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A restrição de locomoção noturna vale das 20h às 5h (Foto: Alberto Maraux/SSP)
Do - jornaldamidia.com.br - O Governo do Estado decidiu prorrogar a restrição da locomoção noturna de pessoas das 21h às 5h, em toda a Bahia, até 8 de junho. Nos municípios localizados nas regiões da Chapada Diamantina, Oeste, Irecê, Jacobina, Sudoeste e Extremo-Sul, o toque de recolher vale das 20h às 5h. A prorrogação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (1º).
Os estabelecimentos comerciais que funcionem como restaurantes, bares e congêneres, localizados nessas seis regiões, deverão encerrar o atendimento presencial às 19h, permitidos os serviços de entrega em domicílio (delivery) de alimentação até as 24h.
Nos municípios integrantes das regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos, a restrição na locomoção noturna será válida das 22h às 5h.
Fica vedada, em todo o território baiano, a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery), no período das 18h de 4 de junho até as 5h de 7 de junho.
A comercialização de bebida alcoólica no fim de semana será liberada somente em municípios integrantes de regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos.
Região Metropolitana de Salvador
Em Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Salvador, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho e Vera Cruz, a restrição de locomoção noturna ocorrerá das 20h às 5h, entre os dias 3 e 7 de junho. No dias 1º e 2, o toque de recolher será das 22h às 5h.
Ainda nesses municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS), a venda de bebida alcoólica fica proibida em quaisquer estabelecimentos, inclusive por delivery, das 20h de 4 de junho até as 5h de 7 de junho.
A circulação dos ferry boats será suspensa das 22h30 às 5h, no período de 1º de junho a 8 de junho, ficando vedado o funcionamento nos dias 5 e 6 de junho. As lanchinhas não devem circular das 22h30 às 5h, até 8 de junho, limitada a ocupação ao máximo de 50% da capacidade da embarcação nos dias 5 e 6 de junho.
De 4 de junho a 6 de junho, a circulação dos meios de transporte metropolitanos será suspensa das 20h30 às 5h. Também de 4 de junho a 6 de junho, os ferry boats e as lanchinhas não devem circular das 20h30 às 5h.
Aulas
As unidades de ensino públicas e particulares podem manter as atividades de forma semipresencial. Para que isso ocorra, é necessário que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid esteja abaixo de 75%, por cinco dias consecutivos, nas regiões de saúde.
Além disso, as atividades letivas devem ficar condicionadas à ocupação máxima de 50% da capacidade de cada sala de aula e ao atendimento dos protocolos sanitários estabelecidos.
Eventos e shows
Os eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas continuam proibidos até 8 de junho, em todo o território baiano, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados. Segue suspensa ainda, até 8 de junho, a realização de shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes, além de atividades esportivas amadoras em todos os municípios baianos.
Os eventos exclusivamente científicos e profissionais podem ocorrer com público limitado a 50 pessoas. Já os atos religiosos litúrgicos ficam permitidos mediante a ocupação máxima de 25% da capacidade do local. O funcionamento das academias também permanece autorizado mediante a ocupação máxima de 50%.
"Copa América. Fui instado ontem pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), conversei com todos os ministros interessados e, da nossa parte, positivo. No que depender de mim, de todos os ministros, inclusive o da Saúde (Marcelo Queiroga), está acertado. Haverá", afirmou Bolsonaro, em conversa com apoiadores nesta manhã.
De acordo com o presidente, se o Brasil tem recebido partidas de outras competições organizadas pela Conmebol, como a Libertadores, a Sul-Americana e as Eliminatórias para a Copa do Mundo, pode muito bem ser o anfitrião da Copa América, desde que adote os mesmos protocolos sanitários dos outros torneios.
"Não está havendo jogos da Libertadores? Não está havendo da Sul-Americana? Também não começa, na sexta-feira (4), a Eliminatória da Copa do Mundo? Ninguém fala nada, não tem problema nenhum. Por que quando se fala em Copa América querem questionar que causa aglomeração, ajuda a espalhar o vírus etc?", questionou o presidente.
Ele ainda comentou que o custo para o país pela disputa da Copa América no Brasil será "quase zero". "Os estádios já estão aí. O Brasil foi sondado pela CBF e eu dei sinal verde, no que depender do governo federal. É como se fosse uma Libertadores. Não estamos tendo jogos da Libertadores agora? O Flamengo jogou, o Palmeiras. Esses times todos que foram classificados estão jogando. Não justifica isso daí", salientou.
