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quinta-feira, 15 de outubro de 2020
C O M U NI C A D O
domingo, 11 de outubro de 2020
VIVA NOSSA SENHORA APARECIDA
Que ELA nos livre de todo mal de toda pandemia e abençoe as nossas crianças
BREVE HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA
No dia 12 de outubro de 2019 a Igreja Católica celebra a festa de Nossa Senhora da Conceição de Aparecida. Acredito que relativamente poucos brasileiros conhecem bem a história de Aparecida. Em 1717, três pescadores, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedrosa, moradores nas margens do rio Paraíba do Município de Guaratinguetá, desanimados por não terem apanhado peixe algum, depois de várias horas de trabalho, já estavam rumando de volta para casa, quando lançando mais uma vez a rede, retiraram das águas o corpo de uma imagem sem cabeça e, num segundo arremesso, encontraram também a cabeça da imagem de terra cozida. Impressionados pelo evento, experimentaram mais uma lance da rede, e naquele momento foi tão abundante a pescaria que encheram as três canoas. Limparam a imagem com muito cuidado e verificaram que se tratava duma imagem de Nossa Senhora da Conceição, de cor escura. Colocaram a na capela de sua pobre vila e diante dela começaram a fazer suas orações diárias. Não tardou a Virgem a mostrar por novos sinais que tinha escolhido esta imagem para distribuir favores especiais aos seus devotos. A devoção e a afluência do povo cresciam todos os dias e por isso impunha-se a construção duma capela em lugar apropriado a fim de facilitar a devoção dos fiéis. Estava aí o morro dos coqueiros, o mais vistoso de todos os altos que margeiam o Rio Paraíba. Em cima deste morro foi construída a primeira capela em 1745 e foi celebrada a primeira missa. A imagem de Nossa Senhora da Conceição, já então chamada pelo carinhoso nome de Aparecida, estava em seu lugar definitivo, dando origem à cidade do mesmo nome.
As etapas ascensionais que incrementaram a devoção a Nossa Senhora Aparecida são as seguintes: A primeira capela, várias vezes reformada e aumentada, era pequena demais e foi substituída em 1888 por outra muito maior e mais artística. Feita a construção material, o bispo diocesano quis prover o santuário com adequado serviço religioso. Para isso, em 1893 convidou os Padres Redentoristas, que desde o ano 1894 exercem com admirável zelo a direção e assistência espiritual do santuário.
No dia 8 de setembro de 1904, por especial privilégio concedido pelo Santo Padre o papa, procedeu-se à solene coroação da imagem de N. S. de Aparecida, na presença de grande número de bispos. Em 1908 o papa elevou o santuário à dignidade de basílica. Em 1930 o papa Pio XI, acolhendo favoravelmente o pedido dos bispos do Brasil, proclamou solenemente Nossa Senhora de Aparecida padroeira principal de todo o Brasil.
Em 1967, completando-se 250 anos de devoção, o papa Paulo VI ofereceu à Basílica de Aparecida a Rosa de Ouro, querendo com tal gesto reconhecer a importância da basílica e estimular o culto mariano. (Dados do livro: S. Conti, O Santo do Dia, Vozes, 4ª.ed. 1990, páginas 451-454)
As romarias continuaram crescendo, somando vários milhões de romeiros todos os anos. Na década de quarenta os padres notaram que a Basílica se tornara demasiadamente pequeno. Em 1950 foi resolvido construir um templo mariano novo e bem maior.
A construção com suas dependências duraram mais de vinte e cinco anos e, finalmente, foi solenemente consagrado na histórica visita do papa João Paulo II ao Brasil, no dia 4 de julho de 1980. Neste mesmo ano, o então Presidente da República do Brasil, O General João Batista de Figueiredo, promulgou a Lei No. 6.802, de 30 de junho de 1980, declarando o dia 12 de outubro como feriado nacional para o culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida. Em 2007 o Papa Emérito, Bento XVI visitou a Basílica para abrir a V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.
Ele ficou encantado com a beleza da basílica, mas muito mais encantado com a devoção dos romeiros, todos devotos de N. S. de Aparecida. No ano de 2018, quase quinze milhões de romeiros visitaram a Brasílica de Aparecida.
