segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Bahia solicita ao MEC adiamento das provas do ENEM

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) encaminhou ofício ao Ministério da Educação (MEC) solicitando o adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) para o mês de maio de 2021. As provas, na versão impressa, estão marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro de 2021 e, na versão digital, para 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Esta é a segunda vez que a SEC envia ofício ao MEC e também ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), órgão responsável pela execução do ENEM, requerendo a prorrogação da aplicação do exame.

 No ofício atual, o secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, aponta o aumento expressivo das taxas de contaminação pelo novo Coronavírus, que teve crescimento recente acentuado em todo território brasileiro. “Entendemos que não é razoável expor milhões de estudantes ao risco de aglomeração e contaminação quando o adiamento das provas – não falamos em cancelamento – terá impactos financeiros e logísticos administráveis e plenamente justificáveis face ao valor incalculável de tantas vidas”, afirmou o secretário.

 

Jerônimo lembrou também que o quadro de desigualdade econômica, ainda mais evidenciado pelo contexto de suspensão das aulas, coloca em situação de desvantagem os estudantes com menor acesso aos bens de consumo e de cultura e que precisam de mais tempo para a preparação. “Reiteramos todos os argumentos que apresentamos anteriormente ao INEP e ao MEC, notadamente, o incentivo que o ENEM representa para os estudantes concluintes da escola pública que sonham ingressar no Ensino Superior. Esta geração já vem sofrendo as consequências, no curto prazo, dessa tragédia mundial e não podemos, como gestores de políticas educacionais, comprometer também suas perspectivas de médio e longo prazos”, acrescentou.  Só na rede estadual de ensino,  neste ano, 67 mil estudantes se inscreveram para fazer o ENEM.


Da  Ascom- Secretaria da Educação do Estado 
Foto: Ilustrativa

STF garante aglomeração nas festas de réveillon de favelas do Rio

 A proibição de tradicionais festas durante a pandemia somou-se à garantia do STF de que a polícia não pode realizar operações policiais nos morros

O cancelamento das festas mais tradicionais de réveillon em decorrência da pandemia do coronavírus foi acertada e indiscutível, mas fez crescer o faturamento das festas em favelas cariocas, como no morro do Vidigal. Com a garantia do Supremo Tribunal Federal de que a polícia não pode realizar operações nos locais e sem a concorrência da mundialmente famosa virada de Copacabana, os ingressos estão à venda livremente e com outdoors espalhados pela cidade para chamar população e turistas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os cartazes espalhados pela cidade falam de um festão com a “vista mais bonita e apaixonante” e “all inclusive”. A covid deve estar no pacote.

Em junho, o ministro Edson Fachin (STF), atendeu pedido do PSB e vetou operações policiais nas favelas do RJ enquanto durar a pandemia.

O procurador Marcelo Rocha Monteiro criticou a decisão e lembra que a polícia foi proibida de fazer perícia do caso do menino Kauã.

domingo, 27 de dezembro de 2020

Vacina será ofertada a todos, de forma gratuita e não obrigatória, diz Bolsonaro

 Presidente prometeu dar início à imunização assim que a Anvisa proceda análise completa e acolha pedido de uso emergencial



Do - Diário do Poder - O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (27) por meio de redes sociais que existem quatro laboratórios desenvolvendo estudos clínicos de vacinas no Brasil. O post, no entanto, ressalta que nenhum deles apresentou o pedido de uso emergencial ou de registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Temos pressa em obter uma vacina, segura, eficaz e com qualidade, fabricada por laboratórios devidamente certificados. Mas a questão da responsabilidade por reações adversas de suas vacinas é um tema de grande impacto, e que precisa ser muito bem esclarecido”, afirma o presidente.

Bolsonaro afirmou ainda que, caso exercesse pressões pela vacina, seria acusado de interferência e irresponsabilidade.

“Tão logo um laboratório apresente seu pedido de uso emergencial, ou registro junto à Anvisa, e esta proceda a sua análise completa e o acolha, a vacina será ofertada a todos e de forma gratuita e não obrigatória”.

Vacinação

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que todos os estados receberão a vacina simultaneamente. “Independentemente da quantidade da vacina, ela será distribuída igualitariamente dentro da proporcionalidade dos estados”. A entrevista com Pazuello vai ao ar neste domingo (27), às 19h30.

