segunda-feira, 4 de abril de 2022




BOLSONARO SANCIONOU LEI QUE ACABA COM APREENSÃO DE VEÍCULOS? VEÍCULOS IR...



Cai reprovação de Bolsonaro

 Cai reprovação à gestão de Bolsonaro contra

Covid, diz Datafolha

Do - BahiaNoticias  - por Angela Pinha | Folhapress

Cai reprovação à gestão de Bolsonaro contra Covid, diz Datafolha

No momento em que o Brasil chega à marca de 660 mil mortes confirmadas por Covid-19, a avaliação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação à pandemia melhora, embora ainda seja mais negativa do que positiva, mostra pesquisa Datafolha.
 

O levantamento foi realizado nos dias 22 e 23 do mês passado. Houve 2.556 entrevistas em 181 municípios com pessoas de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo.
 

A parcela de entrevistados que diz ver como ótima ou boa a condução do mandatário na maior emergência de saúde da história recente passou de 22% em setembro do ano passado para 28% em março.
 

Os que a avaliam como regular passaram de 22% para 25%, e a parcela dos que veem o desempenho como ruim/péssimo caiu de 54% para 46%.
 

A queda na reprovação da gestão de Bolsonaro na pandemia ocorre no momento em que a reprovação de seu governo também cai, e em que ele mostra fôlego para a disputa eleitoral de outubro, com 26% das intenções de voto, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 43%.
 

Desde o início da pandemia, o Datafolha realizou oito pesquisas que avaliaram tanto o governo Bolsonaro como seu desempenho na pandemia. Ao longo do período, a reprovação do combate à Covid sempre havia sido maior do que a de seu governo.
 

Em março de 2021, por exemplo, 54% reprovavam seu desempenho na pandemia, mas só 32% reprovavam seu governo de forma geral.
 

Agora, as curvas de reprovação convergem pela primeira vez (46% no caso da pandemia e 45% na geral), e também de forma inédita a aprovação do desempenho do mandatário frente à Covid fica numericamente acima da geral (28% a 25%).
 

Ao longo de pouco mais de dois anos da circulação do vírus Sars-CoV-2 no país, Bolsonaro desrespeitou medidas sanitárias, promovendo aglomerações, divulgou e adquiriu medicamentos sem eficácia contra a Covid e propagou afirmações falsas sobre as vacinas.
 

Sua gestão foi alvo de uma CPI no Senado cujo relatório final, aprovado em outubro de 2021, atribuiu crimes ao governo federal e pediu a responsabilização de vários agentes, sobretudo do presidente da República.
 

O parecer aprovado na CPI citou irregularidades em negociações de vacinas, demora para compra de imunizantes eficazes e omissão para evitar colapso sanitário no Amazonas, quando pacientes morreram sem oxigênio, mesmo quando já se sabia há dias que o insumo estava para acabar no estado.
 

Enquanto seu desempenho no enfrentamento à doença era criticado, Bolsonaro optou por culpar governadores, prefeitos e o Supremo Tribunal Federal pelo impacto econômico de medidas de isolamento social.
 

Em diversos momentos, o presidente contrariou evidências científicas ao pôr em dúvida a eficácia e a segurança dos imunizantes, especialmente ao tratar do público infantil.
 

Justamente por causa da vacinação, porém, o cenário da Covid no Brasil hoje é outro, pouco mais de um ano após as cenas de parentes buscando oxigênio por conta própria para seus familiares acamados em Manaus.
 

Quase 3 em cada 4 brasileiros (74,9%) estão imunizados com as duas doses ou dose única da vacina contra a Covid, e 36,4% tomaram a injeção de reforço.
 

As médias móveis de mortes e de casos continuam em queda. A de óbitos registrada neste sábado (2) foi de 197, redução de 35% em relação a duas semanas atrás, e a de infecções foi de 23.878, diminuição de 36%.
 

Neste cenário, quando analisados os diferentes segmentos da população na pesquisa Datafolha, a avaliação da gestão de Bolsonaro na pandemia segue a tendência de sua popularidade em geral.
 

Melhores índices de aprovação são encontrados, por exemplo, entre os que classificam seu governo como ótimo ou bom (78%), evangélicos (38%, ante 26% de católicos e 16% de kardecistas) e brancos (32%, ante 21% dos pretos).
 