No dia 24 de julho de 2013, o Papa Francisco visitou e celebrou a Santa Missa na Basílica Nacional de N.S. Aparecida, pedindo Nossa Senhora para interceder junto com seu Divino Filho para o sucesso da Jornada Mundial da Juventude. Seu pedido foi ouvido porque 3.4 milhões de jovens compareceram para o grande evento no Rio de Janeiro naquele ano. Papa Francisco, como seu predecessor, ficou encantado pela beleza da Basílica e a fé do povo de Aparecida. Ele demonstrou o desejo de voltar no ano 2018. Infelizmente, por motivos superiores não pode cumprir essa promessa.
Pe. Brendan Coleman Mc Donald – Redentorista
Igrejua católica ajuda moradores do lixão em Itabuna
“Às vezes, temos em casa uma roupa, um sapato ou outra coisa que não serve mais para nossos filhos, sobrinhos, mas será muito útil para esses nossos irmãos”, conclamam.
Naquela comunidade também tão carente a Igreja Catolitica através do Padre Gilvan está construindo com muita luta algumas casas, para uma moradia digna para os catadores. Vamos abraçarmos essa iniciativa.
informações do Diário Bahia
ACM Neto vence ação ajuizada pelo PT contra ele
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), venceu uma ação ajuizada pelo Partido dos Trabalhadores contra ele na eleição de 2018
Tribuna da Bahia, Salvador
Por: Equipe de Política
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), venceu uma ação ajuizada pelo Partido dos Trabalhadores contra ele na eleição de 2018. Na época, o PT acusou o democrata de fazer propaganda irregular usando as obras do BRT. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), porém, julgou, por unanimidade, a acusação improcedente.
No caso do município, a ação foi movida contra o prefeito ACM Neto e os secretários municipais Fábio Mota (Mobilidade) Pacheco Maia (Comunicação) e Almir Melo (na época à frente da pasta da Infraestrutura).
A decisão do relator do caso, desembargador Roberto Frank, apoiada pelos demais membros do colegiado, levou em conta o parecer do Ministério Público Eleitoral, que considerou o conjunto de provas “extremamente falho e inconclusivo, incapaz de comprovar a prática das irregularidades”, bem como os argumentos da defesa do prefeito, a cargo da Procuradoria Geral do Município (PGM).
"Não ficou demonstrado nenhum favorecimento dos atos da gestão na campanha eleitoral, não se configurando, assim, a prática de abuso de poder político”, complementou o desembargador. Na ocasião do julgamento, o procurador regional eleitoral, Cláudio Gusmão, já havia ressaltado a fragilidade da acusação, considerando-a mera suposição sem provas. Ele pontuou, na época, que é preciso evitar lides temerárias que somente “assoberbam o tribunal”.
Obs:
Todos os partidos envolvidos com a corrupção neste país, deveriam ser extintos!
com a palavra o STE
Novos estudos relacionam covid-19 ao mal de Parkinson e à diabetes
Estudos mostram que o Sars-CoV-2 causa uma doença sistêmica, comprometendo órgãos diversos e levando a complicações a longo prazo. Suspeita-se, por exemplo, de ligação com a ocorrência de diabetes e Parkinson
Do - Correio Braziliense - Paloma Oliveto
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| (crédito: Patrick Hertzog/AFP) |
Para o vírus, poder se espalhar por vários tipos de células é uma vantagem evolutiva, explica o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Virologia e pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Flávio Guimarães da Fonseca. “Ele fica menos especialista, e isso amplia a capacidade de infectar diferentes tipos celulares”, afirma. Desde os primeiros estudos sobre o Sars-CoV-2, o micro-organismo já foi detectado, além do sistema respiratório, em tecidos do coração, rins, fígado, intestino, estômago e cérebro. Embora não haja relatos de ter sido encontrado no pâncreas, foram observados casos de pancreatite aguda em alguns pacientes, e suspeita-se de que o vírus também possa desencadear diabetes, doença intimamente associada a esse órgão.
Receptor espalhado
O sucesso infeccioso do Sars-CoV-2 pode ser explicado pela enzima conversora da angiotensina 2 (ACE2), receptor presente por todo o organismo. Como um mecanismo de chave e fechadura, a proteína spike do coronavírus se liga ao ACE2 para conseguir entrar nas células. Daí a facilidade de infectar diversos tecidos e órgãos.
