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terça-feira, 8 de março de 2022
ITABUNA EM FOCO: Secretária Andrea Castro destaca ações do CRAM no Dia Internacional da Mulher
Escritor Tasso Castro lança seu quarto livro sobre o futebol amador
Com isso, fique por dentro de nossa gloriosa história do
futebol, aliado aos grandes depoimentos, de atletas e desportistas que fizeram
a história do futebol amador de Itabuna.
Grupo Hiper Ideal vence leilão e paga R$ 9,1 milhões pelo Palácio dos Esportes
O Palácio dos Esportes, na Praça Castro Alves, foi arrematado por R$ 9,1 milhões.
OEdifício do Palácio dos Esportes, situado na Praça Castro Alves, em Salvador, foi arrematado, na manhã desta terça-feira (8), pelo valor de R$ 9,1 milhões, no Leilão Público número 002/2022. O vencedor do certame foi a empresa Praia do Castelo Empreendimentos Turísticos Ltda, ligada ao Grupo Hiper Ideal. A empresa irá instalar no imóvel um empreendimento turístico, mas o projeto será apresentado no prazo de 90 dias, como determina o Edital do certame.
O Leilão foi realizado no auditório do Espaço Crescer, no edifício da Secretaria da Administração (Saeb), Centro Administrativo da Bahia. O certame foi comandado pela leiloeira oficial Ivana Montenegro Castelo Branco Rocha, escolhida por sorteio eletrônico. Dois licitantes participaram do certame, mas apenas a empresa vencedora ofertou lance.
A alienação do Palácio do Esportes foi autorizada pela Assembleia Legislativa da Bahia, com a aprovação da Lei Autorizativa nº 14.304/2021, que condicionou a venda do imóvel à implantação de um empreendimento turístico. O Edital liberou o imóvel para abrigar projetos como hotéis, restaurantes, centro de convenções, espaços para atividades artísticas e culturais, dentre outras correlatas.
Valorização do Centro Histórico
A empresária Geisy Fiedra Rios Pinheiro de Almeida falou sobre a arrematação do Palácio dos Esportes.
“Nós estamos muito felizes, com a aquisição do imóvel, em poder contribuir para a revitalização do Centro Histórico de Salvador, uma área tão importante para a cidade. Além da valorização e do resgate do sítio histórico, o empreendimento voltado para o turismo vai ajudar no desenvolvimento socioeconômico da Bahia, gerando muitos empregos”, analisou.
A localização do imóvel favorece à utilização turística. O prédio está situado em uma região privilegiada, na Praça Castro Alves, Centro Histórico de Salvador, cercado por sítios históricos e com vista para a Baía de Todos os Santos.
O imóvel foi arrematado pelo valor de avaliação. O licitante vencedor optou pelo pagamento parcelado, dividido em quatro parcelas anuais, conforme permite as regras editalícias. A primeira parcela paga na data de realização do certame e as demais no intervalo de 12 meses, corrigidas pelo índice TR-poupança.
A alienação do prédio atingiu o objetivo de conceder melhor finalidade ao patrimônio público. Os recursos com a venda do imóvel serão incorporados ao Tesouro do Estado e utilizados para implantação de políticas públicas que atendam à população. Assim, o Governo aproveita seus ativos de forma mais eficiente.
Do - jornaldamidia.com.br
Ônibus pega fogo na rodovia Ilhéus-Itabuna
| Foto: A TArde |
O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater as chamas, mas o ônibus foi .totalmente, tragado pelo fogo. O trânsito ficou lento na na rodovia, sem gerar maiores incidentes.. A causa do incêndio, tudo indica, foi provocado por uma pane elétrica.
No interior do veiculo só contava com o motorista que eswtava de retorno para a garagem. Portanto, não houve vítimas.
CACAU MELHORA PRODUÇÃO NO PAIS
Cacau: 65 anos de pesquisa e tecnologia melhoram a produção do país
O trabalho da Comissão contribui para o Brasil produzir cacau de qualidade e se tornar autossuficiente até 2025
Do - Diarural.com.br - Há três anos, em uma área inicial de cultivo de bananas em Barreiras, na Bahia, o produtor Moisés Schmidt resolveu aumentar a capacidade produtiva do seu negócio e ingressar em um novo projeto com uma cultura incomum para o Cerrado do Oeste baiano: o cacau.
O produtor da terceira geração de uma família de agricultores já estabelecidos no Cerrado com soja, algodão e milho em áreas extensivas, resolveu, então, aplicar a tecnologia e mecanização das experiências prévias nos cacauais.