Bolsonaro reclamou das críticas de parte da imprensa à realização do torneio no Brasil. "O que está havendo aqui? É um movimento da Globo contrário porque o direito de transmissão é do SBT. É a pressão dessa imprensa chamada Globo aí, nada mais além disso. Alguém aqui é contra (a Copa América)? Então, vou acabar com a Libertadores", ponderou.
a copa america dai a globo fazendo os seus artistas fazendo camapnmaha enorme contra a copa america dizendo q vai estimular vai espoalhar o virus ta havendo a liebrta e ninguem fala nada, ta havendo o campeonaot brasileiro 1a e 2a divisao, sao 40 clubes, sem problema nenhum, nao se trata a coisa com responsabilidade
O presidente também mencionou a sua viagem ao Equador, na semana passada, para a posse do presidente Guillermo Lasso e os protocolos necessários para ingressar no país, com a realização de testes de detecção da covid-19, para defender a realizaçãoda Copa A
"Toda equipe teve que fazer exame. Eu fiz no dia anterior, o de enfiar palito no nariz, e fomos para o Equador e voltamos sem problema nenhum. Futebol é a mesma coisa? Não tem que inventar nada agora no tocante à sul-americana. Haverá sul-americana (o presidente quis se referir à Copa América) no que depender do governo federal."
Levantamento do IBGE anima agentes econômicos, que preveem crescimento expressivo em 2021
Do - Diário do Poder - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (1º) que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no primeiro trimestre de 2021 (comparado ao quarto trimestre de 2020), na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB apresentou crescimento de 1,0%.
O PIB do primeiro trimestre dá sentido à projeção do governo e do próprio mercado, que preveem crescimento de 4,5% ou mesmo de 5%, como no caso dos economistas do banco Itaú Unibanco.
No acumulado nos quatro trimestres, terminados em março de 2021, o PIB reduziu a queda anual para 3,8%, comparado aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Em 2020, o PIB caiu 4,1%.
Em valores correntes, o PIB no primeiro trimestre de 2021 totalizou R$ 2,048 trilhões, sendo R$ 1,753 trilhão referente ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 294,7 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais
PIB tem alta de 1,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior
O PIB cresceu 1,2% na comparação do primeiro trimestre de 2021 contra o quarto trimestre de 2020, na série com ajuste sazonal. Houve taxas positivas na Agropecuária (5,7%), Indústria (0,7%) e Serviços (0,4%).
Entre as atividades industriais, o avanço foi puxado pelas Indústrias Extrativas (3,2%). Também registraram taxas positivas a Construção (2,1%) e a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (0,9%). O único desempenho negativo se deu nas Indústrias de Transformação (-0,5%).
Nos Serviços, houve resultados positivos em Transporte, armazenagem e correio (3,6%), Intermediação financeira e seguros (1,7%), Informação e comunicação (1,4%), Comércio (1,2%), Atividades imobiliárias (1,0%) e Outros serviços (0,1%). A única variação negativa veio da Administração, saúde e educação pública (-0,6%).
Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (4,6%) cresceu, enquanto a Despesa de Consumo das Famílias (-0,1%) e a Despesa de Consumo do Governo (-0,8%) tiveram variações negativas em relação ao trimestre imediatamente anterior.
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços tiveram crescimento de 3,7%, enquanto as Importações de Bens e Serviços cresceram 11,6% em relação ao quarto trimestre de 2020.
Lavoura de soja em Minas Gerais. Foto: Divulgação IMA
PIB cresce 1,0% frente ao 1º trimestre de 2020
Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB teve crescimento de 1,0% no primeiro trimestre de 2021. O Valor Adicionado a preços básicos teve variação positiva de 0,8% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios avançaram em 1,9%.
A Agropecuária cresceu 5,2% em relação a igual período de 2020. Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho positivo de alguns produtos da lavoura com safra relevante no primeiro trimestre, como soja, fumo e arroz, e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida vis-à-vis a área plantada. Outras culturas que também possuem safra relevante no trimestre, como o milho e mandioca, apontaram decréscimo na produção anual. A Pecuária e a Pesca apontaram fraco desempenho no primeiro trimestre do ano, enquanto as estimativas para Produção Florestal foram positivas.
A Indústria cresceu 3,0%. Nesse contexto, a atividade de Indústria de Transformação (5,6%) registrou a maior alta, influenciada, principalmente, pela fabricação de máquinas e equipamentos; produtos de metal; produtos de minerais não-metálicos; e metalurgia.
A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (2,1%) também cresceu no período, sendo favorecida pela retomada da atividade econômica, apesar de apresentar bandeiras tarifárias mais desfavoráveis em fevereiro e março, em relação ao mesmo período de 2020.
Houve recuo nas Indústrias Extrativas (-1,3%), afetadas pela queda da extração de petróleo e gás, mesmo com o crescimento na extração de minérios ferrosos. A Construção (-0,9%) também teve queda, embora menor do que nos trimestres anteriores. A ocupação na atividade caiu em relação a 2020, mas houve crescimento na produção dos seus insumos típicos.
Os Serviços tiveram queda de 0,8% frente ao mesmo período de 2020. As atividades em queda foram: Outras atividades de serviços (-7,3%), influenciada pelo declínio de serviços presenciais, e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-4,4%). As altas foram em Informação e comunicação (5,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (5,1%), AtividadesImobiliárias (3,9%), Comércio (3,5%) e Transporte, armazenagem e correio (1,3%).
