JOVEM EMPRESÁRIO DO GRUPO BURITI ASSUMIRÁ A CENTENÁRIA ACI
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| Mauro, futuro presidente |
Nem
sempre o perfil de uma instituição conceituada, respeitada e centenária, coincide-se
com a figura “da qualidade” de alguns de seus dirigentes, com esse pensamento é
que vimos homenagear, a Associação Comercial e Empresarial de Itabuna-ACI, que nesta
sexta-feira, 14 de maio está completando, extraoficial, os seus 113 anos, de grandes
serviços a Itabuna e toda a região do cacau do sul da Bahia.
Extraoficial,
porque foi nesta data em 1908, que saiu a primeira feitura da Ata de Fundação,
através de um grupo de comerciantes, peitando o governo por altos impostos na época e
articular a emancipação desta cidade. A ata, foi encabeçada com a assinatura
daquele que viria a ser o primeiro prefeito de Itabuna, Olinto Leoni, Galeno
Amado, Miguel Calmom, Fontes Lima e outros.
A ACI que
completa 113 anos de fundação, oficialmente no dia 14 de junho de 2020, no momento
tem como presidente, o empresário Sérgio Velanes, do setor farmacêutico e, que,
na oportunidade, apesar dos percalços, destaca as conquistas alcançadas nos
últimos anos e pontuando a importância do associativismo para o desenvolvimento
da classe empresarial, levando-se em conta o momento, que atravessamos da
pandemia do novo Coronavírus.
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Sérgio deixa a entidade, após dois mandatos |
Fazendo parte das comemorações de
mais um ano de existência da entidade, em substituição ao empresário Sérgio Velanes,
que fez uma excelente gestão, ao contrário do Presidente anterior, a escolhe os
novos dirigentes, segunda-feira, 17, para o biênio 2021-2023, em chapa única,
quando encabeça a chapa o jovem empresário Mauro Ribeiro, do grupo Buriti.
A chapa está assim constituída: Presidente do Conselho
Diretor: Mauro Ribeiro; Vice-presidentes do Conselho Diretor: Silvio Roberto
Oliveira, Franklin Bastos, Rafle Salume, Eduardo Carqueja Júnior e Rafael
Monteiro.
Nesta instituição, com muito
orgulho prestamos serviços por 21 anos, a convite do grande e saudoso Milton Veloso,
mas por ter encontrado “uma pedra no caminho”, à revelia, deixamos a entidade. E como citamos no início desta matéria, nem
sempre o dirigente tem a mesma responsabilidade da entidade conceituada,
respeitada e centenária.