A reprovação da conduta presidencial diante da pandemia é maior entre os jovens de 16 a 24 anos --53% dizem ver como ruim/péssima, índice que oscila entre 43% e 46% nas demais faixas etárias.
 

É maior entre os que têm diploma universitário (57% contra 43% a 44% dos demais) e entre os moradores do Nordeste (50%) e Sudeste (49%).
 

No Sul, a reprovação da atuação de Bolsonaro na pandemia cai a 42%, e no Centro-Oeste, a 36%.
 

A relativa volta à normalidade no cotidiano do país, com a queda na obrigatoriedade de máscaras em diversas cidades, escolas abertas e retorno ao trabalho presencial, ocorre enquanto países da Europa e da Ásia registram aumento de casos em decorrência de uma subvariante do vírus.
 

O impacto dela no Brasil ainda é incerto e, por ora, não há consenso na comunidade científica para determinar se e quando a pandemia acaba.
 

O próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse na última quarta (30) que encerrar o status de emergência sanitária no país ainda depende de uma série de análises.
 

Ainda assim, segundo o Datafolha, cresce a percepção no país de controle na pandemia. Ao todo, 72% avaliam que ela está parcialmente controlada, e 15%, totalmente.
 

Caiu de 20% para 12% os que veem a situação fora de controle. Há um ano, quando UTIs de todo o Brasil entraram em colapso, esse índice era de 79%.
 

Como esperado, a parcela dos que veem a pandemia totalmente controlada é maior entre os eleitores de Bolsonaro (26%) e menor entre os que pretendem votar em João Doria (12%), Lula (12%), Sergio Moro (12%) e Ciro Gomes (8%).

Morre aos 98 anos a escritora Lygia Fagundes Telles

Considerada a dama da literatura brasileira, escritora paulista era imortal da ABL e ganhou diversos prêmios durante a carreira


Lygia Fagundes Telles morreu aos 98 anos. Foto: Alesp

Do - Diário de Poder -  A escritora e integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL), Lygia Fagundes Telles, faleceu neste domingo, 3, em São Paulo, aos 98 anos. A informação foi confirmada pela ABL.

Lygia foi vencedora do Prêmio Camões, em 2005, pelo conjunto da obra, e do Prêmio Juca Pato, em 2009, como intelectual do ano.

A escritora nasceu na capital paulista, estudou na Escola Caetano de Campos e se formou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP). Ingressou na ABL em 1987 na cadeira 16, na sucessão de Pedro Calmon.

Lygia faleceu em sua casa, em São Paulo, de causas naturais. “Perdemos nossa querida. Partiu tranquilamente! Mas viverá para sempre. Principalmente no coração de seus amigos!”, escreveu nas redes sociais o jurista José Renato Nalini, atual presidente da Academia Paulista de Letras.

O ex-presidente José Sarney, membro da ABL, também lamentou a morte de sua colega. “Ela era uma pessoa encantadora, de convívio suave, delicado. Sua grande obra de romancista e contista, com obras primas como ‘As Meninas’, os contos de ‘Antes do Baile Verde’, ‘Seminário dos Ratos’ e ‘Invenção e Memória’, ocupa um espaço importante na literatura brasileira. Com ela desaparece a última presença da geração modernista de 1945, de que foi um dos maiores nomes. Quero solidarizar-me com sua família e com nossos companheiros de Academia, na certeza de que ela ficará presente em nossa memória e em sua obra”, disse o político.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também se pronunciou. “Pesar e tristeza pela morte de Lygia Fagundes Telles. Uma das mais brilhantes escritoras do país. Minha solidariedade a familiares, amigos e membros da Academia Brasileira de Letras”.

A obra de Lygia aborda temas variados como o amor, a morte, o medo, o adultério e as drogas. Trata ainda de problemas sociais e explora o universo feminino, trazendo um olhar crítico ao moralismo social e deixando transparecer suas visões políticas.

Prêmios

Seu primeiro livro de contos, com o título Porões e sobrados, foi publicado em 1938. Recebeu quatro vezes o Prêmio Jabuti, considerado a mais tradicional premiação literária do Brasil. Na primeira ocasião, em 1966, obteve o feito com a obra O Jardim Selvagem. Voltou a ganhar em 1973, com o romance As Meninas. Em 1996, consagrou-se novamente com A Noite Escura e mais Eu e, em 2001, com a coletânea de contos Invenção e Memória.