No fim de agosto, um estudo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) publicado na revista The Lancet mostrou, pela primeira vez, a presença no Sars-CoV-2 no tecido cardíaco. O artigo é o relato do caso de uma criança de 11 anos com síndrome inflamatória multissistêmica relacionada à covid-19. Ela desenvolveu insuficiência cardíaca e morreu no dia seguinte à internação. A autópsia revelou o vírus nos pulmões e no coração da vítima. “Apesar da evidente inflamação sistêmica e da progressão final para falência de múltiplos órgãos, os achados clínicos, ecocardiográficos e laboratoriais indicaram fortemente que a insuficiência cardíaca foi o principal determinante do desfecho fatal”, escreveram os autores.
De acordo com o estudo, a autópsia também apontou miocardite, pericardite e endocardite, com inflamação intensa e necrose de fibras musculares. Os pesquisadores notaram, também, que a infecção das células que revestem o endocárdio pode fazer com que o vírus se dissemine para outros órgãos, pela corrente sanguínea. Ainda não se sabe se os danos cardíacos, detectados em outros pacientes mundo afora, são passageiros ou persistentes. “Além dos efeitos agudos, precisamos aprender mais sobre as implicações de longo prazo do vírus no coração”, observa Kirk U. Knowlton, do Instituto Cardiológico Intermoutain em Salt Lake City, nos EUA, que, recentemente, publicou um artigo baseado em descobertas de mais de 100 estudos sobre o tema.
Doenças neurológicas
Logo no início da pandemia, começaram a surgir relatos de pacientes que perderam o olfato e o paladar, evidenciando que o vírus também impacta o sistema nervoso central (SNC). Porém, as manifestações não ficaram por aí. “Síndrome de Guillain-Barré, encefalomielite, neuropatias periféricas isoladas, AVC, alterações funcionais e cognitivas”, enumera Augusto César Penalva de Oliveira, pesquisador do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo. O médico está à frente de um estudo que pretende avaliar, a longo prazo, os efeitos do Sars-CoV-2 no cérebro e no SNC. Atualmente, há 47 pacientes na pesquisa, mas a ideia é chegar a 100. Dos voluntários, dois desenvolveram parkinsonismo (sintomas da doença de Parkinson).
O pesquisador conta que todos os sete coronavírus humanos são capazes de contaminar o SNC, embora a maioria não cause danos. Nas epidemias de Sars-CoV (2002/2003) e Mers (2012), os primos mais próximos do Sars-CoV-2, porém, foram detectadas doenças neurológicas. A interrupção das pesquisas pós-surtos impede saber se os efeitos passaram ou se mantiveram a longo prazo. Uma dica de que os sintomas podem persistir, diz Oliveira, é o modelo experimental de rato utilizado no estudo de um tipo de coronavírus causador de doença respiratória benigna. No animal, o vírus causa encefalomielite, inflamação do cérebro e da medula espinal. A condição se mantém até o rato ser sacrificado, um ano depois da infecção.
“A gente tem visto manifestações neurológicas tanto na fase aguda quanto mais tardiamente”, conta o infectologista. Uma paciente do estudo teve quadro respiratório leve e, dois meses depois, começou a apresentar problemas de memória e no sistema motor. Passados três meses da infecção inicial, os médicos coletaram o líquor — fluido que faz uma “limpeza” do cérebro e circula pela medula espinhal. O Sars-CoV-2 estava lá. “Isso indica que há uma persistência do vírus no sistema nervoso central. Não sabemos o quanto de persistência. Mas, pelo modelo de rato, a gente suspeita que pode ser muito prolongada.” Parte dos sitomas foi revertida .
Sem padrão
Segundo Oliveira, o SNC pode ser afetado por mecanismos diversos. Tanto pela infecção direta do vírus, que entra no cérebro pelo trajeto do nervo do bulbo olfatório, quanto pela corrente sanguínea. Uma vez instalado, o micro-organismo pode provocar diretamente os danos, mas há outros meios — alguns desconhecidos — pelos quais a covid-19 afeta o cérebro, como a resposta imunológica exagerada (a tempestade de citocinas) e trombos causados por coágulos.