A previsão do Ministério da Saúde é que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro. “O cronograma de distribuição e imunização é um anexo do nosso plano de imunização”, disse Pazuello, ao acrescentar que o cronograma pode sofrer mudanças. “Você faz a previsão quando contrata, mas às vezes adianta, às vezes atrasa, e a gente vai atualizando esse cronograma.”

A expectativa de Pazuello é que alguns grupos prioritários comecem a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 no final de janeiro. A vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro.

Segundo o ministro, a vacinação da população em geral deve começar cerca de quatro meses após o término da imunização dos grupos prioritários. (ABr)

Ministro Pazuello confirma para janeiro vacinação dos grupos prioritários

 

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante entrevista ao programa Brasil em Pauta. (Foto: Marcello Casais/Agência Brasil)
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse em entrevista à TV Brasil que a expectativa é que alguns grupos prioritários comecem a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 no final de janeiro e a vacinação em massa deve começar em fevereiro.

A previsão do Ministério da Saúde é que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro. “O cronograma de distribuição e imunização é um anexo do nosso plano de imunização”, disse Pazuello, ao acrescentar que o cronograma pode sofrer mudanças. “Você faz a previsão quando contrata, mas às vezes adianta, às vezes atrasa, e a gente vai atualizando esse cronograma.”

Pazuello também explicou que todos os estados receberão a vacina simultaneamente. “Independentemente da quantidade da vacina, ela será distribuída igualitariamente dentro da proporcionalidade dos estados”. A entrevista com Pazuello vai ao ar neste domingo (27), às 19h30.

Segundo o ministro, a vacinação da população em geral deve começar cerca de quatro meses após o término da imunização dos grupos prioritários.

“São quatro grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Pazzuelo. Segundo o ministro, esses 30 dias seriam suficientes para aplicar as duas doses da vacina.

Segundo o Plano Nacional de Imunização, nas primeiras fases serão vacinados grupos específicos, como trabalhadores da saúde, idosos, pessoas com comorbidades, profissionais de segurança, indígenas e quilombolas.

“Nós temos contratos firmados com quatro a cinco laboratórios, e eles vão nos dando toda essa cronologia, atualizando nosso cronograma, mas o principal número, a principal data é que até o final de janeiro nós teremos vacinas iniciais, algumas em caráter emergencial, e a vacinação em massa, já com registro, a partir de fevereiro”, disse o ministro.

Pazuello explicou que o ministério provavelmente vai receber mais de um tipo de imunizante, mas as pessoas receberão as duas doses da vacina de um mesmo laboratório, até porque são de tecnologias diferentes. “Nós vamos monitorar todas essas aplicações para que a segunda dose seja dada efetivamente de um mesmo laboratório que aquela pessoa tomou. Isso é um grande processo de controle e monitoramento.”

O ministro garantiu que a vacina será voluntária e disponibilizada, de forma gratuita, nas salas de vacinação em cada município. “Nós vacinaremos todos os brasileiros de forma igualitária, de forma proporcional ao número de pessoas por estado e de graça. Confiem nisso, confiem na estrutura do SUS [Sistema Único de Saúde], confiem de que aqui existem pessoas que estão realmente trabalhando diuturnamente para que a gente tenha a vacina distribuída o mais rápido possível e a todos os brasileiros.” (ABr)

Do - jornaldamidia.com.br

União Europeia inicia oficialmente vacinação contra covid neste domingo

 Primeiros relatos são de aplicações das vacinas da Pfizer/BioNTech sem nenhuma intercorrência



Do - Diário do Poder - Os 27 países que compõem a União Europeia iniciaram oficialmente a vacinação contra a covid-19 neste domingo. Os primeiros a serem imunizados serão os idosos e os profissionais de saúde, que têm mais exposição ao vírus.

Segundo informações oficiais, o bloco fez diversos acordos, garantiu pouco mais de 2 bilhões de doses para disponibilizar aos 450 milhões de habitantes do continente e espera vacinar todos os adultos até o final do ano que vem.

Os primeiros relatos são de aplicação das vacinas da Pfizer/BioNTech sem nenhuma intercorrência, inclusive em pessoas com idade bastante avançada, próxima aos 100 anos.