No ano de 2005, foi agraciada também com o Prêmio Camões, que enaltece autores de língua portuguesa pelo conjunto da sua obra. Seu nome entrou pra uma lista da qual atualmente fazem parte outros 33, de cinco países diferentes.

O trabalho de Lygia ganhou as telas da televisão. O romance Ciranda de Pedra, publicado em 1954, foi adaptado pela TV Globo duas vezes. A primeira novela, escrita por Antônio Teixeira Filho e dirigida por Wolff Maia, foi ao ar pela TV Globo em 1981. A segunda versão, veiculada em 2008, foi escrita por Alcides Nogueira e dirigida por Denise Saraceni.

Seu nome também aparece na história do cinema brasileiro. No filme Capitu (1968), inspirado no romance Dom Casmurro de Machado de Assis, ela trabalhou em parceria com o crítico de cinema e seu segundo marido Paulo Emílio Sales Gomes, com quem foi casada de 1963 até ficar viúva em 1977. Ambos assinam o roteiro que posteriormente recebeu o Prêmio Candango, concedido pelo Festival de Brasília.

Com formação em Direito, a escritora se mobilizou contra a censura durante a ditadura militar. Junto com os escritores Nélida Piñon e Jefferson Ribeiro de Andrade e o historiador Hélio Silva, ela compôs a comissão responsável pela elaboração do Manifesto dos Intelectuais, um abaixo-assinado que ganhou repercussão em 1977 após conquistar a adesão de mais de mil signatários. Entregue ao Ministério da Justiça, ele foi considerado a maior manifestação de intelectuais contra a censura imposta no período.

Lygia não deixa descendentes. Seu único filho, o cineasta Goffredo da Silva Telles Neto, faleceu em 2006, aos 52 anos. Ele era fruto do relacionamento com o primeiro marido, o jurista Gofredo Teles Júnior, que durou de 1947 até 1960.

Entre seus livros mais importantes estão Antes do Baile Verde (1970), As Meninas (1973), Seminário dos Ratos (1977), Filhos Pródigos (1978), A Disciplina do Amor (1980), As Horas Nuas (1989), A Noite Escura e Mais Eu (1995), e Invenção e Memória (2000). Seu livro Ciranda de Pedra (1954) inspirou a novela homônima, exibida na TV Globo. (Com informações da Agência Brasil)

Bahia só registra três obitos da covid-19 nas ultimas 24 horas

 Bahia registra 67 casos de Covid-19 e 3 óbitos nas últimas 24 horas

Dos 1.534.051 casos confirmados desde o início da pandemia,  29.726 tiveram óbito confirmado. (Foto: Agência Brasil)

Oboletim epidemiológico deste domingo (3) da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) registra 1.328 casos ativos de Covid-19 na Bahia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 67 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,004%), 78 recuperados (+0,005%) e mais 3 óbitos.

Dos 1.534.051 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.502.997 já são considerados recuperados e 29.726 tiveram óbito confirmado.

Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.816.910 casos descartados e 327.747 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo. Na Bahia, 62.999 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento temos 11.502.835 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.523.584 com a segunda dose ou dose única e 4.887.976 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 810.700 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 170.120 já tomaram também a segunda dose.

Do - Jornaldamidia.com.br

domingo, 3 de abril de 2022

Mídia 'esconde' entrega de relatório da CPI do Nordeste

 

Mídia 'esconde' entrega de relatório da CPI do Nordeste que indiciou dois governadores do PT (veja o vídeo)

Do - jornaldacidadeonline.com.br - companhado dos senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Eduardo Girão (PODE-CE), o Presidente da CPI da Covid-19 na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), deputado estadual Kelps Lima protocolou o relatório final do colegiado à Procuradoria Geral da República (PGR)

No documento com milhares de páginas e provas, dezenas de servidores e dois governadores foram indiciados; Rui Costa, da BA e Fátima Bezerra do RN, ambos do PT.

A denúncia central trata da fraude na compra de 30 respiradores em abril de 2020, que acabaram não entregues aos estados do Nordesde. O valor do prejuízo, jamais ressarcido, R$ 48 milhões.

O procurador geral da República, Augusto Aras, recebeu o relatório da CPI em mãos e prometeu tomar as devidas providências para levar o resultado das investigações ao devido processo judicial.