Uma preocupação do infectologista do Emílio Ribas é que não há um padrão claro da infecção no SNC. “As alterações são muito plurais. Tem paciente que vai apresentar fenômenos inflamatórios clássicos, outros, não. Alguns têm alteração na ressonância, no líquor; em outros, a ressonância é normal, o líquor é normal, mas eles têm os sintomas. O mecanismo pelo qual o vírus agride o sistema nervoso central não é claro. Possivelmente, são alterações microestruturais. Então, para estudá-las, temos de içar o anzol um pouco mais profundamente”, observa.
Três perguntas para
Flávio Guimarães da Fonseca, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Virologia e pesquisador do CT Vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
É normal um coronavírus atingir tantos órgãos e sistemas?
Não, não é normal. Esse coronavírus tem uma particularidade. Tudo tem a ver com o tipo de receptor que ele usa para infectar uma célula, que é o ACE2. Esse é um receptor muito distribuído em vários tecidos diferentes, e, se o vírus tem acesso a esses vários tecidos, acaba tendo a possibilidade de infectá-los. E ele parece capaz de infectar mesmo células que não têm o ACE2. Saiu um estudo pré-clínico da Unicamp mostrando que ele é capaz de infectar até linfócitos. É uma surpresa atrás da outra. Em princípio, eu diria que isso é completamente diferente do comportamento de outros vírus respiratórios. Há ainda o fato de que um vírus que causa uma desregulação inflamatória intensa. Então, às vezes você vê acometimento cardíaco, renal, até na ausência do vírus. Um subproduto da superinflamação que acontece no indivíduo infectado grave.
Então, as sequelas não estariam ligadas diretamente ao vírus, mas à inflamação causada pela resposta do sistema imunológico?
As duas coisas já foram vistas. O vírus é capaz de infectar células além daquelas do sistema respiratório, desde que tenham esse receptor ACE2, e também pode causar a falência de outros órgãos por uma desregulação inflamatória. É o que acontece, por exemplo, na dengue grave. Existem outros vírus que causam fenômenos semelhantes, a chamada tempestade de citocinas, uma hiperinflamação do organismo. A presença desses múltiplos fatores inflamatórios acaba causando sequelas em outros órgãos, além dos afetados diretamente pelo vírus.
Apesar de ser uma doença recente, é possível imaginar que, em alguns casos, a covid se torne crônica?
Eu não diria crônica, mas uma infecção prolongada. Já existem alguns indícios de que algumas pessoas podem ficar infectadas por um período muito longo, acima de 50 dias. A gente ainda não entende o mecanismo que gera essa infecção prolongada, como que o vírus se mantém sem ser eliminado pela resposta imune em pessoas saudáveis do ponto de vista imunológico. Mas existe essa possibilidade. É diferente de uma doença crônica, permanente. A gente ainda não tem indícios de cronificação com o Sars-CoV-2, tem de infecção prolongada. (PO)
sábado, 10 de outubro de 2020
Flamengo bate Vasco em clássico com briga nas arquibancadas

Bandidos são soltos, cometem novos crimes e são soltos novamente “pela pandemia”
Dos 322 bandidos presos outra vez em SP, 79 ganharam liberdade novamente, sob a mesma desculpa de pertencerem ao grupo de risco
Em São Paulo, foram novamente presos pelas autoridades policiais 322 dos 5.777 presos liberados pela Justiça a pretexto da pandemia de covid. Os 322 foram presos por crimes praticados após a liberação para cumprir prisão domiciliar provisoriamente. Dos 322 bandidos presos outra vez, 79 ganharam liberdade novamente, sob a mesma desculpa de pertencerem ao grupo de risco. A farra na liberação de bandidos, inclusive líderes de facções criminosas, ganhou proporção pandêmica naquele Estado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.Juízes aproveitaram a indicação do CNJ para “dar atenção” ao problema dos presos do grupo de risco para promoverem a liberação em massa.
Juízes que soltaram não mandaram recolher bandidos perigosos, mesmo após o presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, impor limites à liberação.
Nivaldo Restivo, Secretário de Administração Penitenciária, revelou que o índice de contaminação nas prisões paulistas é menor que fora delas.
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