, o Flamengo começou melhor no segundo tempo e continuou pressionando, mas sem levar perigo ao gol de Keiller. Com isso, Coudet colocou mais titulares em campo: Alan Patrick, Aránguiz e Vitão entraram nos lugares de Hugo Mallo, Matheus Dias e Pedro Henrique. Sampaolli respondeu com as entradas de Pedro, Everton Cebolinha e Allan nos lugares de Gabi (que saiu vaiado pela torcida), Thiago Maia e Bruno Henrique.
Pouco tempo depois das substituições, Alan Patrick fez Matheus Cunha se esticar para defender após chute de fora da área. O Rubro-negro só foi responder quase 15 minutos depois, em grande defesa do goleiro colorado. Victor Hugo aproveitou passe de peito de Pedro e chutou de primeira no canto para Keiller jogar para escanteio. No lance seguinte, Everton Ribeiro cruzou e Pulgar cabeceou fraco nas mãos do goleiro.
Aos 42, Vitão caiu com dores e precisou sair. Com isso, o Internacional ficou com um a menos nos minutos finais. Aos 48 minutos, Wesley acertou o travessão com um chute forte. Cinco minutos depois, Ayrton Lucas invadiu a área e parou no goleiro Keiller. No apito final, a torcida voltou a vaiar o time.
*Prefeitura de Itabuna convoca candidatos aprovados no Processo Seletivo 02/2025 e Chamamento Emergencial 01/2026* A Prefeitura de Itabuna...