A entrega, entretanto, foi totalmente ignorada pela velha mídia, que segue 'blindando' os envolvidos nos escândalos de corrupção e desvios de verbas da saúde no âmbito da Pandemia de Covid-19.

Marcos Rogério, Kelps Lima e os demais representantes da comitiva que levaram o relatório à PGR gravaram um vídeo para explicar, de forma breve, os resultados e as expectativas.

Vela a pena assistir:


sábado, 2 de abril de 2022

Capitão Azevedo no PTB concorrerá uma vaga ao Congresso

Capitão Azevedo, prè-candidato a deputado federal

O ex-prefeito de Itabuna e por muitos anos, diretor da Ciretran,  Capitão Azevedo, se filiou ao Partido Democrático Trabalhista-PDT, conforme já era anunciado por muitos analistas da politica em Itabuna. Capitão Azevedo pretende ser Deputado Federal,através da nova legenda partidária.

Nas últimas participações politicas de José Nilto Azevedo Leal, (Capitão Azevedo), depois que se tornou prefeito de Itabuna, ele na  dispoutou à Assembleia Legislativa pelo PTB, teve cerca de 13 mil votos, e a última para prefeito de Itabuna, pela segunda vez, pelo PL, obteve  17 mil votos, ficando em segundo lugar, perdendo para o atualo prefeito Augusto Castro.


Vale lembrar, que o Capitão Azevedo ainda é o campeão de votos em Itabuna, pois quando ele ganhou a eleição, em 2009, para prefeito, totalizou mais de 52 mil votos. Portanto, até o momento, o Capitão ainda é o mais votado na terra grapiúna. . 


PL e União Brasil são os mais fortes nos estados da federação

 Janela partidária fortalece PL e União Brasil em disputas nos estados

Do - BahiaNotícias - por João Pedro Pitombo | Folhapress

Janela partidária fortalece PL e União Brasil em disputas nos estados
Foto: Divulgação

O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, e a União Brasil foram as legendas que mais se fortaleceram para as disputas de governos estaduais na janela partidária, prazo para que políticos com mandato mudem de sigla sem sofrer punições.
 

Com o encerramento do prazo para mudança de partido nesta sexta-feira (1º), o PL passa a ter 15 pré-candidatos governador e a União Brasil chega a 13 postulantes a governos estaduais.
 

O PL terá candidatos próprios em 8 dos 10 maiores colégios eleitorais do país, apoiando nomes de partidos aliados em São Paulo e Ceará. As candidaturas mais competitivas do novo partido de Bolsonaro, dentre os maiores estados, estão no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
 

Dos 15 pré-candidatos do PL, 4 já estavam no partido antes da filiação de Bolsonaro em novembro: Cláudio Castro (RJ), Jorginho Mello (SC) Anderson Ferreira (PE) e Josimar de Maranhãozinho (MA).
 

Os demais chegaram na esteira da filiação do presidente, oito deles durante a janela partidária, e vão concorrer em importantes colégios eleitorais como Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul.
 

"O PL cresceu de forma consistente em todos os estados. Saímos da janela partidária com uma vitória inconteste dos partidos aliados ao presidente Bolsonaro", afirma o líder do PL na Câmara, deputado federal Altineu Côrtes, que elogiou trabalho de articulação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do presidente do partido Valdemar Costa Neto.
 

Dentre os pré-candidatos a governador estão nomes próximos ao presidente como o ex-ministro Onyx Lorenzoni, que concorrerá no Rio Grande do Sul, e Vitor Hugo, pré-candidato em Goiás.
 

Em Minas Gerais, o senador Carlos Viana saiu do MDB e assinou a ficha de filiação do PL nesta sexta-feira após uma reunião com Bolsonaro em Brasília.
 

O movimento cria um palanque para a campanha de reeleição do presidente no segundo maior colégio eleitoral do país e esfria a relação de Bolsonaro com o governador Romeu Zema (Novo).
 

Zema, que chegou a pedir voto para o então candidato Bolsonaro nas eleições de 2018, teve relação próxima ao presidente nos dois primeiros anos de mandato. Desde o ano passado, contudo, vinha dando sinais de insatisfação em relação ao governo federal.
 