A Formação Bruta de Capital Fixo avançou 17,0% no primeiro trimestre de 2021, a maior taxa desde o segundo trimestre de 2010. Este crescimento é justificado pelo aumento da produção interna de máquinas e equipamentos, pelos impactos do Repetro e pelo crescimento do desenvolvimento de softwares.
A Despesa de Consumo das Famílias caiu 1,7%. Esse resultado ainda pode ser explicado pelo aumento da inflação e reflexos da pandemia que afetaram negativamente o mercado de trabalho, reduzindo o número de ocupações e a massa salarial real. A Despesa de Consumo do Governo também apresentou queda (-4,9%) em relação ao primeiro trimestre de 2020.
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços apresentaram alta de 0,8%, ao passo que as Importações de Bens e Serviços avançaram 7,7% no primeiro trimestre de 2021. Entre as exportações de bens, aqueles setores que mais contribuíram para o resultado positivo foram: extração de minerais metálicos; produtos alimentícios; veículos automotores; e produtos de fumo. Por outro lado, as exportações de derivados de petróleo e de produtos da agropecuária recuaram. Na pauta de importações de bens, a alta se deu principalmente por produtos químicos; máquinas e aparelhos elétricos; produtos farmoquímicos; e produtos de metal.
Obra de saneamento em Alagoas. Foto: Agência Alagoas
PIB recua 3,8% no acumulado em quatro trimestres
O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em março de 2021 recuou 3,8% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou do recuo de 3,7% do Valor Adicionado a preços básicos e de 4,4% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado nesta comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (2,3%), Indústria (-2,7%) e Serviços (-4,5%).
As atividades industriais com variações negativas foram: Construção (-6,9%), Indústria da Transformação (-2,7%) e Indústrias Extrativas (-0,3%). O único resultado positivo foi em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (0,5%).
Nos Serviços, houve quedas em: Outras atividades de serviços (-13,0%), Transporte, armazenagem e correio (-8,6%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-5,5%) e Comércio (-2,4%). Os resultados positivos foram obtidos por Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (5,0%), Atividades imobiliárias (3,0%) e Informação e comunicação (0,8%).
Na análise da demanda, a Despesa de Consumo das Famílias e a Despesa de Consumo do Governo caíram, ambas, 5,7%. Já a Formação Bruta de Capital Fixo apresentou alta de 2,0% No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços recuaram 1,0%, enquanto as Importações de Bens e Serviços apresentaram queda de 9,2%.
Taxa de Investimento foi de 19,4% no 1º trimestre
A taxa de investimento no primeiro trimestre de 2021 foi de 19,4% do PIB, acima do observado no mesmo período do ano anterior (15,9%). A taxa de poupança foi de 20,6% no primeiro trimestre de 2021 (ante 13,4% no mesmo período de 2020).
A Necessidade de Financiamento alcançou R$ 60,1 bilhões, ante R$ 80,3 bilhões no mesmo período de 2020. A queda da Necessidade de Financiamento é explicada, principalmente, pela redução de R$ 22,7 bilhões em Renda Líquida de Propriedade enviada ao Resto do Mundo, especialmente lucros e dividendos, e pela redução de R$ 6,0 bilhões no saldo externo de bens e serviços. (Com informações da Agência IBGE)
Por natureza, a humanidade tem a necessidade de fugir de sua realidade. Vide o sucesso do cinema, videogames ou redes sociais.
Seja qual for o ímpeto que nos faz fechar os olhos para o mundo real, a imprensa segue vigilante, mesmo quando atacada por aqueles que juraram defender o cumprimento da liberdade.
O dever de ser um vigilante dessa liberdade, impõe aos jornalistas a missão de revelar a verdade. Infelizmente, muitos pensam que a imprensa tem apenas o papel de informar, mas o que está nos bastidores da diagramação de uma notícia tem muito mais a ver com direito e liberdade, do que informar um fato.
O direito de informar e ser informado. Direito esse que na filosofia, Immanuel Kant afirma que ‘devemos fazer uso do nosso próprio entendimento, pensar sobre o mundo, sobre as instituições e também tornar isso público’.
Entretanto, a necessidade de manter-se informado nos dias atuais, também nos leva ao mergulho num oceano de informações, que diante do avanço nos meios telemáticos, torna-se um sistema de comunicação, onde os cidadãos estão expostos para versões alternativas da realidade, complicando o debate público.
No campo político, com o aumento das fakes news e editoriais sensacionalistas, a competição pela atenção das pessoas, e a ascensão de notícias partidárias, o conflito sobre os diversos temas tornam a disputa ainda mais acirrada, colocando uma luz diferente nas decisões políticas que têm impacto na vida cotidiana.
É imprescindível a defesa da imprensa, pela liberdade. Essa imprensa que segue transmitindo informações ao público, que muitas vezes, contrariam interesses dos poderosos.
## - Andreyver Lima é jornalista e tem certificação do curso Política Cidadã: opinião pública, eleições, grupos de interesse e a mídia, Harvard.