“A Ceplac forneceu as primeiras 10mil mudas de cacau adaptado para uma região mais seca. Isso era 2013, quando o cacaual ocupava uma área de três hectares com o diferencial de terem sido plantadas onde já havia coco, pois naquela época a visão era a de que o cacau precisava de sombra e hoje estamos demonstrando o contrário”, contou Moisés, ao lembrar o começo da atividade cacaueira no Oeste baiano.
Mas para que houvesse essa expansão do cacau para áreas não tradicionais, abrangendo não apenas o Cerrado, como também a Caatinga, a espécie teve que ser adaptada para um solo mais seco do que os da Mata Atlântica e Floresta Amazônica, seus biomas de origem.
E foram as pesquisas realizadas pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) que permitiram com que os cacauais se fixassem no campo a pleno sol e com bons resultados de produtividade. Além de não terem a sombra da copa das árvores, os cacaueiros recebem água e fertilizantes pela irrigação a partir de pivô central, espaldeira ou gotejamento.
Atualmente, o grupo familiar Schmidt tem um viveiro, criado a partir daquelas primeiras mudas de cacau adaptadas pela Ceplac. No primeiro ano de atividade, em 2021, foram produzidas 140 mil mudas para suprir a demanda da região e a previsão é que em 2023 esse número alcance 1 milhão de mudas.
“E não é só produtividade, o cacau do Cerrado tem alto padrão de qualidade e gera um ecossistema ambiental e socialmente responsável. Temos as áreas extensivas bem como o cacau consorciado com a fruticultura em sistema agroflorestal”, acrescentou Moisés ao destacar que o plantio em Sistema Agroflorestal (SAF) ainda permite a recuperação de áreas degradadas e produção agrícola mais sustentável em harmonia com a natureza.
O cultivo de cacau pela família Schmidt só se tornou possível por causa dos 65 anos de trabalho de excelência desenvolvido pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). Reconhecida como Instituição de Ciência e Tecnologia, a Ceplac, ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realiza pesquisas e desenvolve tecnologias para a conservação de recursos genéticos e melhoramento do cacaueiro, incluindo a prevenção fitossanitária.
“A nova revolução cacaueira passa pela modernização dos modelos de produção e mecanização dos processos. Assim, escreveremos a nova história do cacau no Brasil”, destaca o diretor Ceplac, Waldeck Araújo, em comemoração ao aniversário da instituição, celebrado no dia 20 de fevereiro.
Recuperação para a autossuficiência
Apesar da recente expansão da cacauicultura para áreas não tradicionais, ainda existe no Brasil um déficit na produção de amêndoas de cacau para suprir a capacidade das indústrias processadoras aqui instaladas. O país, que, em meados da década de 1980, era o segundo maior produtor de cacau do mundo, foi rebaixado à condição de importador, após os cacauais (predominantemente do sul da Bahia) serem afetados pelo fungo vassoura-de-bruxa no auge de sua produção.
Segundo a Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), a capacidade de moagem das indústrias na Bahia é de 275 mil toneladas de amêndoas ao ano, e no Brasil soma mais de 300 mil toneladas. Mas, a brusca queda de produção tornou as plantas industriais ociosas e a importação se tornou opção para que a cadeia não fosse ainda mais afetada.
O desafio de enfrentar a praga e retomar as posições pedidas no ranking mundial fez com que a Ceplac desenvolvesse clones (de plantas de cacau) com resistência à vassoura-de-bruxa e alto potencial de produtividade.
São 4.767 acessos clonais e seminais na coleção de germoplasma de cacau, criada pela Comissão e considerada uma das maiores do mundo. Isso tudo para assegurar a conservação das bases genéticas que permitiram criar um programa de melhoramento genético para o cacau.
Além do controle genético, a vassoura-de-bruxa encontrou seu inimigo natural em outro fungo, o Trichoderma stromaticum, que está presente no primeiro bioinsumo desenvolvido para o controle da praga. O bioinsumo foi disponibilizado aos agricultores pela Ceplac e Mapa, agora, recebe a autorização para produção pela indústria e comercialização.
“Temos um agente antagônico disponibilizado aos produtores que representa 97% de eficiência no controle da vassoura-de-bruxa”, explica Waldeck Araújo.
As tecnologias de melhoramento do cacaueiro, de prevenção fitossanitária, juntamente com a expansão de novas áreas plantadas corroboram para a retomada da autossuficiência nacional.