Na Bahia, quem se filiou ao partido foi o ex-ministro da Cidadania e pré-candidato ao governador, João Roma. Deputado federal em primeiro mandato, Roma era aliado de ACM Neto (União Brasil), mas rompeu com o antigo padrinho político ao assumir o cargo no governo Bolsonaro.
 

Ele deixou o Republicanos após o partido decidir apoiar ACM Neto na corrida pelo governo estadual. A legenda tenta indicar o candidato a vice da chapa liderada pela União Brasil.
 

Dentre os estados da região Norte, a novidade foi a filiação do senador Zequinha Marinho, que deve ser o principal opositor do governador Helder Barbalho (MDB), que tenta a reeleição.
 

A despeito de ter sido a legenda que mais perdeu deputados federais durante a janela partidária, a União Brasil conseguiu atrair para os seus quadros pré-candidatos a governador considerados competitivos.
 

Criado no fim do ano passado a partir da fusão entre o PSL e Democratas, a legenda terá a maior fatia do fundo eleitoral entre os partidos brasileiros, com cerca de R$ 1 bilhão para gastar no pleito deste ano.
 

"Nosso partido terá protagonismo. Além de uma bancada robusta no Congresso, teremos 13 pré-candidatos a governador, sendo a maior parte com muitas boas chances de vencer", afirma o deputado federal Elmar Nascimento (BA), líder da União Brasil na Câmara.
 

Dos 13 nomes que vão concorrer pelo partido a governos estaduais, 8 não são oriundos de DEM e PSL e chegaram à legenda após a fusão. Dentre eles está o governador do Amazonas, Wilson Lima, que deixou o PSC para concorrer à reeleição em seu estado pela União Brasil.
 

Também estão entre as novidades nomes como o do senador Reguffe, que deixou o Podermos e deve concorrer ao governo do Distrito Federal, e o deputado federal Felipe Rigoni, que chegou à Câmara em 2018 amparado pelos movimentos de renovação e é pré-candidato a governador do Espírito Santo.
 

Outros quatro dos novos filiados vão concorrer a governador em estados da região Nordeste. Dois deles vieram em meio a uma articulação com o PP capitaneada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.
 

Em Alagoas, a União Brasil trouxe para os seus quadros o senador Rodrigo Cunha, que deixou o PSDB e deve concorrer ao governo de Alagoas com o apoio de Lira.
 

Movimento semelhante aconteceu no Piauí: o ex-prefeito de Teresina Sílvio Mendes filiou-se a União Brasil com o aval de Ciro Nogueira e será o candidato de oposição ao PT no estado. A ex-mulher do ministro, a deputada federal Iracema Portella, será a candidata a vice na chapa.
 

Um dos principais fiadores da candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro, o PP aposta suas fichas na eleição para o Congresso e terá candidato a governador em apenas três estados: Acre, Roraima e Rio Grande do Sul. Neste último, concorre o senador Luis Carlos Heinze.
 

O PT do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 13 pré-candidatos a governos estaduais, mas só um deles chegou ao partido nesta janela partidária: o ex-governador do Paraná Roberto Requião. Aos 81 anos, ele será o candidato de oposição ao governador Ratinho Júnior (PSD).
 

Os demais pré-candidatos a governador já eram do próprio partido, incluindo nomes novos como os dos ex-secretários estaduais Jerônimo Rodrigues, da Bahia, e Rafael Fonteles, do Piauí.
 

A governadora Fátima Bezerra disputa a reeleição no Rio Grande do Norte e o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad concorre em São Paulo.
 

Enfrentando uma crise nacionalmente com a disputa entre os presidenciáveis João Doria e Eduardo Leite, o PSDB trabalha para manter sua força nos estados e tem pré-candidatos a governador em 11.
 

A maioria deles já era do partido. Apenas César Silvestre Filho, pré-candidato no Paraná, e o senador Alessandro Vieira, que vai concorrer ao governo de Sergipe, se filiaram ao PSDB neste ano.
 

Outros nomes chegaram no ano passado, caso dos governadores Rodrigo Garcia (SP) e Ranolfo Vieira (RS), que assumiram o mandato em definitivo esta semana com as renúncias de Doria e Leite e devem concorrer à reeleição.

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ITABUNA EM FOCO

  *Prefeitura de Itabuna convoca candidatos aprovados no Processo Seletivo 02/2025 e Chamamento Emergencial 01/2026* A Prefeitura de Itabuna...