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A malandragem também se instalou em diversos países com autoridades furando a fila a pretexto de “dar o exemplo”, tal como ocorreu nos EUA e tentam fazer aqui no Brasil.

Na Grécia, o primeiro-ministro, Kyriakos Mitsotakis, de 52 anos, e sua esposa, passaram na frente dos idosos e profissionais de saúde.

Até ontem, 17 países já haviam iniciado as imunizações: Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Suíça, Israel, Arábia Saudita, China, Sérvia, Rússia, México, Chile, Costa Rica, Bahrain, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Qatar e Hungria.

No Brasil, apesar de a Anvisa afirmar ainda não ter recebido nenhum pedido de autorização para uso emergencial, os registros seguem o trâmite normal. O governo federal já garantiu cerca de 260 milhões de doses de diferentes fabricantes e o Ministério da Saúde prevê que a vacinação de grupos prioritários possa ter início em janeiro.

sábado, 26 de dezembro de 2020

Herzem Gusmão é transferido para São Paulo para tratamento de Covid-19

 Conquista: Herzem Gusmão é transferido para São Paulo para tratamento de Covid-19

Do - Bahia Notícias - por Lula Bonfim / Francis Juliano

Conquista: Herzem Gusmão é transferido para São Paulo para tratamento de Covid-19
Foto: Reprodução / Blog do Anderson

O prefeito de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Herzem Gusmão, foi transferido no final da tarde deste sábado (26) para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Acometido pela Covid-19, Herzem Gusmão vai dar continuidade ao tratamento em um dos hospitais de referência da capital paulista.

 

Segundo nota da assessoria da prefeitura, o quadro de saúde dele é “estável com boa performance hemodinâmica, recuperando a função pulmonar após pneumonia secundária, em ventilação espontânea com necessidade de oxigênio suplementar”, diz trecho da nota.

 

Gusmão foi diagnosticado com Covid-19 no dia 7 de dezembro e passou a ficar hospitalizado 11 dias depois.

Brasil já tem contratadas quase 260 milhões de vacinas contra covid-19

 Dezenas de milhões de doses devem ser entregues ainda no primeiro trimestre

Do - Diário do Poder - O governo federal estima que a população brasileira terá acesso a cerca de 258,4 milhões de doses de diversas vacinas contra a Covid-19 já nos próximos meses. A avaliação foi feita pelo secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, durante uma audiência pública na Comissão Externa da Câmara dos Deputados que acompanha as ações de enfrentamento à pandemia do coronavírus.

Medeiros disse que há a expectativa de entrega de 42 milhões de doses do consórcio Covax Facility; 100,4 milhões da vacina de Oxford; e 70 milhões da vacina da Pfizer. Já em relação à vacina da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa SinoVac, estima-se a oferta de 46 milhões de doses – 9 milhões seriam entregues em janeiro, 15 milhões em fevereiro e 22 milhões em março do próximo ano.

Recentemente, o Ministério da Saúde publicou o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. De acordo com o documento, trabalhadores de saúde, idosos acima de 70 anos, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência, indígenas e comunidades tradicionais ribeirinhas serão os primeiros a serem imunizados. Durante a reunião, os parlamentares cobraram a entrada de pessoas com deficiência e obesos mórbidos.

Segundo Arnaldo Medeiros, a definição dos grupos prioritários foi feita com base na situação epidemiológica e nos índices de óbitos e agravamento da doença. “Obviamente, a situação epidemiológica é um fator determinante quando a gente pensa nos grupos de maior risco de agravamento pelo coronavírus e de óbito, por conta da situação delicada na saúde dessas pessoas”, explica.

Fiocruz

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima, afirmou na reunião que a entidade deve entregar, no começo de fevereiro, 1 milhão de doses do imunizante fabricado em conjunto com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, e a empresa farmacêutica AstraZeneca.

“A grande angústia da sociedade é com o início da vacinação.  Quero informar a todas que a Fiocruz estará recebendo ingredientes farmacêuticos para a produção no mês de janeiro.”

A presidente da Fiocruz estima que serão entregues ao Plano Nacional de Imunizações (PNI) 1 milhão de doses da vacina na semana que vai de 8 a 12 de fevereiro e mais 1 milhão na semana subsequente. Na terceira semana de produção, o instituto tem como meta produzir diariamente 700 mil doses da vacina. (Brasil 61)


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