A meta estabelecida pela Ceplac é atingir a autossuficiência do país na produção de cacau até 2025 com 300 mil toneladas por ano, e alcançar 400 mil toneladas até 2030, o que permitirá ampliar as exportações de cacau, derivados e chocolate, com potencial de elevar o Brasil para a terceira posição entre os maiores produtores de cacau no mundo.
Valorização do cacau fino
Mas não se trata apenas de incrementar a produção. Há também meta para se aumentar a qualidade das amêndoas de cacau fino ou especial de 3% para 10% do total de amêndoas produzidas. E os resultados já começaram.
Nas Olimpíadas do Japão, realizadas no ano passado, uma empresa japonesa que utiliza amêndoas importadas do município paraense de Tomé-Açu para a produção de seus chocolates criou uma edição comemorativa para os Jogos.
O chocolate comemorativo das Olimpíadas é do tipo Bean To Bar (da amêndoa a barra), fabricado de forma artesanal a partir de amêndoas de cacau da melhor qualidade. A produção é mais natural e aproveita melhor as propriedades desse insumo.
Isso os diferencia dos chocolates industrializados, que são produzidos, na maioria das vezes, a partir da massa de cacau.
É do estado do Pará também a amêndoa de cacau utilizada na receita da chocolateira vencedora do prêmio CNA Brasil Artesanal, além do cacau premiado na categoria prata da maior premiação de chocolate do mundo, Cocoa of Excellence Awards (Salão do Chocolate de Paris), de 2021.
O estado é, atualmente, o maior produtor de cacau do país e junto com a Bahia responde por cerca de 95% da produção nacional. Destacam-se também os estados do Espírito Santo e Rondônia, 3º e 4º maiores produtores nacionais.
E não é só em produção do cacau que o Brasil se destaca mundialmente. Os brasileiros representam o quinto maior mercado consumidor de chocolate do mundo. “Assim, o Brasil é um dos poucos países do mundo que possui em seu território nacional todos os elos da cadeia de suprimento do cacau. Produzimos o cacau, processamos a amêndoa, produzimos chocolate e temos um parque consumidor importante, o que permite o aumento do consumo e, consequentemente, aumento da produção nacional de cacau”, avalia Waldeck Araújo com entusiasmo.
Fonte: Gov.BR.
ITABUNA EM FOCO: Secretaria Municipal de Saúde divulga calendário de vacinação contra o Covid-19
Secretaria Municipal de Saúde divulga calendário de vacinação contra o Covid-19
segunda-feira, 7 de março de 2022
Bahia combustíveis mais caros
Bahia mantém congelamento do ICMS sobre combustíveis
Do - Diário Bahia - Congelamento foi prorrogado por novo decreto estadual até o final deste mês Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA) esclarece que o congelamento dos preços de referência para cálculo do ICMS sobre combustíveis permanece em vigor, e que já respondeu à consulta sobre o tema formalizada pela Acelen.
A atual operadora da Refinaria Mataripe solicitou esclarecimentos em 27 de janeiro, perto do final do prazo de vigência da primeira fase do congelamento, e a resposta da Sefaz-BA foi encaminhada em 7 de fevereiro, esclarecendo que a empresa deveria parametrizar o seu sistema de acordo com a legislação, fixando os preços de referência registrados em 1º de novembro.
O congelamento, que deveria valer por três meses, foi prorrogado por novo decreto estadual, estendendo-se até final de março. A Acelen, no entanto, acaba de encaminhar à Sefaz-BA nova consulta sobre a questão.
A Secretaria da Fazenda reitera o posicionamento da Bahia, em linha com o que vem sendo apontado pelo Comsefaz – Comitê Nacional de Secretários da Fazenda, Finanças, Receitas ou Tributação dos Estados e Distrito Federal, de que as frequentes altas registradas nas bombas decorrem da política de preços da Petrobras, que gera a maior parte da sua produção em território brasileiro, com custos em reais, mas insiste em dolarizar os valores praticados para o mercado interno, o que tem resultado em frequentes reajustes dos combustíveis e em forte pressão inflacionária, situação que tende a ser agravada com a guerra na Ucrânia.
Vídeo do ExpressaounicaAs alíquotas do ICMS para combustíveis permanecem as mesmas há vários anos, e o congelamento dos preços de referência para cálculo do imposto foi adotado pelos estados na expectativa de que o Governo Federal e a Petrobras promovessem a revisão da política de preços da empresa
Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau
Cleide Oliveira na Secretaria de Governo
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